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Aviso

O conteúdo presente neste blog, não pretende de forma alguma substituir o tratamento médico. É meramente de consulta e informação. Se lhe surgir algum sintoma que considere relevante, consulte imediatamente o médico.
Caso tenha alguma dúvida, contacte-nos. Responderemos com a maior brevidade possível.

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A doença crónica e o sistema de auto cura do corpo







DOENÇA CRÓNICA
Socorro, o meu sistema de auto cura avariou-se











A OMS define doenças crónicas como “doenças de longa duração e de progressão, geralmente, lenta” e o Centers for Disease Prevention and Control , define-as como “condições que não curam, uma vez adquiridas...e que duram 3 meses ou mais” . 
Bom, isto apenas realça a forma como são classificadas e não definem o que realmente são. 
Numa perspectiva holística, a doença crónica é
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Leite: bom ou mau?


Leite 



    
LEITE: BOM OU MAU?



 


Frank Oski nasceu em 1923 e graduou-se na Faculdade de Medicina da Universidade de Swuartmore, EE.UU. Em 1958 obteve o seu Mestrado na Universidade de Pensilvania.
Levou a cabo seus estudos de pediatria no Hospital da Universidade de Pensilvania e mais tarde estudou Hematologia no Hospital Infantil de Harvard, Boston.
Em 1963 foi eleito sócio do Departamento de Pediatria da Escola de Medicina na Universidade de Pensilvania. Mais tarde assumiu o cargo de Professor e Reitor do departamento de Pediatria no Centro médico da Universidade do Estado de Nova Iorque.
Em 1985 se encarregou do departamento de Pediatria na Escola de Medicina da Universidade de Johns Hopkins.
O hábito de consumir leite de vaca, está relacionado com a falta de ferro em crianças; Uma boa parte da população mundial, é vítima de Cãibras Diarreias e também de múltiplas formas de alergias; E há forte possibilidade de que seja um factor determinante na origem de arteriosclerose e ataques de coração.
Em muitos lugares do mundo e especialmente no este da Azia, África, América do Sul e Europa pessoas há que consideram o leite de vaca inadequado para o consumo de adultos: (Pag.4).
Em 1965 a Escola de Medicina de Johns Hopkins levou a cabo um estudo e descobriram que 15% dos pacientes de raça branca e uns 75% de raça negra não toleram o consumo de leite devido á lactose. A partir de então, se iniciaram estudos a nível Mundial e actualmente sabemos que essas percentagens, são muito maiores. Normalmente o ser humano perde a actividade da lactose no intestino delgado entre a idade de um ano e meio e quatro anos. Este é um acontecimento totalmente normal no processo de maturidade tanto de homens como de outros mamíferos. (Pag. 9)
A natureza, não nos oferece alimentos que contenham lactose, como o leite, depois do período do desmame. (Pag.11)
Quando convertemos o leite em Iogurte, muita da lactose é convertida em glucose ou galactose. De uma forma parecida, quando o queijo curado, muita da lactose se converte em simples açúcar. É por isto que estes produtos são tolerados por pessoas que não toleram o leite. (Pág. 13)
Os problemas Gastrointestinais, podem ser sintomas da intolerância á lactose. (Pag. 16)
Um destes sintomas é o que se origina nas paredes dos intestinos. Dada á intolerância do Leite, os intestinos sangram e vertem entre 1 e 5 milímetros de sangue. O problema é que a quantidade de sangue é pequena para poder ser detectada nas paredes. e só se pode detectar a alteração, mediante análises químicas. Se estima que a metade dos casos de crianças com défices de ferro nos Estados Unidos se devem a este problema gastrointestinal derivado do consumo de leite de vaca. (Pag. 17).
Outra séria complicação que resulta do consumo do leite de vaca, é a nefrose. Um grupo de investigadores da Universidade de Colorado e outro da Escola de Medicina da Universidade de Miami identificaram esta enfermidade em crianças com idades compreendidas entre os dez e os catorze anos. A nefrose é uma alteração dos rins. Esta alteração provoca uma perda permanente de proteínas que desembocam na urina. O resultado desta enfermidade, é um nível baixo de proteínas no sangue; e eventualmente resulta numa acumulação de líquidos, inchaço de mãos e pés. Algumas crianças, podem inclusive, desenvolver nefrose crónicas o que lhe pode levar á morte. Normalmente estas crianças, são tratadas com um tipo de cortisona, mas uma percentagem destas crianças não melhoram com o tratamento da cortisona. Foi com este grupo de crianças, que se fizeram estudos nas duas Universidades Americanas. No princípio, suspeitaram que o problema vinha de algum tipo de alergia. Para sua surpresa descobriram que quando o leite de vaca era eliminado da sua dieta. a perda de proteínas cessava e as crianças recuperavam rapidamente. Depois da dita recuperação, se administrou novamente leite de vaca ás crianças, e num período de um a três dias, as crianças, começavam a perder outra vez os níveis de proteína no sangue. (Pags. 21 y 22)
Certo Cardiologista estudou em certa ocasião os corações de mais de 1.500 crianças que haviam morrido por causas acidentais, melhor dizendo, não morreram de enfermidades. Não obstante, em muitas dessas crianças, se encontraram danos nas artérias coronárias. Quando se tratou de descobrir os factores que determinaram a razão porque umas crianças tiveram danos nas artérias e outros não, foi comprovado que o único factor que diferenciava um grupo do outro, era a alimentação durante a infância. Descobriu-se que a maioria das crianças que haviam sido amamentadas com leite materno, tinham as artérias em condições normais; por outro lado a maioria das crianças que tinham problemas arteriais, haviam sido alimentados com leite de vaca durante a sua infância. É portanto razoável concluir que o leite materno e o leite de vaca, foram determinantes nas mudanças das artérias das crianças. (Pag. 34)
Existem evidências que apoiam a convicção de que as crianças que se alimentam de leite materno durante a lactação, são menos propensas a enfermar do que aquelas que não o utilizam. Na década dos anos trinta se fez um estudo com 20.000 crianças na cidade de Chicago que corrobora com esta idéia. O estudo aconteceu quando os antibióticos para eliminar as infecções bacterianas não existiam. No estudo, um grupo de crianças foi alimentado com leite materno durante os primeiros nove meses de vida; um segundo grupo foi alimentado parcialmente com leite materno; e um terceiro grupo foi alimentado com leite de vaca pasteurizado e açucarado. A todas as crianças, se lhe deu suco de laranja a partir do primeiro mês, e óleo de fígado de bacalhau a partir das seis semanas. Se acrescentou também á dieta cereais a partir do quinto mês e vegetais a partir do sexto mês.
Que aconteceu? A mortalidade das crianças alimentadas à base de leite materno foi de um 1.5/1.000, entretanto a mortalidade das crianças alimentadas à base de leite de vaca se situou em 84.7/1.000 durante os nove primeiros meses de vida. A mortalidade por infecções gastrointestinais foi de 40 vezes superior nas crianças que não foram alimentadas com leite materno, enquanto que a mortalidade por infecções respiratórias foi 120 vezes superior

Estudos anteriores a estes levados a cabo em diferentes cidades americanas mostraram resultados similares. As crianças alimentadas à base de leite de vaca tinham 20 vezes mais possibilidades de morrer durante os primeiros anos de vida do que os não consumiam. (Pags. 38 e 39)
Apesar de um litro de leite de vaca conter 1.200 miligramas de cálcio e um litro de leite materno conter 300 miligramas, uma criança que consuma leite materno assimila mais cálcio que se bebesse leite de vaca. O problema, é que o leite de vaca contem muito fósforo e este elemento interfere na absorção do cálcio. (Pags. 48 e 49)
O leite de uma vaca, por muito sadia que seja, sempre está infectado com bactérias fecais que se depositam no úbere e nas mamas. (Pags. 54)
Se o facto de que o leite contenha bactérias nocivas, não for suficiente para demover os bebedores de leite, a União de Consumidores de EE.UU. encontrou num estudo, que 25 amostras analisadas, só 4, não estavam contaminadas com pesticidas. As outras 21 tinham residuos de hidrocarbonatos clorados. Existem evidências de que estes hidrocarbonatos, á medida que se acumulam no corpo, podem provocar mutações que resultam em deficiências no nascimento duma criança. Estes mesmos hidrocarbonatos, podem produzir câncer. (Pags. 55)
A penicilina é um antibiótico muito utilizado para combater as mastites das vacas. Supostamente não se deve ordenhar as vacas sem que tenham transcorrido 48 horas desde o tratamento da penicilina. Não obstante, ameudo esta norma não se cumpre e a penicilina aparece em pequenas quantidades no leite. Outra substância que se encontra no leite de vaca é a hormona progesterona que se converte em androgénios, que foi implicada como um factor que provoca o acne, pelos no corpo etc. (Pag. 56)
Diarreia, Cãibras, sangue gastrointestinal, anemia, erupções cutâneas, arteriosclerose, e acne, são enfermidades, que segundo se sabe, estão relacionadas com o consumo do leite de vaca. Alem destas enfermidades, crê-se que o consumo de leite de vaca pode estar relacionado com a leucemia, a Esclerose múltipla, a Artrite reumática e as cáries dentárias. (Pag59)
Uma revista médica inglesa, de reputação mundial, “The Lancet”, publicou um editorial intitulado “Atenção á Vaca” Nela se citava uma experiência na qual se alimentou vários chimpanzés recém nascidos com leite de vaca não pasteurizado. Dois dos seis chimpanzés desenvolveram leucemia e morreram. É importante saber que o leite com que foram alimentados estava infectado com um tipo de vírus chamado de tipo C, que é uma infecção comum nas vacas e provoca um tipo de leucemia nas vacas. (Pag. 59 e 60)
É irónico saber que muitas mães dão a seus filhos leite pensando que fortalecem os dentes quando o que provoca é uma destruição dos mesmos. Este dado que foi corroborado por um estudo do odontologista francês Castanho, da Universidade de Pensilvania numa de suas investigações. (Pag. 64)

Traduzido por Dr. Fernando M. Gonçalves (PH-DN) Naturologo.
(Prof. De Oligoterapia e Enzimologia. Pesquisador em matéria de nutrição)}


Extraído do site:  http://www.saudeintegral.com
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Anemia -combater e prevenir





 ANEMIA
Combater e prevenir






Os glóbulos vermelhos contêm hemoglobina, a transportadora de oxigénio do sangue que leva a vida a todas as partes do corpo. Quando não existem glóbulos vermelhos suficientes, ou se a concentração de hemoglobina for baixa, o resultado é a anemia. São afectadas muitas funções celulares, causando abrandamento e menos eficácia das células. Os sintomas mais comuns da anemia incluem fadiga, fraqueza, tonturas, dificuldade respiratória e palidez.
missing image fileComo os glóbulos vermelhos só vivem 3 a 4 meses, e são depois substituídos, o corpo está constantemente a formar novos glóbulos. Na anemia, o organismo não consegue manter-se a par deste processo. As causas são diversas: qualquer coisa que diminua a formação de glóbulos vermelhos saudáveis, aumentando a sua destruição ou ocasionando perda de sangue. Sempre que possível, a causa deve ser encontrada, uma vez que pode ir desde um factor simples, tal como a falta de nutrientes adequados, a inflamações, anemia hereditária, doença ou infecção crónica, e até cancro.
Geralmente, há vários factores que são importantes para manter a qualidade do sangue.
• Faça uma alimentação saudável e equilibrada, de forma a obter todos os nutrientes de que o seu corpo necessita para formar um bom sangue.
• Beba água suficiente. Ela ajudará a eliminar as toxinas que poderiam interferir com a formação adequada e funcional de sangue.
• Faça exercício físico regular e descanse o suficiente. A medula óssea necessita de ser mantida saudável para poder funcionar bem e produzir sangue saudável.
• Evite substâncias tóxicas, como cafeína, tabaco, álcool e drogas. Tenha, também, cuidado com os medicamentos, pois muitos interferem com a formação do sangue, e outros, como os anti-inflamatórios, causam perda de sangue. Evite a exposição a metais pesados como o chumbo e o mercúrio.
missing image fileSuplementos
Receitam-se suplementos para tratar a falta de elementos necessários para a formação dos glóbulos vermelhos, mas deve ser feito um diagnóstico correcto, para identificar o que é, realmente, necessário. Além disso, as situações de doença subjacentes devem ser tratadas directamente.
1. O ferro poderá ser o elemento mais comum em falta. Por esta razão, o ferro é, muitas vezes, tomado sem se fazer um teste para provar a sua deficiência. Isso poderá causar problemas, pois o excesso de ferro pode danificar o fígado, o pâncreas e o coração. Mesmo depois de ter sido determinado que a deficiência de ferro é que está a causar a anemia, é necessário que se procure a sua causa, para que seja tratada. É muito fácil, e até comum, ignorar estes passos.
Além da toma inadequada, a deficiência em ferro poderá ser causada por perdas de sangue, tais como uma menstruação excessiva. Alguns medicamentos, parasitas, ulcerações, pólipos ou cancro podem causar perdas diminutas de sangue pelo tracto intestinal. As pedras nos rins e na bexiga, parasitas ou outras lesões no sistema urinário também podem ser os culpados.
Uma alimentação vegetariana equilibrada, com cereais integrais, vegetais, fruta, leguminosas e oleaginosas, fornecerá as quantidades adequadas de ferro. Contudo, é comum as mulheres grávidas não ingerirem ferro suficiente, independentemente da alimentação que tenham.
Onde encontrar ferro para prevenir ou tratar a deficiência em ferro?
Muitas pessoas querem evitar os suplementos de ferro, por terem efeitos colaterais desagradáveis. O melaço é uma das fontes mais ricas em ferro. Também é rico em vitaminas do complexo B, que ajudam na produção de glóbulos vermelhos. Tome 2-4 colheres de sopa por dia.
missing image fileO fígado é muito aconselhado, por ser rico em ferro, bem como em outros nutrientes necessários para formar glóbulos vermelhos. No entanto, é o órgão que filtra as toxinas do sangue que vem dos intestinos, e armazena, muitas vezes, substâncias nocivas; por isso não o aconselhamos.
Os cereais integrais, as leguminosas, os vegetais de folha verde escura, as oleaginosas, os figos secos, as passas, as tâmaras e as ameixas são uma fonte extremamente boa de ferro. Embora o ferro de origem vegetal seja menos absorvido por causa dos fitatos dos cereais e leguminosas, o elevado conteúdo de vitamina C aumenta a absorção de ferro 3-4 vezes (os vegetarianos normalmente comem bastante fruta e vegetais que são ricos em vitamina C).
Evite o chá preto e o verde, o café, os refrigerantes e o chocolate, pois diminuem a absorção de ferro.
2. O ácido fólico é outro nutriente que é necessário para a formação de glóbulos vermelhos.
• Os vegetais de folha verde são uma boa fonte; por isso certifique-se de que come bastantes.
• Alguns medicamentos interferem com a absorção de ácido fólico; nestes casos, deve ingerir uma dose extra de ácido fólico.
• Deve ter muito cuidado, porque na presença de deficiência de vitamina B12 não tratada, os suplementos de ácido fólico podem causar graves problemas.
3. A vitamina B12 também é essencial para a produção de glóbulos vermelhos saudáveis.
Muitas pessoas idosas têm baixos níveis desta vitamina, pois já não a conseguem absorver bem. São necessários suplementos, por vezes até através de injecções intramusculares, se a absorção for muito limitada. Esta situação é muito comum em pessoas que comem muita carne, e muito menos comum em vegetarianos.
Por outro lado, uma alimentação vegetariana estrita, sem ovos ou produtos lácteos, poderá não fornecer toda a vitamina B12 de que precisam. Neste caso é aconselhado tomar suplementos regularmente.
4. O cobre e o zinco são necessários para a produção de glóbulos vermelhos. Uma alimentação saudável evitará a deficiência. Embora não sejam normalmente testados nos casos de anemia, poderá ser útil a toma de suplementos destes minerais para ajudar na recuperação.
5. A vitamina E tem sido aconselhada para aumentar o período de vida dos glóbulos vermelhos. Para evitar a anemia e promover um sangue mais saudável, é bom certificar-se de que ingere a quantidade adequada.
Marianne Ferreira
Médica


Revista Saúde & Lar
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