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Aviso

O conteúdo presente neste blog, não pretende de forma alguma substituir o tratamento médico. É meramente de consulta e informação. Se lhe surgir algum sintoma que considere relevante, consulte imediatamente o médico.
Caso tenha alguma dúvida, contacte-nos. Responderemos com a maior brevidade possível.

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Quando o cérebro não tem juízo





QUANDO O CÉREBRO NÃO TEM JUÍZO
o intestino é que paga, ou vice versa








O corpo, perante uma situação de tensão, cria reacções nos níveis hormonais que causam alterações fisiológicas, tais como aumento do ritmo cardíaco e pressão arterial, inibição do sistema digestivo e a desregulação do sistema imunitário. Esta é uma descrição feita de uma forma muito geral, é claro.

Sabendo, então, que todos os sentimentos criam alterações emocionais, principalmente
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A doença crónica e o sistema de auto cura do corpo







DOENÇA CRÓNICA
Socorro, o meu sistema de auto cura avariou-se











A OMS define doenças crónicas como “doenças de longa duração e de progressão, geralmente, lenta” e o Centers for Disease Prevention and Control , define-as como “condições que não curam, uma vez adquiridas...e que duram 3 meses ou mais” . 
Bom, isto apenas realça a forma como são classificadas e não definem o que realmente são. 
Numa perspectiva holística, a doença crónica é
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Leite: bom ou mau?





Leite poderá aumentar risco de mortalidade e fracturas ósseas






As últimas décadas têm sido inundadas de campanhas e publicidade aos benefícios do leite, enquanto fonte preveligiada de cálcio. Se fecharmos os olhos e alguém disser a palavra "cálcio", rapidamente formaremos imagens mentais de produtos lácteos, assim como nos foi ensinado. É também comum sermos alvos de campanhas de sensibilização à osteoporose, onde se recomenda o consumo elevado de leite como forma de prevenção, muitas das vezes recorrendo-se a figuras públicas e com a chancela de Instituições de saúde pública. Como qualquer alegação de saúde que se faça, espera-se que seja bem fundamentada em evidência científica e que por isso, esta seja consistente a demonstrar que existe uma relação entre o consumo de leite e adiminuição de osteoporose e fraturas ósseas. O facto é que essa evidência não é consistente e que existem dados conflituantes, sem que se possa chegar a uma conclusão consensual.
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Artrite Reumatóide - algumas ajudas precisosas






ARTRITE REUMATÓIDE
algumas ajudas preciosas













A artrite reumatóide (AR) caracteriza-se por uma doença debilitante e deformante. Quem já viu doentes com AR sabe o estado em que ficam a mente e o corpo deles. Causadora de inumeras baixas médicas, é uma doença que, medicamente, não existe cura. É necessário medicação contínua até ao fim da vida.

Definição de AR?
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Açúcar - prós e contras

 
 AÇÚCAR
Prós e contras
O açúcar oferece-nos precisamente aquilo que em geral nos sobra (calorias, 4 por grama), ao mesmo tempo que não tem o que nos costuma faltar (vitaminas e minerais).


Vantagens do açúcar

Produz sensação de bem-estar: quando o nível de glicose no sangue é baixo (hipoglicémia) devido a exercício físico intenso, jejum, alterações metabólicas ou, mais frequentemente, a um pequeno almoço insuficiente., o consumo de açúcar alivia rapidamente a ansiedade e o mau estar que se sente. Qualquer das formas é preferível evitar as hipoglicemias, recorrendo a uma boa alimentação.
Proporciona energia rápida:  a sacarose do açúcar comum digere-se muito bem, e rapidamente se transforma em glucose e frutose que passam para o sangue.
Não produz alergias: por ser um produto bastante refinado, o açúcar comum não produz nenhum tipo de reacção alérgica. O mel e os xaropes naturais podem produzi-la.

Desvantagens do açúcar
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Dores articulares segundo a Medicina Chinesa







 DORES ARTICULARES

Segundo a Medicina Tradicional Chinesa









A medicina chinesa possui uma interpretação muito própria e característica sobre a visão do corpo humano, saúde e doenças que nos afectam.

Enquanto que para a medicina convencional, as doenças articulares são consequência de situações auto imunes, de causas desconhecidas, de sobrecargas, entre outras, a medicina chinesa atribui, na grande maioria dos casos, as afecções articulares a factores climatéricos. Apesar de existirem outras causas, as chamadas causas internas, que advêm de problemas emocionais e dos órgãos internos, o clima afecta grandemente as doenças articulares.
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Goji e a longevidade

 



 GOJI
A longevidade numa simples baga









As bagas Goji ou goji berries são umas bagas vermelhas provenientes do Noroeste da China e do Tibete. Goji é o nome dos frutos da planta Lycium barbarum. São vendidas no seu estado seco, ainda cruas, porque são desidratadas ao sol ou a temperaturas inferiores a 40ºC. São saborosíssimas e podem ser comidas directamente do pacote ou adicionadas a cereais de pequeno-almoço, saladas de frutas, batidos, como se tratasse de qualquer outra fruta seca.
Embora sejam uma novidade na cozinha Ocidental, os chineses têm conhecimento dos poderes especiais desta baga desde há milhares de anos. Das cerca de 8000 ervas e alimentos que fazem parte da Medicina Tradicional Chinesa, as bagas Goji são consideradas a erva-alimento nº1. Estão no topo da tabela.

As bagas Goji contribuem para uma vida alegre, energética e saudável. Saborosas, fáceis de incorporar no dia-a-dia e tão concentradas em nutrientes, não admira que estas pequenas bagas sejam um fenómeno extraordinário de sucesso por todo o mundo.
As bagas Goji são provavelmente a fruta mais rica em nutrientes que existe no planeta. São uma fonte de proteína completa. Contêm 18 aminoácidos diferentes, entre os quais estão os 8 essenciais ao corpo humano. Contêm até 21 minerais, entre os quais: zinco, ferro, cobre, cálcio, selénio e fósforo.
As Goji berries contêm também vitaminas B1, B2, B6 e vitamina E. E também polissacarídeos, que fortificam o sistema imunitário, sendo que este é um dos elementos responsáveis pelo seu extraordinário efeito anti-envelhecimento.
Contém 19 aminoácidos, que ajudam a formar as proteínas, incluindo os oito que são essenciais para a vida.
Contém 21 minerais vestigiais, incluindo germânio – considerado em estudos como tendo atividade anti-cancerígena, que é raro como fito-nutriente.
Contém o espectro completo de carotenóides antioxidantes, incluindo beta-caroteno (maior concentração que a cenoura) e zeaxantina (protetor dos olhos). O goji é a maior fonte de carotenóides conhecida.
Contém 2500 mg de vitamina C por 100 gramas da fruta.
Contém beta-sisterol, fito-nutriente com função anti-inflamatória, que ajuda também equilibrar os níveis de colesterol e pode ser usado no tratamento de impotência sexual e equilíbrio da próstata.
Contém ácidos graxos essenciais, que são necessários para síntese de hormonas e regula o funcionamento do cérebro e sistema nervoso.
Contém cyperone, um fito-nutriente que traz benefícios ao coração e à pressão sanguínea.
Contém fisalina, fito-nutriente usado nos transtornos da hepatite B.
Contém betaína, fito-nutriente usado pelo fígado para produzir colina. A betaina promove grupos metil com reações energéticas no corpo, ajuda a reduzir o nível de homocisteína, um fator de risco em problemas cardíacos, protege a célula em nível de ADN.
Na Medicina Tradicional Chinesa, as bagas Goji têm sido consideradas como um alimento da mais alta qualidade para promover a longevidade, dar
força e estimular a potência sexual.

Muitos estudos publicados nos últimos anos, principalmente na China, reportam possíveis efeitos medicinais das bagas Goji, especialmente devido às suas propriedades antioxidantes, incluindo potenciais benefícios contra doenças cardio-vasculares e inflamatórias, problemas de visão, do sistema neurológico e imunitário. Também se lhe atribuem propriedades anti-cancerígenas. É uma fruta anti-envelhecimento por excelência, aumentando os níveis de energia, ajudando no processo digestivo e na perda de peso - por ser tão concentrada, basta comer pouca quantidade para se sentir saciado e bem nutrido.
Os aminoácidos presentes nestas pequenas bagas estimulam o funcionamento de células brancas até 300%, tornando muito difícil que quem as consome fique constipado ou com gripe.
Uma das mais recentes descobertas acerca dos benefícios das bagas Goji é a sua capacidade de melhorar os níveis de insulina nos diabéticos. As bagas Goji têm ainda a propriedade de o fazer rir e sorrir durante o dia todo. Por isso há quem lhes chame de happy berry ou smiling berry.

Como usar
Directamente do pacote, em misturas com outras frutas secas e/ou frescas, em batidos, mueslis, chás (excelente para melhorar o sabor de alguns chás medicinais, mitigando o sabor adstringente ou amargo que muitas plantas têm).
Também podem ser demolhadas e rehidratadas em água. Esta água é excelente para hidratar o corpo e pode ser usada como base para qualquer receita culinária. Dosagem: quantidade razoável – 15 a 45 gramas diárias, ou seja, cerca de uma mão-cheia.

As bagas Goji podem adaptar-se a climas europeus e é uma planta naturalizada na Grã-Bretanha há mais de 200 anos. Porque não lançar uma bagas no solo do seu quintal (ou num vaso, se vive num apartamento) e ter o privilégio de consumi-las frescas sempre que lhe apetecer? É uma planta que se propaga muito facilmente. Só não gosta de demasiada chuva.


Fonte: Centrovegetariano e Wikipedia
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Uva - um excelente medicalimento







UVA
Um excelente medicalimento










A uva é, a seguir à laranja, a fruta mais cultivada em todo o mundo. Mas, infelizmente, só uma pequena parte da uva produzida é comida como fruta; a maior parte destina-se ao fabrico de bebidas alcoólicas, especialmente vinho.
A uva constitui um componente essencial da dieta mediterrânea, e até da sua cultura. Recentes descobertas científicas atribuem a boa saúde cardíaca dos habitantes do Mediterrâneo precisamente a algumas das substâncias presentes na uva.Há dois tipos de nutrientes que se destacam na composição da uva: os açúcares e as vitaminas do complexo B. Em contrapartida, a uva contém poucas proteínas e gorduras. As proteínas, ainda que em pequena quantidade, contêm todos os aminoácidos essenciais. Os minerais estão presentes numa quantidade moderada. Os componentes da uva que merecem uma menção especial são os seguintes:

Açúcares, numa proporção que oscila entre 15% e 30%. Os dois açúcares mais abundantes na uva são a glicose e a frutose. Do ponto de vista químico, trata-se de monossacáridos ou açúcares simples, que têm a propriedade de passar directamente ao sangue sem necessidade de ser digeridos. Nisto se diferenciam de outros tipos de açúcares, como a sacarose (presente na cana-de-açúcar, na beterraba ou na banana), ou como a lactose do leite, que precisam de ser decompostos no intestino antes de poderem passar ao sangue.
Vitaminas: Com os seus 0,11 mg/100 g de vitamina B6, a uva é uma das frutas frescas mais ricas nesta vitamina, excedida apenas por frutas tropicais como o abacate, a banana, a anona, a goiaba ou a manga. As vitaminas B1, B2 e B3 ou niacina também se encontram presentes em quantidades superiores às da maioria das frutas frescas.
Todas estas vitaminas desempenham, entre outras, a função de metabolizar os açúcares, para que as células possam com mais facilidade "queimá-los" quimicamente e aproveitar a sua energia. A uva contém quantidades bastante significativas de provitamina A e de vitaminas C e E.Minerais: O potássio, o cobre e o ferro são os minerais mais abundantes na uva, se bem que esta contenha também cálcio, fósforo, magnésio e cobre.Fibra: A uva contém cerca de 1% de fibra vegetal de tipo solúvel (pectina), quantidade relativamente importante tratando-se de uma fruta fresca.Substâncias não nutritivas: A uva contém numerosas substâncias químicas, que não pertencem a nenhum dos clássicos grupos de nutrientes, mas que exercem numerosas funções no organismo, muitas delas ainda desconhecidas. Estas substâncias são também designadas como elementos fitoquímicos:
– Ácidos orgânicos (tartárico, málico, cítrico e outros): Estes ácidos produzem a alcalinização do sangue e da urina facilitando a eliminação dos resíduos metabólicos, que na sua maior parte são de tipo ácido, como por exemplo o ácido úrico.
– Flavonóides: Descobriu-se recentemente que actuam como potentes antioxidantes, impedindo a oxidação do colesterol que causa a arteriosclerose, e evitando a formação de trombos ou coágulos nas artérias. A quercitina é o flavonóide mais importante da uva.
– Resveratrol: Trata-se de uma substância fenólica presente na pele da uva, de acção antifúngica (impede o crescimento dos fungos) e, sobretudo, oxidante. Detém a progressão da arteriosclerose. Recentemente provou-se que é também um poderoso anticancerígeno.
– Antocianinas: São pigmentos vegetais que actuam como potentes antioxidantes preventivos das afecções cardiovasculares.Em essência pode-se dizer que a uva é um alimento que fornece energia às nossas células e que favorece o bom estado das artérias, especialmente das coronárias que irrigam o músculo cardíaco. Além do mais é laxante, antitóxica, diurética, antianémica e antitumoral.


Jorge Pamplona Roger
Resumido do livro A Saúde pela Alimentação, a editar brevemente pela Publicadora Atlântico


Copyright ã 2000 Saúde & Lar. Todos os direitos reservados
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Melancia - uma fruta das Arábias


 




 MELANCIA
Uma fruta das Arábias







 



Fruta de polpa vermelha e suculenta, a melancia (Citrullus vulgaris) é conhecida desde o antigo Egipto, sendo muito apreciada na Índia e na Arábia Saudita, onde provavelmente foi cultivada pela primeira vez. Prefere climas amenos com temperaturas entre 18ºC e 25ºC. Não suporta calor nem frio intenso. Gosta de sol e não resiste a ventos frios e geadas. A sua melhor adaptação ocorre em solos arenosos, com bastante matéria orgânica e baixa humidade.
O seu peso varia entre cinco a dez quilos, podendo medir até 70 cm. A melhor época de colheita é durante os meses de Julho a Setembro.
Algumas pessoas consideram a fruta indigesta, facto não confirmado pelos especialistas. Suspeita-se que, devido à grande quantidade de água que possui (superior a 90%), ao ser usada como sobremesa, exige do organismo um grande esforço para drenar o líquido, atrasando o processo digestivo. Desse modo, é preferível que não seja usada como sobremesa. Mas é uma fruta refrescante e de bom valor nutritivo.
Uma das suas maiores qualidades é a capacidade de hidratar, sendo por isso muito procurada no Verão. Além disso é laxante e um eficiente diurético, com a vantagem de conter sais minerais, sendo recomendada nas dietas de eliminação e desintoxicação.
O sumo da melancia ajuda no processo de redução do ácido úrico. Pode ser usado na dieta de doentes com tensão alta, reumatismo e gota. A cucurbitina, substância presente nas sementes e na polpa, dilata os vasos sanguíneos e reduz a tensão alta. Também é indicada para reduzir a acidez estomacal.
A melancia contém hidratos de carbono, proteínas, vitaminas A, B2 e C, ferro, fósforo e sódio. Entretanto, os nutrientes mais destacados são o potássio e a vitamina A. O potássio actua na transmissão nervosa, na função renal e na contracção da musculatura cardíaca. A vitamina A protege a pele e as mucosas, ajuda no mecanismo da visão e é antioxidante.
Devido ao seu baixo teor calórico, a melancia pode ser usada nas dietas de emagrecimento. Parte do total de hidratos de carbono são fibras que ajudam a reduzir o colesterol e a absorver gradualmente a glicose. Aliás, é bom lembrar que o açúcar presente na melancia é a frutose, que não depende de insulina para ser absorvido. Isso facilita o seu consumo, que deve ser feito sem excessos, por indivíduos obesos e diabéticos.


Joseni França O. Lima
Nutricionista
Copyright © 2000-2012 Saúde & Lar, Todos os direitos Reservados
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Água oxigenada - para uso interno 10 volumes




ÁGUA OXIGENADA

para uso interno 10 volumes


por favor leia o aviso de segurança:


A administração de oxigénio puro ao sangue de cada pessoa melhora o metabolismo celular, elimina doenças e combate o envelhecimento.

No seu livro «O envelhecimento humano- Oxigenação», o engenheiro químico brasileiro Francisco Antunes recomenda como método de oxigenação e cura da arterioesclerose, reumatismos, varizes e doenças diversas da circulação, cancro, doenças hepáticas, renais e outras ingerir diariamente 10 a 20 gotas de água oxigenada a 10 volumes ( peróxido de hidrogénio) diluída num copo de água meio cheio ou totalmente cheio:
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Água oxigenada -para uso interno 35%


  





ÁGUA OXIGENADA
para uso interno 35%

 

 



   


Por favor leia o aviso de segurança: 



A água oxigenada ou peróxido de hidrogénio tem a fórmula química de H2O2. Isto significa que é uma substância liquida que contém apenas um átomo de hidrogénio a mais do que a água (H2O).
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Angélica






 ANGÉLICA ARCHANGÉLICA








NOME EM LATIM: Angelica archangelica L.
FAMÍLIA: Umbelíferas
OUTROS NOMES: erva-do-espírito-santo.
HABITAT: Originária do norte da Europa e da Ásia, ainda que o seu cultivo e uso se tenham expandido por todo o mundo. Prefere os lugares frios e húmidos, perto de rios e pântanos.
DESCRIÇÃO: Planta herbácea que costuma medir de 1 a 2 m de altura. O seu caule é grosso e canelado, em cujo extremo se encontram as flores distribuídas em forma de umbela.
Existe um certo risco de confundi-la com a cicuta, que também pertence à mesma família, embora apresente diferenças significativas. Além disso, a angélica exala um agradável aroma entre picante e adocicado, enquanto a cicuta tem um cheiro muito desagradável.
REFERÊNCIAS HISTÓRICAS: A angélica é uma típica planta nortenha. Na Gronelândia ocupa grandes extensões, e os habitantes daquele país usam-na abundantemente desde tempos remotos. Não sendo uma planta mediterrânea, não chegou a ser conhecida pelos grandes médicos e botânicos da antiguidade clássica.
Começou a ser usada na Europa na Idade Média, durante as grandes epidemias da peste. Muitos atingidos pela peste procuravam-na desesperadamente como último remédio antes de se entregarem à morte, já que se tinha divulgado a lenda, segundo a qual o arcanjo Gabriel a mostrara a um sábio ermitão, para que este pudesse combater a peste. Daí os monges e frades terem começado a cultivá-la nos seus conventos, com o fim de elaborar com ela diversos tipos de remédios, infelizmente todos em forma de licor alcoólico. Hoje ainda se preparam com a angélica os licores Benedictine e Chartreuse.
PROPRIEDADES E INDICAÇÕES: A angélica era recomendada para uma longa lista de doenças, desde a peste ao reumatismo, como se se tratasse de uma panaceia. Os seus princípios activos são o felandreno, de acção digestiva e espasmolítica, e a angelicina, que exerce uma acção sedativa e equilibradora sobre o sistema nervoso. A estes princípios activos se devem as suas autênticas propriedades medicinais:
Digestiva e carminativa: É um grande tónico e estimulante das funções do aparelho digestivo. Aumenta o apetite, facilita a digestão, aumenta a secreção de sucos gástricos e elimina os gases e fermentações intestinais (Œ). É a planta por excelência para os que têm falta de apetite, os debilitados e os dispépticos. Muito indicada para aqueles que sofram de estômago descaído ou atónico (ptose gástrica). Dá bons resultados no caso de enxaqueca de origem digestiva.
Tonificante e equilibradora do sistema nervoso: Torna-se muito útil nos casos de depressões, neurose e debilidade nervosa (Œ). Recomenda--se também aos estudantes em época de exames, pessoas com stress, convalescentes de doenças debilitantes e, em geral, a todos aqueles que tenham de superar alguma prova difícil.
Os banhos com água de angélica têm um efeito muito saudável sobre o sistema nervoso ().
Tem também efeitos diuréticos e expectorantes, embora de menor intensidade que os anteriores.
PARTES UTILIZADAS: A raiz especialmente, e também as folhas tenras e as sementes.

PREPARAÇÃO E EMPREGO:
USO INTERNO
Infusão ou decocção: Prepara-se com a raiz triturada, que é a parte mais activa da planta, à razão de 20-30 g por litro de água.
Também se podem acrescentar folhas tenras e sementes. Toma-se uma chávena de tisana antes de cada refeição, até três vezes ao dia.
USO EXTERNO
Banhos: Decocção com 100 g de planta num litro de água, que se acrescenta à água do banho.


Precauções
Desaconselhamos formalmente o emprego dos licores preparados com angélica, pois os efeitos nocivos devidos ao seu elevado conteúdo alcoólico ultrapassam em muito as suas possíveis propriedades medicinais.

* Extraído do livro A Saúde pelas Plantas Medicinais,
editado pela Publicadora Atlântico, S.A.
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Saúde da mulher nas suas várias idades






SAÚDE DA MULHER
nas suas várias idades










As mulheres vivem mais anos (cerca de dez anos mais) do que os homens. Com efeito, uma constatação válida em todas as latitudes do mundo. Esta diferença de esperança de vida será, segundo os cientistas, devida às hormonas. A mortalidade masculina estará ligada à toxicidade da testosterona, a hormona masculina responsável pela agressividade, pela competitividade e pela libido.
Com efeito uma taxa elevada de testosterona no sangue causa um aumento de LDL, ou “mau” colesterol, diminui o nível de HDL, o colesterol “bom”, expondo ainda o homem ao risco de AVC e doenças cardíacas. No entanto, se por um lado é verdade que a mulher vive mais tempo, é também verdade que ela está sujeita a doenças crónicas, tais como a osteoporose, ou a doenças auto-imunes (esclerose em placas, lúpus eritematoso, etc.). Actualmente, a diferença  entre as mortalidades masculina e feminina tende a equilibrar-se negativamente, uma vez que as mulheres são mais vulneráveis às doenças tipicamente masculinas. É, por isso, importante que a mulher vigie o seu estado de saúde em todas as etapas da sua vida. E isso desde a adolescência, sensibilizando a jovem  para as regras fundamentais de uma boa alimentação, de uma higiene sã e dos benefícios do exercício físico. Conhecimentos que, postos em prática, lhe permitirão acrescentar “anos à vida e vida aos anos”!

 Da adolescência aos 29 anos:
Quando somos jovens temos tendência a considerar a saúde como um privilégio adquirido de uma vez por todas e então tendemos a prestar-lhe pouca atenção. Por esse motivo, a adolescência e o tempo de criança são os melhores períodos para enraizar as bases de uma vida sã, ao abrigo de doenças graves.
A prevenção primária, baseada no estilo de vida, nasce na mesa, graças a uma alimentação que – como nós sublinhamos frequentemente na nossa revista e segundo as recomendações provenientes de organismos como a OMS (Organiza-
ção Mundial de Saúde) – privilegia vegetais, frutas, legumes, cereais e leguminosas. A soja, em especial, pelo seu conteúdo de flavonóides, ocupa um lugar de destaque na prevenção das perturbações da menopausa. Regra geral, comer sensatamente permite evitar problemas de osteoporose, cancros, esterilidade, ...Uma breve revisão das consultas e exames aconselhados durante este período da vida:
No ginecologista. Desde o início da actividade sexual, mas em qualquer caso a partir dos 18 anos, o esfregaço vaginal torna-se indispensável. Procura-se, em primeiro lugar, sinais de irritação nos órgãos genitais externos e nas paredes da vagina. Em seguida colhem-se algumas células do colo do útero e do canal cervical para despistar a presença de anomalias ou de infecções causadas, por exemplo, pelo vírus papiloma (uma doença sexualmente transmissível que pode degenerar em cancro do colo do útero). Depois desta colheita, o ginecologista examina os ovários, o útero e as trompas. Ele pode, também, procurar a presença de eventuais problemas da parede recto-vaginal fazendo um exame rectal. A frequência ideal seria uma consulta ginecológica anual, e um esfregaço de três em três anos.
Exame da mama. É aconselhável efectuar a auto-palpação mensalmente, no fim do período menstrual e, a partir dos 20 anos, deve ir ao ginecologista de três em três anos para um exame mais profundo. A manifestação de certos sinais (secreção do mamilo, engrossamento ou induração) devem levar a consultar o médico sem demora. A existência de antecedentes familiares de cancro deste tipo, deve conduzir sistematicamente a uma vigilância exercida por exames mais frequentes.
Tensão arterial. Trata-se de um simples controlo que o médico fará regularmente. A tensão não deve ultrapassar o máximo de 14 e o mínimo de 9. Em caso de excesso de peso ou de antecedentes familiares de hipertensão arterial, deve ser vigiada uma vez por ano.
Colesterol. Uma taxa de colesterol elevada (principalmente do tipo LDL) aumenta o risco de doenças cardiovasculares. É, por isso, conveniente planear já os controlos: depois dos 20 anos, uma análise ao colesterol cada 5 anos. Se as taxas são superiores ao normal, diminuir as gorduras animais e praticar mais exercício físico.
Pele. Controlar os sinais existentes no corpo. Se eles mudam de cor ou de forma, deve dizê-lo ao médico e marcar uma consulta dermatológica. Isso é igualmente válido para outras anomalias cutâneas. Entre os 20 e os 40 anos, é recomendável fazer um controlo dermatológico para despistagem de um eventual melanoma (cancro da pele). A aparição de formas acneicas graves deve ser tratada logo que possível para prevenir cicatrizes.
Dentes. Deve ser feita uma visita anual de controlo ao dentista.

Entre os 30 e os 49 anos:
É geralmente durante este período que as mulheres planeiam a gravidez, entram no mundo do trabalho e vêem as suas responsabilidades e o stress aumentar. Produzem-se importantes mudanças que provocam transformações no organismo feminino. Trata-se, também, de uma etapa da vida na qual certas doenças tais como as patologias cardiovasculares e os cancros estão à espreita. É, por esse motivo, indispensável adoptar um modo de vida estável e procurar os sinais precursores de uma eventual doença fazendo controlos regulares.
No ginecologista. Uma visita por ano e um esfregaço de três em três anos. Numerosos ginecologistas aconselham, entretanto, a aumentar a frequência destes exames.
Mama. O diagnóstico precoce é a melhor maneira de vencer o cancro da mama. Nem todos os especialistas estão de acordo quanto à frequência da mamografia (radiografia da mama) que pode detectar lesões cancerosas ou qualquer outra anomalia do tecido mamário. O Instituto Nacional do Cancro (EUA) aconselha as mulheres com mais de 40 anos a efectuar uma mamografia uma vez por ano ou de dois em dois anos. A Sociedade Americana do Cancro sustenta, por seu lado, a necessidade de efectuar este exame anualmente e a Associação Médica Americana aconselha uma mamografia anual unicamente a mulheres com mais de 50 anos. O médico tratará de avaliar a necessidade caso a caso entre os 40 e os 50 anos.
Pele. Depois dos 40 anos, uma visita ao dermatologista uma vez por ano, permite despistar os cancros de pele ou os sinais que apresentem risco.
Exames pré-natais. Uma vez confirmada a gravidez, é conveniente marcar uma consulta ao ginecologista. Aquando da primeira visita, o especialista toma nota de todos os elementos de saúde da mulher e das doenças que ela teve. Ele faz um exame ginecológico completo, incluindo o esfregaço. Mede a tensão arterial e prescreve à paciente análises de sangue, para procurar, além dos exames de rotina, o grupo sanguíneo e a presença de anticorpos contra a hepatite B, a rubéola, a toxoplasmose e o HIV. Aconselhamos igualmente testes para despistar doenças sexualmente transmissíveis. As consultas sucessivas mensais serão breves se não existirem complicações. A legislação prevê três ecografias, uma antes das 12 semanas de amenorreia (para uma datação precisa da gravidez), uma cerca das 20 semanas (para a despistagem de eventuais anomalias) e uma às 36 semanas (para controlar o crescimento e a posição do feto). A presença de diabetes ou de hipertensão representam um factor de risco e necessita, por consequência, de exames especiais.
Fibromas uterinos. Menstruações abundantes e prolongadas, dores pélvicas e necessidade frequente de urinar, são sintomas reveladores da presença de fibromas uterinos. Estas formações benignas devem ser vigiadas; não haverá intervenção a não ser que elas causem problemas realmente graves.
Exame rectal. Após os 40 anos, é aconselhável associar o toque rectal ao exame ginecológico para despistar eventuais anomalias da parede recto-vaginal.
Colesterol. É possível que a colesterolémia aumente após os 40 anos. É conveniente fazer um controlo anual do colesterol total bem como do “mau” colesterol (LDL), responsável por doenças cardiovasculares.
 Entre os 50 e os 69 anos:
Os filhos cresceram e deixaram o lar paterno, a reforma aproxima-se, temos mais tempo para nos ocuparmos connosco próprias. Infelizmente, este período “mais tranquilo” da existência pode ser mal vivido: frequentemente o sentimento de inutilidade e depressão acompanham as modificações fisiológicas naturais (descida das taxas hormonais e outros sintomas da menopausa) e por vezes amplificam estes fenómenos físicos. Para atenuar os efeitos negativos desta idade e desfrutar plenamente das suas vantagens, é suficiente seguir algumas regras, como manter um exercício físico, fazer refeições muito ligeiras à noite ou consumir folatos, nutrientes presentes nos legumes de folhas verdes, nos ovos, nos cereais e nas leveduras, que reduzem o risco de doenças coronárias. Além disso, a vigilância médica continua a ser importante pois neste período da vida o risco de cancro da mama ou do endométrio é muito elevado.
No ginecologista. Os controlos anuais e os esfregaços de dois em dois ou de três em três anos são suficientes. Em certos casos, porém, poderá ser aconselhável o aumento das consultas.
Cancro recto-cólico. Do qual se verificou um aumento nas mulheres após os 50 anos. Na Europa, ele ocupa actualmente o segundo lugar na população feminina e é mais frequente nos países onde a alimentação é rica em gorduras e pobre em alimentos de origem vegetal. A componente genética é certa, por consequência as pessoas cujos progenitores, ou apenas um dos progenitores, tiveram um cancro do cólon, devem submeter-se uma vez por ano a um teste para detectar a presença de sangue nas fezes; será também efectuada uma recto--coloscopia de cinco em cinco anos para procurar eventuais formações pré-cancerosas.
Osteoporose.  50% das fracturas que ocorrem em mulheres com mais de 50 anos devem-se à osteoporose. Para determinar o estado ósseo, será efectuada, por computador, uma medição dos níveis de minerais nos ossos, anualmente ou de dois em dois anos, principalmente ao nível dos pulsos e das vértebras. O que deve ser feito se os valores são inferiores ao normal? No campo alimentar, uma ingestão suficiente de cálcio, uma actividade física, uma terapia hormonal de substituição ou outros medicamentos que actuem sobre o metabolismo do cálcio.
Colesterol. A taxa de colesterol LDL, aquele que aumenta o risco de arteriosclerose (obstrução das artérias por depósitos lipídicos) sobe.  Outras patologias como as doenças coronárias ou o risco de AVC, são derivadas da arteriosclerose. O regime alimentar é o remédio por excelência. Existem, para os casos mais graves, medicamentos que conseguem fazer baixar a taxa de colesterol no sangue.
Mama. Primeiramente, aconselhamos a fazer uma mamografia uma ou duas vezes por ano. Uma biopsia por aspiração pode dar um resultado mais fiável e definitivo.
Coração. As doenças cardiovasculares devem ser as mais temidas. O desaparecimento do ciclo menstrual provoca, com efeito, a perda da protecção mantida pelos estrogéneos. É, então, preferível associar ao controlo da tensão arterial e do colesterol, um electrocardiograma para revelar eventuais disfunções cardíacas. Deve ser evitada uma subida de peso para não sobrecarregar o coração.
Visão. Certas patologias como o glaucoma e a catarata não se manifestam senão quando já atingiram um estado avançado. O glaucoma, devido a uma pressão muito elevada de líquidos no interior do olho, é responsável por 15% dos casos de cegueira dos adultos e necessita de uma terapia contínua. A catarata, ou seja, a opacificação do cristalino, pode aparecer após os 50 anos; esta patologia é hoje em dia facilmente tratável através de uma intervenção de substituição do cristalino, e é efectuada com anestesia local.
É aconselhável, consequentemente, uma ida ao oftalmologista de dois em dois anos; e depois deverá ir a uma consulta anualmente. O exame do fundo do olho permite despistar eventuais patologias da retina, causadas frequentemente por hipertensão, por diabetes e por arteriosclerose.
Audição. Durante este período, assiste-se a uma diminuição inevitável da sensibilidade auditiva. Deve consultar-se um especialista em caso de problemas graves. Já se encontram no comércio, hoje em dia, aparelhos auditivos sofisticados e praticamente invisíveis que ajudam a ultrapassar o problema.

Após os 70 anos:
As pessoas com mais de 70 anos representam 13% da população dos países industrializados. Elas chegaram a essa idade após terem atravessado e ultrapassado épocas particularmente difíceis (doenças infecciosas sem antibióticos, guerras, etc.). Felizmente, a medicina fez, entretanto, grandes progressos que permitem envelhecer com mais serenidade. Manter uma boa higiene mental, criar interesses, cultivar hobbis, rodear-se dos familiares e, porque não, a dimensão espiritual, são elementos muito importantes que aumentam a capacidade de enfrentar estas doenças devidas à idade e as inevitáveis dificuldades físicas também a ela inerentes.
No ginecologista. Metade das mulheres nas quais é diagnosticado um cancro dos ovários tem mais de 65 anos; o único meio de descobrir a tempo esta doença, é a consulta ginecológica anual. Ao contrário do que se pensa, a idade não incide sobre o risco de cancro do colo do útero.
Cancro recto-cólico. A redução da actividade física e a idade avançada são os factores favoráveis à aparição destes cancros. Um diagnóstico precoce não pode ser estabelecido a não ser com controlos regulares. O exame principal a efectuar é a procura de sangue nas fezes. Frequentemente é também necessário recorrer a outros exames para uma verificação mais aprofundada: exploração rectal, sigmoidoscopia e coloscopia (observação das paredes internas do cólon sigmoideu e do cólon com um dispositivo com fibras ópticas). Este cancro manifesta-se por sintomas como a mudança dos hábitos intestinais durante vários dias, sangue nas fezes e, em algumas pacientes, dores abdominais e gástricas.
Osteoporose. Se ainda não foi efectuado, o exame da densidade da massa óssea deve ser feito sem falta nesta altura. Nesta idade, existe provavelmente um certo grau de osteoporose, mais elevado nas fumadoras e em caso de carências alimentares. Medicamentos e exercício físico ajudam notavelmente a afrouxar a perda da massa óssea.
Mama. Entre os 70 e os 80 anos, uma mulher em cada 14 é afectada por cancro da mama, e cerca dos 80 anos, a taxa é de uma em cada 10. A mamografia deve ser feita anualmente ou de dois em dois anos.
Coração. Neste período da vida, as doenças cardiovasculares representam o principal perigo. Por isso, a tensão arterial e o colesterol devem ser controlados. Em caso de suspeita de doença cardíaca, os exames a efectuar são: o electrocardiograma de esforço (a actividade cardíaca é registada durante um período de repouso e durante um período de exercício físico), a angiografia coronária (uma radiografia que mede o calibre das artérias coronárias), o scanner ou a ressonância magnética.
Visão. Apesar de ser normal que a visão diminua, o processo não deve ser suportado passivamente. Certos problemas podem ser prevenidos. O oftalmologista deve ser consultado de dois em dois anos, ou todos os anos em caso de diabetes. Será verificada a existência de glaucoma, cataratas ou degeneração macular (lesão da parte central da retina). Para evitar fatigar os olhos, é por vezes suficiente iluminar adequadamente os locais em que se vive.
Audição. Um terço das pessoas entre os 65 e os 74 anos sofrem de surdez, em vários graus. Para avaliar as situações mais graves, verificar se há dificuldades em compreender as palavras, se os sons mais agudos são mal percebidos ou se não conseguimos distinguir uma pessoa que fala no meio de outros barulhos de fundo. Em seguida virá o exame auditivo. Em caso de insuficiência auditiva, existem próteses adaptadas a certos tipos de surdez. Por vezes é necessário experimentar vários modelos antes de encontrar aquele que melhor se adapta às exigências de cada pessoa.
Pele. Um controlo anual, feito pelo dermatologista, será utilizado para despistar a tempo, eventuais cancros da pele. Após os 70 anos, a pele tem tendência a tornar-se mais seca e a irritar-se mais facilmente, é ainda mais sensível aos raios solares. A regra principal é proteger a pele com a ajuda de cremes apropriados.


Ennio Battista

Extraído da revista Saúde e Lar
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Leite: bom ou mau?


Leite 



    
LEITE: BOM OU MAU?



 


Frank Oski nasceu em 1923 e graduou-se na Faculdade de Medicina da Universidade de Swuartmore, EE.UU. Em 1958 obteve o seu Mestrado na Universidade de Pensilvania.
Levou a cabo seus estudos de pediatria no Hospital da Universidade de Pensilvania e mais tarde estudou Hematologia no Hospital Infantil de Harvard, Boston.
Em 1963 foi eleito sócio do Departamento de Pediatria da Escola de Medicina na Universidade de Pensilvania. Mais tarde assumiu o cargo de Professor e Reitor do departamento de Pediatria no Centro médico da Universidade do Estado de Nova Iorque.
Em 1985 se encarregou do departamento de Pediatria na Escola de Medicina da Universidade de Johns Hopkins.
O hábito de consumir leite de vaca, está relacionado com a falta de ferro em crianças; Uma boa parte da população mundial, é vítima de Cãibras Diarreias e também de múltiplas formas de alergias; E há forte possibilidade de que seja um factor determinante na origem de arteriosclerose e ataques de coração.
Em muitos lugares do mundo e especialmente no este da Azia, África, América do Sul e Europa pessoas há que consideram o leite de vaca inadequado para o consumo de adultos: (Pag.4).
Em 1965 a Escola de Medicina de Johns Hopkins levou a cabo um estudo e descobriram que 15% dos pacientes de raça branca e uns 75% de raça negra não toleram o consumo de leite devido á lactose. A partir de então, se iniciaram estudos a nível Mundial e actualmente sabemos que essas percentagens, são muito maiores. Normalmente o ser humano perde a actividade da lactose no intestino delgado entre a idade de um ano e meio e quatro anos. Este é um acontecimento totalmente normal no processo de maturidade tanto de homens como de outros mamíferos. (Pag. 9)
A natureza, não nos oferece alimentos que contenham lactose, como o leite, depois do período do desmame. (Pag.11)
Quando convertemos o leite em Iogurte, muita da lactose é convertida em glucose ou galactose. De uma forma parecida, quando o queijo curado, muita da lactose se converte em simples açúcar. É por isto que estes produtos são tolerados por pessoas que não toleram o leite. (Pág. 13)
Os problemas Gastrointestinais, podem ser sintomas da intolerância á lactose. (Pag. 16)
Um destes sintomas é o que se origina nas paredes dos intestinos. Dada á intolerância do Leite, os intestinos sangram e vertem entre 1 e 5 milímetros de sangue. O problema é que a quantidade de sangue é pequena para poder ser detectada nas paredes. e só se pode detectar a alteração, mediante análises químicas. Se estima que a metade dos casos de crianças com défices de ferro nos Estados Unidos se devem a este problema gastrointestinal derivado do consumo de leite de vaca. (Pag. 17).
Outra séria complicação que resulta do consumo do leite de vaca, é a nefrose. Um grupo de investigadores da Universidade de Colorado e outro da Escola de Medicina da Universidade de Miami identificaram esta enfermidade em crianças com idades compreendidas entre os dez e os catorze anos. A nefrose é uma alteração dos rins. Esta alteração provoca uma perda permanente de proteínas que desembocam na urina. O resultado desta enfermidade, é um nível baixo de proteínas no sangue; e eventualmente resulta numa acumulação de líquidos, inchaço de mãos e pés. Algumas crianças, podem inclusive, desenvolver nefrose crónicas o que lhe pode levar á morte. Normalmente estas crianças, são tratadas com um tipo de cortisona, mas uma percentagem destas crianças não melhoram com o tratamento da cortisona. Foi com este grupo de crianças, que se fizeram estudos nas duas Universidades Americanas. No princípio, suspeitaram que o problema vinha de algum tipo de alergia. Para sua surpresa descobriram que quando o leite de vaca era eliminado da sua dieta. a perda de proteínas cessava e as crianças recuperavam rapidamente. Depois da dita recuperação, se administrou novamente leite de vaca ás crianças, e num período de um a três dias, as crianças, começavam a perder outra vez os níveis de proteína no sangue. (Pags. 21 y 22)
Certo Cardiologista estudou em certa ocasião os corações de mais de 1.500 crianças que haviam morrido por causas acidentais, melhor dizendo, não morreram de enfermidades. Não obstante, em muitas dessas crianças, se encontraram danos nas artérias coronárias. Quando se tratou de descobrir os factores que determinaram a razão porque umas crianças tiveram danos nas artérias e outros não, foi comprovado que o único factor que diferenciava um grupo do outro, era a alimentação durante a infância. Descobriu-se que a maioria das crianças que haviam sido amamentadas com leite materno, tinham as artérias em condições normais; por outro lado a maioria das crianças que tinham problemas arteriais, haviam sido alimentados com leite de vaca durante a sua infância. É portanto razoável concluir que o leite materno e o leite de vaca, foram determinantes nas mudanças das artérias das crianças. (Pag. 34)
Existem evidências que apoiam a convicção de que as crianças que se alimentam de leite materno durante a lactação, são menos propensas a enfermar do que aquelas que não o utilizam. Na década dos anos trinta se fez um estudo com 20.000 crianças na cidade de Chicago que corrobora com esta idéia. O estudo aconteceu quando os antibióticos para eliminar as infecções bacterianas não existiam. No estudo, um grupo de crianças foi alimentado com leite materno durante os primeiros nove meses de vida; um segundo grupo foi alimentado parcialmente com leite materno; e um terceiro grupo foi alimentado com leite de vaca pasteurizado e açucarado. A todas as crianças, se lhe deu suco de laranja a partir do primeiro mês, e óleo de fígado de bacalhau a partir das seis semanas. Se acrescentou também á dieta cereais a partir do quinto mês e vegetais a partir do sexto mês.
Que aconteceu? A mortalidade das crianças alimentadas à base de leite materno foi de um 1.5/1.000, entretanto a mortalidade das crianças alimentadas à base de leite de vaca se situou em 84.7/1.000 durante os nove primeiros meses de vida. A mortalidade por infecções gastrointestinais foi de 40 vezes superior nas crianças que não foram alimentadas com leite materno, enquanto que a mortalidade por infecções respiratórias foi 120 vezes superior

Estudos anteriores a estes levados a cabo em diferentes cidades americanas mostraram resultados similares. As crianças alimentadas à base de leite de vaca tinham 20 vezes mais possibilidades de morrer durante os primeiros anos de vida do que os não consumiam. (Pags. 38 e 39)
Apesar de um litro de leite de vaca conter 1.200 miligramas de cálcio e um litro de leite materno conter 300 miligramas, uma criança que consuma leite materno assimila mais cálcio que se bebesse leite de vaca. O problema, é que o leite de vaca contem muito fósforo e este elemento interfere na absorção do cálcio. (Pags. 48 e 49)
O leite de uma vaca, por muito sadia que seja, sempre está infectado com bactérias fecais que se depositam no úbere e nas mamas. (Pags. 54)
Se o facto de que o leite contenha bactérias nocivas, não for suficiente para demover os bebedores de leite, a União de Consumidores de EE.UU. encontrou num estudo, que 25 amostras analisadas, só 4, não estavam contaminadas com pesticidas. As outras 21 tinham residuos de hidrocarbonatos clorados. Existem evidências de que estes hidrocarbonatos, á medida que se acumulam no corpo, podem provocar mutações que resultam em deficiências no nascimento duma criança. Estes mesmos hidrocarbonatos, podem produzir câncer. (Pags. 55)
A penicilina é um antibiótico muito utilizado para combater as mastites das vacas. Supostamente não se deve ordenhar as vacas sem que tenham transcorrido 48 horas desde o tratamento da penicilina. Não obstante, ameudo esta norma não se cumpre e a penicilina aparece em pequenas quantidades no leite. Outra substância que se encontra no leite de vaca é a hormona progesterona que se converte em androgénios, que foi implicada como um factor que provoca o acne, pelos no corpo etc. (Pag. 56)
Diarreia, Cãibras, sangue gastrointestinal, anemia, erupções cutâneas, arteriosclerose, e acne, são enfermidades, que segundo se sabe, estão relacionadas com o consumo do leite de vaca. Alem destas enfermidades, crê-se que o consumo de leite de vaca pode estar relacionado com a leucemia, a Esclerose múltipla, a Artrite reumática e as cáries dentárias. (Pag59)
Uma revista médica inglesa, de reputação mundial, “The Lancet”, publicou um editorial intitulado “Atenção á Vaca” Nela se citava uma experiência na qual se alimentou vários chimpanzés recém nascidos com leite de vaca não pasteurizado. Dois dos seis chimpanzés desenvolveram leucemia e morreram. É importante saber que o leite com que foram alimentados estava infectado com um tipo de vírus chamado de tipo C, que é uma infecção comum nas vacas e provoca um tipo de leucemia nas vacas. (Pag. 59 e 60)
É irónico saber que muitas mães dão a seus filhos leite pensando que fortalecem os dentes quando o que provoca é uma destruição dos mesmos. Este dado que foi corroborado por um estudo do odontologista francês Castanho, da Universidade de Pensilvania numa de suas investigações. (Pag. 64)

Traduzido por Dr. Fernando M. Gonçalves (PH-DN) Naturologo.
(Prof. De Oligoterapia e Enzimologia. Pesquisador em matéria de nutrição)}


Extraído do site:  http://www.saudeintegral.com
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Unha de gato


UNHA DE GATO

Tanto poder numa humilde planta






UNHA DE GATO (Cat´s Claw) é uma das plantas medicinais peruanas de maior importância. No 1º Congresso Internacional desta espécie patrocinada pela Organização Mundial da Saúde (WHO), catalogou-se o redescobrimento desta planta amazónica como a mais importante descoberta desde o quinina, árvore peruana descoberto no século XVII.

A Unha de Gato é uma vinha de madeira larga e seu nome é proveniente dos espinhos em forma de gancho que crescem ao longo da vinha e envolvem a planta Unha de Gato. Duas espécies próximas da Uncaria são utilizadas quase como substitutas nas florestas: U. tomentosa e U. guianensis.
Ambas espécies podem alcançar mais de 30 m de altura em seu topo, porém a U. tomentosa possui espinhos pequenos e flores branco-amareladas, enquanto que a U. guianensis possui flores laranja-avermelhadas e espinhos que são mais curvados
A Unha de Gato é uma planta indígena da floresta Amazónica e outras áreas tropicais da América do Sul e Central, incluindo Peru, Colômbia, Equador, Guiana, Trinidad, Venezuela, Suriname, Costa Rica, Guatemala e Panamá. Existem outras espécies de plantas com um nome comum de Unha de Gato (ou uña de gato) no México e América Latina; porém elas são derivadas de uma planta completamente diferente - não pertencente ao género Uncaria ou mesmo à família da Rubiaceae. Muitas variedades da Unha de Gato mexicanas possuem propriedades tóxicas.
Ambas espécies de Uncaria sul americanas são utilizadas pelos índios da Floresta Amazónica de maneiras muito semelhantes além da longa história de uso. A Unha de Gato (U. tomentosa) tem sido utilizada medicinalmente pelas tribos dos Aguaruna, Asháninka, Cashibo, Conibo e Shipibo do Peru por pelo menos 2000 anos.
A tribo indígena Asháninka da região central do Peru possui a história mais antiga registrada com relação ao uso da planta. Elas também são a maior fonte de Unha de Gato do Peru actualmente.

Propriedades
Analgésica, antiinflamatória, antimutagénica, antioxidante,antiproliferativa, antitumoral, antiviral, citoprotetora, citostática, citotóxica, depurativa, diurética, hipotensiva, imuno-estimulante, imunomodulatória.

Indicação
Artrite, intestino, problemas digestivos, coadjuvante no tratamento do cancro, quistos, tumores benignos, doenças infecciosas.

Principios Ativo 
Acetoxidihidronomilina, ácido alfa-trihidroxi-ursenóico, carboxistrictosidina, ácido acetiluncárico, ácido adípico, alcalóides (especiofilina (uncarina D), isomitrafilina, isopteropodina (unicarina E), mitrafilina, pteropodina (unicarina C).

Modo de Usar 
Os Asháninka utilizam a Unha de Gato para tratar asma e inflamações do tracto urinário; para recuperação do parto; assim como purificador dos rins; para cura de ferimentos profundos; para artrite, reumatismo e dor óssea; para controlar inflamação e úlceras gástricas; e para cancro.

Não usar em caso de gravidez

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Cartilagem de tubarão


CARTILAGEM DE TUBARÃO

Do mar para a saúde






Definição de cartilagem de tubarão

A cartilagem de tubarão é um alimento/suplemento maravilhoso. Durante décadas de pesquisas nos Estados Unidos, países da Europa, Cuba, entre outros, chegou-se a mais pura forma de produção da cartilagem de tubarão.
Embora, infelizmente, empresas se aproveitando destes atributos relacionados a cartilagem de tubarão, tenham usado de má fé com seus consumidores, produzindo suplementos sem valor algum, não restam dúvidas os prodígios fantásticos obtidos a partir da terapia com a cartilagem de tubarão. Felizmente, ainda, tais empresas foram descobertas e tenham deixado livre o trabalho para outras empresas que realmente desenvolvem o trabalho com ética e respeito ao consumidor.
O osso se compõe fundamentalmente de sais de cálcio e fósforo. A cartilagem geralmente não contém esses sais, nem os canais microscópicos que, no osso, permitem a passagem de vasos sanguíneos e fibras nervosas. Cartilagens não têm vasos sanguíneos ou nervos, como os ossos têm. O osso e a cartilagem têm, no entanto, algumas semelhança. Ambos começam a formar-se na camada média do embrião, onde as células irão desenvolver-se posteriormente como cartilagem, osso ou tecido conectivo. Além disso, tanto o osso como a cartilagem contêm colágeno, a principal proteína de sustentação da pele e dos tendões, assim como da cartilagem e do osso.
Além dos tubarões terem uma percentagem de cartilagem maior do que os mamíferos, a cartilagem dos tubarões também difere-se por possuir alguma calcificação. A cartilagem de tubarão é reforçada, em pontos submetidos a esforço, por placas de apatita, uma substância composta de fosfatos e carbonatos de cálcio. Na maioria dos animais, tal calcificação limita-se geralmente às áreas superficiais, mas as vértebras do tubarão devem suportar as tensões associadas aos movimentos da natação, sendo portanto com frequência reforçadas.

Componentes da cartilagem de tubarão
A simples análise química mostra que a cartilagem de tubarão seca e inalterada consiste aproximadamente em 41% de cinza, 39% de proteína, 12% de carboidrato, 7% de água, menos de 1% de fibra e menos que 0,3% de gordura. A cinza é 60% cálcio e fósforo, na proporção de duas partes de cálcio por uma de fósforo. Quase não há metais pesados na cinza, porque, sem vasos sanguíneos na cartilagem, esses metais, encontrados muitas vezes em quantidades mínimas na carne de tubarão, não têm como depositar-se na cartilagem. Os altos níveis de cálcio e fósforo resultam da calcificação da cartilagem, especialmente a da coluna vertebral.
Embora a proteína que funciona como inibidor da vascularização tumoral esteja diluída até certo ponto pelo cálcio, fósforo, carboidratos e outros componentes naturais, os diluentes desempenham um papel activo no controlo da doença. Os mucopolissacarídeos nos carboidratos estimulam o sistema de imunidade, que trabalha em sinergia com a proteína no combate à doença, e o cálcio e o fósforo orgânicos são usados metabolicamente como nutrientes.


Indicações do uso da cartilagem de tubarão


Cancro X cartilagem de tubarão

Obviamente a cartilagem de tubarão oferece imenso potencial para a prevenção e cura do cancro. Parece, entretanto, que ela pode ter também profundo efeito em portadores de outras doenças. Devido ao seu potencial inibidorda angiogênese, a cartilagem de tubarão tem sido apontada como um potente alimento/suplemento na luta contra os diversos tipos de cancro, enfermidade esta que atinge a milhões de pessoas em todo o mundo.
Quando citamos que a cartilagem de tubarão é um potente inibidor da angiogênese significa que ela tem a capacidade de diminuir a formação da vascularização que irrigam os tumores. É necessário saber que os tumores se desenvolvem por que são altamente irrigados, altamente "alimentados", sendo assim, ter na natureza um alimento/suplemento capaz de inibir esta "alimentação" para os tumores é algo realmente fantástico.
Uma das substâncias examinadas pelo DR. Folkman em 1991 era cartilagem de tubarão, de origem natural e tendo sido usada para inibir a angiogênese. Das várias substâncias testadas pelo Dr. Folkman - excepto a cartilagem de tubarão - apresentaram algum nível de toxicidade e não poderiam ser usadas por um longo período. O uso de inibição da angiogênese como preventivo necessita de administração de longo prazo, logo, o nível de toxicidade deve ser muito baixa ou inexistente no inibidor ministrado. Quer a terapia antiangiogénica seja usada isoladamente ou em conjunto com a quimioterapia convencional, o Dr. Folkman escreve em seu livro Biologic Therapy of Cancer que: "É evidente que inibidores de angiogénese podem precisar ser administrado por períodos prolongados. Essa terapia de longo prazo exigirá compostos de baixa toxicidade."
A Dra. Patrícia D'Amore e o Dr. Michel Klagsbrun, da Escola de Medicina de Harvard e do Hospital Infantil de Boston, têm ressalvado a necessidade de estudos que nos ensinem como controlar a angiogénese que ocorre na vascularização de tumores, na retinopatia diabética e na artrite reumatóide. O Dr. Judah Folkman, cuja hipótese sobre a angiogénese estimulou boa parte da pesquisa, também acredita que terapias para muitas doenças possam resultar da pesquisa sobre angiogénese.
Enquanto o cancro atinge mais de 1 milhão de novas vítimas cada ano só nos Estados Unidos, 70 milhões de norte-americanos sofrem de artrite. Cerca de 15% da população mundial padecem de osteoartrite, que assim se torna um dos distúrbios crónicos mais comuns. A zona lombar, braços, pernas, dedos, joelhos e ombros são apenas algumas das partes afectadas. Muitas pessoas ficam quase imobilizadas pela doença, ou pela artrite reumatóide, ainda mais debilitante. Neste sentido, foram desenvolvidas diversas pesquisas provando o potencial benéfico da cartilagem de tubarão nestas patologias.

Artrite reumatóide X cartilagem de tubarão
A artrite reumatóide é uma doença inflamatória que afecta inicialmente as junções do corpo. Defeitos de articulação, perda muscular e destruição de ossos e cartilagens estão associados a esta moléstia. A artrite reumatóide varia quanto à sua gravidade, de um incómodo relativamente trivial que acontece um vez e nunca mais, a uma condição crónica que envolve uma ou várias juntas, até uma forma que ocasiona completa invalidez. Existem nos Estados Unidos cerca de oito milhões de portadores de artrite reumatóide que precisam de atendimento médico.
A regressão natural da artrite reumatóide não acontece, porque a cartilagem é um tecido com um dos ritmos de renovação mais lentos do corpo. A cirurgia - substituição protética total ou parcial - produz as melhorias mais rápidas e notáveis. Entretanto, ela é cara, utiliza recursos valiosos, nem sempre é totalmente bem-sucedida e acarreta o risco inerente de infecção e mortalidade, sobretudo nos idosos. Os riscos e custos se multiplicam, por certo, quando o paciente está afectado em várias articulações importantes, o que é bastante comum. Não surpreende que o Dr. John Prudden tenha escrito, na edição do verão de 1974 dos Seminars in Arthitis and Rheumatism: "um material (cartilagem de tubarão) de tamanho potencial benéfico para tantos milhões de pessoas deveria ser acessível ao público em geral o quanto antes possível."
Embora a causa da artrite reumatóide ainda seja um mistério, sabe-se que o crescimento anormal de capilares pode destruir a cartilagem da juntura; logo, a angiogénese persistente parece estar na raiz da doença. Com base na associação entre artrite e cartilagem, o Dr. Prudden realizou um estudo, envolvendo nove pessoas entre 43 e 49 anos com artrite reumatóide grave. Inicialmente, todas as nove apresentavam dor e rigidez grave, acentuado inchaço das junções e imagens de raios X típicas da doença. O Dr. Prudden verificou que uma dose de 500cc (centímetros cúbicos) de cartilagem de tubarão administrada por via subcutânea, por 10 a 35 dias, e seguida de doses de reforço a intervalos de três ou quatro semanas segundo a necessidade, trazia resultados assombrosamente bons. Os resultados apresentavam que um terço dos artríticos evoluíram de avaliações graves para excelentes; dois terços restantes foram da dor severa a uma avaliação boa, sendo que o único tratamento foi uma dose diária de cartilagem de tubarão.

Osteoartrite x cartilagem de tubarão
Osteoartrite ou osteartrose, é um doença destrutiva da cartilagem articular, localizada nas junturas. Esta degenerativa das juntas é o distúrbio reumático mais corrente que afecta o sistema musculoesquelético: 40 milhões de pessoas sofrem dele nos Estados Unidos.
A osteortrite provavelmente resulta, pelo menos até certo ponto , de resposta ao sistema de imunidade. Pressão excessiva pode causar fragmentação da cartilagem em pontos de esforço intenso. Os pesquisadores pensam que o sistema imune do corpo pode interpretar os fragmentos como ferimento. A reação do corpo frente ao "ferimento" seria gerar inflamação no local, resultando em inchaço e alguns dos sistemas dolorosos da osteoartrite. Como a cartilagem não possui nervos, a dor padecia pelo paciente com osteoartrite não se origina na cartilagem. A osteoartrite também pode começar com degeneração e adelgaçamento da cartilagem articular. A posterior invasão da cartilagem, normalmente avascular, por vasos sanguíneos provoca sua calcificação.
A cartilagem de tubarão parece bloquear o processo angiogénico, assim reduzindo significativamente a inflamação e a dor na articulação. Esses efeitos decorrem em parte do conteúdo abundante e eficaz de mucopolissacarídeos na cartilagem de tubarão. Em todos os casos, imobilidade e dor de artrite resultam da inflamação. Os mucopolissacarídeos que combatem a inflamação trabalham junto com a proteínas inibidoras da angiogénese para produzir uma resposta muito mais significativa do que qualquer um deles produziria agindo isoladamente.
Um estudo realizado pelo Dr. John Prudden no princípio da década de 70, 28 pacientes artríticos, todos com dor intensa e grande incapacidade funcional, receberam injeções de um preparado de cartilagem de tubarão por um período de três a oito semanas. Dezenove casos apresentaram resultados classificados como "excelentes", seis foram considerados "bons" e três foram considerados "regulares" ou "sem reação". Nenhum mostrou sinais de toxicidade ou efeitos adversos.
Outro estudo com cartilagem de tubarão foi efetuado em 1988 pelo Dr. Orloff, um dos principais em artrite da Europa Ocidental. O Dr. Orloff administrou cartilagem de tubarão seca a seres humanos, dando-lhes nove gramas por dia durante quatro semanas, continuando com quatro gramas por um longo período. Ele ficou impressionado com os resultados, particularmente o de uma mulher de 49 anos com doença articular femopatelar degenerativa. O nível de dor da mulher diminui 50% depois das duas primeiras semanas, e depois em mais 50% 50% após seis semanas. Ela declarou que podia dobrar ambos os joelhos e nas costas com menos dor enquanto fazia as tarefas do dia-a-dia, e que sentia como se tivesse com os músculos firmes.
A partir dos anos 80, foram realizados estudos em cinco clínicas de cinco países da Europa Oriental. Num período de 10 anos, o pacientes que recebiam o preparado de cartilagem de tubarão perderam em média 20 dias de trabalho por ano; já os pacientes que não receberam a cartilagem de tubarão perderam um número de dias sempre crescente, atingindo em média um total de 180 dias no décimo ano.
Em 1989, o Dr. Carlos Luís Alpizar, diretor do programa geriátrico nacional na Costa Rica, deu doses orais de cartilagem de tubarão a 10 pacientes que padeciam de osteoartrite tão grave que estavam acamados. Depois de três semanas, oito dos pacientes estavam em tratamento ambulatorial.


Contra-indicações do uso da cartilagem
Pelo facto da cartilagem de tubarão ser um alimento / Suplemento de baixa toxicidade não foram descritas em literatura quaisquer contra-indicações.
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