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Aviso

O conteúdo presente neste blog, não pretende de forma alguma substituir o tratamento médico. É meramente de consulta e informação. Se lhe surgir algum sintoma que considere relevante, consulte imediatamente o médico.
Caso tenha alguma dúvida, contacte-nos. Responderemos com a maior brevidade possível.

Preparação de chás


COMO PREPARAR UM CHÁ?



Na infusão quase ferver a água e despejar num recipiente sobre as ervas. Abafar de 10 a 15 minutos.

A tisana é usada para ervas com folhas muito rústicas ou grossas, sementes ou rizomas. Neste caso deve-se colocar a planta junto da água fria e fervê-la de 2 a 5 minutos deixando-se repousar por mais 10 minutos.
Na decocção coloca-se a planta junto da água fria e ferve-se de 5 a 15 minutos dependendo do quão dura é a parte utilizada. Deixa-se repousar por mais 15 minutos. Usado para sementes e frutas duras, cascas de árvores e raízes.
Usar somente recipientes de inox, vidro, cerâmica ou esmaltados, nada de alumínio!! Para a utilização da erva ela deve ser picada para facilitar a extração de seu princípio ativo. O chá pode ser preparado e depois consumido quente ou frio, mas não deve ser consumido depois de 6 horas pois perde a maior parte dos princípios activos. Depois de 20 minutos no máximo deve-se retirar as ervas do chá para que elas não fiquem porosas e reabsorvam parte dos princípios. Também, após algum tempo, a planta começa a entrar em processo de decomposição e liberar princípios tóxicos.
Os chás, para tratamentos, devem ser consumidos de 2 a 4 xícaras por dia, por no mínimo uma semana e no máximo 30 dias. Algumas plantas têm indicações diferentes destas. As plantas podem ser utilizadas tanto secas como verdes. O equivalente a uma medida da planta seca é duas medidas da planta verde.
Os chás indicados neste blog podem ser substituídos por cápsulas ou tinturas, conseguidas em farmácias de manipulação.
Os chás não devem ser utilizados por mulheres grávidas até o 3o. mês de gravidez, pois esta fase é muito sensível para o bebé.
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Hipericão


HIPERICÃO

Hypericum perforatum L.

Outros nomes: hipericão-vulgar; milfurada; Erva de São João
Partes utilizadas: as sumidades floridas (flores e folhas) e o seu óleo

Esta planta é uma das poucas que goza de imensa reputação desde tempos. Dioscórides já falava do hipericão de um modo gracioso. É uma planta que cresce em todo o mundo, em terrenos incultos. Um dos seus nomes, milfurada, deve-se às suas pétalas, que quando apontadas para uma fonte luminosa, verifica-se que esta é microperfurada.
Devido ao seu conteúdos em taninos, é um bom vulnerário (cura as feridas). Quando aplicado em óleo, é excelente para feridas e queimaduras, porque modera a inflamação, possui propriedades análgésicas, é anti-séptico e estimula o crescimento celular.
Usado internamente, tem propriedades balsâmicas, tornando ideal para situações de asma, catarro bronquico, tosse e bronquite. É digestivo, colagogo e colerético, auxiliando a digestão e evitando transtornos de origem digestivo. É tonificante e restaurador do sistema nervoso.
Em Portugal, é fortemente recomendado em casos de depressões, actuando como anti-depressivo.
Advertências: o hipericão pode provocar fotossensibilidade (sensibilidade à luz solar), produzindo alterções na pele, pelo que se recomenda precaução no seu uso caso se verifique esta condição.
Precauções: se tomar qualquer espécie de anti-depressivos, não tome hipericão, uma vez que certos medicamentos são incompatíveis com a planta.
Dosagem: a indicada na embalagem.
Combinações: pode combinar a planta com outras reguladoras do sistema nervoso, nomeadamente, passifllora, camomila, cidreira, espinheiro branco.
Esta planta deve ser usada apenas em depressões leves e moderadas.

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Artroses


ARTROSE

Quando os ossos envelhecem


A artrose, ou osteoartrose, é uma doença degenerativa, isto é, é uma doença em que as cartilagem que recobrem os ossos começam a desaparecer, e que pode afectar uma ou várias articulações. Esta cartilagem, evita que os ossos se toquem entre si, diminuem o atrito e facilitam os movimentos articulares. Devido a causas desconhecidas e outras conhecidas, como idade, peso, as cartilagens vão-se desgastando, colocando assim em contacto as extremidades ósseas. Ao acontecer, surgem as típicas e degradantes dores da artrose. O tratamento médico consiste na prescrição de anti-inflamatórios e analgésicos. Hoje já existem alguns produtos em que se verificou que podem travar a progressão da artrose, como a glucosamina e a condroitina. A fisioterapia é usada para manter as articulações em movimento e para o relaxamento muscular.
A medicina natural, também tem grande importância no tratamento da artrose. Pode ser usada em conjunto com a medicina científica, sem qualquer inconveniente (avise o seu médico se faz, ou pretende fazer um tratamento natural). Dentro das várias áreas da medicina natural, a combinação entre várias técnicas também pode acontecer, aumentando a eficácia da mesma. Em termos de plantas e suplementação sugere-se o seguinte para o tratamento da artrose:

- Cartilagem de tubarão enriquecida com glucosamina e condroitina
- Óleo de salmão
- Cavalinha
- Castanha da Índia
- Ananás
- Cataplasmas de argila na zona afectada (ver artigo sobre argila verde - preparação de cataplasma, neste blog)
- Óleo de fígado de bacalhau
- Magnésio e cálcio
- Unha de gato
- Salgueiro Branco 
- Harpagófito
- Silício (ver artigo)




Posologia: a que indicar nas embalagens
É verdade que parece muito, mas a célebre frase ilustra esta orientação, " para grandes males, grandes remédios".
Se tiver peso a mais, é aconselhável uma redução do mesmo, controlar os alimentos que ingere, beber água e não ficar parado. O movimento ajuda o cálcio a fixar-se aos ossos e trabalha as cartilagens.
O tratamento da artrose não é visivel de imediato, uma vez que se está a falar de uma doença degenerativa. Por isso não desanime se os resultados demorarem a surigir. É perfeitamente normal.
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Essiac - as quatro plantas que salvam


ESSIAC

As quatro plantas que salvam

A HISTÓRIA DE ESSIAC - ESSIAC começou a ser usado em 1922 por Rene Caisse, uma enfermeira canadiana que dedicou a vida a ajudar pessoas em situação de dor e sofrimento. Uma doente da sua enfermaria falou-lhe, na altura, de certa infusão preparada pelos índios Ojibwa com a qual tinha curado um cancro no seio. Quando a tia materna de Rene, depois de beber tal infusão, ficou curada de um tumor a que tinha sido operada (cancro no estômago extensivo ao fígado) e que levou a que lhe dessem não mais que seis meses de vida (acabou por viver mais 21 anos), alguns médicos interessaram-se pelo produto e, também eles, passaram a prescrevê-lo em casos que consideravam já desesperados. Depois de inúmeras e exaustivas experiências e sempre com ajuda médica, Rene conseguiu melhorar a fórmula de tal modo que passou a revelar a inexistência de quaisquer efeitos colaterais. Chamou-lhe então ESSIAC, letra a letra o contrário do seu próprio nome. OS ELEMENTOS BOTÂNICOS - Apenas quatro plantas. Em comum a origem biológica, ausência de toxicidade e da influência de químicos. Contribuem, todas elas, para a normalização das funções orgânicas, purificando o sangue e reforçando o processo de regeneração celular. Actuando em sinergia potenciam os seus efeitos, podendo transmitir maior resistência às células sãs e bloquear a fonte de alimentação das nocivas. Erva-azeda - Rica em vitaminas A, C, D, K, E e complexo B, com altos níveis de Cálcio, Ferro, Magnésio, Zinco, Iodina, Cobre e Silício (elemento essencial aos nervos e ao revestimento da mielina que os protege). Tem elevada concentração de carotenóides; um deles, o Beta Carotene (potente anti-oxidante), é convertido no fígado em vitamina A, factor de ajuda à produção dos glóbulos brancos. Pela forte presença de clorofila produz um aumento do conteúdo de oxigénio no sangue, reforçando as defesas naturais do organismo. Possui Oxalato de Potássio, elemento de contribuição para a boa digestão e para o combate a situações de ecterícia e hemorragias no estômago. Ruibarbo indiano - Apresenta, no geral, qualidades tónicas, estomáticas, adstringentes, digestivas, colagogas e purgativas. Em pequenas quantidades age como suave laxante e purgante; desintoxica o fígado e purifica o sangue. Contribui para a neutralização dos ácidos provocados pela ingestão e são conhecidos os seus benéficos efeitos sobre os estados de disenteria. O Ácido Málico presente na planta fornece oxigénio a todo o organismo, acelerando os processos de cura. Estudos recentes sugerem a existência de propriedades anti-tumorais, anti-microbianas e antibióticas. Raíz de Bardana - Contém o polissacário inulina que, nos seres vivos, tem grande importância estrutural e como substância de reserva rica em energia, sendo factor considerável no metabolismo dos hidratos de carbono e potente modelador do sistema imunitário, capaz de fortalecer órgãos vitais como o fígado, pâncreas e baço. é eficaz na eliminação de toxinas. Rica em Vitaminas A, E e Selénio, é-lhe atribuída forte capacidade de destruição dos radicais livres. Revela a presença de óleos essenciais, vitaminas do complexo B, minerais e oligoelementos. É portadora de Crómio, grande contributo para regular os níveis de açúcar no sangue. Tem acção diurética e considera-se que desenvolve uma actividade anti-tumoral, sendo usada com tal finalidade na medicina chinesa e ayurvédica. A existência de uma capacidade para a redução das mutações celulares foi recentemente detectada por pesquisadores japoneses. Refere-se frequentemente o seu eficaz papel no reforço da imunidade, dada a particularidade de potenciar a eficiência das células brancas. Ulmeiro - Uma das plantas medicinais mais apreciadas, tida como um dos mais valiosos remédios da Natureza. Com propriedades antibióticas e anti-microbianas, tem como principal componente a mucilagem, substância purificadora do organismo. Actua sobre as inflamações ou úlceras do estômago e duodeno e revela-se capaz de dissolver depósitos mucosos nos tecidos, glândulas e canais nervosos. Tem um efeito lubrificante que protege o revestimento e juntas das membranas. Concorre para a boa nutrição e restauração do plasma no sangue e da linfa no sistema linfático. É rica em Cálcio, Magnésio e vitaminas (A, B, C e K). Contém polissacáridos e beta sitosterol que se sabe desenvolverem uma actividade anti-tumoral.



Modo de utilização: 2 a 4 colheres de chá (10-20ml) duas vezes ao dia.


informação retirada de http://www.naturalsaude.com

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