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A minha opinião sobre o leite de vaca e seus derivados


 




 A MINHA OPINIÃO SOBRE O LEITE E SEUS DERIVADOS








O artigo retirado do site Saúde Integral, revela o que realmente é o consumo de leite de vaca pela população humana.
Para começar, faço a seguinte afirmação: o ser humano é o único ser mamífero no mundo que consume leite a vida inteira. E agora deixo uma questão: já pensaram porque qualquer mamífero bebe leite só e apenas só enquanto a sua progenitora tem leite para lhe dar?
Pois é. De facto qualquer mamífero apenas devia consumir leite enquanto é pequeno, aliás enquanto a sua mãe tem para dar. Após isso devia nunca mais beber. Mas a "gula" do ser humano levou-o a consumir a bebida branca que os outros animais rejeitam. 
Vejo forte publicidade apelando ao consumo de leite de vaca. Compreendo que quem o produz queria vender. Mas neste sentido não deixam de ser como a indústria química, não olhando a meios para atingir fins.
Vamos perceber porque não devíamos beber leite, começando pelo "início".
Em primeiro lugar, como já disse, o leite materno é consumido apenas numa pequena fase da nossa vida. Depois disso as mães deixam de produzir, logo cessa aí a nossa alimentação láctea. 
Em segundo lugar, de onde e como vem o leite de vaca que chega até nós?
O leite de vaca não é produzido como era nos tempos dos nossos avós, em que as vacas eram criadas ao ar livre, comendo erva fresca, livres para passearem nos prados. Hoje as vacas (falo por conhecer esse meio) são criadas tal como são os frangos dos aviários. Depressa e mal. Uma vaca mal tem idade para produzir leite, é iniciada numa actividade toxicodependente. Quero dizer com isto o seguinte, é injectado no animal, drogas como, hormonas de crescimento, antibióticos (muitas vezes o animal nem está doente, mas usam-no como forma de evitar infecções), anti inflamatórios e corticosteroides. Este cocktail de químicos são justificados como sendo uma mais valia na prevenção de doenças do animal ( e produção acrescida de leite)
A alimentação do animal também não é a melhor. Em vez de erva fresca, dá-se comida fermentada (silagem), ração ( a ração dos animais é feita de farinha de animais mortos, muitos deles devido a doenças).
O gado actualmente é confinado a locais fechados, onde não existe espaço para os animais exercitarem o corpo. O gado passou a ser sedentário.
Muitos produtores de leite, deixam as luzes ligadas durante a noite para que as vacas estejam constantemente a comer para que a produção de leite aumente significativamente.
Após tudo isto, penso que dará para entender, em parte, porque não devemos beber leite.
Em visita a um laboratório de controlo do leite, constatei que são verificados determinados parâmetros como o nível de antibióticos entre outros químicos. Para meu espanto, são aceites por lei, determinados níveis de antibiótico no leite que chega ao consumidor final. Lanço outra questão, se todos os dias bebermos um a dois copos de leite, não estamos a ingerir diariamente uma quantidade de antibiótico? Os entendidos dizem que é uma quantidade "inofensiva" que o corpo facilmente rejeita. Mas há aqui outra questão que se esquecem de colocar, e a resistência que as bactérias adquirem? E a destruição da nossa flora intestinal? E a redução da actividade do sistema imunitário? Pensou alguma vez nisto?
Por imensas razões, tantos as que lê nesta publicação como na publicação do site Saúde Integral, o leite não deve ser consumido por ninguém, inclusive os seus derivados, pois não deixam de ser leite.
Caro leitor, deixo assim este alerta para que possa reflectir sobre o assunto. Devemos ter em mente que nem tudo o que determinadas organizações com aparência inofensiva dizem, deve ser levado como verdade verdadinha. 
Lembro-me que a associação de cardiologistas recomenda o uso de margarina rica em fitosterois e omegas 3 (penso que não estou errado) como forma de baixar o colesterol e reduzir assim os riscos de doenças cardiovasculares. Esquecem-se de dizer que a margarina é uma gordura perigosamente maléfica para o organismo. Para terem um ideia (muito bruta) do que é margarina, basta fritarem na vossa fritadeira várias vezes, não trocar o óleo e verificarem que o óleo criou uma espécie de goma branca. Juntem um pouco de sal e um pouco de corante amarelo e aí têm margarina (em breve colocarei uma publicação sobre margarina)
Uma vez mais apelo à vossa inteligência. Observem ao vosso redor com atenção e neutralidade e decidam por vós. O meu contributo é alertar.

Cumprimentos

Filipe Gonçalves
(mentor do projecto)
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Leite: bom ou mau?


Leite 



    
LEITE: BOM OU MAU?



 


Frank Oski nasceu em 1923 e graduou-se na Faculdade de Medicina da Universidade de Swuartmore, EE.UU. Em 1958 obteve o seu Mestrado na Universidade de Pensilvania.
Levou a cabo seus estudos de pediatria no Hospital da Universidade de Pensilvania e mais tarde estudou Hematologia no Hospital Infantil de Harvard, Boston.
Em 1963 foi eleito sócio do Departamento de Pediatria da Escola de Medicina na Universidade de Pensilvania. Mais tarde assumiu o cargo de Professor e Reitor do departamento de Pediatria no Centro médico da Universidade do Estado de Nova Iorque.
Em 1985 se encarregou do departamento de Pediatria na Escola de Medicina da Universidade de Johns Hopkins.
O hábito de consumir leite de vaca, está relacionado com a falta de ferro em crianças; Uma boa parte da população mundial, é vítima de Cãibras Diarreias e também de múltiplas formas de alergias; E há forte possibilidade de que seja um factor determinante na origem de arteriosclerose e ataques de coração.
Em muitos lugares do mundo e especialmente no este da Azia, África, América do Sul e Europa pessoas há que consideram o leite de vaca inadequado para o consumo de adultos: (Pag.4).
Em 1965 a Escola de Medicina de Johns Hopkins levou a cabo um estudo e descobriram que 15% dos pacientes de raça branca e uns 75% de raça negra não toleram o consumo de leite devido á lactose. A partir de então, se iniciaram estudos a nível Mundial e actualmente sabemos que essas percentagens, são muito maiores. Normalmente o ser humano perde a actividade da lactose no intestino delgado entre a idade de um ano e meio e quatro anos. Este é um acontecimento totalmente normal no processo de maturidade tanto de homens como de outros mamíferos. (Pag. 9)
A natureza, não nos oferece alimentos que contenham lactose, como o leite, depois do período do desmame. (Pag.11)
Quando convertemos o leite em Iogurte, muita da lactose é convertida em glucose ou galactose. De uma forma parecida, quando o queijo curado, muita da lactose se converte em simples açúcar. É por isto que estes produtos são tolerados por pessoas que não toleram o leite. (Pág. 13)
Os problemas Gastrointestinais, podem ser sintomas da intolerância á lactose. (Pag. 16)
Um destes sintomas é o que se origina nas paredes dos intestinos. Dada á intolerância do Leite, os intestinos sangram e vertem entre 1 e 5 milímetros de sangue. O problema é que a quantidade de sangue é pequena para poder ser detectada nas paredes. e só se pode detectar a alteração, mediante análises químicas. Se estima que a metade dos casos de crianças com défices de ferro nos Estados Unidos se devem a este problema gastrointestinal derivado do consumo de leite de vaca. (Pag. 17).
Outra séria complicação que resulta do consumo do leite de vaca, é a nefrose. Um grupo de investigadores da Universidade de Colorado e outro da Escola de Medicina da Universidade de Miami identificaram esta enfermidade em crianças com idades compreendidas entre os dez e os catorze anos. A nefrose é uma alteração dos rins. Esta alteração provoca uma perda permanente de proteínas que desembocam na urina. O resultado desta enfermidade, é um nível baixo de proteínas no sangue; e eventualmente resulta numa acumulação de líquidos, inchaço de mãos e pés. Algumas crianças, podem inclusive, desenvolver nefrose crónicas o que lhe pode levar á morte. Normalmente estas crianças, são tratadas com um tipo de cortisona, mas uma percentagem destas crianças não melhoram com o tratamento da cortisona. Foi com este grupo de crianças, que se fizeram estudos nas duas Universidades Americanas. No princípio, suspeitaram que o problema vinha de algum tipo de alergia. Para sua surpresa descobriram que quando o leite de vaca era eliminado da sua dieta. a perda de proteínas cessava e as crianças recuperavam rapidamente. Depois da dita recuperação, se administrou novamente leite de vaca ás crianças, e num período de um a três dias, as crianças, começavam a perder outra vez os níveis de proteína no sangue. (Pags. 21 y 22)
Certo Cardiologista estudou em certa ocasião os corações de mais de 1.500 crianças que haviam morrido por causas acidentais, melhor dizendo, não morreram de enfermidades. Não obstante, em muitas dessas crianças, se encontraram danos nas artérias coronárias. Quando se tratou de descobrir os factores que determinaram a razão porque umas crianças tiveram danos nas artérias e outros não, foi comprovado que o único factor que diferenciava um grupo do outro, era a alimentação durante a infância. Descobriu-se que a maioria das crianças que haviam sido amamentadas com leite materno, tinham as artérias em condições normais; por outro lado a maioria das crianças que tinham problemas arteriais, haviam sido alimentados com leite de vaca durante a sua infância. É portanto razoável concluir que o leite materno e o leite de vaca, foram determinantes nas mudanças das artérias das crianças. (Pag. 34)
Existem evidências que apoiam a convicção de que as crianças que se alimentam de leite materno durante a lactação, são menos propensas a enfermar do que aquelas que não o utilizam. Na década dos anos trinta se fez um estudo com 20.000 crianças na cidade de Chicago que corrobora com esta idéia. O estudo aconteceu quando os antibióticos para eliminar as infecções bacterianas não existiam. No estudo, um grupo de crianças foi alimentado com leite materno durante os primeiros nove meses de vida; um segundo grupo foi alimentado parcialmente com leite materno; e um terceiro grupo foi alimentado com leite de vaca pasteurizado e açucarado. A todas as crianças, se lhe deu suco de laranja a partir do primeiro mês, e óleo de fígado de bacalhau a partir das seis semanas. Se acrescentou também á dieta cereais a partir do quinto mês e vegetais a partir do sexto mês.
Que aconteceu? A mortalidade das crianças alimentadas à base de leite materno foi de um 1.5/1.000, entretanto a mortalidade das crianças alimentadas à base de leite de vaca se situou em 84.7/1.000 durante os nove primeiros meses de vida. A mortalidade por infecções gastrointestinais foi de 40 vezes superior nas crianças que não foram alimentadas com leite materno, enquanto que a mortalidade por infecções respiratórias foi 120 vezes superior

Estudos anteriores a estes levados a cabo em diferentes cidades americanas mostraram resultados similares. As crianças alimentadas à base de leite de vaca tinham 20 vezes mais possibilidades de morrer durante os primeiros anos de vida do que os não consumiam. (Pags. 38 e 39)
Apesar de um litro de leite de vaca conter 1.200 miligramas de cálcio e um litro de leite materno conter 300 miligramas, uma criança que consuma leite materno assimila mais cálcio que se bebesse leite de vaca. O problema, é que o leite de vaca contem muito fósforo e este elemento interfere na absorção do cálcio. (Pags. 48 e 49)
O leite de uma vaca, por muito sadia que seja, sempre está infectado com bactérias fecais que se depositam no úbere e nas mamas. (Pags. 54)
Se o facto de que o leite contenha bactérias nocivas, não for suficiente para demover os bebedores de leite, a União de Consumidores de EE.UU. encontrou num estudo, que 25 amostras analisadas, só 4, não estavam contaminadas com pesticidas. As outras 21 tinham residuos de hidrocarbonatos clorados. Existem evidências de que estes hidrocarbonatos, á medida que se acumulam no corpo, podem provocar mutações que resultam em deficiências no nascimento duma criança. Estes mesmos hidrocarbonatos, podem produzir câncer. (Pags. 55)
A penicilina é um antibiótico muito utilizado para combater as mastites das vacas. Supostamente não se deve ordenhar as vacas sem que tenham transcorrido 48 horas desde o tratamento da penicilina. Não obstante, ameudo esta norma não se cumpre e a penicilina aparece em pequenas quantidades no leite. Outra substância que se encontra no leite de vaca é a hormona progesterona que se converte em androgénios, que foi implicada como um factor que provoca o acne, pelos no corpo etc. (Pag. 56)
Diarreia, Cãibras, sangue gastrointestinal, anemia, erupções cutâneas, arteriosclerose, e acne, são enfermidades, que segundo se sabe, estão relacionadas com o consumo do leite de vaca. Alem destas enfermidades, crê-se que o consumo de leite de vaca pode estar relacionado com a leucemia, a Esclerose múltipla, a Artrite reumática e as cáries dentárias. (Pag59)
Uma revista médica inglesa, de reputação mundial, “The Lancet”, publicou um editorial intitulado “Atenção á Vaca” Nela se citava uma experiência na qual se alimentou vários chimpanzés recém nascidos com leite de vaca não pasteurizado. Dois dos seis chimpanzés desenvolveram leucemia e morreram. É importante saber que o leite com que foram alimentados estava infectado com um tipo de vírus chamado de tipo C, que é uma infecção comum nas vacas e provoca um tipo de leucemia nas vacas. (Pag. 59 e 60)
É irónico saber que muitas mães dão a seus filhos leite pensando que fortalecem os dentes quando o que provoca é uma destruição dos mesmos. Este dado que foi corroborado por um estudo do odontologista francês Castanho, da Universidade de Pensilvania numa de suas investigações. (Pag. 64)

Traduzido por Dr. Fernando M. Gonçalves (PH-DN) Naturologo.
(Prof. De Oligoterapia e Enzimologia. Pesquisador em matéria de nutrição)}


Extraído do site:  http://www.saudeintegral.com
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