Aviso

O conteúdo presente neste blog, não pretende de forma alguma substituir o tratamento médico. É meramente de consulta e informação. Se lhe surgir algum sintoma que considere relevante, consulte imediatamente o médico.
Caso tenha alguma dúvida, contacte-nos. Responderemos com a maior brevidade possível.

Como fazer pomadas e sabonetes medicinais?


SABONETES
&
POMADAS









POMADA

Matéria prima
Vaselina sólida ou

Derrete-se a vaselina em banho-maria e em seguida acrescenta-se o pó da planta.

* Deixe a mistura em lume brando por pelo menos dez minutos.

* Pode usar-se a pomada desta forma ou coar a mistura.

* Em uma hora a pomada está pronta.


* Outra opção é fazer uma tintura alcoólica com o pó (colocar álcool apenas até cobrir o pó), deixar coberto por dois dias e em seguida peneirar, e acrescentar a solução na vaselina derretida até derreter bem e em seguida deixar esfriar.

SABONETE

Sabonete de enxofre (exemplo)


* 200g de sabão de côco, 10 g de enxofre em pó.

* Derreter o sabão em banho maria, acresecentar o enxofre em pó, mexer bem até misturar.

* Colocar na forma e esperar esfriar.

Sabonete de glicerina * 200 g de sabão base de glicerina, 10 gotas de própolis.

* Derreter o sabão em banho maria, acresecentar o própolis em gotas, mexer bem até misturar.

* Colocar na forma e esperar esfriar.

Pode colocar qualquer outro produto, não necessáriamente os descritos. Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Equinacea


EQUINACEA

Anti-biótico natural








Originária da América do Norte, sobretudo no vale do grande rio Mississipi, de onde é oriunda. A Equinácea, Equinacea angustifolia D.C., é cultivada como planta medicinal no Centro da Europa. Possui o caule oco e as folhas alongadas, estreitas e cobertas de pelos. Suas flores são muito vistosas.
Os índios dos estados de Nebraska e Missuri (E.U.A.), usavam a raiz da equinácea para curar as feridas infectadas e as mordeduras de serpentes. Nos finais do século XIX, um investigador médico, descobriu as propriedades desta planta convivendo entre os índios. A partir de então, a equinácea tem sido objeto de numerosos estudos científicos, que têm revelado numerosas virtudes desta planta, bem como seu mecanismo de ação. Hoje a equinácea faz parte de diversos produtos farmacêuticos, e é uma das plantas sobre as quais existe um maior número de estudos científicos realizados. A composição da raiz de equinácea é muito complexa. Têm-se identificado numerosas substâncias ativas, tais como 3 óleos essenciais, glicosídeos, resinas, inulinas e vitamina C.

As principais propriedades da equinácea são:
- Imunoestimulante: Aumenta os mecanismos de defesa, por uma estimulação geral não específica, tanto da imunidade humoral (maior produção de anticorpos), como da imunidade celular (fagocitose: destruição dos microorganismos pelos leucócitos). Produz um aumento do número de leucócitos (glóbulos brancos) no sangue.
- Antiinflamatória: Impede a progressão das infecções, por inibição da enzima hialuronidase, produzida por muitas espécies de bactérias; favorece a formação do tecido de granulação, responsável pela cura das feridas; estimula a reprodução dos fibroblastos, células fundamentais do tecido conjuntivo responsáveis pela regeneração dos tecidos e pela formação das cicatrizes.
-Antitóxica: Estimula os processos de desintoxicação no fígado e nos rins, mediante os quais se neutralizam as substâncias tóxicas ou estranhas que circulam pelo sangue.
-Antibiótica e antivirótica: Ação que se tem demonstrado experimentalmente in vitro.
-Anticancerosa, por destruição de células malignas (efeito até agora só comprovado in vitro).

Suas aplicações clínicas são:
- Doenças infecciosas em geral: O melhor antibiótico fracassará se as defesas do organismo não colaborarem na luta contra a infecção. A equinácea atua sobre o organismo, destruindo os germes causadores da mesma. Isto significa que a sua ação é mais lenta, e talvez menos espetacular que a dos antibióticos; ainda que, em muitos casos, com melhores resultados a médio e longo prazo. O seu efeito é curativo e preventivo. Além disso, é isento dos efeitos secundários dos antibióticos.
-Combate as doenças infecciosas infantis; a gripe; a sinusite, amigdalite e infecções respiratórias agudas e crónicas, especialmente quando se produzem com frequência (efeito preventivo); na febre tifóide; nas septicemias (infecção do sangue) de qualquer causa (ginecológica, urinária, biliar, etc.)
-Lesões da pele: pela sua ação anti-infecciosa, cicatrizante e regeneradora dos tecidos, aplica-se nos abcessos, feridas ou queimaduras infectadas, foliculite, acne sobreinfectada, úlceras da pele incluindo as varicosas, psoríase, dermatoses e eczemas. Nestes casos aplica-se tanto externa como internamente.
-Picadas de insetos e mordeduras de serpentes: Pela sua ação desintoxicante, neutraliza (parcialmente) o veneno e evita o seu alastramento ( interna e externamente).
-Infecções da próstata: Tem um efeito descongestionante sobre a glândula prostática e, sobretudo, evita as frequentes infecções urinárias pelo esvaziamento incompleto da bexiga.
-Tumores malignos: Ainda que até agora a sua ação contra os tumores só se tenha demonstrado experimentalmente in vitro, há razões suficientes para se pensar que possa ter uma ação benéfica no caso de tumores cancerosos. À espera de novas investigações, a equinácea só se deve ser usada como complemento de outros tratamentos contra os tumores.





Fonte: * Extraído do livro A Saúde pelas Plantas Medicinais, editado pela Publicadora Atlântico, S.A.
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Infecção urinária

INFECÇÃO URINÁRIA

Um verdadeiro incómodo






Uma infecção urinária é uma infecção que começa no sistema urinário. Os órgãos que compõem o sistema urinário são os rins e as vias urinárias, que compreendem os ureteres a bexiga e a uretra.
As infecções urinárias simples desenvolvem-se quando certas bactérias migram para a bexiga. Por causa da anatomia (estrutura) do sistema urinário feminino, as mulheres têm maior probabilidade que os homens de adquirirem estas infecções. Nas mulheres, a abertura para a uretra (por onde sai a urina) está muito perto do ânus. Dessa forma, as bactérias podem migrar do ânus, onde a quantidade de bactérias é elevada, para a área ao redor da vagina e da uretra. De lá, é uma viagem curta (4 centímetros), da uretra para a bexiga. As relações sexuais podem impelir estas bactérias para a bexiga, aumentado assim o risco de infecções urinárias nas mulheres sexualmente activas. O uso do papel higiénico de trás para frente após uma evacuação pode transferir bactérias da região anal para a uretra.

Sintomas

A infecção urinária causa inflamação (irritação e inchaço) da bexiga e da uretra. Isto causa o desenvolvimento súbito de um conjunto previsível de sintomas. Muitas mulheres que tiveram infecção urinária no passado podem identificar os sintomas facilmente quando desenvolvem nova infecção.

Estes sintomas normalmente incluem um ou mais do seguinte:
. Polaciúria (Necessidade de urinar mais frequentemente que o normal, embora a quantidade de urina seja pequena (urinar pouco, mas várias vezes), com a sensação constante de estar com vontade de urinar),

. Urgência súbita para urinar,

. Algúria (ardor ao urinar),

. Disúria (desconforto ao urinar),

. Noctúria (vontade de urinar à noite),

. Dor no abdómen inferior (baixo ventre),

. Hematúria (sangue na urina),

. Urina turva,

. Urina com odor desagradável ou extremamente forte.

Nas crianças pequenas pode causar novos episódios de incontinência urinária (dificuldade para conter a urina) como único sintoma.

Tratamento

O sumo de mirtilio é uma enorme ajuda preventiva, mas não deve ser tomado por pessoas que tomam Varfarina (para o sangue)
As plantas e outras substâncias recomendadas para esta situação são as seguintes:

- Propólis
- Unha de gato
- Equinacea
- Vitamina C
- Infusão de barbas de milho + Pés de cereja + Cavalinha
- Lavar a zona genital com uma infusão de Malvas e Folhas de Nogueira

Se a infecção for recorrente, deve continuar a tomar os suplementos acima indicados, e após cada relação sexual, deve fazer a lavagem dos genitais com a infusão. Não é desaconselhado fazer este tratamento frequentemente, mesmo que não tenha sintomas.
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Unha de gato


UNHA DE GATO

Tanto poder numa humilde planta






UNHA DE GATO (Cat´s Claw) é uma das plantas medicinais peruanas de maior importância. No 1º Congresso Internacional desta espécie patrocinada pela Organização Mundial da Saúde (WHO), catalogou-se o redescobrimento desta planta amazónica como a mais importante descoberta desde o quinina, árvore peruana descoberto no século XVII.

A Unha de Gato é uma vinha de madeira larga e seu nome é proveniente dos espinhos em forma de gancho que crescem ao longo da vinha e envolvem a planta Unha de Gato. Duas espécies próximas da Uncaria são utilizadas quase como substitutas nas florestas: U. tomentosa e U. guianensis.
Ambas espécies podem alcançar mais de 30 m de altura em seu topo, porém a U. tomentosa possui espinhos pequenos e flores branco-amareladas, enquanto que a U. guianensis possui flores laranja-avermelhadas e espinhos que são mais curvados
A Unha de Gato é uma planta indígena da floresta Amazónica e outras áreas tropicais da América do Sul e Central, incluindo Peru, Colômbia, Equador, Guiana, Trinidad, Venezuela, Suriname, Costa Rica, Guatemala e Panamá. Existem outras espécies de plantas com um nome comum de Unha de Gato (ou uña de gato) no México e América Latina; porém elas são derivadas de uma planta completamente diferente - não pertencente ao género Uncaria ou mesmo à família da Rubiaceae. Muitas variedades da Unha de Gato mexicanas possuem propriedades tóxicas.
Ambas espécies de Uncaria sul americanas são utilizadas pelos índios da Floresta Amazónica de maneiras muito semelhantes além da longa história de uso. A Unha de Gato (U. tomentosa) tem sido utilizada medicinalmente pelas tribos dos Aguaruna, Asháninka, Cashibo, Conibo e Shipibo do Peru por pelo menos 2000 anos.
A tribo indígena Asháninka da região central do Peru possui a história mais antiga registrada com relação ao uso da planta. Elas também são a maior fonte de Unha de Gato do Peru actualmente.

Propriedades
Analgésica, antiinflamatória, antimutagénica, antioxidante,antiproliferativa, antitumoral, antiviral, citoprotetora, citostática, citotóxica, depurativa, diurética, hipotensiva, imuno-estimulante, imunomodulatória.

Indicação
Artrite, intestino, problemas digestivos, coadjuvante no tratamento do cancro, quistos, tumores benignos, doenças infecciosas.

Principios Ativo 
Acetoxidihidronomilina, ácido alfa-trihidroxi-ursenóico, carboxistrictosidina, ácido acetiluncárico, ácido adípico, alcalóides (especiofilina (uncarina D), isomitrafilina, isopteropodina (unicarina E), mitrafilina, pteropodina (unicarina C).

Modo de Usar 
Os Asháninka utilizam a Unha de Gato para tratar asma e inflamações do tracto urinário; para recuperação do parto; assim como purificador dos rins; para cura de ferimentos profundos; para artrite, reumatismo e dor óssea; para controlar inflamação e úlceras gástricas; e para cancro.

Não usar em caso de gravidez

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Cogumelo do sol


COGUMELO DO SOL

Apoia o sistema imunitário






História do Cogumelo do Sol

Os cogumelos são fungos conhecidos desde a antiguidade quando o homem já os utilizava como um alimento de elevado valor nutritivo e terapêutico. No entanto, na natureza, existem centenas de espécies diferentes de cogumelos, sendo que alguns são venenosos, outros alucinógenos e também aqueles que possuem propriedades medicinais curativas e até afrodisíacas.
O consumo de cogumelos no Brasil, ainda é muito pequeno em relação ao povos europeu e asiático, onde estima-se ser de 70g por habitante por ano.
Nos últimos anos, o consumo de cogumelos comestíveis vem aumentando e ganhando destaque em virtude do seu sabor refinado, do seu valor nutritivo e, ainda, pelo seu potencial de uso medicinal.
Recentemente, o cogumelo Agaricus blazei, também chamado popularmente de "Cogumelo do Sol", vem sendo relatado como um produto com propriedades medicinais, despertando grande interesse por parte da comunidade médica e científica de instituições no Brasil e em outros países.
O cogumelo do sol é de ocorrência natural das regiões serranas da Mata Atlântica do sul do Estado de São Paulo e, segundo relatos de produtores, a espécie nativa foi coletada inicialmente no Brasil por um agricultor e estudioso (Sr.Furumoto),que cultivou entre as décadas de 60 e 70, quando algumas amostras foram levadas para o Japão com o interesse de se estudar suas propriedades medicinais. Devido às condições climáticas serem favoráveis ao cultivo deste cogumelo, matrizes reproduzidas ainda no Japão foram enviadas de volta ao brasil e, desde então, várias técnicas de produção têm sido adaptadas.

Indicações de uso Cogumelo do Sol
Além de ser indicado como fortalecedor do sistema imunológico, como tónico, o Cogumelo do Sol tem sido estudado por cientistas de todo o mundo devido a sua ação antitumorial. A procura de substâncias ou métodos que aumentem ou potencializem o sistema imunológico do corpo humano, de forma a induzir uma resistência sem causar efeitos colaterais aos organismos, tem sido uma das mais importantes buscas da ciência na cura contra o cancro. Estudos sobre o desenvolvimento de agentes antitumoriais, baseados nesta idéia, têm tido algum processo a partir de polissacarídeos extraídos de cogumelos (Chihara, 1978). Um dos primeiros estudos sobre o potencial de aplicação médica dos cogumelos data de 1959 (Chang & Hayes), quando um possível agente antitumorial descrito como Clvacina foi isolado do cogumelo Calvatia gigantea. Além deste, possuía também uma forte actividade antitumor, o shitake (Lentinus edodes) (Chihara, 1978; Chang & Heyes, 1978, 1989). Estudos realizados no Japão sobre o cogumelo do sol, apontaram para uma possível substância constituída de polissacarídeos de ligação beta glicosídicas associados a determinadas proteínas e dominada de Complexo Glucano-Protéico, evidenciando possuir uma forte actividade antitumorial (Mizuno et al., 1990; Kawagishi et al., 1990; Osaki et al., 1994).

Contra-indicações do uso Cogumelo do Sol
Por se tratar de um produto natural o Cogumelo do sol não possui contra-indicações descritas em literatura.



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Cartilagem de tubarão


CARTILAGEM DE TUBARÃO

Do mar para a saúde






Definição de cartilagem de tubarão

A cartilagem de tubarão é um alimento/suplemento maravilhoso. Durante décadas de pesquisas nos Estados Unidos, países da Europa, Cuba, entre outros, chegou-se a mais pura forma de produção da cartilagem de tubarão.
Embora, infelizmente, empresas se aproveitando destes atributos relacionados a cartilagem de tubarão, tenham usado de má fé com seus consumidores, produzindo suplementos sem valor algum, não restam dúvidas os prodígios fantásticos obtidos a partir da terapia com a cartilagem de tubarão. Felizmente, ainda, tais empresas foram descobertas e tenham deixado livre o trabalho para outras empresas que realmente desenvolvem o trabalho com ética e respeito ao consumidor.
O osso se compõe fundamentalmente de sais de cálcio e fósforo. A cartilagem geralmente não contém esses sais, nem os canais microscópicos que, no osso, permitem a passagem de vasos sanguíneos e fibras nervosas. Cartilagens não têm vasos sanguíneos ou nervos, como os ossos têm. O osso e a cartilagem têm, no entanto, algumas semelhança. Ambos começam a formar-se na camada média do embrião, onde as células irão desenvolver-se posteriormente como cartilagem, osso ou tecido conectivo. Além disso, tanto o osso como a cartilagem contêm colágeno, a principal proteína de sustentação da pele e dos tendões, assim como da cartilagem e do osso.
Além dos tubarões terem uma percentagem de cartilagem maior do que os mamíferos, a cartilagem dos tubarões também difere-se por possuir alguma calcificação. A cartilagem de tubarão é reforçada, em pontos submetidos a esforço, por placas de apatita, uma substância composta de fosfatos e carbonatos de cálcio. Na maioria dos animais, tal calcificação limita-se geralmente às áreas superficiais, mas as vértebras do tubarão devem suportar as tensões associadas aos movimentos da natação, sendo portanto com frequência reforçadas.

Componentes da cartilagem de tubarão
A simples análise química mostra que a cartilagem de tubarão seca e inalterada consiste aproximadamente em 41% de cinza, 39% de proteína, 12% de carboidrato, 7% de água, menos de 1% de fibra e menos que 0,3% de gordura. A cinza é 60% cálcio e fósforo, na proporção de duas partes de cálcio por uma de fósforo. Quase não há metais pesados na cinza, porque, sem vasos sanguíneos na cartilagem, esses metais, encontrados muitas vezes em quantidades mínimas na carne de tubarão, não têm como depositar-se na cartilagem. Os altos níveis de cálcio e fósforo resultam da calcificação da cartilagem, especialmente a da coluna vertebral.
Embora a proteína que funciona como inibidor da vascularização tumoral esteja diluída até certo ponto pelo cálcio, fósforo, carboidratos e outros componentes naturais, os diluentes desempenham um papel activo no controlo da doença. Os mucopolissacarídeos nos carboidratos estimulam o sistema de imunidade, que trabalha em sinergia com a proteína no combate à doença, e o cálcio e o fósforo orgânicos são usados metabolicamente como nutrientes.


Indicações do uso da cartilagem de tubarão


Cancro X cartilagem de tubarão

Obviamente a cartilagem de tubarão oferece imenso potencial para a prevenção e cura do cancro. Parece, entretanto, que ela pode ter também profundo efeito em portadores de outras doenças. Devido ao seu potencial inibidorda angiogênese, a cartilagem de tubarão tem sido apontada como um potente alimento/suplemento na luta contra os diversos tipos de cancro, enfermidade esta que atinge a milhões de pessoas em todo o mundo.
Quando citamos que a cartilagem de tubarão é um potente inibidor da angiogênese significa que ela tem a capacidade de diminuir a formação da vascularização que irrigam os tumores. É necessário saber que os tumores se desenvolvem por que são altamente irrigados, altamente "alimentados", sendo assim, ter na natureza um alimento/suplemento capaz de inibir esta "alimentação" para os tumores é algo realmente fantástico.
Uma das substâncias examinadas pelo DR. Folkman em 1991 era cartilagem de tubarão, de origem natural e tendo sido usada para inibir a angiogênese. Das várias substâncias testadas pelo Dr. Folkman - excepto a cartilagem de tubarão - apresentaram algum nível de toxicidade e não poderiam ser usadas por um longo período. O uso de inibição da angiogênese como preventivo necessita de administração de longo prazo, logo, o nível de toxicidade deve ser muito baixa ou inexistente no inibidor ministrado. Quer a terapia antiangiogénica seja usada isoladamente ou em conjunto com a quimioterapia convencional, o Dr. Folkman escreve em seu livro Biologic Therapy of Cancer que: "É evidente que inibidores de angiogénese podem precisar ser administrado por períodos prolongados. Essa terapia de longo prazo exigirá compostos de baixa toxicidade."
A Dra. Patrícia D'Amore e o Dr. Michel Klagsbrun, da Escola de Medicina de Harvard e do Hospital Infantil de Boston, têm ressalvado a necessidade de estudos que nos ensinem como controlar a angiogénese que ocorre na vascularização de tumores, na retinopatia diabética e na artrite reumatóide. O Dr. Judah Folkman, cuja hipótese sobre a angiogénese estimulou boa parte da pesquisa, também acredita que terapias para muitas doenças possam resultar da pesquisa sobre angiogénese.
Enquanto o cancro atinge mais de 1 milhão de novas vítimas cada ano só nos Estados Unidos, 70 milhões de norte-americanos sofrem de artrite. Cerca de 15% da população mundial padecem de osteoartrite, que assim se torna um dos distúrbios crónicos mais comuns. A zona lombar, braços, pernas, dedos, joelhos e ombros são apenas algumas das partes afectadas. Muitas pessoas ficam quase imobilizadas pela doença, ou pela artrite reumatóide, ainda mais debilitante. Neste sentido, foram desenvolvidas diversas pesquisas provando o potencial benéfico da cartilagem de tubarão nestas patologias.

Artrite reumatóide X cartilagem de tubarão
A artrite reumatóide é uma doença inflamatória que afecta inicialmente as junções do corpo. Defeitos de articulação, perda muscular e destruição de ossos e cartilagens estão associados a esta moléstia. A artrite reumatóide varia quanto à sua gravidade, de um incómodo relativamente trivial que acontece um vez e nunca mais, a uma condição crónica que envolve uma ou várias juntas, até uma forma que ocasiona completa invalidez. Existem nos Estados Unidos cerca de oito milhões de portadores de artrite reumatóide que precisam de atendimento médico.
A regressão natural da artrite reumatóide não acontece, porque a cartilagem é um tecido com um dos ritmos de renovação mais lentos do corpo. A cirurgia - substituição protética total ou parcial - produz as melhorias mais rápidas e notáveis. Entretanto, ela é cara, utiliza recursos valiosos, nem sempre é totalmente bem-sucedida e acarreta o risco inerente de infecção e mortalidade, sobretudo nos idosos. Os riscos e custos se multiplicam, por certo, quando o paciente está afectado em várias articulações importantes, o que é bastante comum. Não surpreende que o Dr. John Prudden tenha escrito, na edição do verão de 1974 dos Seminars in Arthitis and Rheumatism: "um material (cartilagem de tubarão) de tamanho potencial benéfico para tantos milhões de pessoas deveria ser acessível ao público em geral o quanto antes possível."
Embora a causa da artrite reumatóide ainda seja um mistério, sabe-se que o crescimento anormal de capilares pode destruir a cartilagem da juntura; logo, a angiogénese persistente parece estar na raiz da doença. Com base na associação entre artrite e cartilagem, o Dr. Prudden realizou um estudo, envolvendo nove pessoas entre 43 e 49 anos com artrite reumatóide grave. Inicialmente, todas as nove apresentavam dor e rigidez grave, acentuado inchaço das junções e imagens de raios X típicas da doença. O Dr. Prudden verificou que uma dose de 500cc (centímetros cúbicos) de cartilagem de tubarão administrada por via subcutânea, por 10 a 35 dias, e seguida de doses de reforço a intervalos de três ou quatro semanas segundo a necessidade, trazia resultados assombrosamente bons. Os resultados apresentavam que um terço dos artríticos evoluíram de avaliações graves para excelentes; dois terços restantes foram da dor severa a uma avaliação boa, sendo que o único tratamento foi uma dose diária de cartilagem de tubarão.

Osteoartrite x cartilagem de tubarão
Osteoartrite ou osteartrose, é um doença destrutiva da cartilagem articular, localizada nas junturas. Esta degenerativa das juntas é o distúrbio reumático mais corrente que afecta o sistema musculoesquelético: 40 milhões de pessoas sofrem dele nos Estados Unidos.
A osteortrite provavelmente resulta, pelo menos até certo ponto , de resposta ao sistema de imunidade. Pressão excessiva pode causar fragmentação da cartilagem em pontos de esforço intenso. Os pesquisadores pensam que o sistema imune do corpo pode interpretar os fragmentos como ferimento. A reação do corpo frente ao "ferimento" seria gerar inflamação no local, resultando em inchaço e alguns dos sistemas dolorosos da osteoartrite. Como a cartilagem não possui nervos, a dor padecia pelo paciente com osteoartrite não se origina na cartilagem. A osteoartrite também pode começar com degeneração e adelgaçamento da cartilagem articular. A posterior invasão da cartilagem, normalmente avascular, por vasos sanguíneos provoca sua calcificação.
A cartilagem de tubarão parece bloquear o processo angiogénico, assim reduzindo significativamente a inflamação e a dor na articulação. Esses efeitos decorrem em parte do conteúdo abundante e eficaz de mucopolissacarídeos na cartilagem de tubarão. Em todos os casos, imobilidade e dor de artrite resultam da inflamação. Os mucopolissacarídeos que combatem a inflamação trabalham junto com a proteínas inibidoras da angiogénese para produzir uma resposta muito mais significativa do que qualquer um deles produziria agindo isoladamente.
Um estudo realizado pelo Dr. John Prudden no princípio da década de 70, 28 pacientes artríticos, todos com dor intensa e grande incapacidade funcional, receberam injeções de um preparado de cartilagem de tubarão por um período de três a oito semanas. Dezenove casos apresentaram resultados classificados como "excelentes", seis foram considerados "bons" e três foram considerados "regulares" ou "sem reação". Nenhum mostrou sinais de toxicidade ou efeitos adversos.
Outro estudo com cartilagem de tubarão foi efetuado em 1988 pelo Dr. Orloff, um dos principais em artrite da Europa Ocidental. O Dr. Orloff administrou cartilagem de tubarão seca a seres humanos, dando-lhes nove gramas por dia durante quatro semanas, continuando com quatro gramas por um longo período. Ele ficou impressionado com os resultados, particularmente o de uma mulher de 49 anos com doença articular femopatelar degenerativa. O nível de dor da mulher diminui 50% depois das duas primeiras semanas, e depois em mais 50% 50% após seis semanas. Ela declarou que podia dobrar ambos os joelhos e nas costas com menos dor enquanto fazia as tarefas do dia-a-dia, e que sentia como se tivesse com os músculos firmes.
A partir dos anos 80, foram realizados estudos em cinco clínicas de cinco países da Europa Oriental. Num período de 10 anos, o pacientes que recebiam o preparado de cartilagem de tubarão perderam em média 20 dias de trabalho por ano; já os pacientes que não receberam a cartilagem de tubarão perderam um número de dias sempre crescente, atingindo em média um total de 180 dias no décimo ano.
Em 1989, o Dr. Carlos Luís Alpizar, diretor do programa geriátrico nacional na Costa Rica, deu doses orais de cartilagem de tubarão a 10 pacientes que padeciam de osteoartrite tão grave que estavam acamados. Depois de três semanas, oito dos pacientes estavam em tratamento ambulatorial.


Contra-indicações do uso da cartilagem
Pelo facto da cartilagem de tubarão ser um alimento / Suplemento de baixa toxicidade não foram descritas em literatura quaisquer contra-indicações.
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Chitosan




CHITOSAN

Removedor de gorduras



O que é o Chitosan
O chitosan é uma fibra 100% natural e solúvel, formada por um aminopolissacarídeo derivado da quitina, um polímero de ocorrência natural, obtido a partir de exoesqueletos de crustáceos (camarão, lagosta e caranguejo). Esta fibra é similar à celulose, que é a fibra das plantas. Entretanto, ao contrário desta, o chitosan possui uma carga elétrica positiva e, por isso, tem a habilidade de atrair as gorduras ingeridas, que são carregadas negativamente.
A capacidade do chitosan de se ligar às gorduras foi demonstrada por pesquisas realizadas em laboratório in vitro, e em animais. Um grupo de pesquisadores japoneses realizou experiências em ratos e publicou, em destaque, a informação de que " os resultados indicam que o chitosan possui potencial para interferir na digestão e na absorção das gorduras, pelo tracto intestinal, facilitando a excreção destas gorduras nas fezes.

Mecanismo de acção do Chitosan
Quando ingerida antes das refeições, a Quitosana é solubilizada, transformando-se em gel ao entrar em contacto com as condições estomacais. Nesse gel formado, o chitosan apresenta-se com uma carga positiva em cada unidade que possui um grupo amino, ou seja, apresenta uma carga global positiva distribuída por todo o polímero, em solução, tornando-a apta a atrair e ligar-se a moléculas carregadas negativamente. Quando as gorduras entram em contato com o gel, são logo capturadas pelas moléculas do polímero (Quitosana) e arrastadas para o intestino, onde, em contacto com um pH mais elevado (básico), o chitosan é solidificado permanecendo como um envoltório (na forma de complexo) sobre a gordura, excretando-a do organismo juntamente com as fezes.
A perda de peso é conseqüência do recurso que o organismo utiliza para compensar essa perda calórica diária, proporcionada pela excreção de gorduras dietéticas, ou seja, o nosso organismo faz a compensação do déficit calórico criado pela ingestão do chitosan através da queima da reserva energética corporal (gorduras).
De forma simplificada, pode dizer-se que o chitosan é uma fibra natural com extraordinário poder de ligar-se e absorver gorduras. Quimicamente falando, o chitosan é um polímero natural (amino polissacarídeo) que tem a habilidade de se ligar às gorduras (formando complexos) no estômago, antes de elas serem absorvidas através do trato gastrintestinal.

Benefícios do uso do Chitosan
- Liga-se directamente às gorduras da dieta alimentar;

- Auxilia em dietas de emagrecimento;

- Elimina o colesterol LDL nocivo;

- Absorve de 4 a 8 vezes o seu peso em gorduras;

- Fonte natural de fibra que regula o intestino;

- Mantém o balanço ácido natural do sistema digestivo;

- Elimina o excesso de apetite.

Contra-indicações do uso do Chitosan
O chitosan por ser derivado de carapaças de crustáceos não pode ser usado por pessoas com alergia a crustáceos.
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Clorofila


CLOROFILA

Uma aliada na saúde


Histórico da clorofila

A clorofila descoberta em forma de sucos há quase 40 anos pela doutora Ann Winmore, tem grande poder de cura porque cria condições desfavoráveis ao crescimento de bactérias. Suas pesquisas concluíram que o capim de trigo, com mais de 100 elementos, incluindo todos os minerais e vitaminas A, complexo B, C, E e K, tem tudo o que o corpo necessita.
As pesquisas apontam o sumo do capim de trigo, que é fonte de clorofila, actua como purificador do sangue, detergente do corpo, digestivo, revitalizador da pele e neutralizador de toxinas no organismo. É ainda eficiente no combate a caspas e evita o embranquecimento dos cabelos, previne cáries dentárias, cura problemas de garganta e infecções vaginais, e faz o intestino funcionar bem.

Indicações de uso da Clorofila
Acção desintoxicante e depurativa/fortalecimento do Sistema Circulatório e do músculo cardíaco/removedor dos radicais livres/auxiliar no tratamento da hipertensão arterial/desodorização do organismo/regularização da função intestinal/combate à halitose/proteção da célula hepática/elevação das taxas sérias de ferro, principalmente nas grávidas e lactantes.
A clorofila é o pigmento verde das plantas. Ela tem a capacidade de estimular a formação de eritrócitos e, sob certas circunstâncias, pode transformar seu principal componente, o magnésio, em ferro, portanto, é um excelente auxiliar na prevenção da anemia podendo ser muito útil a idosos, convalescentes, gestantes e latentes (excelente para prevenir anemias, durante a gestação e amamentação), e crianças, podendo ser administrada normalmente a partir de 1 ano de idade A clorofila tem também influência sobre o crescimento bacteriano, sobre o metabolismo em geral, na respiração, na ação hormonal, na nutrição, no sistema imunológico e numa série de outras situações. Ela determina maior velocidade na recuperação das contusões e queimaduras. A clorofila também tem grande capacidade cicatrizante e restauradora dos tecidos, sendo particularmente útil nos casos de acnes, nos casos de cirurgias, peelings, úlceras de pele sendo portanto, excelente para casos de acne juvenil.
Os atletas, desportistas, crianças, adultos e idosos ainda recebem o benefício de sua ação desintoxicante e depurativa, fortalecendo o sistema circulatório e o músculo cardíaco. Outra propriedade interessante da clorofila é que ela tem a capacidade de desodorizar o corpo, reduzindo o mau hálito e outros odores orgânicos por reduzir a putrefação causada por bactérias.
Em 1941, os trabalhos do dentista Dr. S.L.Goldberg mostraram a capacidade da clorofila de tratar as doenças da cavidade oral como piorréias, estomatites e gengivites entre outras. Pode-se tanto ingerir diluída como massajar as gengivas com o extracto concentrado da clorofila.
Também deve ser usada para animais, e, quando dado aos animais idosos, confere a eles maior disposição, maior atividade, como se fosse um rejuvenescimento. Auxilia o tratamento de problemas de pele e ajuda os pelos a crescerem.
Hoje em dia, muito se tem propagandeado na mídia a respeito da clorofila que já está sendo servida em restaurantes naturais.

Contra-indicações do uso de clorofila
Por se tratar de um alimento natural naõ são descritas contra-indicações.
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Noni


NONI

Uma boa ajuda contra o envelhecimento




Histórico da Garra do Noni

O Noni cujo nome científico é Morinda citrifolia foi descoberto na Polinésia Francesa e Havaí e tem sido utilizado com êxito há mais de 2000 anos em outros países. Pouco conhecido ainda no Brasil, o Noni actualmente é bastante consumido nos Estados Unidos, no Japão, na China, na Índia, na Austrália e em grande parte da Europa.
Cultivada em solo vulcânico isento de poluentes, o Noni é uma fruta com propriedades terapêuticas e preventivas.
O Noni é uma planta extraordinária que combate os efeitos envelhecimento, que começam a aparecer na meia-idade, que vão desde dores mais simples, a falta de energia e as insónias e casos  mais sérios como diabetes, pressão alta e artrite, parecendo que os nossos corpos se encontram em estado constante de degradação.

Composição do Noni
O fruto tropical Noni é fonte de uma substância denominada de proxeronina, uma forma inativa precursora da xeronina, que não é afetada pelos ácidos e enzimas gástricas, sendo metabolizada no intestino grosso. A grande quantidade de bioflavonóides (morindina faz dele uma excelente alternativa de antioxidante, e por isso um aliado eficaz contra os prejudiciais radicais livres, responsáveis pelo envelhecimento prematuro e degeneração das células.
O Noni ajuda a estimular a produção de óxido Nítrico, um estímulo adequado para a secreção da hormonado crescimento, factor chave para evitar o envelhecimento e estimular a manutenção da massa muscular e a densidade óssea. É importante destacar que o Noni (suco de Noni) não é um medicamento nem pretende curar doenças. É um sumo natural obtido a partir de um fruto que é fonte de nutrientes para o nosso organismo, o que indirectamente faz com que o próprio organismo se auto-corrija.

Indicações do uso do Noni
Seus efeitos extraordinários despertam o interesse em muitos profissionais da área de saúde, inclusive os respeitados Dr. Herbert Monis, que patenteou e foi garantido pelo US - Pharmaceutical Patente, o seu método específico de processar e ionizar o Noni, o Dr. Neil Solomon, Ph.D., diplomado pelo Hospital John Hopkins, ex-comentarista de Saúde e Higiene Mental de Maryland, que pessoalmente vem pesquisando sobre os efeitos benéficos da fruta Noni, inclusive com um livro já lançado sobre estes maravilhosos efeitos, que segundo estes profissionais de saúde e vários usuários pelo mundo, beneficia em relação à saúde do coração, desordens digestivas, diabetes, pele, TPM, hemorróidas....
Pesquisas demonstram que o Noni ajuda a estimular o sistema imunológico, que desempenha um papel importante na manutenção da nossa saúde, sendo primordial no combate a vários tipos de bactérias, ajudando o sistema celular a funcionar de forma eficaz.
O Noni sob a forma de sumo de Noni é muito consumido nos Estados Unidos, inclusive com citação no Globo Repórter do mês jul/2003. Mais de 50 países que tem experimentado-o, tornam-se usuários satisfeitos com em média 78% de aprovação.

Contra-indicações do Noni (suco de Noni)
Não tem contra-indicações nem efeitos secundários. É seguro em qualquer período de nossa vida. Por ser um alimento totalmente natural não tem contra-indicações.
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Alcachofra


ALCACHOFRA

Amiga do Fígado



A alcachofra cujo nome botânico é Cynara scolymus L., pertence a família Compositae. É uma planta vivaz, com folhas compostas pinatifidas e espinhosas, sendo as superiores bem menores que as da base. Flores púrpuras reunidas em um grande capítulo envolvido por grandes brácteas que são a parte comestível da inflorescência. Provavelmente originária do mediterrâneo, considerada durante muito tempo como uma hortaliça rara, é hoje abundantemente cultivada nas regiões Atlânticas com invernos suaves.

A alcachofra não é só uma planta alimentícia indicada para os diabéticos, mas também uma importante erva medicinal que recebeu dos médicos árabes medievais o nome de al-Kharsaf. O nome genérico Cynara vem do latim canina, que se referem a semelhança dos espinhos que a envolvem com os dentes de um cachorro.
As folhas da alcachofra lhe conferem a atividade terapêutica e as mesma devem ser colhida antes da floração.

Propriedades farmacológicas

A alcachofra por conter uma substância denominada de cinarina provoca o aumento da secreção biliar. A cinaropicrina que confere o amargor característico da alcachofra é responsável pelo aumento da secreção gástrica.
A cinarina derivado da lutoelina abaixa a taxa de colesterol de maneira significativa através de uma estimulação metabólico enzimática. É utilizada para casos de hiperlipidemia e ateromatose no interior dos tecidos adipóides.
A alcachofra não dissolve os cálculos biliares, mas diminui as cólicas, exercendo um efeito preventivo em pessoas predispostas a desenvolverem litíase (pedras). O incremento da eficiência metabólica do fígado deve-se aos componentes polifenóis que provocam a diminuição plasmática do colesterol.
A cinarina presente na alcachofra possui propriedades anti- hepatotóxicas, estimulando a função do fígado. Ação protetora e regeneradora dos hepatócitos é provocada pelos flavonóides e glialcooliterpênicos que estimulam a síntese enzimática básica do metabolismo hepático.
Na uremia, a cinarina melhora a excreção da amômia por provocar um aumento da produção de ácido úrico pelo epitélio renal.
A ação diurética auxilia a eliminação de uréia e de substâncias tóxicas decorrentes do metabolismo celular desenvolvendo sua ação depurativa.
A oxidase, enzima hidrossolúvel presente na alcachofra é provavelmente a responsável pelas propriedades hipoglicemiante da alcachofra.

Indicações de uso da alcachofra

Seu uso é internacionalmente aprovado para uso como medicação para o fígado e vesícula.
A alcachofra é indicada nas afecções hepatobiliares e na eliminação de uréia e colesterol. Ela também alivia os males gástricos e renais. É coadjuvante nos regimes de emagrecimento, sendo empregada também em casos de hipertensão.Ensaios farmacológicos realizados em ratos, usadndo os extratos da alcachofra por via oral, confirmaram a ação hepatoprotetora desta planta, isto é, os extratos foram capazes de diminuir fortemente os danos causados no fígado por agentes tóxicos como CCI4. Ensaios clínicos efetuados em humanos com o suco de suas folhas e os botões florais, ambos contendo cinarina, provocaram abaixamento acentuado dos níveis de colesterol total, colesterol LDL e triglicerídeos, enquanto aumentaram o colesterol HDL, o bom colesterol.

Contra-indicações do uso da alcachofra
Não deve ser administrada durante a amamentação, nem em casos de fermentação intestinal. Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Silício


 SILÍCIO

Um elemento chave




Todos os seres vivos necessitam de silício para o seu correcto desenvolvimento. As plantas usam-no como substância vital dos seus tecidos de suporte, e para aumentarem a sua resistência às doenças e parasitas.
Juntamente com o oxigénio, o silício é o segundo elemento existente em maior quantidade no nosso planeta. Constitui mais de 75% do peso da crosta e manto terrestre
O oligoelemento silício desempenha numerosas funções no nosso organismo. A mais importante de todas é sem dúvida  o papel que desempenha na formação do tecido conjuntivo, sendo necessário para a estrutura da pele, do cabelo e das unhas. Além disso, o silício é um nutriente e agente estrutural para os tecidos de suporte: ossos, cartilagens e dentes.
O silício é vital para a fixação de água em quantidades adequadas no interior das nossas células. Nenhuma outra sunbstância consegue fixar água numa proporção 300 vezes superior ao seu próprio peso. Uma suficiente retenção de água é necessária para que as células possam receber nutrientes, para evitar a formação de rugas, para manter a elasticidade dos vasos sanguineos, para auxiliar a digestão e para evitar inflamações, fortalecer o sistema imunitário.
o silício deve ser fornecido regularmente ao organismo, através dos alimentos. Os adultos devem tomar diariamente 10 a 40 mg de silício.
As pessoas idosas, doentes crónicos, beneficiam bastante com a suplementação em silício.

Manifestações típicas da carência de silício:
- enfraquecimento e relaxamento do tecido conjuntivo
- recorrência de fracturas ósseas
- perturbações do crescimento
- pele baça e pálida
- impurezas na pele
- comichão
- cabelo sem brilho e com pontas espigadas
- queda de cabelo
- unhas frágeis e quebradiças
- problemas de dentes e de gengivas
- enfraquecimento dos tendões e ligamentos
- susceptibilidade aumentada a infecções
- sensação de fraqueza geral e perda de energia
- sensação de muito frio por falta de silício.

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Erva de S. Roberto



 ERVA DE S. ROBERTO

Uma receita escondida



A infusão da planta é usada externamente como adstringente (anginas, glossites, estomatites, etc) e internamente como hemostático (hemoptises, hemorragias uterinas, etc) e antidiabética, com resultados muito interessantes.Há algum tempo que esta planta tem sido usada em Portugal nas úlceras do estômago, enterocolites e como planta anticancerigena de resultados muito interessantes. Fizeram-se experiências na área da oncologia, obtendo-se resultados encorajadores. A receita é a seguinte:
(nota: esta receita foi experimentada há mais de 50 anos nos hospitais e pelos médicos portugueses)

1- Usar, de preferência, a planta verde e o mais fresca possível, conservando-a sempre em sitio fresco, entre panos húmidos e à sombra.
2- Escolher as folhas e caules tenros que não apresentem sinais de envelhecimento, lavando e enxugando muito bem.
3- Com uma tesoura, cortar muito miudamente os caules e folhas escolhidos, em quantidades suficientes para encher uma colher de sopa. Se os caules não forem tenros, empregar só as folhas.
4- Deitar a planta cortada dentro de uma chávena, triturá-la com o cabo de uma faca, misturar-lhe uma gema de ovo (crua) e bater tudo bem para tomara a mistura homogénea. Tomar esta mistura em jejum, uma hora antes do pequeno-almoço, simples ou misturada com açúcar ou leite.
5- Beber durante o dia, duas a três chávenas de um cozimento da planta verde, preparado com duas colheres de sopa da planta cortada, para meio litro de água.
6- Duas a três vezes por semana, dar um clister de limpeza e a seguir um pequeno clister de dois decilitros e meio dum cozimento da planta na mesma percentagem que se usa para beber, adicionando malvas ou alteia, e fazer o possível para o conservar bastante tempo.
9-  No caso de não poder obter a planta fresca, recorrer à planta seca, pulverizada, tendo em conta que se deve usar em todos os casos, metade das doses indicadas para a planta fresca.
10- Durante o tratamento, abster-se de carnes, especiarias, condimentos irritantes e bebidas alcoólicas. Usar pouco sal e comer muitos vegetais e frutos.
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Argila verde - preparação de cataplasmas




ARGILA VERDE
 preparação de cataplasmas








Para que a argila verde funcione, deve obedecer a determinadas regras importantes. Não basta simplesmente colocar água, fazer uma pasta e aplicar sobre a área afectada. Para produzir um bom cataplasma deve preparar a argila seguindo os seguintes passos:
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Álcool de alecrim - como fazer?




ÁLCOOL DE ALECRIM

Como fazer e para que serve?



O álcool de alecrim é usado para massagem e fricções em situações reumatismais. Possui óleos e substâncias essenciais que promovem a redução da inflamação e a análgesia da área afectada.
Aplica-se duas a três vezes ao dia, com uma ligeira massagem.

Preparação:
100 gr de alecrim fresco
200 ml de álcool etílico
Coloca-se as folhas do alecrim num recipiente de vidro e cobre-se com o álcool. Deixa-se em repouso durante três dias. Após o repouso pode-se começar a usar o álcool.
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Preparação de chás


COMO PREPARAR UM CHÁ?



Na infusão quase ferver a água e despejar num recipiente sobre as ervas. Abafar de 10 a 15 minutos.

A tisana é usada para ervas com folhas muito rústicas ou grossas, sementes ou rizomas. Neste caso deve-se colocar a planta junto da água fria e fervê-la de 2 a 5 minutos deixando-se repousar por mais 10 minutos.
Na decocção coloca-se a planta junto da água fria e ferve-se de 5 a 15 minutos dependendo do quão dura é a parte utilizada. Deixa-se repousar por mais 15 minutos. Usado para sementes e frutas duras, cascas de árvores e raízes.
Usar somente recipientes de inox, vidro, cerâmica ou esmaltados, nada de alumínio!! Para a utilização da erva ela deve ser picada para facilitar a extração de seu princípio ativo. O chá pode ser preparado e depois consumido quente ou frio, mas não deve ser consumido depois de 6 horas pois perde a maior parte dos princípios activos. Depois de 20 minutos no máximo deve-se retirar as ervas do chá para que elas não fiquem porosas e reabsorvam parte dos princípios. Também, após algum tempo, a planta começa a entrar em processo de decomposição e liberar princípios tóxicos.
Os chás, para tratamentos, devem ser consumidos de 2 a 4 xícaras por dia, por no mínimo uma semana e no máximo 30 dias. Algumas plantas têm indicações diferentes destas. As plantas podem ser utilizadas tanto secas como verdes. O equivalente a uma medida da planta seca é duas medidas da planta verde.
Os chás indicados neste blog podem ser substituídos por cápsulas ou tinturas, conseguidas em farmácias de manipulação.
Os chás não devem ser utilizados por mulheres grávidas até o 3o. mês de gravidez, pois esta fase é muito sensível para o bebé.
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Hipericão


HIPERICÃO

Hypericum perforatum L.

Outros nomes: hipericão-vulgar; milfurada; Erva de São João
Partes utilizadas: as sumidades floridas (flores e folhas) e o seu óleo

Esta planta é uma das poucas que goza de imensa reputação desde tempos. Dioscórides já falava do hipericão de um modo gracioso. É uma planta que cresce em todo o mundo, em terrenos incultos. Um dos seus nomes, milfurada, deve-se às suas pétalas, que quando apontadas para uma fonte luminosa, verifica-se que esta é microperfurada.
Devido ao seu conteúdos em taninos, é um bom vulnerário (cura as feridas). Quando aplicado em óleo, é excelente para feridas e queimaduras, porque modera a inflamação, possui propriedades análgésicas, é anti-séptico e estimula o crescimento celular.
Usado internamente, tem propriedades balsâmicas, tornando ideal para situações de asma, catarro bronquico, tosse e bronquite. É digestivo, colagogo e colerético, auxiliando a digestão e evitando transtornos de origem digestivo. É tonificante e restaurador do sistema nervoso.
Em Portugal, é fortemente recomendado em casos de depressões, actuando como anti-depressivo.
Advertências: o hipericão pode provocar fotossensibilidade (sensibilidade à luz solar), produzindo alterções na pele, pelo que se recomenda precaução no seu uso caso se verifique esta condição.
Precauções: se tomar qualquer espécie de anti-depressivos, não tome hipericão, uma vez que certos medicamentos são incompatíveis com a planta.
Dosagem: a indicada na embalagem.
Combinações: pode combinar a planta com outras reguladoras do sistema nervoso, nomeadamente, passifllora, camomila, cidreira, espinheiro branco.
Esta planta deve ser usada apenas em depressões leves e moderadas.

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Artroses


ARTROSE

Quando os ossos envelhecem


A artrose, ou osteoartrose, é uma doença degenerativa, isto é, é uma doença em que as cartilagem que recobrem os ossos começam a desaparecer, e que pode afectar uma ou várias articulações. Esta cartilagem, evita que os ossos se toquem entre si, diminuem o atrito e facilitam os movimentos articulares. Devido a causas desconhecidas e outras conhecidas, como idade, peso, as cartilagens vão-se desgastando, colocando assim em contacto as extremidades ósseas. Ao acontecer, surgem as típicas e degradantes dores da artrose. O tratamento médico consiste na prescrição de anti-inflamatórios e analgésicos. Hoje já existem alguns produtos em que se verificou que podem travar a progressão da artrose, como a glucosamina e a condroitina. A fisioterapia é usada para manter as articulações em movimento e para o relaxamento muscular.
A medicina natural, também tem grande importância no tratamento da artrose. Pode ser usada em conjunto com a medicina científica, sem qualquer inconveniente (avise o seu médico se faz, ou pretende fazer um tratamento natural). Dentro das várias áreas da medicina natural, a combinação entre várias técnicas também pode acontecer, aumentando a eficácia da mesma. Em termos de plantas e suplementação sugere-se o seguinte para o tratamento da artrose:

- Cartilagem de tubarão enriquecida com glucosamina e condroitina
- Óleo de salmão
- Cavalinha
- Castanha da Índia
- Ananás
- Cataplasmas de argila na zona afectada (ver artigo sobre argila verde - preparação de cataplasma, neste blog)
- Óleo de fígado de bacalhau
- Magnésio e cálcio
- Unha de gato
- Salgueiro Branco 
- Harpagófito
- Silício (ver artigo)




Posologia: a que indicar nas embalagens
É verdade que parece muito, mas a célebre frase ilustra esta orientação, " para grandes males, grandes remédios".
Se tiver peso a mais, é aconselhável uma redução do mesmo, controlar os alimentos que ingere, beber água e não ficar parado. O movimento ajuda o cálcio a fixar-se aos ossos e trabalha as cartilagens.
O tratamento da artrose não é visivel de imediato, uma vez que se está a falar de uma doença degenerativa. Por isso não desanime se os resultados demorarem a surigir. É perfeitamente normal.
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Essiac - as quatro plantas que salvam


ESSIAC

As quatro plantas que salvam

A HISTÓRIA DE ESSIAC - ESSIAC começou a ser usado em 1922 por Rene Caisse, uma enfermeira canadiana que dedicou a vida a ajudar pessoas em situação de dor e sofrimento. Uma doente da sua enfermaria falou-lhe, na altura, de certa infusão preparada pelos índios Ojibwa com a qual tinha curado um cancro no seio. Quando a tia materna de Rene, depois de beber tal infusão, ficou curada de um tumor a que tinha sido operada (cancro no estômago extensivo ao fígado) e que levou a que lhe dessem não mais que seis meses de vida (acabou por viver mais 21 anos), alguns médicos interessaram-se pelo produto e, também eles, passaram a prescrevê-lo em casos que consideravam já desesperados. Depois de inúmeras e exaustivas experiências e sempre com ajuda médica, Rene conseguiu melhorar a fórmula de tal modo que passou a revelar a inexistência de quaisquer efeitos colaterais. Chamou-lhe então ESSIAC, letra a letra o contrário do seu próprio nome. OS ELEMENTOS BOTÂNICOS - Apenas quatro plantas. Em comum a origem biológica, ausência de toxicidade e da influência de químicos. Contribuem, todas elas, para a normalização das funções orgânicas, purificando o sangue e reforçando o processo de regeneração celular. Actuando em sinergia potenciam os seus efeitos, podendo transmitir maior resistência às células sãs e bloquear a fonte de alimentação das nocivas. Erva-azeda - Rica em vitaminas A, C, D, K, E e complexo B, com altos níveis de Cálcio, Ferro, Magnésio, Zinco, Iodina, Cobre e Silício (elemento essencial aos nervos e ao revestimento da mielina que os protege). Tem elevada concentração de carotenóides; um deles, o Beta Carotene (potente anti-oxidante), é convertido no fígado em vitamina A, factor de ajuda à produção dos glóbulos brancos. Pela forte presença de clorofila produz um aumento do conteúdo de oxigénio no sangue, reforçando as defesas naturais do organismo. Possui Oxalato de Potássio, elemento de contribuição para a boa digestão e para o combate a situações de ecterícia e hemorragias no estômago. Ruibarbo indiano - Apresenta, no geral, qualidades tónicas, estomáticas, adstringentes, digestivas, colagogas e purgativas. Em pequenas quantidades age como suave laxante e purgante; desintoxica o fígado e purifica o sangue. Contribui para a neutralização dos ácidos provocados pela ingestão e são conhecidos os seus benéficos efeitos sobre os estados de disenteria. O Ácido Málico presente na planta fornece oxigénio a todo o organismo, acelerando os processos de cura. Estudos recentes sugerem a existência de propriedades anti-tumorais, anti-microbianas e antibióticas. Raíz de Bardana - Contém o polissacário inulina que, nos seres vivos, tem grande importância estrutural e como substância de reserva rica em energia, sendo factor considerável no metabolismo dos hidratos de carbono e potente modelador do sistema imunitário, capaz de fortalecer órgãos vitais como o fígado, pâncreas e baço. é eficaz na eliminação de toxinas. Rica em Vitaminas A, E e Selénio, é-lhe atribuída forte capacidade de destruição dos radicais livres. Revela a presença de óleos essenciais, vitaminas do complexo B, minerais e oligoelementos. É portadora de Crómio, grande contributo para regular os níveis de açúcar no sangue. Tem acção diurética e considera-se que desenvolve uma actividade anti-tumoral, sendo usada com tal finalidade na medicina chinesa e ayurvédica. A existência de uma capacidade para a redução das mutações celulares foi recentemente detectada por pesquisadores japoneses. Refere-se frequentemente o seu eficaz papel no reforço da imunidade, dada a particularidade de potenciar a eficiência das células brancas. Ulmeiro - Uma das plantas medicinais mais apreciadas, tida como um dos mais valiosos remédios da Natureza. Com propriedades antibióticas e anti-microbianas, tem como principal componente a mucilagem, substância purificadora do organismo. Actua sobre as inflamações ou úlceras do estômago e duodeno e revela-se capaz de dissolver depósitos mucosos nos tecidos, glândulas e canais nervosos. Tem um efeito lubrificante que protege o revestimento e juntas das membranas. Concorre para a boa nutrição e restauração do plasma no sangue e da linfa no sistema linfático. É rica em Cálcio, Magnésio e vitaminas (A, B, C e K). Contém polissacáridos e beta sitosterol que se sabe desenvolverem uma actividade anti-tumoral.



Modo de utilização: 2 a 4 colheres de chá (10-20ml) duas vezes ao dia.


informação retirada de http://www.naturalsaude.com

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Ginseng - precauções


Existem muitos técnicos de ervanárias que recomendam a toma exagerada de ginseng a muitas pessoas. O ginseng é uma excelente planta tónica, mas não pode ser tomada por toda a gente. Sendo uma planta tipicamente prescrita sob a luz da medicina tradicional chinesa (MTC), deve então ser recomendada por um especialista em medicina tradicinal chinesa ou acupunctura, pois são estes que têm conhecimento da teoria médica chinesa. Assisti uma vez à venda de ginseng a uma senhora que apresentava um quadro de deficiência de Yin. Para quem não sabe, e não generalizando, a deficiência de Yin é o causador dos calores que as senhoras sentem nessa fase. O ginseng, segundo a MTC, é uma planta quente, tonificando assim o oposto do Yin, que é o Yang. Para além disso, existem três tipos de ginseng, e o que a assistente de ervanária ia entregar à cliente, era o mais quente. Verificando tamanha falta de conhecimento, acocnselhei a cliente a não querer o ginseng, mas sim outra suplementação existente. De salientar que a cliente procurava algo para a memória e falta de energia corporal. Posteriormente, adverti a assistente para o facto de que a toma de ginseng por pessoas com aqueles sintomas pode agravar o seu problema.
Assim como para este problema o ginseng está contra-indicado, está contra-indicado para outras situações. Lembre-se sempre que, estados de agitação, quando sente calor, ulcerações, febre, doenças infecciosas, entre outros, não deve tomar ginseng. Caso o pretenda fazer, aconselhe-se com um especialista em MTC, pois é o único com competências para o fazer
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Hamamélia



HAMAMÉLIA

Hamamelis virginia L.


Outros nomes: hamamélia da virginia, aveleira-de-bruxo, aveleira-de-feiticeira 
Partes utilizadas: folhas e casca


Actualmente, a hamamélia é das plantas mais eficazes para combater problemas relacionados com as veias.
Esta planta é um excelente tónico venoso, uma vez que contrai as veias, activando a circulação. É hemostática e fortalece as veias. Usado em casos de hemorróidas, menopausa, varizes, flebites, pernas pesadas e cansadas. Na pele tem um efeito cicatrizante e adstringente, ideal para dermatites, pele seca e eczemas. A sua infusão colocada nos olhos, é excelente para lavar e relaxá-los.
Apresentação: comprimidos, cápsulas, gotas, chá, pomada e cremes.
A dose recomendada internamente é de 1-2 gramas.
No caso de hemorróidas, deve-se fazer o seguinte: lavar o ânus em água morna (ou com infusão de hamamélia e cipreste), com tendência a frio, e muito bem, secando em seguida com uma toalha macia. Aplicar o creme de hamamélia. A par disto deve tomar as seguintes plantas: Castanha da Índia, Ginkgo Biloba, Hamamélia, Arando e suplementação com vitamina B e magnésio.



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Plantas a evitar durante a gravidez

As plantas medicinais são usadas diariamente em diversas situações, mas durante a gravidez devem-se evitar todas as plantas, principalmente as que irei descrever a seguir, uma vez que são tóxicas para o fecto e abortivas.


Absinto - Emenagogo, risco de aborto.
Açafrão - Risco de aborto em doses elevadas
Agrião - Risco de aborto
Alcaçus - Produz hipertensão e edemas, em uso continuado
Aloés - Ocitócico, provoca contrações uterinas
Amieiro negro - Laxante/purgante, provoca contracções uterinas
Artemisia - Emenagoga, risco de aborto
Boldo - Apesar das provas serem inexistentes, poderá afectar o feto
Buxo - pode produzir vómitos e irritação nervosa
Cafeeiro - Diminui o crescimento do feto
Cáscara sagrada - Laxante/purgante, produz congestão da pelve
Dictamno - Emenagogo, risco de aborto
Jalapa - Purgante e emenagoga, risco de aborto
Romãzeira - Alcalóides tóxicos (a casca), possível afectação do feto
Ruibarbo - Purgante, produz congestão da pelve
Salsa - Emenagoga, risco de aborto
Salva - Ocitócica, contrai o útero
Sene da índia - Purgante, provoca contracções uterinas
Tanaceto - Emenagogo (tuiona), risco de aborto Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Passiflora


PASSIFLORA

Passiflora incarnata


 Outros nomes: martírio, flor da paixão, maracujá, maracujá azul,    maracujazeiro
Partes usadas: folhas, flores e frutos
 

Esta planta, também conhecida como Flor da paixão, é uma planta trepadeira, e deve este nome às suas flores, cujas peças que a constituem, fazem lembrar os instrumentos usados para a crucificação de Cristo. Esta flor dá origem a um fruto bem connhecido por todos, o maracujá.
É uma excelente planta para aquelas pessoas com problemas de ansiedade, palpitações, nervosismo, dores, espasmos diversos e insónia. Actua a nível do sistema nervoso, promovendo o relaxamento sem causar depêndencia ou sonolência. Por norma não há contraindicação em tomá-la junto a medicação quimica, mas recomenda-se que avise o seu médico caso o pretenda fazer.
A sua forma de tomar deverá ser cerca de uma hora antes de se deitar e também ao pequeno almoço. A dose pode ser aumentado caso seja necessário.
A sua combinação com outras plantas, nomeadamente, valeriana e crataegus, juntamente com o mineral magnésio e complexo B, são excelentes para problemas nervosos.
Existem no mercado português várias formas de apresentação, como gotas, cápsulas, comprimidos e ampolas e/ou combinada com outras plantas. Na minha opinião opte pela planta de uma forma isolada, quer em gotas ou comprimidos, uma vez que a quantidade de princípio activo é maior, promovendo o efeito desejado mais rápido. Se usar a planta para um problema ligeiro, pode usar em combinação com outras plantas ou mesmo em infusão.
Substâncias activas conhecidas: alcalóides indólicos, flavonóides, diversos esteróis e pectina.
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