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Aviso

O conteúdo presente neste blog, não pretende de forma alguma substituir o tratamento médico. É meramente de consulta e informação. Se lhe surgir algum sintoma que considere relevante, consulte imediatamente o médico.
Caso tenha alguma dúvida, contacte-nos. Responderemos com a maior brevidade possível.

Infecção urinária

INFECÇÃO URINÁRIA

Um verdadeiro incómodo






Uma infecção urinária é uma infecção que começa no sistema urinário. Os órgãos que compõem o sistema urinário são os rins e as vias urinárias, que compreendem os ureteres a bexiga e a uretra.
As infecções urinárias simples desenvolvem-se quando certas bactérias migram para a bexiga. Por causa da anatomia (estrutura) do sistema urinário feminino, as mulheres têm maior probabilidade que os homens de adquirirem estas infecções. Nas mulheres, a abertura para a uretra (por onde sai a urina) está muito perto do ânus. Dessa forma, as bactérias podem migrar do ânus, onde a quantidade de bactérias é elevada, para a área ao redor da vagina e da uretra. De lá, é uma viagem curta (4 centímetros), da uretra para a bexiga. As relações sexuais podem impelir estas bactérias para a bexiga, aumentado assim o risco de infecções urinárias nas mulheres sexualmente activas. O uso do papel higiénico de trás para frente após uma evacuação pode transferir bactérias da região anal para a uretra.

Sintomas

A infecção urinária causa inflamação (irritação e inchaço) da bexiga e da uretra. Isto causa o desenvolvimento súbito de um conjunto previsível de sintomas. Muitas mulheres que tiveram infecção urinária no passado podem identificar os sintomas facilmente quando desenvolvem nova infecção.

Estes sintomas normalmente incluem um ou mais do seguinte:
. Polaciúria (Necessidade de urinar mais frequentemente que o normal, embora a quantidade de urina seja pequena (urinar pouco, mas várias vezes), com a sensação constante de estar com vontade de urinar),

. Urgência súbita para urinar,

. Algúria (ardor ao urinar),

. Disúria (desconforto ao urinar),

. Noctúria (vontade de urinar à noite),

. Dor no abdómen inferior (baixo ventre),

. Hematúria (sangue na urina),

. Urina turva,

. Urina com odor desagradável ou extremamente forte.

Nas crianças pequenas pode causar novos episódios de incontinência urinária (dificuldade para conter a urina) como único sintoma.

Tratamento

O sumo de mirtilio é uma enorme ajuda preventiva, mas não deve ser tomado por pessoas que tomam Varfarina (para o sangue)
As plantas e outras substâncias recomendadas para esta situação são as seguintes:

- Propólis
- Unha de gato
- Equinacea
- Vitamina C
- Infusão de barbas de milho + Pés de cereja + Cavalinha
- Lavar a zona genital com uma infusão de Malvas e Folhas de Nogueira

Se a infecção for recorrente, deve continuar a tomar os suplementos acima indicados, e após cada relação sexual, deve fazer a lavagem dos genitais com a infusão. Não é desaconselhado fazer este tratamento frequentemente, mesmo que não tenha sintomas.
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Unha de gato


UNHA DE GATO

Tanto poder numa humilde planta






UNHA DE GATO (Cat´s Claw) é uma das plantas medicinais peruanas de maior importância. No 1º Congresso Internacional desta espécie patrocinada pela Organização Mundial da Saúde (WHO), catalogou-se o redescobrimento desta planta amazónica como a mais importante descoberta desde o quinina, árvore peruana descoberto no século XVII.

A Unha de Gato é uma vinha de madeira larga e seu nome é proveniente dos espinhos em forma de gancho que crescem ao longo da vinha e envolvem a planta Unha de Gato. Duas espécies próximas da Uncaria são utilizadas quase como substitutas nas florestas: U. tomentosa e U. guianensis.
Ambas espécies podem alcançar mais de 30 m de altura em seu topo, porém a U. tomentosa possui espinhos pequenos e flores branco-amareladas, enquanto que a U. guianensis possui flores laranja-avermelhadas e espinhos que são mais curvados
A Unha de Gato é uma planta indígena da floresta Amazónica e outras áreas tropicais da América do Sul e Central, incluindo Peru, Colômbia, Equador, Guiana, Trinidad, Venezuela, Suriname, Costa Rica, Guatemala e Panamá. Existem outras espécies de plantas com um nome comum de Unha de Gato (ou uña de gato) no México e América Latina; porém elas são derivadas de uma planta completamente diferente - não pertencente ao género Uncaria ou mesmo à família da Rubiaceae. Muitas variedades da Unha de Gato mexicanas possuem propriedades tóxicas.
Ambas espécies de Uncaria sul americanas são utilizadas pelos índios da Floresta Amazónica de maneiras muito semelhantes além da longa história de uso. A Unha de Gato (U. tomentosa) tem sido utilizada medicinalmente pelas tribos dos Aguaruna, Asháninka, Cashibo, Conibo e Shipibo do Peru por pelo menos 2000 anos.
A tribo indígena Asháninka da região central do Peru possui a história mais antiga registrada com relação ao uso da planta. Elas também são a maior fonte de Unha de Gato do Peru actualmente.

Propriedades
Analgésica, antiinflamatória, antimutagénica, antioxidante,antiproliferativa, antitumoral, antiviral, citoprotetora, citostática, citotóxica, depurativa, diurética, hipotensiva, imuno-estimulante, imunomodulatória.

Indicação
Artrite, intestino, problemas digestivos, coadjuvante no tratamento do cancro, quistos, tumores benignos, doenças infecciosas.

Principios Ativo 
Acetoxidihidronomilina, ácido alfa-trihidroxi-ursenóico, carboxistrictosidina, ácido acetiluncárico, ácido adípico, alcalóides (especiofilina (uncarina D), isomitrafilina, isopteropodina (unicarina E), mitrafilina, pteropodina (unicarina C).

Modo de Usar 
Os Asháninka utilizam a Unha de Gato para tratar asma e inflamações do tracto urinário; para recuperação do parto; assim como purificador dos rins; para cura de ferimentos profundos; para artrite, reumatismo e dor óssea; para controlar inflamação e úlceras gástricas; e para cancro.

Não usar em caso de gravidez

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Cogumelo do sol


COGUMELO DO SOL

Apoia o sistema imunitário






História do Cogumelo do Sol

Os cogumelos são fungos conhecidos desde a antiguidade quando o homem já os utilizava como um alimento de elevado valor nutritivo e terapêutico. No entanto, na natureza, existem centenas de espécies diferentes de cogumelos, sendo que alguns são venenosos, outros alucinógenos e também aqueles que possuem propriedades medicinais curativas e até afrodisíacas.
O consumo de cogumelos no Brasil, ainda é muito pequeno em relação ao povos europeu e asiático, onde estima-se ser de 70g por habitante por ano.
Nos últimos anos, o consumo de cogumelos comestíveis vem aumentando e ganhando destaque em virtude do seu sabor refinado, do seu valor nutritivo e, ainda, pelo seu potencial de uso medicinal.
Recentemente, o cogumelo Agaricus blazei, também chamado popularmente de "Cogumelo do Sol", vem sendo relatado como um produto com propriedades medicinais, despertando grande interesse por parte da comunidade médica e científica de instituições no Brasil e em outros países.
O cogumelo do sol é de ocorrência natural das regiões serranas da Mata Atlântica do sul do Estado de São Paulo e, segundo relatos de produtores, a espécie nativa foi coletada inicialmente no Brasil por um agricultor e estudioso (Sr.Furumoto),que cultivou entre as décadas de 60 e 70, quando algumas amostras foram levadas para o Japão com o interesse de se estudar suas propriedades medicinais. Devido às condições climáticas serem favoráveis ao cultivo deste cogumelo, matrizes reproduzidas ainda no Japão foram enviadas de volta ao brasil e, desde então, várias técnicas de produção têm sido adaptadas.

Indicações de uso Cogumelo do Sol
Além de ser indicado como fortalecedor do sistema imunológico, como tónico, o Cogumelo do Sol tem sido estudado por cientistas de todo o mundo devido a sua ação antitumorial. A procura de substâncias ou métodos que aumentem ou potencializem o sistema imunológico do corpo humano, de forma a induzir uma resistência sem causar efeitos colaterais aos organismos, tem sido uma das mais importantes buscas da ciência na cura contra o cancro. Estudos sobre o desenvolvimento de agentes antitumoriais, baseados nesta idéia, têm tido algum processo a partir de polissacarídeos extraídos de cogumelos (Chihara, 1978). Um dos primeiros estudos sobre o potencial de aplicação médica dos cogumelos data de 1959 (Chang & Hayes), quando um possível agente antitumorial descrito como Clvacina foi isolado do cogumelo Calvatia gigantea. Além deste, possuía também uma forte actividade antitumor, o shitake (Lentinus edodes) (Chihara, 1978; Chang & Heyes, 1978, 1989). Estudos realizados no Japão sobre o cogumelo do sol, apontaram para uma possível substância constituída de polissacarídeos de ligação beta glicosídicas associados a determinadas proteínas e dominada de Complexo Glucano-Protéico, evidenciando possuir uma forte actividade antitumorial (Mizuno et al., 1990; Kawagishi et al., 1990; Osaki et al., 1994).

Contra-indicações do uso Cogumelo do Sol
Por se tratar de um produto natural o Cogumelo do sol não possui contra-indicações descritas em literatura.



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Cartilagem de tubarão


CARTILAGEM DE TUBARÃO

Do mar para a saúde






Definição de cartilagem de tubarão

A cartilagem de tubarão é um alimento/suplemento maravilhoso. Durante décadas de pesquisas nos Estados Unidos, países da Europa, Cuba, entre outros, chegou-se a mais pura forma de produção da cartilagem de tubarão.
Embora, infelizmente, empresas se aproveitando destes atributos relacionados a cartilagem de tubarão, tenham usado de má fé com seus consumidores, produzindo suplementos sem valor algum, não restam dúvidas os prodígios fantásticos obtidos a partir da terapia com a cartilagem de tubarão. Felizmente, ainda, tais empresas foram descobertas e tenham deixado livre o trabalho para outras empresas que realmente desenvolvem o trabalho com ética e respeito ao consumidor.
O osso se compõe fundamentalmente de sais de cálcio e fósforo. A cartilagem geralmente não contém esses sais, nem os canais microscópicos que, no osso, permitem a passagem de vasos sanguíneos e fibras nervosas. Cartilagens não têm vasos sanguíneos ou nervos, como os ossos têm. O osso e a cartilagem têm, no entanto, algumas semelhança. Ambos começam a formar-se na camada média do embrião, onde as células irão desenvolver-se posteriormente como cartilagem, osso ou tecido conectivo. Além disso, tanto o osso como a cartilagem contêm colágeno, a principal proteína de sustentação da pele e dos tendões, assim como da cartilagem e do osso.
Além dos tubarões terem uma percentagem de cartilagem maior do que os mamíferos, a cartilagem dos tubarões também difere-se por possuir alguma calcificação. A cartilagem de tubarão é reforçada, em pontos submetidos a esforço, por placas de apatita, uma substância composta de fosfatos e carbonatos de cálcio. Na maioria dos animais, tal calcificação limita-se geralmente às áreas superficiais, mas as vértebras do tubarão devem suportar as tensões associadas aos movimentos da natação, sendo portanto com frequência reforçadas.

Componentes da cartilagem de tubarão
A simples análise química mostra que a cartilagem de tubarão seca e inalterada consiste aproximadamente em 41% de cinza, 39% de proteína, 12% de carboidrato, 7% de água, menos de 1% de fibra e menos que 0,3% de gordura. A cinza é 60% cálcio e fósforo, na proporção de duas partes de cálcio por uma de fósforo. Quase não há metais pesados na cinza, porque, sem vasos sanguíneos na cartilagem, esses metais, encontrados muitas vezes em quantidades mínimas na carne de tubarão, não têm como depositar-se na cartilagem. Os altos níveis de cálcio e fósforo resultam da calcificação da cartilagem, especialmente a da coluna vertebral.
Embora a proteína que funciona como inibidor da vascularização tumoral esteja diluída até certo ponto pelo cálcio, fósforo, carboidratos e outros componentes naturais, os diluentes desempenham um papel activo no controlo da doença. Os mucopolissacarídeos nos carboidratos estimulam o sistema de imunidade, que trabalha em sinergia com a proteína no combate à doença, e o cálcio e o fósforo orgânicos são usados metabolicamente como nutrientes.


Indicações do uso da cartilagem de tubarão


Cancro X cartilagem de tubarão

Obviamente a cartilagem de tubarão oferece imenso potencial para a prevenção e cura do cancro. Parece, entretanto, que ela pode ter também profundo efeito em portadores de outras doenças. Devido ao seu potencial inibidorda angiogênese, a cartilagem de tubarão tem sido apontada como um potente alimento/suplemento na luta contra os diversos tipos de cancro, enfermidade esta que atinge a milhões de pessoas em todo o mundo.
Quando citamos que a cartilagem de tubarão é um potente inibidor da angiogênese significa que ela tem a capacidade de diminuir a formação da vascularização que irrigam os tumores. É necessário saber que os tumores se desenvolvem por que são altamente irrigados, altamente "alimentados", sendo assim, ter na natureza um alimento/suplemento capaz de inibir esta "alimentação" para os tumores é algo realmente fantástico.
Uma das substâncias examinadas pelo DR. Folkman em 1991 era cartilagem de tubarão, de origem natural e tendo sido usada para inibir a angiogênese. Das várias substâncias testadas pelo Dr. Folkman - excepto a cartilagem de tubarão - apresentaram algum nível de toxicidade e não poderiam ser usadas por um longo período. O uso de inibição da angiogênese como preventivo necessita de administração de longo prazo, logo, o nível de toxicidade deve ser muito baixa ou inexistente no inibidor ministrado. Quer a terapia antiangiogénica seja usada isoladamente ou em conjunto com a quimioterapia convencional, o Dr. Folkman escreve em seu livro Biologic Therapy of Cancer que: "É evidente que inibidores de angiogénese podem precisar ser administrado por períodos prolongados. Essa terapia de longo prazo exigirá compostos de baixa toxicidade."
A Dra. Patrícia D'Amore e o Dr. Michel Klagsbrun, da Escola de Medicina de Harvard e do Hospital Infantil de Boston, têm ressalvado a necessidade de estudos que nos ensinem como controlar a angiogénese que ocorre na vascularização de tumores, na retinopatia diabética e na artrite reumatóide. O Dr. Judah Folkman, cuja hipótese sobre a angiogénese estimulou boa parte da pesquisa, também acredita que terapias para muitas doenças possam resultar da pesquisa sobre angiogénese.
Enquanto o cancro atinge mais de 1 milhão de novas vítimas cada ano só nos Estados Unidos, 70 milhões de norte-americanos sofrem de artrite. Cerca de 15% da população mundial padecem de osteoartrite, que assim se torna um dos distúrbios crónicos mais comuns. A zona lombar, braços, pernas, dedos, joelhos e ombros são apenas algumas das partes afectadas. Muitas pessoas ficam quase imobilizadas pela doença, ou pela artrite reumatóide, ainda mais debilitante. Neste sentido, foram desenvolvidas diversas pesquisas provando o potencial benéfico da cartilagem de tubarão nestas patologias.

Artrite reumatóide X cartilagem de tubarão
A artrite reumatóide é uma doença inflamatória que afecta inicialmente as junções do corpo. Defeitos de articulação, perda muscular e destruição de ossos e cartilagens estão associados a esta moléstia. A artrite reumatóide varia quanto à sua gravidade, de um incómodo relativamente trivial que acontece um vez e nunca mais, a uma condição crónica que envolve uma ou várias juntas, até uma forma que ocasiona completa invalidez. Existem nos Estados Unidos cerca de oito milhões de portadores de artrite reumatóide que precisam de atendimento médico.
A regressão natural da artrite reumatóide não acontece, porque a cartilagem é um tecido com um dos ritmos de renovação mais lentos do corpo. A cirurgia - substituição protética total ou parcial - produz as melhorias mais rápidas e notáveis. Entretanto, ela é cara, utiliza recursos valiosos, nem sempre é totalmente bem-sucedida e acarreta o risco inerente de infecção e mortalidade, sobretudo nos idosos. Os riscos e custos se multiplicam, por certo, quando o paciente está afectado em várias articulações importantes, o que é bastante comum. Não surpreende que o Dr. John Prudden tenha escrito, na edição do verão de 1974 dos Seminars in Arthitis and Rheumatism: "um material (cartilagem de tubarão) de tamanho potencial benéfico para tantos milhões de pessoas deveria ser acessível ao público em geral o quanto antes possível."
Embora a causa da artrite reumatóide ainda seja um mistério, sabe-se que o crescimento anormal de capilares pode destruir a cartilagem da juntura; logo, a angiogénese persistente parece estar na raiz da doença. Com base na associação entre artrite e cartilagem, o Dr. Prudden realizou um estudo, envolvendo nove pessoas entre 43 e 49 anos com artrite reumatóide grave. Inicialmente, todas as nove apresentavam dor e rigidez grave, acentuado inchaço das junções e imagens de raios X típicas da doença. O Dr. Prudden verificou que uma dose de 500cc (centímetros cúbicos) de cartilagem de tubarão administrada por via subcutânea, por 10 a 35 dias, e seguida de doses de reforço a intervalos de três ou quatro semanas segundo a necessidade, trazia resultados assombrosamente bons. Os resultados apresentavam que um terço dos artríticos evoluíram de avaliações graves para excelentes; dois terços restantes foram da dor severa a uma avaliação boa, sendo que o único tratamento foi uma dose diária de cartilagem de tubarão.

Osteoartrite x cartilagem de tubarão
Osteoartrite ou osteartrose, é um doença destrutiva da cartilagem articular, localizada nas junturas. Esta degenerativa das juntas é o distúrbio reumático mais corrente que afecta o sistema musculoesquelético: 40 milhões de pessoas sofrem dele nos Estados Unidos.
A osteortrite provavelmente resulta, pelo menos até certo ponto , de resposta ao sistema de imunidade. Pressão excessiva pode causar fragmentação da cartilagem em pontos de esforço intenso. Os pesquisadores pensam que o sistema imune do corpo pode interpretar os fragmentos como ferimento. A reação do corpo frente ao "ferimento" seria gerar inflamação no local, resultando em inchaço e alguns dos sistemas dolorosos da osteoartrite. Como a cartilagem não possui nervos, a dor padecia pelo paciente com osteoartrite não se origina na cartilagem. A osteoartrite também pode começar com degeneração e adelgaçamento da cartilagem articular. A posterior invasão da cartilagem, normalmente avascular, por vasos sanguíneos provoca sua calcificação.
A cartilagem de tubarão parece bloquear o processo angiogénico, assim reduzindo significativamente a inflamação e a dor na articulação. Esses efeitos decorrem em parte do conteúdo abundante e eficaz de mucopolissacarídeos na cartilagem de tubarão. Em todos os casos, imobilidade e dor de artrite resultam da inflamação. Os mucopolissacarídeos que combatem a inflamação trabalham junto com a proteínas inibidoras da angiogénese para produzir uma resposta muito mais significativa do que qualquer um deles produziria agindo isoladamente.
Um estudo realizado pelo Dr. John Prudden no princípio da década de 70, 28 pacientes artríticos, todos com dor intensa e grande incapacidade funcional, receberam injeções de um preparado de cartilagem de tubarão por um período de três a oito semanas. Dezenove casos apresentaram resultados classificados como "excelentes", seis foram considerados "bons" e três foram considerados "regulares" ou "sem reação". Nenhum mostrou sinais de toxicidade ou efeitos adversos.
Outro estudo com cartilagem de tubarão foi efetuado em 1988 pelo Dr. Orloff, um dos principais em artrite da Europa Ocidental. O Dr. Orloff administrou cartilagem de tubarão seca a seres humanos, dando-lhes nove gramas por dia durante quatro semanas, continuando com quatro gramas por um longo período. Ele ficou impressionado com os resultados, particularmente o de uma mulher de 49 anos com doença articular femopatelar degenerativa. O nível de dor da mulher diminui 50% depois das duas primeiras semanas, e depois em mais 50% 50% após seis semanas. Ela declarou que podia dobrar ambos os joelhos e nas costas com menos dor enquanto fazia as tarefas do dia-a-dia, e que sentia como se tivesse com os músculos firmes.
A partir dos anos 80, foram realizados estudos em cinco clínicas de cinco países da Europa Oriental. Num período de 10 anos, o pacientes que recebiam o preparado de cartilagem de tubarão perderam em média 20 dias de trabalho por ano; já os pacientes que não receberam a cartilagem de tubarão perderam um número de dias sempre crescente, atingindo em média um total de 180 dias no décimo ano.
Em 1989, o Dr. Carlos Luís Alpizar, diretor do programa geriátrico nacional na Costa Rica, deu doses orais de cartilagem de tubarão a 10 pacientes que padeciam de osteoartrite tão grave que estavam acamados. Depois de três semanas, oito dos pacientes estavam em tratamento ambulatorial.


Contra-indicações do uso da cartilagem
Pelo facto da cartilagem de tubarão ser um alimento / Suplemento de baixa toxicidade não foram descritas em literatura quaisquer contra-indicações.
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