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Saúde da mulher nas suas várias idades






SAÚDE DA MULHER
nas suas várias idades










As mulheres vivem mais anos (cerca de dez anos mais) do que os homens. Com efeito, uma constatação válida em todas as latitudes do mundo. Esta diferença de esperança de vida será, segundo os cientistas, devida às hormonas. A mortalidade masculina estará ligada à toxicidade da testosterona, a hormona masculina responsável pela agressividade, pela competitividade e pela libido.
Com efeito uma taxa elevada de testosterona no sangue causa um aumento de LDL, ou “mau” colesterol, diminui o nível de HDL, o colesterol “bom”, expondo ainda o homem ao risco de AVC e doenças cardíacas. No entanto, se por um lado é verdade que a mulher vive mais tempo, é também verdade que ela está sujeita a doenças crónicas, tais como a osteoporose, ou a doenças auto-imunes (esclerose em placas, lúpus eritematoso, etc.). Actualmente, a diferença  entre as mortalidades masculina e feminina tende a equilibrar-se negativamente, uma vez que as mulheres são mais vulneráveis às doenças tipicamente masculinas. É, por isso, importante que a mulher vigie o seu estado de saúde em todas as etapas da sua vida. E isso desde a adolescência, sensibilizando a jovem  para as regras fundamentais de uma boa alimentação, de uma higiene sã e dos benefícios do exercício físico. Conhecimentos que, postos em prática, lhe permitirão acrescentar “anos à vida e vida aos anos”!

 Da adolescência aos 29 anos:
Quando somos jovens temos tendência a considerar a saúde como um privilégio adquirido de uma vez por todas e então tendemos a prestar-lhe pouca atenção. Por esse motivo, a adolescência e o tempo de criança são os melhores períodos para enraizar as bases de uma vida sã, ao abrigo de doenças graves.
A prevenção primária, baseada no estilo de vida, nasce na mesa, graças a uma alimentação que – como nós sublinhamos frequentemente na nossa revista e segundo as recomendações provenientes de organismos como a OMS (Organiza-
ção Mundial de Saúde) – privilegia vegetais, frutas, legumes, cereais e leguminosas. A soja, em especial, pelo seu conteúdo de flavonóides, ocupa um lugar de destaque na prevenção das perturbações da menopausa. Regra geral, comer sensatamente permite evitar problemas de osteoporose, cancros, esterilidade, ...Uma breve revisão das consultas e exames aconselhados durante este período da vida:
No ginecologista. Desde o início da actividade sexual, mas em qualquer caso a partir dos 18 anos, o esfregaço vaginal torna-se indispensável. Procura-se, em primeiro lugar, sinais de irritação nos órgãos genitais externos e nas paredes da vagina. Em seguida colhem-se algumas células do colo do útero e do canal cervical para despistar a presença de anomalias ou de infecções causadas, por exemplo, pelo vírus papiloma (uma doença sexualmente transmissível que pode degenerar em cancro do colo do útero). Depois desta colheita, o ginecologista examina os ovários, o útero e as trompas. Ele pode, também, procurar a presença de eventuais problemas da parede recto-vaginal fazendo um exame rectal. A frequência ideal seria uma consulta ginecológica anual, e um esfregaço de três em três anos.
Exame da mama. É aconselhável efectuar a auto-palpação mensalmente, no fim do período menstrual e, a partir dos 20 anos, deve ir ao ginecologista de três em três anos para um exame mais profundo. A manifestação de certos sinais (secreção do mamilo, engrossamento ou induração) devem levar a consultar o médico sem demora. A existência de antecedentes familiares de cancro deste tipo, deve conduzir sistematicamente a uma vigilância exercida por exames mais frequentes.
Tensão arterial. Trata-se de um simples controlo que o médico fará regularmente. A tensão não deve ultrapassar o máximo de 14 e o mínimo de 9. Em caso de excesso de peso ou de antecedentes familiares de hipertensão arterial, deve ser vigiada uma vez por ano.
Colesterol. Uma taxa de colesterol elevada (principalmente do tipo LDL) aumenta o risco de doenças cardiovasculares. É, por isso, conveniente planear já os controlos: depois dos 20 anos, uma análise ao colesterol cada 5 anos. Se as taxas são superiores ao normal, diminuir as gorduras animais e praticar mais exercício físico.
Pele. Controlar os sinais existentes no corpo. Se eles mudam de cor ou de forma, deve dizê-lo ao médico e marcar uma consulta dermatológica. Isso é igualmente válido para outras anomalias cutâneas. Entre os 20 e os 40 anos, é recomendável fazer um controlo dermatológico para despistagem de um eventual melanoma (cancro da pele). A aparição de formas acneicas graves deve ser tratada logo que possível para prevenir cicatrizes.
Dentes. Deve ser feita uma visita anual de controlo ao dentista.

Entre os 30 e os 49 anos:
É geralmente durante este período que as mulheres planeiam a gravidez, entram no mundo do trabalho e vêem as suas responsabilidades e o stress aumentar. Produzem-se importantes mudanças que provocam transformações no organismo feminino. Trata-se, também, de uma etapa da vida na qual certas doenças tais como as patologias cardiovasculares e os cancros estão à espreita. É, por esse motivo, indispensável adoptar um modo de vida estável e procurar os sinais precursores de uma eventual doença fazendo controlos regulares.
No ginecologista. Uma visita por ano e um esfregaço de três em três anos. Numerosos ginecologistas aconselham, entretanto, a aumentar a frequência destes exames.
Mama. O diagnóstico precoce é a melhor maneira de vencer o cancro da mama. Nem todos os especialistas estão de acordo quanto à frequência da mamografia (radiografia da mama) que pode detectar lesões cancerosas ou qualquer outra anomalia do tecido mamário. O Instituto Nacional do Cancro (EUA) aconselha as mulheres com mais de 40 anos a efectuar uma mamografia uma vez por ano ou de dois em dois anos. A Sociedade Americana do Cancro sustenta, por seu lado, a necessidade de efectuar este exame anualmente e a Associação Médica Americana aconselha uma mamografia anual unicamente a mulheres com mais de 50 anos. O médico tratará de avaliar a necessidade caso a caso entre os 40 e os 50 anos.
Pele. Depois dos 40 anos, uma visita ao dermatologista uma vez por ano, permite despistar os cancros de pele ou os sinais que apresentem risco.
Exames pré-natais. Uma vez confirmada a gravidez, é conveniente marcar uma consulta ao ginecologista. Aquando da primeira visita, o especialista toma nota de todos os elementos de saúde da mulher e das doenças que ela teve. Ele faz um exame ginecológico completo, incluindo o esfregaço. Mede a tensão arterial e prescreve à paciente análises de sangue, para procurar, além dos exames de rotina, o grupo sanguíneo e a presença de anticorpos contra a hepatite B, a rubéola, a toxoplasmose e o HIV. Aconselhamos igualmente testes para despistar doenças sexualmente transmissíveis. As consultas sucessivas mensais serão breves se não existirem complicações. A legislação prevê três ecografias, uma antes das 12 semanas de amenorreia (para uma datação precisa da gravidez), uma cerca das 20 semanas (para a despistagem de eventuais anomalias) e uma às 36 semanas (para controlar o crescimento e a posição do feto). A presença de diabetes ou de hipertensão representam um factor de risco e necessita, por consequência, de exames especiais.
Fibromas uterinos. Menstruações abundantes e prolongadas, dores pélvicas e necessidade frequente de urinar, são sintomas reveladores da presença de fibromas uterinos. Estas formações benignas devem ser vigiadas; não haverá intervenção a não ser que elas causem problemas realmente graves.
Exame rectal. Após os 40 anos, é aconselhável associar o toque rectal ao exame ginecológico para despistar eventuais anomalias da parede recto-vaginal.
Colesterol. É possível que a colesterolémia aumente após os 40 anos. É conveniente fazer um controlo anual do colesterol total bem como do “mau” colesterol (LDL), responsável por doenças cardiovasculares.
 Entre os 50 e os 69 anos:
Os filhos cresceram e deixaram o lar paterno, a reforma aproxima-se, temos mais tempo para nos ocuparmos connosco próprias. Infelizmente, este período “mais tranquilo” da existência pode ser mal vivido: frequentemente o sentimento de inutilidade e depressão acompanham as modificações fisiológicas naturais (descida das taxas hormonais e outros sintomas da menopausa) e por vezes amplificam estes fenómenos físicos. Para atenuar os efeitos negativos desta idade e desfrutar plenamente das suas vantagens, é suficiente seguir algumas regras, como manter um exercício físico, fazer refeições muito ligeiras à noite ou consumir folatos, nutrientes presentes nos legumes de folhas verdes, nos ovos, nos cereais e nas leveduras, que reduzem o risco de doenças coronárias. Além disso, a vigilância médica continua a ser importante pois neste período da vida o risco de cancro da mama ou do endométrio é muito elevado.
No ginecologista. Os controlos anuais e os esfregaços de dois em dois ou de três em três anos são suficientes. Em certos casos, porém, poderá ser aconselhável o aumento das consultas.
Cancro recto-cólico. Do qual se verificou um aumento nas mulheres após os 50 anos. Na Europa, ele ocupa actualmente o segundo lugar na população feminina e é mais frequente nos países onde a alimentação é rica em gorduras e pobre em alimentos de origem vegetal. A componente genética é certa, por consequência as pessoas cujos progenitores, ou apenas um dos progenitores, tiveram um cancro do cólon, devem submeter-se uma vez por ano a um teste para detectar a presença de sangue nas fezes; será também efectuada uma recto--coloscopia de cinco em cinco anos para procurar eventuais formações pré-cancerosas.
Osteoporose.  50% das fracturas que ocorrem em mulheres com mais de 50 anos devem-se à osteoporose. Para determinar o estado ósseo, será efectuada, por computador, uma medição dos níveis de minerais nos ossos, anualmente ou de dois em dois anos, principalmente ao nível dos pulsos e das vértebras. O que deve ser feito se os valores são inferiores ao normal? No campo alimentar, uma ingestão suficiente de cálcio, uma actividade física, uma terapia hormonal de substituição ou outros medicamentos que actuem sobre o metabolismo do cálcio.
Colesterol. A taxa de colesterol LDL, aquele que aumenta o risco de arteriosclerose (obstrução das artérias por depósitos lipídicos) sobe.  Outras patologias como as doenças coronárias ou o risco de AVC, são derivadas da arteriosclerose. O regime alimentar é o remédio por excelência. Existem, para os casos mais graves, medicamentos que conseguem fazer baixar a taxa de colesterol no sangue.
Mama. Primeiramente, aconselhamos a fazer uma mamografia uma ou duas vezes por ano. Uma biopsia por aspiração pode dar um resultado mais fiável e definitivo.
Coração. As doenças cardiovasculares devem ser as mais temidas. O desaparecimento do ciclo menstrual provoca, com efeito, a perda da protecção mantida pelos estrogéneos. É, então, preferível associar ao controlo da tensão arterial e do colesterol, um electrocardiograma para revelar eventuais disfunções cardíacas. Deve ser evitada uma subida de peso para não sobrecarregar o coração.
Visão. Certas patologias como o glaucoma e a catarata não se manifestam senão quando já atingiram um estado avançado. O glaucoma, devido a uma pressão muito elevada de líquidos no interior do olho, é responsável por 15% dos casos de cegueira dos adultos e necessita de uma terapia contínua. A catarata, ou seja, a opacificação do cristalino, pode aparecer após os 50 anos; esta patologia é hoje em dia facilmente tratável através de uma intervenção de substituição do cristalino, e é efectuada com anestesia local.
É aconselhável, consequentemente, uma ida ao oftalmologista de dois em dois anos; e depois deverá ir a uma consulta anualmente. O exame do fundo do olho permite despistar eventuais patologias da retina, causadas frequentemente por hipertensão, por diabetes e por arteriosclerose.
Audição. Durante este período, assiste-se a uma diminuição inevitável da sensibilidade auditiva. Deve consultar-se um especialista em caso de problemas graves. Já se encontram no comércio, hoje em dia, aparelhos auditivos sofisticados e praticamente invisíveis que ajudam a ultrapassar o problema.

Após os 70 anos:
As pessoas com mais de 70 anos representam 13% da população dos países industrializados. Elas chegaram a essa idade após terem atravessado e ultrapassado épocas particularmente difíceis (doenças infecciosas sem antibióticos, guerras, etc.). Felizmente, a medicina fez, entretanto, grandes progressos que permitem envelhecer com mais serenidade. Manter uma boa higiene mental, criar interesses, cultivar hobbis, rodear-se dos familiares e, porque não, a dimensão espiritual, são elementos muito importantes que aumentam a capacidade de enfrentar estas doenças devidas à idade e as inevitáveis dificuldades físicas também a ela inerentes.
No ginecologista. Metade das mulheres nas quais é diagnosticado um cancro dos ovários tem mais de 65 anos; o único meio de descobrir a tempo esta doença, é a consulta ginecológica anual. Ao contrário do que se pensa, a idade não incide sobre o risco de cancro do colo do útero.
Cancro recto-cólico. A redução da actividade física e a idade avançada são os factores favoráveis à aparição destes cancros. Um diagnóstico precoce não pode ser estabelecido a não ser com controlos regulares. O exame principal a efectuar é a procura de sangue nas fezes. Frequentemente é também necessário recorrer a outros exames para uma verificação mais aprofundada: exploração rectal, sigmoidoscopia e coloscopia (observação das paredes internas do cólon sigmoideu e do cólon com um dispositivo com fibras ópticas). Este cancro manifesta-se por sintomas como a mudança dos hábitos intestinais durante vários dias, sangue nas fezes e, em algumas pacientes, dores abdominais e gástricas.
Osteoporose. Se ainda não foi efectuado, o exame da densidade da massa óssea deve ser feito sem falta nesta altura. Nesta idade, existe provavelmente um certo grau de osteoporose, mais elevado nas fumadoras e em caso de carências alimentares. Medicamentos e exercício físico ajudam notavelmente a afrouxar a perda da massa óssea.
Mama. Entre os 70 e os 80 anos, uma mulher em cada 14 é afectada por cancro da mama, e cerca dos 80 anos, a taxa é de uma em cada 10. A mamografia deve ser feita anualmente ou de dois em dois anos.
Coração. Neste período da vida, as doenças cardiovasculares representam o principal perigo. Por isso, a tensão arterial e o colesterol devem ser controlados. Em caso de suspeita de doença cardíaca, os exames a efectuar são: o electrocardiograma de esforço (a actividade cardíaca é registada durante um período de repouso e durante um período de exercício físico), a angiografia coronária (uma radiografia que mede o calibre das artérias coronárias), o scanner ou a ressonância magnética.
Visão. Apesar de ser normal que a visão diminua, o processo não deve ser suportado passivamente. Certos problemas podem ser prevenidos. O oftalmologista deve ser consultado de dois em dois anos, ou todos os anos em caso de diabetes. Será verificada a existência de glaucoma, cataratas ou degeneração macular (lesão da parte central da retina). Para evitar fatigar os olhos, é por vezes suficiente iluminar adequadamente os locais em que se vive.
Audição. Um terço das pessoas entre os 65 e os 74 anos sofrem de surdez, em vários graus. Para avaliar as situações mais graves, verificar se há dificuldades em compreender as palavras, se os sons mais agudos são mal percebidos ou se não conseguimos distinguir uma pessoa que fala no meio de outros barulhos de fundo. Em seguida virá o exame auditivo. Em caso de insuficiência auditiva, existem próteses adaptadas a certos tipos de surdez. Por vezes é necessário experimentar vários modelos antes de encontrar aquele que melhor se adapta às exigências de cada pessoa.
Pele. Um controlo anual, feito pelo dermatologista, será utilizado para despistar a tempo, eventuais cancros da pele. Após os 70 anos, a pele tem tendência a tornar-se mais seca e a irritar-se mais facilmente, é ainda mais sensível aos raios solares. A regra principal é proteger a pele com a ajuda de cremes apropriados.


Ennio Battista

Extraído da revista Saúde e Lar
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Cartilagem de tubarão


CARTILAGEM DE TUBARÃO

Do mar para a saúde






Definição de cartilagem de tubarão

A cartilagem de tubarão é um alimento/suplemento maravilhoso. Durante décadas de pesquisas nos Estados Unidos, países da Europa, Cuba, entre outros, chegou-se a mais pura forma de produção da cartilagem de tubarão.
Embora, infelizmente, empresas se aproveitando destes atributos relacionados a cartilagem de tubarão, tenham usado de má fé com seus consumidores, produzindo suplementos sem valor algum, não restam dúvidas os prodígios fantásticos obtidos a partir da terapia com a cartilagem de tubarão. Felizmente, ainda, tais empresas foram descobertas e tenham deixado livre o trabalho para outras empresas que realmente desenvolvem o trabalho com ética e respeito ao consumidor.
O osso se compõe fundamentalmente de sais de cálcio e fósforo. A cartilagem geralmente não contém esses sais, nem os canais microscópicos que, no osso, permitem a passagem de vasos sanguíneos e fibras nervosas. Cartilagens não têm vasos sanguíneos ou nervos, como os ossos têm. O osso e a cartilagem têm, no entanto, algumas semelhança. Ambos começam a formar-se na camada média do embrião, onde as células irão desenvolver-se posteriormente como cartilagem, osso ou tecido conectivo. Além disso, tanto o osso como a cartilagem contêm colágeno, a principal proteína de sustentação da pele e dos tendões, assim como da cartilagem e do osso.
Além dos tubarões terem uma percentagem de cartilagem maior do que os mamíferos, a cartilagem dos tubarões também difere-se por possuir alguma calcificação. A cartilagem de tubarão é reforçada, em pontos submetidos a esforço, por placas de apatita, uma substância composta de fosfatos e carbonatos de cálcio. Na maioria dos animais, tal calcificação limita-se geralmente às áreas superficiais, mas as vértebras do tubarão devem suportar as tensões associadas aos movimentos da natação, sendo portanto com frequência reforçadas.

Componentes da cartilagem de tubarão
A simples análise química mostra que a cartilagem de tubarão seca e inalterada consiste aproximadamente em 41% de cinza, 39% de proteína, 12% de carboidrato, 7% de água, menos de 1% de fibra e menos que 0,3% de gordura. A cinza é 60% cálcio e fósforo, na proporção de duas partes de cálcio por uma de fósforo. Quase não há metais pesados na cinza, porque, sem vasos sanguíneos na cartilagem, esses metais, encontrados muitas vezes em quantidades mínimas na carne de tubarão, não têm como depositar-se na cartilagem. Os altos níveis de cálcio e fósforo resultam da calcificação da cartilagem, especialmente a da coluna vertebral.
Embora a proteína que funciona como inibidor da vascularização tumoral esteja diluída até certo ponto pelo cálcio, fósforo, carboidratos e outros componentes naturais, os diluentes desempenham um papel activo no controlo da doença. Os mucopolissacarídeos nos carboidratos estimulam o sistema de imunidade, que trabalha em sinergia com a proteína no combate à doença, e o cálcio e o fósforo orgânicos são usados metabolicamente como nutrientes.


Indicações do uso da cartilagem de tubarão


Cancro X cartilagem de tubarão

Obviamente a cartilagem de tubarão oferece imenso potencial para a prevenção e cura do cancro. Parece, entretanto, que ela pode ter também profundo efeito em portadores de outras doenças. Devido ao seu potencial inibidorda angiogênese, a cartilagem de tubarão tem sido apontada como um potente alimento/suplemento na luta contra os diversos tipos de cancro, enfermidade esta que atinge a milhões de pessoas em todo o mundo.
Quando citamos que a cartilagem de tubarão é um potente inibidor da angiogênese significa que ela tem a capacidade de diminuir a formação da vascularização que irrigam os tumores. É necessário saber que os tumores se desenvolvem por que são altamente irrigados, altamente "alimentados", sendo assim, ter na natureza um alimento/suplemento capaz de inibir esta "alimentação" para os tumores é algo realmente fantástico.
Uma das substâncias examinadas pelo DR. Folkman em 1991 era cartilagem de tubarão, de origem natural e tendo sido usada para inibir a angiogênese. Das várias substâncias testadas pelo Dr. Folkman - excepto a cartilagem de tubarão - apresentaram algum nível de toxicidade e não poderiam ser usadas por um longo período. O uso de inibição da angiogênese como preventivo necessita de administração de longo prazo, logo, o nível de toxicidade deve ser muito baixa ou inexistente no inibidor ministrado. Quer a terapia antiangiogénica seja usada isoladamente ou em conjunto com a quimioterapia convencional, o Dr. Folkman escreve em seu livro Biologic Therapy of Cancer que: "É evidente que inibidores de angiogénese podem precisar ser administrado por períodos prolongados. Essa terapia de longo prazo exigirá compostos de baixa toxicidade."
A Dra. Patrícia D'Amore e o Dr. Michel Klagsbrun, da Escola de Medicina de Harvard e do Hospital Infantil de Boston, têm ressalvado a necessidade de estudos que nos ensinem como controlar a angiogénese que ocorre na vascularização de tumores, na retinopatia diabética e na artrite reumatóide. O Dr. Judah Folkman, cuja hipótese sobre a angiogénese estimulou boa parte da pesquisa, também acredita que terapias para muitas doenças possam resultar da pesquisa sobre angiogénese.
Enquanto o cancro atinge mais de 1 milhão de novas vítimas cada ano só nos Estados Unidos, 70 milhões de norte-americanos sofrem de artrite. Cerca de 15% da população mundial padecem de osteoartrite, que assim se torna um dos distúrbios crónicos mais comuns. A zona lombar, braços, pernas, dedos, joelhos e ombros são apenas algumas das partes afectadas. Muitas pessoas ficam quase imobilizadas pela doença, ou pela artrite reumatóide, ainda mais debilitante. Neste sentido, foram desenvolvidas diversas pesquisas provando o potencial benéfico da cartilagem de tubarão nestas patologias.

Artrite reumatóide X cartilagem de tubarão
A artrite reumatóide é uma doença inflamatória que afecta inicialmente as junções do corpo. Defeitos de articulação, perda muscular e destruição de ossos e cartilagens estão associados a esta moléstia. A artrite reumatóide varia quanto à sua gravidade, de um incómodo relativamente trivial que acontece um vez e nunca mais, a uma condição crónica que envolve uma ou várias juntas, até uma forma que ocasiona completa invalidez. Existem nos Estados Unidos cerca de oito milhões de portadores de artrite reumatóide que precisam de atendimento médico.
A regressão natural da artrite reumatóide não acontece, porque a cartilagem é um tecido com um dos ritmos de renovação mais lentos do corpo. A cirurgia - substituição protética total ou parcial - produz as melhorias mais rápidas e notáveis. Entretanto, ela é cara, utiliza recursos valiosos, nem sempre é totalmente bem-sucedida e acarreta o risco inerente de infecção e mortalidade, sobretudo nos idosos. Os riscos e custos se multiplicam, por certo, quando o paciente está afectado em várias articulações importantes, o que é bastante comum. Não surpreende que o Dr. John Prudden tenha escrito, na edição do verão de 1974 dos Seminars in Arthitis and Rheumatism: "um material (cartilagem de tubarão) de tamanho potencial benéfico para tantos milhões de pessoas deveria ser acessível ao público em geral o quanto antes possível."
Embora a causa da artrite reumatóide ainda seja um mistério, sabe-se que o crescimento anormal de capilares pode destruir a cartilagem da juntura; logo, a angiogénese persistente parece estar na raiz da doença. Com base na associação entre artrite e cartilagem, o Dr. Prudden realizou um estudo, envolvendo nove pessoas entre 43 e 49 anos com artrite reumatóide grave. Inicialmente, todas as nove apresentavam dor e rigidez grave, acentuado inchaço das junções e imagens de raios X típicas da doença. O Dr. Prudden verificou que uma dose de 500cc (centímetros cúbicos) de cartilagem de tubarão administrada por via subcutânea, por 10 a 35 dias, e seguida de doses de reforço a intervalos de três ou quatro semanas segundo a necessidade, trazia resultados assombrosamente bons. Os resultados apresentavam que um terço dos artríticos evoluíram de avaliações graves para excelentes; dois terços restantes foram da dor severa a uma avaliação boa, sendo que o único tratamento foi uma dose diária de cartilagem de tubarão.

Osteoartrite x cartilagem de tubarão
Osteoartrite ou osteartrose, é um doença destrutiva da cartilagem articular, localizada nas junturas. Esta degenerativa das juntas é o distúrbio reumático mais corrente que afecta o sistema musculoesquelético: 40 milhões de pessoas sofrem dele nos Estados Unidos.
A osteortrite provavelmente resulta, pelo menos até certo ponto , de resposta ao sistema de imunidade. Pressão excessiva pode causar fragmentação da cartilagem em pontos de esforço intenso. Os pesquisadores pensam que o sistema imune do corpo pode interpretar os fragmentos como ferimento. A reação do corpo frente ao "ferimento" seria gerar inflamação no local, resultando em inchaço e alguns dos sistemas dolorosos da osteoartrite. Como a cartilagem não possui nervos, a dor padecia pelo paciente com osteoartrite não se origina na cartilagem. A osteoartrite também pode começar com degeneração e adelgaçamento da cartilagem articular. A posterior invasão da cartilagem, normalmente avascular, por vasos sanguíneos provoca sua calcificação.
A cartilagem de tubarão parece bloquear o processo angiogénico, assim reduzindo significativamente a inflamação e a dor na articulação. Esses efeitos decorrem em parte do conteúdo abundante e eficaz de mucopolissacarídeos na cartilagem de tubarão. Em todos os casos, imobilidade e dor de artrite resultam da inflamação. Os mucopolissacarídeos que combatem a inflamação trabalham junto com a proteínas inibidoras da angiogénese para produzir uma resposta muito mais significativa do que qualquer um deles produziria agindo isoladamente.
Um estudo realizado pelo Dr. John Prudden no princípio da década de 70, 28 pacientes artríticos, todos com dor intensa e grande incapacidade funcional, receberam injeções de um preparado de cartilagem de tubarão por um período de três a oito semanas. Dezenove casos apresentaram resultados classificados como "excelentes", seis foram considerados "bons" e três foram considerados "regulares" ou "sem reação". Nenhum mostrou sinais de toxicidade ou efeitos adversos.
Outro estudo com cartilagem de tubarão foi efetuado em 1988 pelo Dr. Orloff, um dos principais em artrite da Europa Ocidental. O Dr. Orloff administrou cartilagem de tubarão seca a seres humanos, dando-lhes nove gramas por dia durante quatro semanas, continuando com quatro gramas por um longo período. Ele ficou impressionado com os resultados, particularmente o de uma mulher de 49 anos com doença articular femopatelar degenerativa. O nível de dor da mulher diminui 50% depois das duas primeiras semanas, e depois em mais 50% 50% após seis semanas. Ela declarou que podia dobrar ambos os joelhos e nas costas com menos dor enquanto fazia as tarefas do dia-a-dia, e que sentia como se tivesse com os músculos firmes.
A partir dos anos 80, foram realizados estudos em cinco clínicas de cinco países da Europa Oriental. Num período de 10 anos, o pacientes que recebiam o preparado de cartilagem de tubarão perderam em média 20 dias de trabalho por ano; já os pacientes que não receberam a cartilagem de tubarão perderam um número de dias sempre crescente, atingindo em média um total de 180 dias no décimo ano.
Em 1989, o Dr. Carlos Luís Alpizar, diretor do programa geriátrico nacional na Costa Rica, deu doses orais de cartilagem de tubarão a 10 pacientes que padeciam de osteoartrite tão grave que estavam acamados. Depois de três semanas, oito dos pacientes estavam em tratamento ambulatorial.


Contra-indicações do uso da cartilagem
Pelo facto da cartilagem de tubarão ser um alimento / Suplemento de baixa toxicidade não foram descritas em literatura quaisquer contra-indicações.
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Artroses


ARTROSE

Quando os ossos envelhecem


A artrose, ou osteoartrose, é uma doença degenerativa, isto é, é uma doença em que as cartilagem que recobrem os ossos começam a desaparecer, e que pode afectar uma ou várias articulações. Esta cartilagem, evita que os ossos se toquem entre si, diminuem o atrito e facilitam os movimentos articulares. Devido a causas desconhecidas e outras conhecidas, como idade, peso, as cartilagens vão-se desgastando, colocando assim em contacto as extremidades ósseas. Ao acontecer, surgem as típicas e degradantes dores da artrose. O tratamento médico consiste na prescrição de anti-inflamatórios e analgésicos. Hoje já existem alguns produtos em que se verificou que podem travar a progressão da artrose, como a glucosamina e a condroitina. A fisioterapia é usada para manter as articulações em movimento e para o relaxamento muscular.
A medicina natural, também tem grande importância no tratamento da artrose. Pode ser usada em conjunto com a medicina científica, sem qualquer inconveniente (avise o seu médico se faz, ou pretende fazer um tratamento natural). Dentro das várias áreas da medicina natural, a combinação entre várias técnicas também pode acontecer, aumentando a eficácia da mesma. Em termos de plantas e suplementação sugere-se o seguinte para o tratamento da artrose:

- Cartilagem de tubarão enriquecida com glucosamina e condroitina
- Óleo de salmão
- Cavalinha
- Castanha da Índia
- Ananás
- Cataplasmas de argila na zona afectada (ver artigo sobre argila verde - preparação de cataplasma, neste blog)
- Óleo de fígado de bacalhau
- Magnésio e cálcio
- Unha de gato
- Salgueiro Branco 
- Harpagófito
- Silício (ver artigo)




Posologia: a que indicar nas embalagens
É verdade que parece muito, mas a célebre frase ilustra esta orientação, " para grandes males, grandes remédios".
Se tiver peso a mais, é aconselhável uma redução do mesmo, controlar os alimentos que ingere, beber água e não ficar parado. O movimento ajuda o cálcio a fixar-se aos ossos e trabalha as cartilagens.
O tratamento da artrose não é visivel de imediato, uma vez que se está a falar de uma doença degenerativa. Por isso não desanime se os resultados demorarem a surigir. É perfeitamente normal.
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