= expr:content='data:blog.title' itemprop='name'/>

Aviso

O conteúdo presente neste blog, não pretende de forma alguma substituir o tratamento médico. É meramente de consulta e informação. Se lhe surgir algum sintoma que considere relevante, consulte imediatamente o médico.
Caso tenha alguma dúvida, contacte-nos. Responderemos com a maior brevidade possível.

Pirliteiro - a árvore do coração








 PIRLITEIRO
A árvore do coração












De   origem  européia,   conhecida   em  Portugal   como   pirliteiro,   são   arbustos   grandes   de crescimento lento que podem  atingir 500 anos de idade e possuem lenhos e espinhos duros.
Os principais constituintes do Crataegus oxycantha  são: Flavonóides (2%), representados
por   hiperosídeos   (0,7%),   galactosídeos,   quercetol   e   vitexina   –   2   –   ramnosídeo, procianidinas 2 – 3% (procianidol dímero, epicatecol), ácidos triterpênicos, aminas. 

Nome Científico: Crataegus oxyacantha L.
Família Botânica: Rosaceae
Parte utilizada: Folhas e sumidades floridas

INDICAÇÃO E AÇÃO FARMACOLÓGICA:  Como fitoterápico,  reduz a  taquicardia, sensação   de opressão da região toráxica, recomendado como preventivo de acidentes vasculares, na hipertensão. Tem ação sedativa sobre o sistema nervoso central, hipotensora (por produzir vaso dilatação) e tónica cardíaca (hepta hidroxi flavonóides). Esta ação sobre o   sistema   cardio-circulatório   promove   o   equilíbrio   entre   a   pressão   sanguínea   e   os batimentos  cardíacos.  É usado principalmente como sedativo em casos de  irritabilidade, insônia, angustia, sensação de vertigem, cefaléias e distúrbios da menopausa.

DOSES E USOS: Uso interno. Extrato seco: 30 a 60 mg ao dia. A administração deve ser
feita ao deitar, se usado como sedativo, ou dividida em 3 tomadas antes das refeições, se
usado como hipotensor.

REAÇÃO ADVERSA:  Utilizado nas doses corretas não apresenta  reações adversas.  

O extrato   seco   obtido   após   extração   com mistura   hidroetanólica   de  Crataegus  sp.   não apresentou toxicidade em ratos e cães após 26 semanas de uso com  30, 90 e 300mg/kg, por administração por via oral. Ensaios realizados com ratos empregando-se o pó da droga nas doses de 300 e 600mg/Kg,  por via oral,  após quatro semans não apresentou quadros de intoxicação e nem morte dos animais. 

PRECAUÇÕES: Procurar seguir a posologia recomendada. 

INTERAÇÕES: Quando administrado com glicosídeos cardiotônicos, pode potencializar os efeitos dos mesmos. 

CONTRA-INDICAÇÃO:  Não   apresenta   contra   indicação   quando   utilizado   nas   doses
recomendadas. Uso não recomendado durante gravidez/lactação.






extraído de: http://www.farmacam.com.br/monografias/crataeguses farmacam.PDF
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

ÁGUA - beba à sua saúde





 ÁGUA
Beba à sua saúde







Veja no final do texto como calcular a quantidade de água certa para si....


Poucas pessoas compreendem como a água é importante para o corpo humano – e quais as quantidades necessárias para o seu funcionamento adequado.

O mais simples componente do corpo humano, é água. Na realidade, é a substância mais importante que consumimos. Uma média de 60 por cento do peso corporal é água. Portanto, numa pessoa que pese 60 kg, 36 kg são água!
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Água - um outro ponto de vista






 ÁGUA
 Um outro ponto de vista











Beber água é vital para a nossa saúde! A sua importância pode ser explicada em duas áreas. Primeiro, a água actua como um intensificador de electronegatividade dos glóbulos vermelhos, possibilitando reduzir o risco de doenças cardíacas. Segundo, a água permite às células gordas libertarem os contaminantes em solução que, por sua vez, são dispersos nos rins, permitindo a perda de peso e a redução de retenção de líquidos.
Porque os glóbulos vermelhos têm uma carga natural negativa, num estado óptimo de saúde, os glóbulos repelem-se, nunca se tocando. 
 As células gordas são importantes, porque armazenam os materiais tóxicos, evitando que estes fiquem depositados em áreas vitais do organismo. Quando as células gordas atingem o seu limite de armazenamento, vão permitir que o produto do metabolismo e outros desperdícios sejam depositados noutras áreas, tais como os vasos sanguíneos. Os glóbulos vermelhos perderão a sua carga negativa e o seu individualismo, se for permitido o aumento desses depósitos nos vasos sanguíneos. Quanto maior for a perda de electronegatividade, maiores são os riscos dos glóbulos perderem os espaços entre eles e formarem bloqueios nos capilares.
Beber água pura intensifica a negatividade dos glóbulos vermelhos, optimizando o espaço natural entre eles, podendo assim evitar bloqueios nos capilares e, por consequência, tornar o sangue mais fino.
Pelo processo de Osmose, as células gordas atraem mais dessa água pura devido ao processo “educativo” de atrair sais. Porque a água é pura, as células gordas vão dispensar o seu conteúdo na solução e esse conteúdo será removido pelos rins mais rapidamente devido à capacidade que a água pura tem de carregar mais volume de desperdícios.
Os minerais encontrados na água não estão num estado em que possam ser absorvidos facilmente pelo organismo humano. É verdade que todos nós precisamos de minerais para nos mantermos saudáveis, devendo estes ser de origem orgânica.
A água tem cinco funções: solvente, transporte, lubrificante, refrigerante e dispersante (intensificador de electronegatividade). Se a água está sobrecarregada com sais minerais, metais pesados e poluentes químicos dissolvidos, não é eficaz nessas funções vitais.
Na medicina desportiva, os médicos aconselham os atletas a beber água pura, em vez de água mineral, porque é mais fácil para o organismo converter a água pura em fluido intercelular. As investigações mostram que o consumo de água durante a actividade, aumenta a resistência e os músculos continuam descontraídos no fim da actividade.
Os nossos rins têm que filtrar cerca de 1800 litros de fluido diariamente. Se existir água em abundância, os rins funcionam facilmente; caso contrário, os rins são forçados a reciclar demasiados resíduos, deixando alguns para trás, depositando-os em forma de pedras. Grande parte da composição das pedras nos rins são dos mesmos minerais encontrados na água canalizada ou na água mineral. Esses minerais são o alimento para as plantas. Com a ajuda de micróbios encontrados no solo ou agarrados às raízes, os minerais são convertidos na forma orgânica para que a planta os utilize. É a conversão do mineral inorgânico que permite a forma mineral que o organismo humano consegue utilizar.
Todos os minerais e nutrientes essenciais são encontrados nos alimentos e não na água.




extraído da revista saúde & lar nº 668
Copyright © 2000-2012 Saúde & Lar, Todos os direitos Reservados
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Diário do cancro





                 DIÁRIO DO CANCRO
Tratamentos naturais VS tratamentos científicos










Se se perguntasse a qualquer  pessoa do mundo se Deus é muito mais inteligente que qualquer cientista, todos diriam: “Claro que sim. Ninguém é mais inteligente que Deus”. Mas na hora da doença, em que o medo e sofrimento está instalado, se lhes dissesse que Deus sabe como curar a doença muito, mas muito melhor que os cientistas, as pessoas achariam que estaria completamente louco.
Mas então porque as pessoas que acham que Deus é muito mais inteligente que os cientistas, pensam que a cirurgia, a quimioterapia e a radioterapia são muito melhores contra o cancro do que a Natureza que Ele nos deu?
A resposta é simples. Para entendermos, vamos fazer um exercício mental, mas antes é necessário perceber uma situação. Desde 2003, que no nosso país, saiu uma lei, a lei 45/2003, que visa regulamentar a prática das medicinas integrativas, vulgarmente conhecida por medicinas alternativas e são elas a acupuntura, a osteopatia, a fitoterapia, a homepatia e a naturopatia. Após 9 anos, apesar da sua aprovação, continua sem funcionar porque carece de regulamentação. E isto porque, certos e determinados poderes atrasam este processo. Por interesse? É evidente que sim. Agora vamos fazer o “exercício mental”. Imagine que você é o presidente de uma grande organização ligada à área da saúde (ex: industria farmacêutica) e que a sua empresa tem que gerar lucros, senão os accionistas caem-lhe em cima. O que você fazia? O que qualquer um faria para gerar lucros. Não olhar a meios para atingir os fins. Isto é, deixava de olhar para os doentes como pessoas e passava a olhar como números. Precisa que os seus produtos sejam vendidos cada vez mais, mas para isso precisa que cada vez mais haja doentes, porque são eles a sua fonte de rendimento. Mas precisa também de um excelente marketing que consiga provar que os seus produtos são únicos e que mais nada pode salvar. Sendo assim consegue duas proezas: uma é a “criação” de novos doentes e a outra é a lavagem cerebral que se faz para incutir o medo na mente das pessoas. Digam lá se a ideia de contrair cancro não mete muito medo? E digam lá se pensam em não usar cirurgias, quimioterapias e radioterapias? E passou pela vossa cabeça usar tratamentos naturais?
Mas os tratamentos naturais realmente funcionam? Vou contar uma história para explicar a funcionalidade dos tratamentos naturais. Você tem uma árvore de frutos que produz frutos deliciosos e uma boa quantidade anualmente. Normalmente não precisa de fazer qualquer tratamento à planta para que ela produza, apenas a trata bem, com água limpa e terra boa. A dada altura, surge na planta sinais de doença. As folhas ficam amarelas e a murchar, alguns ramos quebram e os frutos tornam-se pequenos, sem sabor e com aspecto muito feio, alguns até nem chegam a amadurecer. Tudo isto é causado por um insecto que infecta a planta. Dirige-se a uma loja especializada em produtos hortofrutícolas e aconselham três soluções que uma grande marca criou como sendo eficaz e única para essa doença: uma, consiste em comprar uma tesoura para cortar as partes doentes da planta, arriscando-se a que a doença se espalhe para outros locais; a segunda é um produto químico forte que mata o insecto, mas faz cair as flores o que resultará na ausência de frutos; a outra é a colocações de um aparelho que imite radiação que afugenta os bichos, mas faz com que a planta se fragilize. Você nem pensa duas vezes. Como quer salvar a planta que criou e cuidou com tanto carinho, vai optar se possível pelas três soluções. Entretanto, conhece um agricultor tradicional e conta o seu problema, e informa-o que adquiriu uns produtos de última geração que prometem o tratamento da planta, que apesar de terem alguns efeitos secundários, era preferível do que ver a planta morrer. Então ele diz-lhe que existem umas plantas que colocadas junto ao tronco, fazem com que o insecto fuja e ao mesmo tempo dá nutrientes à planta para ela se restaurar. Isto era o utilizado antigamente neste tipo de doenças. Você sabe que a doença da planta é muito grave, que se não for feita alguma coisa, a planta irá morrer. Sabe também que o tratamento da famosa marca, vai custar, tanto dinheiro como alguma saúde da planta, mas sabe que actuará em pouco tempo, enquanto que o tratamento tradicional é muito demorado.
Se se deparasse com uma história destas, qual seria a sua escolha? Pense…
Percebendo a história, entende-se que a linda árvore que gera frutos, é o seu corpo, que gerou uma doença. A loja, é o médico que lhe vai prescrever a cirurgia (tesoura), a quimioterapia (produto químico) e a radioterapia (o aparelho de radiações). Enquanto isso, alguém (agricultor tradicional) lhe chama a atenção para outros tratamentos nada invasivos e sem causar estragos ( várias plantas colocados junto à raiz). Mas o marketing feito (a excelente marca com produtos de ultima geração e única capaz de salvar) e o medo (saber que a planta pode morrer) dão-lhe o incentivo final para optar pela tratamento de ultima geração. Mas esqueceram-se de lhe dizer que, mesmo com tanta tecnologia não era garantido que ficasse curada e que iria passar um mau bocado devido aos efeitos que trazem, inclusive lhe poderia lhe causar a morte.
Efectivamente, o tratamento cientifico é extremamente potente, e mostra resultados rápidos, só que estes resultados são provisórios. Passado algum tempo a doença retorna ainda mais virulenta.
Os tratamentos naturais, embora mais lentos, actuam em vários níveis do organismo, dando a possibilidade de ele se restaurar e equilibrar recorrendo aos seus próprios recursos.
Existem centenas de tratamentos naturais. Estes tratamentos normalmente são combinados entre si para potenciar os seus efeitos anti cancerígenos. Não existe um que seja mais eficaz que outros, todos são válidos. Então porque funciona um tratamento para o cancro, do ponto de vista natural?
Porque:
- Tanto destroem as células malignas quanto revertem a sua malignidade
- Restauram o sistema imunitário
- protegem e reenergizam as células saudáveis
- actuam na dor e no sofrimentos
- actuam na perda de energia dos pacientes (caquexia)
- Melhoram o sistema digestivo que consegue digerir e absorver melhor os nutrientes
- e por aí a fora…




escrito por: Filipe Gonçalves
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...