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Cogumelo do sol


COGUMELO DO SOL

Apoia o sistema imunitário






História do Cogumelo do Sol

Os cogumelos são fungos conhecidos desde a antiguidade quando o homem já os utilizava como um alimento de elevado valor nutritivo e terapêutico. No entanto, na natureza, existem centenas de espécies diferentes de cogumelos, sendo que alguns são venenosos, outros alucinógenos e também aqueles que possuem propriedades medicinais curativas e até afrodisíacas.
O consumo de cogumelos no Brasil, ainda é muito pequeno em relação ao povos europeu e asiático, onde estima-se ser de 70g por habitante por ano.
Nos últimos anos, o consumo de cogumelos comestíveis vem aumentando e ganhando destaque em virtude do seu sabor refinado, do seu valor nutritivo e, ainda, pelo seu potencial de uso medicinal.
Recentemente, o cogumelo Agaricus blazei, também chamado popularmente de "Cogumelo do Sol", vem sendo relatado como um produto com propriedades medicinais, despertando grande interesse por parte da comunidade médica e científica de instituições no Brasil e em outros países.
O cogumelo do sol é de ocorrência natural das regiões serranas da Mata Atlântica do sul do Estado de São Paulo e, segundo relatos de produtores, a espécie nativa foi coletada inicialmente no Brasil por um agricultor e estudioso (Sr.Furumoto),que cultivou entre as décadas de 60 e 70, quando algumas amostras foram levadas para o Japão com o interesse de se estudar suas propriedades medicinais. Devido às condições climáticas serem favoráveis ao cultivo deste cogumelo, matrizes reproduzidas ainda no Japão foram enviadas de volta ao brasil e, desde então, várias técnicas de produção têm sido adaptadas.

Indicações de uso Cogumelo do Sol
Além de ser indicado como fortalecedor do sistema imunológico, como tónico, o Cogumelo do Sol tem sido estudado por cientistas de todo o mundo devido a sua ação antitumorial. A procura de substâncias ou métodos que aumentem ou potencializem o sistema imunológico do corpo humano, de forma a induzir uma resistência sem causar efeitos colaterais aos organismos, tem sido uma das mais importantes buscas da ciência na cura contra o cancro. Estudos sobre o desenvolvimento de agentes antitumoriais, baseados nesta idéia, têm tido algum processo a partir de polissacarídeos extraídos de cogumelos (Chihara, 1978). Um dos primeiros estudos sobre o potencial de aplicação médica dos cogumelos data de 1959 (Chang & Hayes), quando um possível agente antitumorial descrito como Clvacina foi isolado do cogumelo Calvatia gigantea. Além deste, possuía também uma forte actividade antitumor, o shitake (Lentinus edodes) (Chihara, 1978; Chang & Heyes, 1978, 1989). Estudos realizados no Japão sobre o cogumelo do sol, apontaram para uma possível substância constituída de polissacarídeos de ligação beta glicosídicas associados a determinadas proteínas e dominada de Complexo Glucano-Protéico, evidenciando possuir uma forte actividade antitumorial (Mizuno et al., 1990; Kawagishi et al., 1990; Osaki et al., 1994).

Contra-indicações do uso Cogumelo do Sol
Por se tratar de um produto natural o Cogumelo do sol não possui contra-indicações descritas em literatura.



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Cartilagem de tubarão


CARTILAGEM DE TUBARÃO

Do mar para a saúde






Definição de cartilagem de tubarão

A cartilagem de tubarão é um alimento/suplemento maravilhoso. Durante décadas de pesquisas nos Estados Unidos, países da Europa, Cuba, entre outros, chegou-se a mais pura forma de produção da cartilagem de tubarão.
Embora, infelizmente, empresas se aproveitando destes atributos relacionados a cartilagem de tubarão, tenham usado de má fé com seus consumidores, produzindo suplementos sem valor algum, não restam dúvidas os prodígios fantásticos obtidos a partir da terapia com a cartilagem de tubarão. Felizmente, ainda, tais empresas foram descobertas e tenham deixado livre o trabalho para outras empresas que realmente desenvolvem o trabalho com ética e respeito ao consumidor.
O osso se compõe fundamentalmente de sais de cálcio e fósforo. A cartilagem geralmente não contém esses sais, nem os canais microscópicos que, no osso, permitem a passagem de vasos sanguíneos e fibras nervosas. Cartilagens não têm vasos sanguíneos ou nervos, como os ossos têm. O osso e a cartilagem têm, no entanto, algumas semelhança. Ambos começam a formar-se na camada média do embrião, onde as células irão desenvolver-se posteriormente como cartilagem, osso ou tecido conectivo. Além disso, tanto o osso como a cartilagem contêm colágeno, a principal proteína de sustentação da pele e dos tendões, assim como da cartilagem e do osso.
Além dos tubarões terem uma percentagem de cartilagem maior do que os mamíferos, a cartilagem dos tubarões também difere-se por possuir alguma calcificação. A cartilagem de tubarão é reforçada, em pontos submetidos a esforço, por placas de apatita, uma substância composta de fosfatos e carbonatos de cálcio. Na maioria dos animais, tal calcificação limita-se geralmente às áreas superficiais, mas as vértebras do tubarão devem suportar as tensões associadas aos movimentos da natação, sendo portanto com frequência reforçadas.

Componentes da cartilagem de tubarão
A simples análise química mostra que a cartilagem de tubarão seca e inalterada consiste aproximadamente em 41% de cinza, 39% de proteína, 12% de carboidrato, 7% de água, menos de 1% de fibra e menos que 0,3% de gordura. A cinza é 60% cálcio e fósforo, na proporção de duas partes de cálcio por uma de fósforo. Quase não há metais pesados na cinza, porque, sem vasos sanguíneos na cartilagem, esses metais, encontrados muitas vezes em quantidades mínimas na carne de tubarão, não têm como depositar-se na cartilagem. Os altos níveis de cálcio e fósforo resultam da calcificação da cartilagem, especialmente a da coluna vertebral.
Embora a proteína que funciona como inibidor da vascularização tumoral esteja diluída até certo ponto pelo cálcio, fósforo, carboidratos e outros componentes naturais, os diluentes desempenham um papel activo no controlo da doença. Os mucopolissacarídeos nos carboidratos estimulam o sistema de imunidade, que trabalha em sinergia com a proteína no combate à doença, e o cálcio e o fósforo orgânicos são usados metabolicamente como nutrientes.


Indicações do uso da cartilagem de tubarão


Cancro X cartilagem de tubarão

Obviamente a cartilagem de tubarão oferece imenso potencial para a prevenção e cura do cancro. Parece, entretanto, que ela pode ter também profundo efeito em portadores de outras doenças. Devido ao seu potencial inibidorda angiogênese, a cartilagem de tubarão tem sido apontada como um potente alimento/suplemento na luta contra os diversos tipos de cancro, enfermidade esta que atinge a milhões de pessoas em todo o mundo.
Quando citamos que a cartilagem de tubarão é um potente inibidor da angiogênese significa que ela tem a capacidade de diminuir a formação da vascularização que irrigam os tumores. É necessário saber que os tumores se desenvolvem por que são altamente irrigados, altamente "alimentados", sendo assim, ter na natureza um alimento/suplemento capaz de inibir esta "alimentação" para os tumores é algo realmente fantástico.
Uma das substâncias examinadas pelo DR. Folkman em 1991 era cartilagem de tubarão, de origem natural e tendo sido usada para inibir a angiogênese. Das várias substâncias testadas pelo Dr. Folkman - excepto a cartilagem de tubarão - apresentaram algum nível de toxicidade e não poderiam ser usadas por um longo período. O uso de inibição da angiogênese como preventivo necessita de administração de longo prazo, logo, o nível de toxicidade deve ser muito baixa ou inexistente no inibidor ministrado. Quer a terapia antiangiogénica seja usada isoladamente ou em conjunto com a quimioterapia convencional, o Dr. Folkman escreve em seu livro Biologic Therapy of Cancer que: "É evidente que inibidores de angiogénese podem precisar ser administrado por períodos prolongados. Essa terapia de longo prazo exigirá compostos de baixa toxicidade."
A Dra. Patrícia D'Amore e o Dr. Michel Klagsbrun, da Escola de Medicina de Harvard e do Hospital Infantil de Boston, têm ressalvado a necessidade de estudos que nos ensinem como controlar a angiogénese que ocorre na vascularização de tumores, na retinopatia diabética e na artrite reumatóide. O Dr. Judah Folkman, cuja hipótese sobre a angiogénese estimulou boa parte da pesquisa, também acredita que terapias para muitas doenças possam resultar da pesquisa sobre angiogénese.
Enquanto o cancro atinge mais de 1 milhão de novas vítimas cada ano só nos Estados Unidos, 70 milhões de norte-americanos sofrem de artrite. Cerca de 15% da população mundial padecem de osteoartrite, que assim se torna um dos distúrbios crónicos mais comuns. A zona lombar, braços, pernas, dedos, joelhos e ombros são apenas algumas das partes afectadas. Muitas pessoas ficam quase imobilizadas pela doença, ou pela artrite reumatóide, ainda mais debilitante. Neste sentido, foram desenvolvidas diversas pesquisas provando o potencial benéfico da cartilagem de tubarão nestas patologias.

Artrite reumatóide X cartilagem de tubarão
A artrite reumatóide é uma doença inflamatória que afecta inicialmente as junções do corpo. Defeitos de articulação, perda muscular e destruição de ossos e cartilagens estão associados a esta moléstia. A artrite reumatóide varia quanto à sua gravidade, de um incómodo relativamente trivial que acontece um vez e nunca mais, a uma condição crónica que envolve uma ou várias juntas, até uma forma que ocasiona completa invalidez. Existem nos Estados Unidos cerca de oito milhões de portadores de artrite reumatóide que precisam de atendimento médico.
A regressão natural da artrite reumatóide não acontece, porque a cartilagem é um tecido com um dos ritmos de renovação mais lentos do corpo. A cirurgia - substituição protética total ou parcial - produz as melhorias mais rápidas e notáveis. Entretanto, ela é cara, utiliza recursos valiosos, nem sempre é totalmente bem-sucedida e acarreta o risco inerente de infecção e mortalidade, sobretudo nos idosos. Os riscos e custos se multiplicam, por certo, quando o paciente está afectado em várias articulações importantes, o que é bastante comum. Não surpreende que o Dr. John Prudden tenha escrito, na edição do verão de 1974 dos Seminars in Arthitis and Rheumatism: "um material (cartilagem de tubarão) de tamanho potencial benéfico para tantos milhões de pessoas deveria ser acessível ao público em geral o quanto antes possível."
Embora a causa da artrite reumatóide ainda seja um mistério, sabe-se que o crescimento anormal de capilares pode destruir a cartilagem da juntura; logo, a angiogénese persistente parece estar na raiz da doença. Com base na associação entre artrite e cartilagem, o Dr. Prudden realizou um estudo, envolvendo nove pessoas entre 43 e 49 anos com artrite reumatóide grave. Inicialmente, todas as nove apresentavam dor e rigidez grave, acentuado inchaço das junções e imagens de raios X típicas da doença. O Dr. Prudden verificou que uma dose de 500cc (centímetros cúbicos) de cartilagem de tubarão administrada por via subcutânea, por 10 a 35 dias, e seguida de doses de reforço a intervalos de três ou quatro semanas segundo a necessidade, trazia resultados assombrosamente bons. Os resultados apresentavam que um terço dos artríticos evoluíram de avaliações graves para excelentes; dois terços restantes foram da dor severa a uma avaliação boa, sendo que o único tratamento foi uma dose diária de cartilagem de tubarão.

Osteoartrite x cartilagem de tubarão
Osteoartrite ou osteartrose, é um doença destrutiva da cartilagem articular, localizada nas junturas. Esta degenerativa das juntas é o distúrbio reumático mais corrente que afecta o sistema musculoesquelético: 40 milhões de pessoas sofrem dele nos Estados Unidos.
A osteortrite provavelmente resulta, pelo menos até certo ponto , de resposta ao sistema de imunidade. Pressão excessiva pode causar fragmentação da cartilagem em pontos de esforço intenso. Os pesquisadores pensam que o sistema imune do corpo pode interpretar os fragmentos como ferimento. A reação do corpo frente ao "ferimento" seria gerar inflamação no local, resultando em inchaço e alguns dos sistemas dolorosos da osteoartrite. Como a cartilagem não possui nervos, a dor padecia pelo paciente com osteoartrite não se origina na cartilagem. A osteoartrite também pode começar com degeneração e adelgaçamento da cartilagem articular. A posterior invasão da cartilagem, normalmente avascular, por vasos sanguíneos provoca sua calcificação.
A cartilagem de tubarão parece bloquear o processo angiogénico, assim reduzindo significativamente a inflamação e a dor na articulação. Esses efeitos decorrem em parte do conteúdo abundante e eficaz de mucopolissacarídeos na cartilagem de tubarão. Em todos os casos, imobilidade e dor de artrite resultam da inflamação. Os mucopolissacarídeos que combatem a inflamação trabalham junto com a proteínas inibidoras da angiogénese para produzir uma resposta muito mais significativa do que qualquer um deles produziria agindo isoladamente.
Um estudo realizado pelo Dr. John Prudden no princípio da década de 70, 28 pacientes artríticos, todos com dor intensa e grande incapacidade funcional, receberam injeções de um preparado de cartilagem de tubarão por um período de três a oito semanas. Dezenove casos apresentaram resultados classificados como "excelentes", seis foram considerados "bons" e três foram considerados "regulares" ou "sem reação". Nenhum mostrou sinais de toxicidade ou efeitos adversos.
Outro estudo com cartilagem de tubarão foi efetuado em 1988 pelo Dr. Orloff, um dos principais em artrite da Europa Ocidental. O Dr. Orloff administrou cartilagem de tubarão seca a seres humanos, dando-lhes nove gramas por dia durante quatro semanas, continuando com quatro gramas por um longo período. Ele ficou impressionado com os resultados, particularmente o de uma mulher de 49 anos com doença articular femopatelar degenerativa. O nível de dor da mulher diminui 50% depois das duas primeiras semanas, e depois em mais 50% 50% após seis semanas. Ela declarou que podia dobrar ambos os joelhos e nas costas com menos dor enquanto fazia as tarefas do dia-a-dia, e que sentia como se tivesse com os músculos firmes.
A partir dos anos 80, foram realizados estudos em cinco clínicas de cinco países da Europa Oriental. Num período de 10 anos, o pacientes que recebiam o preparado de cartilagem de tubarão perderam em média 20 dias de trabalho por ano; já os pacientes que não receberam a cartilagem de tubarão perderam um número de dias sempre crescente, atingindo em média um total de 180 dias no décimo ano.
Em 1989, o Dr. Carlos Luís Alpizar, diretor do programa geriátrico nacional na Costa Rica, deu doses orais de cartilagem de tubarão a 10 pacientes que padeciam de osteoartrite tão grave que estavam acamados. Depois de três semanas, oito dos pacientes estavam em tratamento ambulatorial.


Contra-indicações do uso da cartilagem
Pelo facto da cartilagem de tubarão ser um alimento / Suplemento de baixa toxicidade não foram descritas em literatura quaisquer contra-indicações.
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Chitosan




CHITOSAN

Removedor de gorduras



O que é o Chitosan
O chitosan é uma fibra 100% natural e solúvel, formada por um aminopolissacarídeo derivado da quitina, um polímero de ocorrência natural, obtido a partir de exoesqueletos de crustáceos (camarão, lagosta e caranguejo). Esta fibra é similar à celulose, que é a fibra das plantas. Entretanto, ao contrário desta, o chitosan possui uma carga elétrica positiva e, por isso, tem a habilidade de atrair as gorduras ingeridas, que são carregadas negativamente.
A capacidade do chitosan de se ligar às gorduras foi demonstrada por pesquisas realizadas em laboratório in vitro, e em animais. Um grupo de pesquisadores japoneses realizou experiências em ratos e publicou, em destaque, a informação de que " os resultados indicam que o chitosan possui potencial para interferir na digestão e na absorção das gorduras, pelo tracto intestinal, facilitando a excreção destas gorduras nas fezes.

Mecanismo de acção do Chitosan
Quando ingerida antes das refeições, a Quitosana é solubilizada, transformando-se em gel ao entrar em contacto com as condições estomacais. Nesse gel formado, o chitosan apresenta-se com uma carga positiva em cada unidade que possui um grupo amino, ou seja, apresenta uma carga global positiva distribuída por todo o polímero, em solução, tornando-a apta a atrair e ligar-se a moléculas carregadas negativamente. Quando as gorduras entram em contato com o gel, são logo capturadas pelas moléculas do polímero (Quitosana) e arrastadas para o intestino, onde, em contacto com um pH mais elevado (básico), o chitosan é solidificado permanecendo como um envoltório (na forma de complexo) sobre a gordura, excretando-a do organismo juntamente com as fezes.
A perda de peso é conseqüência do recurso que o organismo utiliza para compensar essa perda calórica diária, proporcionada pela excreção de gorduras dietéticas, ou seja, o nosso organismo faz a compensação do déficit calórico criado pela ingestão do chitosan através da queima da reserva energética corporal (gorduras).
De forma simplificada, pode dizer-se que o chitosan é uma fibra natural com extraordinário poder de ligar-se e absorver gorduras. Quimicamente falando, o chitosan é um polímero natural (amino polissacarídeo) que tem a habilidade de se ligar às gorduras (formando complexos) no estômago, antes de elas serem absorvidas através do trato gastrintestinal.

Benefícios do uso do Chitosan
- Liga-se directamente às gorduras da dieta alimentar;

- Auxilia em dietas de emagrecimento;

- Elimina o colesterol LDL nocivo;

- Absorve de 4 a 8 vezes o seu peso em gorduras;

- Fonte natural de fibra que regula o intestino;

- Mantém o balanço ácido natural do sistema digestivo;

- Elimina o excesso de apetite.

Contra-indicações do uso do Chitosan
O chitosan por ser derivado de carapaças de crustáceos não pode ser usado por pessoas com alergia a crustáceos.
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Clorofila


CLOROFILA

Uma aliada na saúde


Histórico da clorofila

A clorofila descoberta em forma de sucos há quase 40 anos pela doutora Ann Winmore, tem grande poder de cura porque cria condições desfavoráveis ao crescimento de bactérias. Suas pesquisas concluíram que o capim de trigo, com mais de 100 elementos, incluindo todos os minerais e vitaminas A, complexo B, C, E e K, tem tudo o que o corpo necessita.
As pesquisas apontam o sumo do capim de trigo, que é fonte de clorofila, actua como purificador do sangue, detergente do corpo, digestivo, revitalizador da pele e neutralizador de toxinas no organismo. É ainda eficiente no combate a caspas e evita o embranquecimento dos cabelos, previne cáries dentárias, cura problemas de garganta e infecções vaginais, e faz o intestino funcionar bem.

Indicações de uso da Clorofila
Acção desintoxicante e depurativa/fortalecimento do Sistema Circulatório e do músculo cardíaco/removedor dos radicais livres/auxiliar no tratamento da hipertensão arterial/desodorização do organismo/regularização da função intestinal/combate à halitose/proteção da célula hepática/elevação das taxas sérias de ferro, principalmente nas grávidas e lactantes.
A clorofila é o pigmento verde das plantas. Ela tem a capacidade de estimular a formação de eritrócitos e, sob certas circunstâncias, pode transformar seu principal componente, o magnésio, em ferro, portanto, é um excelente auxiliar na prevenção da anemia podendo ser muito útil a idosos, convalescentes, gestantes e latentes (excelente para prevenir anemias, durante a gestação e amamentação), e crianças, podendo ser administrada normalmente a partir de 1 ano de idade A clorofila tem também influência sobre o crescimento bacteriano, sobre o metabolismo em geral, na respiração, na ação hormonal, na nutrição, no sistema imunológico e numa série de outras situações. Ela determina maior velocidade na recuperação das contusões e queimaduras. A clorofila também tem grande capacidade cicatrizante e restauradora dos tecidos, sendo particularmente útil nos casos de acnes, nos casos de cirurgias, peelings, úlceras de pele sendo portanto, excelente para casos de acne juvenil.
Os atletas, desportistas, crianças, adultos e idosos ainda recebem o benefício de sua ação desintoxicante e depurativa, fortalecendo o sistema circulatório e o músculo cardíaco. Outra propriedade interessante da clorofila é que ela tem a capacidade de desodorizar o corpo, reduzindo o mau hálito e outros odores orgânicos por reduzir a putrefação causada por bactérias.
Em 1941, os trabalhos do dentista Dr. S.L.Goldberg mostraram a capacidade da clorofila de tratar as doenças da cavidade oral como piorréias, estomatites e gengivites entre outras. Pode-se tanto ingerir diluída como massajar as gengivas com o extracto concentrado da clorofila.
Também deve ser usada para animais, e, quando dado aos animais idosos, confere a eles maior disposição, maior atividade, como se fosse um rejuvenescimento. Auxilia o tratamento de problemas de pele e ajuda os pelos a crescerem.
Hoje em dia, muito se tem propagandeado na mídia a respeito da clorofila que já está sendo servida em restaurantes naturais.

Contra-indicações do uso de clorofila
Por se tratar de um alimento natural naõ são descritas contra-indicações.
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