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Aviso

O conteúdo presente neste blog, não pretende de forma alguma substituir o tratamento médico. É meramente de consulta e informação. Se lhe surgir algum sintoma que considere relevante, consulte imediatamente o médico.
Caso tenha alguma dúvida, contacte-nos. Responderemos com a maior brevidade possível.

Gingko Biloba

GINGKO BILOBA

A planta que resistiu à bomba de Hiroshima








Proteção contra radiação

Extratos de antioxidantes extraídos das folhas da árvore Gingko biloba podem proteger as células contra os danos da radiação, de acordo com um estudo publicado no International Journal of Low Radiation.
A descoberta poderá, no futuro, ser usada para ajudar a reduzir os efeitos colaterais da radiação em pacientes que fazem exames radiológicos ou que estejam submetidos à radioterapia.
Mesmo as baixas doses de radiação utilizadas durante a mamografia podem aumentar a incidência do cancro em alguns grupos de mulheres.
Gingko biloba contra os oxidantes e radicais livres

Chang-Mo Kang e seus colegas do Instituto Coreano de Ciências Médicas e Radiológicas estavam estudando os efeitos protectores de várias plantas medicinais, entre as quais a Gingko biloba.
Gingko biloba é uma espécie de árvore única, sem nenhuma outra espécie aparentada. Extractos das suas folhas contêm compostos antioxidantes, incluindo os glicosídeos e terpenóides, também conhecidos como ginkgolidos e bilobalidos.
Acredita-se que estes compostos protejam as células dos danos causados pelos radicais livres e outras moléculas reactivas oxidantes encontradas no corpo. Esses agentes são gerados continuamente pelo metabolismo normal do corpo.
Mas eles são também produzidos em excesso em algumas doenças ou após a exposição à poluição ou à radiação. Eles danificam as proteínas, o DNA e outras biomoléculas e, se não forem combatidos, podem até matar as células.

Suplemento de Gingko biloba

Com isto, os extractos de determinadas plantas que contêm antioxidantes, incluindo a Gingko biloba, têm atraído o interesse dos pesquisadores por sua acção farmacológica.
Gingko biloba é vendida como um suplemento à base de plantas e existem numerosas alegações quanto aos seus benefícios à saúde, incluindo a possibilidade de prevenir o aparecimento de demência ou Mal de Alzheimer.

Apoptose

Os pesquisadores analisaram os efeitos da radiação sobre os linfócitos - os glóbulos brancos do sangue - de pessoas saudáveis com idades entre 18 e 50 anos. Metade das células foi tratada com um extracto de Gingko biloba disponível comercialmente, enquanto uma amostra de controlo foi tratada apenas com soro fisiológico.
Sob os efeitos da radiação, os linfócitos passaram pela apoptose - a morte programada da célula quando ela sofre algum dano irreversível.
Os pesquisadores descobriram que houve um aumento significativo da apoptose nas células não tratadas em comparação com aquelas tratadas com o extracto de Gingko biloba.
Quase um terço das células não tratadas submeteu-se à apoptose, em comparação com cerca de uma em cada vinte das células tratadas.
Estudos paralelos com ratos de laboratório também demonstraram um efeito similar de protecção contra o envenenamento por radiação.
Os resultados sugerem que os extratos podem neutralizar os radicais livres e agentes oxidantes produzidos nas células pela radiação e assim impedir sua morte.

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Como fazer pomadas e sabonetes medicinais?


SABONETES
&
POMADAS









POMADA

Matéria prima
Vaselina sólida ou

Derrete-se a vaselina em banho-maria e em seguida acrescenta-se o pó da planta.

* Deixe a mistura em lume brando por pelo menos dez minutos.

* Pode usar-se a pomada desta forma ou coar a mistura.

* Em uma hora a pomada está pronta.


* Outra opção é fazer uma tintura alcoólica com o pó (colocar álcool apenas até cobrir o pó), deixar coberto por dois dias e em seguida peneirar, e acrescentar a solução na vaselina derretida até derreter bem e em seguida deixar esfriar.

SABONETE

Sabonete de enxofre (exemplo)


* 200g de sabão de côco, 10 g de enxofre em pó.

* Derreter o sabão em banho maria, acresecentar o enxofre em pó, mexer bem até misturar.

* Colocar na forma e esperar esfriar.

Sabonete de glicerina * 200 g de sabão base de glicerina, 10 gotas de própolis.

* Derreter o sabão em banho maria, acresecentar o própolis em gotas, mexer bem até misturar.

* Colocar na forma e esperar esfriar.

Pode colocar qualquer outro produto, não necessáriamente os descritos. Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Equinacea


EQUINACEA

Anti-biótico natural








Originária da América do Norte, sobretudo no vale do grande rio Mississipi, de onde é oriunda. A Equinácea, Equinacea angustifolia D.C., é cultivada como planta medicinal no Centro da Europa. Possui o caule oco e as folhas alongadas, estreitas e cobertas de pelos. Suas flores são muito vistosas.
Os índios dos estados de Nebraska e Missuri (E.U.A.), usavam a raiz da equinácea para curar as feridas infectadas e as mordeduras de serpentes. Nos finais do século XIX, um investigador médico, descobriu as propriedades desta planta convivendo entre os índios. A partir de então, a equinácea tem sido objeto de numerosos estudos científicos, que têm revelado numerosas virtudes desta planta, bem como seu mecanismo de ação. Hoje a equinácea faz parte de diversos produtos farmacêuticos, e é uma das plantas sobre as quais existe um maior número de estudos científicos realizados. A composição da raiz de equinácea é muito complexa. Têm-se identificado numerosas substâncias ativas, tais como 3 óleos essenciais, glicosídeos, resinas, inulinas e vitamina C.

As principais propriedades da equinácea são:
- Imunoestimulante: Aumenta os mecanismos de defesa, por uma estimulação geral não específica, tanto da imunidade humoral (maior produção de anticorpos), como da imunidade celular (fagocitose: destruição dos microorganismos pelos leucócitos). Produz um aumento do número de leucócitos (glóbulos brancos) no sangue.
- Antiinflamatória: Impede a progressão das infecções, por inibição da enzima hialuronidase, produzida por muitas espécies de bactérias; favorece a formação do tecido de granulação, responsável pela cura das feridas; estimula a reprodução dos fibroblastos, células fundamentais do tecido conjuntivo responsáveis pela regeneração dos tecidos e pela formação das cicatrizes.
-Antitóxica: Estimula os processos de desintoxicação no fígado e nos rins, mediante os quais se neutralizam as substâncias tóxicas ou estranhas que circulam pelo sangue.
-Antibiótica e antivirótica: Ação que se tem demonstrado experimentalmente in vitro.
-Anticancerosa, por destruição de células malignas (efeito até agora só comprovado in vitro).

Suas aplicações clínicas são:
- Doenças infecciosas em geral: O melhor antibiótico fracassará se as defesas do organismo não colaborarem na luta contra a infecção. A equinácea atua sobre o organismo, destruindo os germes causadores da mesma. Isto significa que a sua ação é mais lenta, e talvez menos espetacular que a dos antibióticos; ainda que, em muitos casos, com melhores resultados a médio e longo prazo. O seu efeito é curativo e preventivo. Além disso, é isento dos efeitos secundários dos antibióticos.
-Combate as doenças infecciosas infantis; a gripe; a sinusite, amigdalite e infecções respiratórias agudas e crónicas, especialmente quando se produzem com frequência (efeito preventivo); na febre tifóide; nas septicemias (infecção do sangue) de qualquer causa (ginecológica, urinária, biliar, etc.)
-Lesões da pele: pela sua ação anti-infecciosa, cicatrizante e regeneradora dos tecidos, aplica-se nos abcessos, feridas ou queimaduras infectadas, foliculite, acne sobreinfectada, úlceras da pele incluindo as varicosas, psoríase, dermatoses e eczemas. Nestes casos aplica-se tanto externa como internamente.
-Picadas de insetos e mordeduras de serpentes: Pela sua ação desintoxicante, neutraliza (parcialmente) o veneno e evita o seu alastramento ( interna e externamente).
-Infecções da próstata: Tem um efeito descongestionante sobre a glândula prostática e, sobretudo, evita as frequentes infecções urinárias pelo esvaziamento incompleto da bexiga.
-Tumores malignos: Ainda que até agora a sua ação contra os tumores só se tenha demonstrado experimentalmente in vitro, há razões suficientes para se pensar que possa ter uma ação benéfica no caso de tumores cancerosos. À espera de novas investigações, a equinácea só se deve ser usada como complemento de outros tratamentos contra os tumores.





Fonte: * Extraído do livro A Saúde pelas Plantas Medicinais, editado pela Publicadora Atlântico, S.A.
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