ESPARGO
Diurético e depurativo
NOME EM LATIM: Asparagus officinalis L.
FAMÍLIA: Liláceas
Outros Nomes: Espargo-hortense.
DESCRIÇÃO: Planta herbácea que pode atingir um metro e meio de altura. Do caule nascem umas agulhas suaves, que na realidade são ramos modificados. As folhas são muito pequenas, assim como as flores, cuja cor é branca ou acinzentada. O fruto é uma baga vermelha.
Os espargos são na realidade a parte terminal dos caules da planta (brotos tenros), que quando crescem ao abrigo da luz ficam brancos por não conterem clorofila. Os espargos brancos constituem um delicado manjar, mas quando se comem com fins medicinais são preferíveis os verdes, já que estes apresentam uma maior concentração de princípios activos.
Habitat: Planta difundida por terrenos arenosos e leitos de rios da Europa Central e Meridional, assim como de grande parte do continente americano. Cultiva-se em muitos países da Europa e da América.
PROPRIEDADES E INDICAÇÕES: Os espargos contêm aspargina (substância que comunica um cheiro particular à urina), glicósidos (coniferina e vanilina), metilmercaptan, um óleo essencial, rutina e tanino. Possuem as seguintes propriedades:
• Diuréticas: Os componentes citados actuam sobre o rim, estimulando a sua função eliminadora, o que provoca um notável aumento na produção de urina. O consumo de espargos é útil sempre que se queira estimular a função renal, e especialmente nos casos de edemas (retenção de líquidos) e obesidade (contém pouquíssimas calorias) (1).
• Depurativa: As curas de espargos têm dado bons resultados em casos de eczemas crónicos, devido à sua acção estimulante sobre as funções eliminadoras da pele (1).
• Laxante: A sua fibra faz aumentar o bolo fecal, o que é útil no caso de prisão de ventre crónica (1).
A raiz contém ainda saponina e certos açúcares. Tem o mesmo efeito diurético que os espargos (2).
PARTES UTILIZADAS:
Os caules tenros (espargos) e a raiz.
FAMÍLIA: Liláceas
Outros Nomes: Espargo-hortense.
DESCRIÇÃO: Planta herbácea que pode atingir um metro e meio de altura. Do caule nascem umas agulhas suaves, que na realidade são ramos modificados. As folhas são muito pequenas, assim como as flores, cuja cor é branca ou acinzentada. O fruto é uma baga vermelha.
Os espargos são na realidade a parte terminal dos caules da planta (brotos tenros), que quando crescem ao abrigo da luz ficam brancos por não conterem clorofila. Os espargos brancos constituem um delicado manjar, mas quando se comem com fins medicinais são preferíveis os verdes, já que estes apresentam uma maior concentração de princípios activos.
Habitat: Planta difundida por terrenos arenosos e leitos de rios da Europa Central e Meridional, assim como de grande parte do continente americano. Cultiva-se em muitos países da Europa e da América.
PROPRIEDADES E INDICAÇÕES: Os espargos contêm aspargina (substância que comunica um cheiro particular à urina), glicósidos (coniferina e vanilina), metilmercaptan, um óleo essencial, rutina e tanino. Possuem as seguintes propriedades:
• Diuréticas: Os componentes citados actuam sobre o rim, estimulando a sua função eliminadora, o que provoca um notável aumento na produção de urina. O consumo de espargos é útil sempre que se queira estimular a função renal, e especialmente nos casos de edemas (retenção de líquidos) e obesidade (contém pouquíssimas calorias) (1).
• Depurativa: As curas de espargos têm dado bons resultados em casos de eczemas crónicos, devido à sua acção estimulante sobre as funções eliminadoras da pele (1).
• Laxante: A sua fibra faz aumentar o bolo fecal, o que é útil no caso de prisão de ventre crónica (1).
A raiz contém ainda saponina e certos açúcares. Tem o mesmo efeito diurético que os espargos (2).
Os caules tenros (espargos) e a raiz.
Preparação e EMPREGO:
uso interno
1 Os espargos silvestres ou cultivados utilizam-se em diferentes preparações culinárias.
2 A raiz seca usa-se em infusão, à razão de 50 g por litro de água. Tomam-se 3 chávenas por dia.
uso interno
1 Os espargos silvestres ou cultivados utilizam-se em diferentes preparações culinárias.
2 A raiz seca usa-se em infusão, à razão de 50 g por litro de água. Tomam-se 3 chávenas por dia.
Contra-indicações
Em grandes doses, os espargos irritam o tecido renal, pelo que são contra-indicados em caso de nefrite, glomerulonefrite e outros estados inflamatórios do rim. |
Dr. Jorge Pamplona Roger
*Extraído do livro A Saúde pelas Plantas Medicinais, editado pela Publicadora SerVir, S.A.
*Extraído do livro A Saúde pelas Plantas Medicinais, editado pela Publicadora SerVir, S.A.
Revista Saúde & Lar