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Aviso

O conteúdo presente neste blog, não pretende de forma alguma substituir o tratamento médico. É meramente de consulta e informação. Se lhe surgir algum sintoma que considere relevante, consulte imediatamente o médico.
Caso tenha alguma dúvida, contacte-nos. Responderemos com a maior brevidade possível.

Medicamentos contra asma recebem alerta

ASMA

Perigo na doença ou na cura?









A agência que controla medicamentos e alimentos nos Estados Unidos, a FDA, divulgou um alerta na quinta-feira com novas orientações para o uso de medicamentos contra asma. Segundo o alerta, os broncodilatadores de acção duradoura (Laba, na sigla em inglês) não devem ser usados isoladamente no tratamento. Os fabricantes ficam obrigados a incluir um aviso nas bulas e a oferecer programas para consciencializar os médicos sobre os riscos dessa classe de medicamentos. No Brasil, os medicamentos são comercializados com os nomes de Serevent (da GlaxoSmithKline) e Foradil (da Novartis). A agência recomendou ainda que os medicamentos que combinam Laba com corticoides - Seredite, da GSK, e Symbicort, da Astrazeneca - sejam usados por períodos curtos e apenas em pacientes que não respondam a outros tratamentos. As drogas também são indicadas para pessoas com doença pulmonar obstrutiva crónica.O alerta da FDA baseia-se em estudos clínicos que relacionaram o uso dessa classe de remédios ao aumento do risco de complicações severas da asma, levando à hospitalização e morte. Em nota, a agência, que em 2008 já havia alertado para os riscos desses medicamentos, pede mais estudos sobre os efeitos dos remédios.Com a divulgação das novas restrições de uso, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) se prepara para publicar nos próximos dias uma informação técnica determinando o reforço nas bulas das informações relativas aos riscos. A Anvisa ressaltou, porém, que em todas elas já existem alertas. Segundo os laboratórios, as bulas informam correctamente sobre o uso e os riscos dos medicamentos, mas serão feitas alterações caso a Anvisa solicite. Para o presidente da comissão para asma da Sociedade Brasileira de Pneumologia, Paulo Augusto Moreira Camargos, as condições de saúde pública do País são diferentes das americanas e a grande preocupação é falta de tratamento. "Temos 3 mil óbitos por ano por causa de tratamento inexistente ou ineficiente da asma", disse. "A taxa de mortalidade aqui é de 10 a 15 vezes maior que nos EUA e Europa e isso não é causado por nenhum efeito colateral de medicamentos."Para Camargos, os benefícios dos broncodilatadores de ação duradoura ultrapassam os riscos. "Esses medicamentos precisam ser receitados criteriosamente, pois têm certa toxicidade. Mas, em casos de asma grave, é a falta deles que põe em risco a vida do paciente", afirmou o pneumologista. As normas internacionais recomendam que os Labas sejam receitados apenas se a administração exclusiva de corticoides ou de outras classes de remédios não for capaz controlar a doença. INFORMAÇÃO: Os riscos dos broncodilatadores são conhecidos e debatidos entre a comunidade médica há mais de dez anos e a determinação da FDA não foi surpresa, afirma o pneumologista da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) Ciro Kirchenchtejn. Mas, segundo ele, ainda falta muita informação para a população. "As pessoas nem gostam de chamar a doença de asma, dizem que é bronquite como uma forma de eufemismo", afirmou o médico. "Mais de 50% dos pacientes que sofrem de asma nunca fizeram o exame de função pulmonar."Sem acompanhamento médico, a asma acaba por se tornar numa doença tratada na urgência, com administração de broncodilatadores de acção curta em inalações. "O paciente tem o alívio dos sintomas, mas o processo inflamatório continua e pode piorar, provocando complicações", disse Kirchenchtejn. "Nenhum remédio vai curar a asma, mas o corticoide inalável (em bombinhas) é o melhor para controlar."Apesar de não ter cura, a asma é considerada pelos médicos uma doença reversível. "Nossa intenção é que a pessoa tenha um padrão de vida normal. Se isso for alcançado apenas com uso prolongado de remédio, tudo bem", diz Kirchenchtejn.
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Medicamento para diabetes responsável por mais de 83 mil mortes

AVANDIA

O medicamento que mata




O Avandia, medicamento frequentemente receitado a doentes com diabetes, pode ter causado milhões de ataques cardíacos em todo o mundo. É a conclusão de um relatório de 334 páginas apresentado pelo Senado norte-americano no sábado. Segundo as autoridades americanas, a GlaxoSmith-Kline (GSK), farmacêutica que produz o medicamento, conhecia os riscos a que os doentes estavam expostos, mas sempre os manteve escondidos do público. "Os executivos da GSK tentaram intimidar investigadores independentes, através de estratégias para minimizar ou esconder as descobertas de que o Avandia podia aumentar os riscos cardiovasculares e ocultaram estudos que desenvolviam medicamentos concorrentes com riscos reduzidos", revela o relatório.
"Os americanos têm o direito de saber que há graves riscos de saúde associados ao Avandia e a GlaxoSmithKline tinha a responsabilidade de lhes dizer", disse o democrata Max Baucus, senador dos EUA e chairman do comité que levou a cabo o estudo. "Os doentes confiam às farmacêuticas a saúde e a vida, e a GSK abusou dessa confiança", acrescentou. O relatório também é assinado pelo senador Chuck Grasseley, líder dos Republicanos no comité que quer retirar o medicamento do mercado.
A farmacêutica nega todas as acusações. "Nenhum estudo mostra uma correlação estatística relevante entre o Avandia e a cardiopatia isquémica [doença que conduz ao estreitamento das artérias coronárias] ou o enfarte do miocárdio", garantiu a porta-voz da empresa, Nancy Pekarek, à CNN. "A Food and Drug Administration (FDA) fez a revisão das informações e concluiu que o medicamento devia estar no mercado."
Também a FDA é alvo de críticas, no relatório, por ter ignorado preocupações de segurança relacionadas com o Avandia. "Há fortes indícios de que a rosiglitazona [substância activa do Avandia] aumenta o risco de ataques cardíacos, em comparação com a pioglitazona [presente num medicamento da concorrência]", defenderam dois funcionários da FDA em Outubro de 2008. "Se a GSK tivesse considerado os riscos cardiovasculares do Avandia de forma mais séria quando a questão foi levantada pela primeira vez, em 1999, muitas mortes teriam sido evitadas", conclui-se no relatório.
Há muito que o Avandia suscita preocupação: em 2007, o "The New England Journal of Medicine" e o "Journal of the American Medical Association" já questionavam a segurança do medicamento. Estimativas de cientistas da FDA de Julho do mesmo ano indicam que o medicamento para a diabetes esteve relacionado com 83 mil ataques cardíacos. Pelo que o Senado vai mais longe nas acusações: "A FDA tem estado muito confortável ao lado das farmacêuticas e tem sido regularmente manipulada por empresas com interesses económicos em subvalorizar ou não investigar os potenciais riscos para a segurança."
Na Europa, onde o Avandia também está à venda, o Comité de Especialidades Farmacêuticas para Uso Humano da Agência Europeia do Medicamento garante que mantém uma rigorosa monitorização da rosiglitazona, não se prevendo que o medicamento seja retirado.
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Coenzima Q10


COENZIMA Q10

Um nutriente indispensavél





Coenzima Q10 (Coenzyme Q10) é essencial para a produção de energia de cada célula no corpo. É um nutriente chave e óptimo antioxidante para manutenção de um coração saudável. Maiores dosagens diárias de Coenzima Q10 (50mg ou mais) podem fornecer uma protecção cardiovascular e antioxidante ainda maior do que as dosagens diárias abaixo de 30mg.

Os Benefícios de Coenzima Q10:

Co-enzima Q10 ajuda a manter um perfil favorável do lipídeo.

Em Angina, CoQ10 melhora a utilização de oxigénio e melhora a fonte de sangue.

Em Hipertensão, CoQ10 restaura a biogenética e melhora a condição funcional.

Em Myocardial Infraction, CoQ10 diminui as altas concentrações dos níveis da Lipoproteína-A

Trombogénica e diminui os danos nos tecidos causados pela isquémia e reperfusão por causa de suas propriedade antioxidantes.

Em CCF, CoQ10 corrige a disfunção diastólica.

CoQ10 reduz a demanda dos tecidos e melhora a capacidade de regeneração dos antioxidantes.

CoQ10 melhora utilização periférica, e assim corrige o stress oxidativo.

CoQ10 impede os danos de radicais livres nos tecidos normais expostos ao tratamento de cancro convencional, e reduz a toxidade cardíaca do agente quimioterápico, Adriamicina.

Em Reações Alérgicas CoQ10 inibe liberações de histamina e SRSA (Slow Reaction Substance Anphylaxis).


CoQ10 ajuda na síntese da energia em mitocôndria assim ajudando na motilidade dos espermatozóides e nas actividades de seus antioxidantes, ajuda a impedir a peroxidação lipídica exercendo assim o efeito benéfico no funcionamento defeituoso dos espermatozóides.

Para que esta substância seja aproveitada na sua totalidade, deve ser tomada durante as refeições, ou então adquiri-la em cápsulas que contenham algum tipo de óleo, uma vez que a Co Q10 é absorvida com as gorduras. Recomenda-se para manutenção, doses de 50 mg/dia, para efeitos terapêuticas, esta dosagem deve ser ajustada para valores mais altos, dependendo do caso.
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Bioflavonóides

Bioflavonóides

A sua acção





Os bioflavonóides foram descobertos pelo Prêmio Nobel Albert Szent-Gyorgyi durante o processo de tentativa de isolar a vitamina C. A primeira propriedade por ele observada foi a ação protectora que exerciam sobre a capilaridade ao interromper o sangramento das gengivas. Estudos subsequentes mostraram, no entanto, que os bioflavonóides não respondiam às definições das vitaminas, assim como não era possível identificar sintomas típicos para sua deficiência - razões alegadas pelo FDA, em 1968, para declará-los terapeuticamente ineficientes e proibir a sua prescrição médica. Esses argumentos, porém, não foram suficientes para interromper as pesquisas, que logo constataram a interdependência dos bioflavonóides com a vitamina C - a vitamina C necessita deles para que possa ser devidamente absorvida e utilizada, assim como os bioflavonóides necessitam dela para que não sofra oxidação. Nos anos 80, os bioflavonóides voltam à cena devido a uma série de estudos que constaram seus benefícios e o facto de que, tal como a vitamina C, eles também precisam ser adquiridos através da alimentação ou da suplementação alimentar, pois o organismo não consegue produzi-los.

Principais Propriedades dos Bioflavonóides

Anestésica - aliviam a dor das pernas, costas e contusões típicas dos desportistas.

Antialérgica - controlam a liberação da histamina e de outros mediadores das reações alérgicas.

Antiespasmódica - combatem as contrações musculares.

Anti-hematómica -  previnem os hematomas.

Anti-hemorrágica - previnem as hemorragias.

Antiinflamatória - inibem a formação de prostaglandinas e leucotrienos pró-inflamatórios.

Antiviral - atuam contra o vírus da pólio e do herpes tipo I, o vírus respiratório sincicial, o vírus parainfluenza, o echovírus, o rinovírus (principal causa dos resfriados) etc.

Imunomoduladora - condicionam o sistema imunológico - inibem ou estimulam -, segundo a necessidade do momento.

Outras propriedades relacionadas aos bioflavonóides são o combate às cãimbras, o fortalecimento dos vasos sanguíneos e a consequente prevenção do sangramento da gengiva, nariz, hemorróidas, varizes etc. Em sinergia com a vitamina C, eles actuam, de modo ainda mais abrangente, na deficiência de atenção, nos processos degenerativos dos olhos, do câncer, da doença de Parkinson etc.

Principais Fontes Alimentares dos Bioflavonóides

As maiores concentrações de bioflavonóides se encontram na própolis, na parte branca das frutas cítricas, no pimentão, damasco, cereja, toronja (grapefruit), uvas, limão, laranjas e ameixa.
Principais "ladrões" de Bioflavonóides Agentes oxidativos. Agrotóxicos. Aspirina. Cortisona. Diuréticos. Drogas recreativas e medicamentosas. Stress. Excesso de água, de sal e de calor. Febre. Pasteurização. Poluição. Tabaco.

Possibilidades de Uso dos Bioflavonóides

Arteriosclerose. Artrite. Asma. Cãimbras. Catarata. Colesterol alto. Contusões. Degenerescência da mácula. Diabetes. Doenças cardíacas. Edema. Estimulação da produção da bílis. Excesso de fluxo menstrual. Fragilidade capilar. Glaucoma. Hemorróidas. Hepatite. Herpes oral. Machucados. Menopausa.
Normalização dos níveis do colesterol. Perda da visão noturna.
Problemas circulatórios. Problemas na retina. Sangramento das gengivas, nariz e útero. Tensão pré-menstrual. Úlcera péptica. Varizes. Vascularização cerebral.
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