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Aviso

O conteúdo presente neste blog, não pretende de forma alguma substituir o tratamento médico. É meramente de consulta e informação. Se lhe surgir algum sintoma que considere relevante, consulte imediatamente o médico.
Caso tenha alguma dúvida, contacte-nos. Responderemos com a maior brevidade possível.

Parkinson

Homem de 73 anos
Diagnóstico: Parkinson desde há 20  anos

Doença que se caracteriza por espasmos musculares involuntários

Sintomas em consideração:
- Espasmos musculares
- Sono agitado e com sonhos
- Dores de cabeça temporais
- Hipertrofia benigna da próstata (HPB)
- Enfraquecimento da visão
- Dores nas costas

Após observação, foi diagnosticado em termos de medicina tradicional chinesa, um quadro de Vazio de Sangue, Estagnação de Qi e Sangue, Vazio de Yin e Vento interno. Apresentava língua vermelha e pulso rápido, tenso e vazio.
Foram seleccionados pontos que tonificam o Yin e Sangue e que movem o Sangue e Qi. A estimulação das agulhas foi efectuada com precaução pela presença de Vento. Foi indicado fitoterapia ocidental, incidindo na tonificação de Sangue principalmente.
A par deste tratamento foi seguido em psicologia com tratamentos de hipnose.

Após 8 meses de tratamento em consultas semanais, o paciente apresentou diminuição em 95% dos espasmos, cessação de sono agitado, extinção das dores de cabeça, melhoras em 80% na HPB, melhoras em 90% no enfraquecimento da visão (confirmada em consulta de oftalmologia). As dores nas costas permaneceram, uma vez que o tratamento não era dirigido para as mesmas e porque se tinha verificado a presença de cinco hérnias discais em várias localizações da coluna vertebral.
A medicação que efectuava para a doença limitou-se à toma de apenas dois fármacos (inicialmente 7), na expectativa de os abandonar por completo
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Pau d' Arco

 



                      Pau d' Arco
            protector do organismo









A sua designação em Latim é Tabebuia impetiginosa
Árvore da América tropical, desde o México até à Argentina. No Brasil encontra-se a maior distribuição.
Dá-se bem em terrenos montanhosos. Hoje é cultivada. 
Também conhecida por Ipê Roxo, pertence à família das Bignoniáceas, sendo utilizada a casca. Esta é constituída por derivados naftoquinónicos (lapachol, L-menaquinona, α-lapachona e β-lapachona), flavonóides (derivados da quercetina), óleo essencial, resinas, constituintes amargos (tecomina), sais minerais, alcalóides, antraquinonas, saponinas e derivados do ácido benzóico.

Apresenta as seguintes propriedades: 

 
. Anti-infeccioso;
. Bacteriostático;
. Antimicrobiano;
. Anti-parasitário e antiviral;
. Anti-tumoral;
. Antioxidante e diurético;
. Reforça o sistema imunitário.




*fonte: dietmed Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Testemunho real, por Andreia Novo

Olá!

Adorei ter encontrado o vosso blog. Cada vez tenho menos fé na medicina convencional, penso que está muitas vezes suja de conflitos de interesses e se fecha a tudo o que não lhe convém. Aproveito a vossa disponibilidade e amabilidade para contar a minha história.
Em 2001, tive uma infecção urinária com dores tais que nem conseguia mexer-me. A partir daí descobri que tinha HPV (embora a minha ginecologista actual considere que eu tinha apenas células anómalas) , candidíases, vaginoses, fungos, etc. Tudo isto ao longo de 7 anos, até sair do SNS e encontrar a minha GO actual e fazer uso de suplementos atraves de pesquisas na net. Tive direito a tudo, e penso que foi de tantos antibioticos e semelhantes que me receitaram. Porém, fui crescendo e aprendendo da pior maneira que os médicos, lá por serem médicos, não são seres dotados de conhecimento absoluto. Pesquisei bastante sobre os meus problemas e apercebi-me que tinha provocado desequilibrios no meu corpo. Associei suplementos naturais à terapia convencional e tenho obtido desde então muitas melhoras. Hoje em dia ainda tomo antibiotico para tratar o síndrome uretral que me foi diagnosticado. De meio em meio ano terei de fazê-lo, e faço também prevenção, nos meses em que pauso o tratamento, tomando um comprimido apenas após as relações sexuais. Tomo suplementos como probioticos, aplico gel vaginal com ácido lactico, às vezes capsulas de cranberrie, alho,... tanta coisa. Entretanto fiquei com borbulhas e associei que era excesso de suplementos e reduzi.
Gostaria muito de me libertar destes medicamentos definitivamente, mas não tenho coragem por medo de piorar ou mesmo de voltar a ter as dores que tinha. E depois, só a medicina convencional tem emergências. A quem recorre numa emergência uma pessoa tratada pela Naturopatia? Estes são alguns dos meus medos, e acredito serem comuns na maioria das pessoas. Há uma falta de confiança nas medicinas alternativas, mesmo havendo tantos erros na medicina tradicional, talvez porque alguém não queira o seu sucesso, talvez porque exista falta de informação... não sei. Eu gostava de confiar mais.
No meu caso, seria terrivel voltar àquelas dores horriveis das infecções, e ter de admitir perante o meu urologista que eu recorrera a outro tratamento. Claro que ele poria todas as culpas nessa alteração... e eu ficaria ainda mais perdida.
Ultimamente só tenho o sindroma uretral, mas penso sinceramente em recorrer à Naturopatia, se ela puder ajudar-me a prevenir cistites e infecções e a recuperar dos traumas e da medicação.
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Betacaroteno


 Betacaroteno

Bronzeador e protector





Informação básica O beta-caroteno é um dos mais de 600 caratenóides existentes na natureza conhecidos. Os caratenóides são os pigmentos que vão do amarelo ao vermelho e que estão distribuídos generalizadamente entre as plantas. Cerca de 50% destes podem potencialmente fornecer actividade de vitamina A, sendo assim referidos como caratenóides de provitamina A. O beta-caroteno é a mais abundante e a mais eficaz provitamina A nos nossos alimentos.
Em teoria, uma molécula de beta-caroteno pode ser clivada em duas moléculas de vitamina A. No entanto, no interior do corpo, o beta-caroteno é apenas convertido parcialmente em vitamina A sendo o resto é armazenado. Para além disso, a proporção do beta-caroteno convertido para vitamina A no corpo é controlado pelo estado de vitamina A e como tal não pode causar a toxicidade da vitamina A nos humanos. Provas disponíveis actualmente sugerem, que para além de ser uma fonte segura de vitamina A, o beta-caroteno desempenha vários papéis biológicos importantes que podem ser independentes do seu estado como provitamina.
Principais fontes na natureza
As melhores fontes de beta-caroteno são os vegetais e frutas de forte tom amarelo/laranja e os vegetais de folhas verde escuras:
• Vegetais amarelos/laranja – cenouras, batatas-doces, abóboras.
• Frutas amarelo/laranja – alperces, meloas, papaias, mangas, carambolas, nectarinas, pêssegos
• Vegetais de folhas verde escuras – espinafres, brocolos, endívias, couve, chicória, escarole, agriões e as partes verdes de linho, nabos, mostarda, dente de leão.
• Outras boas fontes vegetais e frutas – abóbora menina, aspargos, ervilhas, ginjas, ameixas.
O conteúdo em beta-caroteno de frutas e vegetais pode variar dependendo das estação e do grau de amadurecimento. A biodisponibilidade do beta-caroteno a partir das frutas e vegetais, depende do método de preparação antes da ingestão. Assim, quaisquer indicações relativas ao conteúdo em beta-caroteno dos alimentos são, deste modo, apenas valores aproximados.
Na pequena lista seguinte, o conteúdo em beta-caroteno é dado por 100g de substância ingerível.
Vegetais: cenouras (6,6mg), agriões (5,6mg), espinafres (4,9mg), brócolos (1,5mg), Frutas: mangas (2,9mg), melões (2,0mg), alperces (1,6mg), pêssegos (0,5mg).
Estabilidade
Os caratenóides podem perder alguma da sua actividade nos alimentos durante o armazenamento, devido à acção das enzimas e à exposição à luz e oxigénio. A desidratação de vegetais e frutas pode reduzir grandemente a actividade biológica dos caratenóides. Por outro lado, a estabilidade dos caratenóides é mantida nos alimentos congelados.
Funções
1. Antioxidante
O beta-caroteno tem propriedades anti-oxidantes que ajudam a neutralizar os radicais livres, moléculas reactivas e altamente energizadas, as quais se formam através de certas reacções bioquímicas normais (p.ex. na resposta imunitária, a síntese da prostaglandina) ou através de fontes exteriores, tais como a poluição atmosférica ou o fumo do cigarro. Os radicais livres podem danificar os lípidos nas membranas celulares, bem como o material genético nas células, podendo os danos resultantes levar ao desenvolvimento do cancro.
2. Extinção do oxigénio singleto
O beta-caroteno pode extinguir o oxigénio singleto, uma molécula reactiva, que é gerada, por exemplo, na pele por exposição à luz ultravioleta e que pode induzir alterações pré-cancerígenas nas células. O oxigénio singleto tem a capacidade de despoletar a geração de reacções em cadeia de radicais livres.
Os benefícios de saúde do beta-caroteno
Muito cientistas acreditam que o consumo de frutos e vegetais ricos em beta-caroteno exerce um efeito protector contra o desenvolvimento de certos cancros. Uma elevada ingestão/estado deste nutriente tem sido associada com um decréscimo na incidência de certos cancros, especialmente o cancro do pulmão. Descobertas preliminares de um teste de intervenção double-blind e controlado por placebo e de um estudo de grupo de prospecção de casos controlados sugere que o beta-caroteno pode reduzir o risco de doenças coronárias.
Dose Diária Recomendada
A ingestão dietária para o beta-caroteno tem sido expressa até agora como parte da Dose Diária Recomendada (DDR) para a vitamina A. A DDR para o sexo masculino (+ 11 anos) é de 1.000 RE ou 1.000 mg de retinol ou 6 mg de beta-caroteno, enquanto a DDR para o sexo feminino (+ 11 anos) é ligeiramente inferior, 800 RE ou 800 mg de retinol ou 4,8 mg de beta-caroteno. Existem necessidades adicionais durante a gravidez e a aleitamento, 200 RE e 400 RE, respectivamente. Os bebés até aos três anos necessitam de aproximadamente 400 RE e as crianças (4-10 anos) necessitam de 500-700 RE. Aproximadamente um terço da vitamina A na dieta média americana é fornecida pelo beta-caroteno. Se a recomendação dietária do Instituto Nacional do Cancro fosse seguida, a relação entre beta-caroteno/vitamina A na dieta seria de 9/1. Para além das suas funções como provitamina A, continuam a surgir dados que suportam o papel do beta-caroteno como um micro-nutriente importante de direito próprio. Não existe, no entanto, ainda uma DDR para o beta-caroteno. De qualquer modo o consumo de alimentos ricos em beta-caroteno continua a ser recomendado por cientistas e organizações governamentais, tais como o Instituto Nacional do Cancro e o Departamento Nacional Americano para a Agricultura.
Se estas recomendações fossem seguidas, a ingestão dietária de beta-caroteno (cerca de 6 mg) seria várias vezes o valor da quantidade média consumida nos Estados Unidos (cerca de 1,5mg por dia).
Grupos de risco de baixo estado
Embora a população americana, em média, não consuma beta-caroteno suficiente, certos grupos de pessoas estão especialmente em risco no que se refere à inadequação da sua dieta de beta-caroteno. Por exemplo, foram relatados baixos níveis de beta-caroteno no sangue em fumadores, alcoólicos e utilizadores de certos medicamentos (contraceptivos orais, medicamentos contra a hipertensão).
Utilização profiláctica
Sistema Imunitário
Foi descoberto em vários estudos com seres humanos e com animais, que a suplementação com beta-caroteno realça certas respostas imunitárias.
Cancro
Estudos epidemiológicos mostraram que à medida que o consumo de frutas e vegetais ricos em beta-caroteno aumenta, decresce a incidência de certos cancros (i.e. pulmões, estômago). Para além disso, experiências em animais mostraram que o beta-caroteno actua como um agente preventivo contra o cancro. Actualmente muitos estudos de intervenção clínica estão a decorrer para testar a eficácia do beta-caroteno na prevenção do cancro.
Utilização Terapêutica
Problemas de fotossensibilidade
Têm sido efectuados vários estudos em pacientes com reacções de pele anormais à luz do sol, denominadas problemas de fotossensibilidade (i.e. protoporfíria eritropoiética). O beta-caroteno tem mostrado exercer um efeito fotoprotector nestes indivíduos.
Segurança
Devido à conversão regulada do beta-caroteno em vitamina A, o sobreconsumo não provoca a hiperavitaminose A. Consumos excessivos de caratenóides em certos tipos de doentes (hiperlipedemia, diabetes mellitus, síndroma nefrótico ou hipertiroidismo) podem causar hipercaratenoidemia a qual se manifesta por uma coloração amarelada na pele, principalmente nas palmas das mãos e solas dos pés. A cor amarelada desaparece quando o consumo de caratenóides é reduzido ou interrompido.
Foram conduzido estudos em seres humanos de forma a avaliar a segurança do beta-caroteno. Estudos realizados em pacientes com sensibilidade à luz, tais como a protoporfíria eritropoiética, não mostraram efeitos adversos com a ingestão de 50-200mg/dia de beta-caroteno durante vários anos.
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