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Aviso

O conteúdo presente neste blog, não pretende de forma alguma substituir o tratamento médico. É meramente de consulta e informação. Se lhe surgir algum sintoma que considere relevante, consulte imediatamente o médico.
Caso tenha alguma dúvida, contacte-nos. Responderemos com a maior brevidade possível.

Diário do cancro





                 DIÁRIO DO CANCRO
Tratamentos naturais VS tratamentos científicos










Se se perguntasse a qualquer  pessoa do mundo se Deus é muito mais inteligente que qualquer cientista, todos diriam: “Claro que sim. Ninguém é mais inteligente que Deus”. Mas na hora da doença, em que o medo e sofrimento está instalado, se lhes dissesse que Deus sabe como curar a doença muito, mas muito melhor que os cientistas, as pessoas achariam que estaria completamente louco.
Mas então porque as pessoas que acham que Deus é muito mais inteligente que os cientistas, pensam que a cirurgia, a quimioterapia e a radioterapia são muito melhores contra o cancro do que a Natureza que Ele nos deu?
A resposta é simples. Para entendermos, vamos fazer um exercício mental, mas antes é necessário perceber uma situação. Desde 2003, que no nosso país, saiu uma lei, a lei 45/2003, que visa regulamentar a prática das medicinas integrativas, vulgarmente conhecida por medicinas alternativas e são elas a acupuntura, a osteopatia, a fitoterapia, a homepatia e a naturopatia. Após 9 anos, apesar da sua aprovação, continua sem funcionar porque carece de regulamentação. E isto porque, certos e determinados poderes atrasam este processo. Por interesse? É evidente que sim. Agora vamos fazer o “exercício mental”. Imagine que você é o presidente de uma grande organização ligada à área da saúde (ex: industria farmacêutica) e que a sua empresa tem que gerar lucros, senão os accionistas caem-lhe em cima. O que você fazia? O que qualquer um faria para gerar lucros. Não olhar a meios para atingir os fins. Isto é, deixava de olhar para os doentes como pessoas e passava a olhar como números. Precisa que os seus produtos sejam vendidos cada vez mais, mas para isso precisa que cada vez mais haja doentes, porque são eles a sua fonte de rendimento. Mas precisa também de um excelente marketing que consiga provar que os seus produtos são únicos e que mais nada pode salvar. Sendo assim consegue duas proezas: uma é a “criação” de novos doentes e a outra é a lavagem cerebral que se faz para incutir o medo na mente das pessoas. Digam lá se a ideia de contrair cancro não mete muito medo? E digam lá se pensam em não usar cirurgias, quimioterapias e radioterapias? E passou pela vossa cabeça usar tratamentos naturais?
Mas os tratamentos naturais realmente funcionam? Vou contar uma história para explicar a funcionalidade dos tratamentos naturais. Você tem uma árvore de frutos que produz frutos deliciosos e uma boa quantidade anualmente. Normalmente não precisa de fazer qualquer tratamento à planta para que ela produza, apenas a trata bem, com água limpa e terra boa. A dada altura, surge na planta sinais de doença. As folhas ficam amarelas e a murchar, alguns ramos quebram e os frutos tornam-se pequenos, sem sabor e com aspecto muito feio, alguns até nem chegam a amadurecer. Tudo isto é causado por um insecto que infecta a planta. Dirige-se a uma loja especializada em produtos hortofrutícolas e aconselham três soluções que uma grande marca criou como sendo eficaz e única para essa doença: uma, consiste em comprar uma tesoura para cortar as partes doentes da planta, arriscando-se a que a doença se espalhe para outros locais; a segunda é um produto químico forte que mata o insecto, mas faz cair as flores o que resultará na ausência de frutos; a outra é a colocações de um aparelho que imite radiação que afugenta os bichos, mas faz com que a planta se fragilize. Você nem pensa duas vezes. Como quer salvar a planta que criou e cuidou com tanto carinho, vai optar se possível pelas três soluções. Entretanto, conhece um agricultor tradicional e conta o seu problema, e informa-o que adquiriu uns produtos de última geração que prometem o tratamento da planta, que apesar de terem alguns efeitos secundários, era preferível do que ver a planta morrer. Então ele diz-lhe que existem umas plantas que colocadas junto ao tronco, fazem com que o insecto fuja e ao mesmo tempo dá nutrientes à planta para ela se restaurar. Isto era o utilizado antigamente neste tipo de doenças. Você sabe que a doença da planta é muito grave, que se não for feita alguma coisa, a planta irá morrer. Sabe também que o tratamento da famosa marca, vai custar, tanto dinheiro como alguma saúde da planta, mas sabe que actuará em pouco tempo, enquanto que o tratamento tradicional é muito demorado.
Se se deparasse com uma história destas, qual seria a sua escolha? Pense…
Percebendo a história, entende-se que a linda árvore que gera frutos, é o seu corpo, que gerou uma doença. A loja, é o médico que lhe vai prescrever a cirurgia (tesoura), a quimioterapia (produto químico) e a radioterapia (o aparelho de radiações). Enquanto isso, alguém (agricultor tradicional) lhe chama a atenção para outros tratamentos nada invasivos e sem causar estragos ( várias plantas colocados junto à raiz). Mas o marketing feito (a excelente marca com produtos de ultima geração e única capaz de salvar) e o medo (saber que a planta pode morrer) dão-lhe o incentivo final para optar pela tratamento de ultima geração. Mas esqueceram-se de lhe dizer que, mesmo com tanta tecnologia não era garantido que ficasse curada e que iria passar um mau bocado devido aos efeitos que trazem, inclusive lhe poderia lhe causar a morte.
Efectivamente, o tratamento cientifico é extremamente potente, e mostra resultados rápidos, só que estes resultados são provisórios. Passado algum tempo a doença retorna ainda mais virulenta.
Os tratamentos naturais, embora mais lentos, actuam em vários níveis do organismo, dando a possibilidade de ele se restaurar e equilibrar recorrendo aos seus próprios recursos.
Existem centenas de tratamentos naturais. Estes tratamentos normalmente são combinados entre si para potenciar os seus efeitos anti cancerígenos. Não existe um que seja mais eficaz que outros, todos são válidos. Então porque funciona um tratamento para o cancro, do ponto de vista natural?
Porque:
- Tanto destroem as células malignas quanto revertem a sua malignidade
- Restauram o sistema imunitário
- protegem e reenergizam as células saudáveis
- actuam na dor e no sofrimentos
- actuam na perda de energia dos pacientes (caquexia)
- Melhoram o sistema digestivo que consegue digerir e absorver melhor os nutrientes
- e por aí a fora…




escrito por: Filipe Gonçalves
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Sal Marinho


 

 
 
 
 
 
SAL MARINHO INTEGRAL
O sal ideal
 
 
 
 
 

 
 
 
O Sal Marinho Natural contém cerca de 84 elementos que são, não obstante, eliminados ou extraídos para a comercialização durante o processo industrial de refinamento para a produção do Sal Refinado Iodado. Perde-se então iodo, enxofre, bromo, magnésio, cálcio e outros, que representam excelente fonte de lucros. É claro que será então dada muita ênfase a importância do Sal Refinado empobrecido e pouca ao Sal Puro, Natural, Integral, abominado.
Durante a "fabricação" na lavagem do sal marinho são perdidas as algas microscópicas que fixam o iodo natural, sendo necessário depois acrescentar iodo, que é então colocado sob a forma de iodeto de potássio, um conhecido medicamento usado como expectorante em xaropes. Ocorre que o iodeto não é de origem natural. É utilizado para prevenir o bócio como exigência das autoridades de "controlo". No entanto é geralmente usado numa quantidade 20% superior à quantidade normal de iodo do sal natural, o que predispõe o organismo a doenças da tiróide diferentes do bócio, como nódulos (que hoje em dia as pessoas estão tendo em frequência maior) de natureza diversa, tumores, hipoplasia etc.
O sal marinho, não lavado, contém iodo de fácil assimilação e em quantidades ideais. O problema que fez com que se exigisse a iodação artificial do sal é que industrias poderosas têm interesse na extracção de produtos do sal bruto e na venda do sal refinado. Na trama montada, há também o interesse na venda do iodeto de potássio que gera lucros. Imagine-se quanto iodeto não é vendido uma vez mantido este processo.
Existem problemas também não observados quanto à adição de iodo artificial. Os aditivos iodados oxidam rapidamente quando expostos à luz. Assim, a dextrose é adicionada como estabilizante, porém, combinada com o iodeto de potássio, produz no sal de mesa uma inconveniente cor roxa, o que exige então a adição de alvejantes como o carbonato de sódio, grande provocador de cálculos renais e biliares, conforme vários estudos científicos. Este produto existe em quantidades descontroladas no sal refinado, pois é impossível a sua distribuição uniforme. Produz cálculos em animais de laboratório, quando usado diariamente em quantidades um pouco inferiores às encontradas habitualmente no sal de cozinha.
Também no processo de lavagem são eliminados componentes como o plâncton (nutriente), o krill (pequeno camarão invisível) e esqueletos de animais marinhos invisíveis. De certa forma, em pequenas quantidades, estes factores fornecem importantes oligoelementos como zinco, cobre, molibdênio etc., além de cálcio natural. O krill é o alimento único e básico das baleias. Na industrialização do sal, frequentemente é feita, então, uma lavagem a quente para melhor "clarear" o produto, perdendo-se aí a maior parte dos seus macro e micro elementos essenciais, a maior parte deles úteis na activação e figuração de enzimas e coenzimas.
DICA: se optar por comprar este sal, verifique se ele tem um aspecto húmido. Se não tiver, rejeite-o, pois é sinal de que não está em condições. Este sinal significa que o sal perdeu o magnésio que continha.

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Pão integral VS Pão branco


 







PÃO INTEGRAL VS PÃO BRANCO
Descubra as diferenças











O Dr. David Rubin, autor de renomeada, fala da “mentira” do pão branco. Diz: “É uma estranha combinação das partes menos nutritivas do grão de trigo com uma certa quantidade de produtos químicos, que podem ser prejudiciais.”


O que há de mau no pão branco?


Basicamente, o que há de mau é o que o processo da moagem faz ao trigo. Um grão de trigo é constituído por uma coberta exterior (farelo), um embrião (gérmen de trigo) e o endosperma (parte central do grão).

O farelo contém a maior parte da fibra, grande quantidade de vitaminas e minerais e um pouco de proteína.
O gérmen de trigo é rico em vitaminas B e E e, além disso, tem vários minerais e fibra.
O endosperma, que representa 80% do grão inteiro, contém proteína (glúten) e amido. É a única parte que se usa para fazer a farinha branca. Ironicamente, o farelo e o gérmen, que se retiram durante a moagem do grão, e que tem grande valor nutritivo, são vendidos para engordar o gado.
A indústria alimentar complica ainda mais os problemas de nutrição utilizando vários produtos químicos artificiais, como os que se seguem:

- Propilenglicol (anticongelante), para manter o pão branco.


- Ácido diacetiltartárico (emulsionante), para levedar.


- Sulfato de cálcio (gesso branco), para amassar com maior facilidade grandes quantidades de massa.

 

Deveríamos deixar de comer pão branco?

Nenhum pão é totalmente mau. Até o pão branco e esponjoso é um alimento com muito amido e pouca gordura. O que acontece é que alguns pães são melhores do que outros.


Por exemplo, consideremos a fibra. Uma fatia de pão branco contém uma quarta parte de um grama de fibra, enquanto uma fatia de pão integral contém dois gramas, e alguns pães, feitos com farinhas de vários cereais, contêm até 3,5 gramas de fibra por fatia. Isto significa que é necessário comer oito ou mais fatias de pão branco para obter a fibra contida numa fatia de pão feito com farinha de vários cereais.


Que se pode dizer da farinha e do pão enriquecidos?


No processo de moagem do trigo perdem-se, pelo menos, 24 minerais e vitaminas conhecidos.

Quando em fins do século XIX apareceram doenças causadas por deficiências de nutrição, consequência da moagem comercial, a indústria começou um programa de enriquecimento da farinha. Foram restaurados quatro dos nutrientes: tiamina, riboflavina, niacina e ferro. Contudo, na maioria dos casos, não se fez nada para restabelecer os outros nutrientes que se tinham perdido.

Que
tipo de pão é o mais saudável?

O pão que é verdadeiramente saudável contém cereais moídos com casca, gérmen de trigo e endosperma. Este tipo de pão tem de duas a quatro vezes mais valor nutritivo do que o pão branco comum.

Quando é combinado com fruta fresca, cereais, verduras, batatas e legumes, o pão complementa as refeições e ajuda a manter níveis de energia adequados durante longos períodos.
Consuma o saboroso pão que não se encontra cheio de ar, o pão feito com farinha de trigo integral. O pão de trigo germinado também é excelente.
Quando possível, o pão deve ser feito em casa.

É verdade que a farinha integral tem gorgulhos ou insectos do trigo?


As farinhas integrais têm um saudável equilíbrio entre o amido, a proteína, as gorduras naturais e as fibras, além de conterem vitaminas e minerais em abundância. Parece que os gorgulhos sabem disso. Por outro lado, a farinha branca carece desse tipo de nutrientes, pelo que os gorgulhos raras vezes a tocam.

A farinha integral deve ser guardada no congelador. Também se pode comprar o trigo e moer-se em casa, se tiver um moinho.

O pão branco e o pão integral engordam?


Não é o pão que engorda, mas o que se lhe junta. Uma fatia de pão integral tem 70 calorias, o mesmo que uma maçã. Se se lhe acrescentar manteiga de amendoim e doce, essa fatia pode ter 300 calorias. É assim que uma inocente e nutritiva fatia de pão se converte num desastre calórico.

O pão tem sido, tradicionalmente, a base da nutrição humana. Restaurar o bom pão ao lugar que lhe corresponde é um grande passo para uma melhor saúde.
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É seguro consumir suplementos alimentares?




 SUPLEMENTOS NATURAIS
O que fazer com eles?









Desde tempos remotos que a Natureza é usada para curar ou aliviar males que afectam o tanto o ser humano como animais. Ainda hoje vemos que o uso de plantas é comum, principalmente nos meios mais rurais.
Desde meados dos anos 50 que esta tendência tem vindo a diminuir uma vez que o recurso a substâncias sintéticas tem ganho lugar nas farmácias caseiras das pessoas. Em apenas 60 anos, os produtos naturais foram postos de parte e visto como algo que não faz efeito e pode ser muito perigoso. Há quem se ria de quem recorre ao uso destes produtos por acharem que essas pessoas ainda vivem num mundo remoto ou inclusive porque são pessoas "zen" que não vivem neste planeta. Infelizmente assiste-se ainda a estas críticas.
O que é fato é que os produtos naturais, seja em comprimidos, em xaropes, em pó ou em chá têm efeito terapêutico tão eficaz quanto um produto sintético produzido artificialmente pela farmácia. A procura dos químicos deve-se principalmente à rapidez de actuação do mesmo, já que os naturais têm um tempo de acção mais demorado. 
A desvalorização e ridicularização das substâncias naturais é infundada e desprovida de inteligência, uma vez que os sintéticos são cópias defeituosas das substâncias contidas na Natureza.
Muitas vezes me perguntam se determinado suplemento é perigoso para a saúde. Para esclarecer esta questão convém primeiro entender como é constituída uma planta quimicamente. As plantas, enquanto seres que não se podem deslocar para se protegerem das agressões externas, criam substâncias que façam isso por elas. Na sua constituição encontram imensos quimicos, uns mais fortes outros menos fortes. Quando falamos do principio activo da planta, não falamos de um elemento isolado tal como é um comprimido da farmácia. Falamos de um principio activo que está rodeado de outras substâncias que evitam ou diminuem os efeitos secundários que a substância principal possa provocar. Como exemplo falo de uma planta muito humilde, que não passa pela cabeça de muitas pessoas, que é usada pela industria farmacêutica para o fabrico da tão famosa aspirina. É o Salgueiro Branco. Uma planta que cresce perto dos rios, encontra-se na sua casca o ácido acetilsalicilico, o principio activo da aspirina. Pois é, esta plantinha, antes de a indústria química a ter sintetizado, já ela a tinha para dar ao homem para lhe aliviar as dores.
Apesar de poder provocar a mesma alergia que provoca a aspirina, entenda-se que a substância está lá contida, a casca de Salgueiro Branco pode ser tomado por vários períodos de tempo sem correr o risco de grandes complicações, ou até nenhumas. Isto porque as restantes substâncias contidas na casca, travam o exagerado efeito provocado pelo ácido. Outras substâncias protegem os órgãos das agressões que possam ser causadas e outras, como vitaminas e minerais nutrem as células.
Assim se a urgência do caso não for muita, creio que o chá, ou comprimidos de Salgueiro Branco é muito mais útil, porque para além de dar o efeito que pretendemos, ainda nos nutre com outros elementos. Note que um comprimido de uma planta, não passou a ser perigoso só porque está em comprimido, cápsula ou outra forma qualquer. Simplesmente estas formas de apresentação contêm uma concentração maior de substâncias o que lhes dá uma maior rapidez nos seus efeitos. Numa comparação exagerada, um comprimido equivale a um litro de chá. Penso que não estava com disposição para tomar três litros de chá por dia, ou até mais!
Relativamente à segurança dos produtos que se vendem nas ervanárias, são normalmente produtos de alta qualidade e que podem ser consumidos sem grandes preocupações. As marcas que comercializam estes produtos, fazem por norma análises para validar e certificar a qualidade dos mesmos.
Deve-se sempre seguir as recomendações descritas na embalagem, porque cada produto, como não existe standarização, tem a sua forma de tomar, a sua posologia, momento da toma. 
É preciso dizer e sublinhar que, por imposição das grandes potencias, organizações e governos, os produtos naturais foram proibidos de conter a bula (boletim informativo). Como não são considerados medicamentos, mas sim alimentos, a informação da sua acção no organismo não está mencionada. Nem permitem sequer a informação de interacções com medicamentos e possíveis efeitos adversos. 
Tal como os medicamentos prescritos pelos médicos, todas as pessoas que pretendam tomar suplementos deviam antes consultar um profissional da área. Mais uma nota importante, os profissionais dos produtos naturais são os terapeutas em medicina natural e não os médicos ou farmacêuticos. Um médico não tem formação alguma em plantas medicinais e outros suplementos. Os profissionais da área, como naturopatas, acupunctores, homeopatas, entre outros é que sabem como funcionam as plantas medicinais e sabem quais as mais adequadas para o seu caso. Os produtos naturais para além do conhecimento empírico, são largamente estudados pela ciência em laboratorios. Pode e deve sempre comunicar ao seu médico que está também a realizar um tratamento com plantas.
Apesar de as  plantas serem mais inócuas que os medicamentos, não deixam de poder provocar reacções indesejadas. Lembre-se sempre que as plantas contêm químicos e estes podem causar interferências com medicamentos que esteja a tomar por ordem do médico. É muito importante que não seja você a decidir o que tomar. É preferível que procure um profissional especializado. Isto evita duas coisas: uma que, como se "medicou" mal, diga que afinal as plantas nada fazem. A segunda é que, se tomar o errado, não verá melhoras e gastará muito mais dinheiro.
Concluindo, os suplementos alimentares, sejam plantas, vitaminas e minerais, ou outras substâncias, são seguras para a saúde e devolvem a saúde ao ser humano. São usados desde tempos remotos e o seu uso/efeitos hoje em dia continuam provados pelos casos tratados. Tal como qualquer questão em saúde devemos sempre procurar ajuda de profissionais qualificados que conhecem o funcionamento das plantas e do corpo humano e que sabem o que é melhor para nós. Comunique sempre ao seu médico que faz uso de substâncias naturais. Afinal ao médico e ao padre nunca se deve mentir.
Desfrute do que a Natureza tem para lhe oferecer e nunca duvide do amor que ela tem por nós.


Autor: Filipe Gonçalves








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