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Aviso

O conteúdo presente neste blog, não pretende de forma alguma substituir o tratamento médico. É meramente de consulta e informação. Se lhe surgir algum sintoma que considere relevante, consulte imediatamente o médico.
Caso tenha alguma dúvida, contacte-nos. Responderemos com a maior brevidade possível.

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Alzheimer





ALZHEIMER
os químicos do esquecimento









Há muitas razões para alguém ser diagnosticado com o que é frequentemente chamada de “doença de Alzheimer” ou demência. Algumas das causas melhor conhecidas são:
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Cafeína, faz bem ou mal?






CAFEÍNA
Faz bem ou mal?





O que é a cafeína?
É uma droga usada habitualmente em várias bebidas como o café, chá, bebidas gaseificadas com cola e em produtos com chocolate. É um ingrediente presente numa grande quantidade de medicamentos de venda livre, como comprimidos para a dor de cabeça, constipação, alergias e para manter a pessoa acordada. O método de preparação do chá ou café é que determina o conteúdo de cafeína da bebida. Por exemplo, uma chávena vulgar de café instantâneo contém cerca de 65 mg; uma “bica” (café de máquina) contém 110 mg de cafeína. 
A cafeína é nociva?
A cafeína é rapidamente absorvida pelo organismo, atingindo os níveis sanguíneos, o seu ponto mais elevado, cerca de 30 minutos após a ingestão. Para ser eliminada leva várias horas no adulto e dias num bebé. 

A cafeína afecta o feto?
Dado que a cafeína atravessa a placenta e é metabolizada lentamente pelo feto, este pode correr o risco de ficar exposto a grandes quantidades de cafeína vinda da mãe. Segundo estudos recentes, há uma maior incidência de prematuridade de baixo peso à nascença e de perímetro craniano reduzido em recém-nascidos expostos a cafeína durante a gravidez. 

A cafeína contribui para a doença?
Afecta negativamente algumas doenças como o cancro e a doença cardiovascular, notando-se uma redução na eliminação da cafeína nos casos de palpitações e ritmo cardíaco irregular. No caso do cancro, ela não é directamente responsável, mas parece estar implicada no cancro dos rins, ovários e intestino grosso. 

A cafeína causa dependência?
Causa! Usar um produto químico para se sentir bem é um comportamento que pode servir como porta de acesso ao uso de outras drogas. 

Que efeitos pode produzir a cafeína?
§ Aumenta a quantidade de açúcar no sangue (dando sensação de aumento de energia).
§ Aumenta o nível de gordura no sangue.
§ Aumenta a pressão arterial.
§ Estimula o sistema nervoso central (pode levar uma pessoa a ultrapassar a necessidade de descanso do corpo)
§ Torna o ritmo cardíaco irregular.
§ Origina perdas maiores de cálcio e de magnésio através da urina (pode influenciar a saúde dos ossos a longo prazo).
§ Reduz a absorção de ferro e tem um efeito negativo no equilíbrio do cálcio.
§ Aumenta a secreção ácida do estômago (agravando a úlcera de estômago) e diminui a pressão do esfíncter esofágico inferior, contribuindo para a azia.
§ Causa tremores, irritabilidade e nervosismo.
§ Provoca insónia e ruptura dos padrões de sono.
§ Causa ansiedade e depressão.
§ Agrava os sintomas do síndroma pré-menstrual 

Alguns conselhos úteis
§ Escolha chás e cafés de cereais e ervas.
§ Só use produtos com cafeína sob receita médica.
§ A alfarroba é uma boa alternativa para o chocolate.
§ As mulheres grávidas ou que estão a amamentar devem abster-se de produtos com cafeína.
§ O mesmo se aplica a crianças.
§ Água pura, sumos de frutas ou de vegetais devem substituir as bebidas gaseificadas.




Maria de Lourdes Andrade

 

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É seguro consumir suplementos alimentares?




 SUPLEMENTOS NATURAIS
O que fazer com eles?









Desde tempos remotos que a Natureza é usada para curar ou aliviar males que afectam o tanto o ser humano como animais. Ainda hoje vemos que o uso de plantas é comum, principalmente nos meios mais rurais.
Desde meados dos anos 50 que esta tendência tem vindo a diminuir uma vez que o recurso a substâncias sintéticas tem ganho lugar nas farmácias caseiras das pessoas. Em apenas 60 anos, os produtos naturais foram postos de parte e visto como algo que não faz efeito e pode ser muito perigoso. Há quem se ria de quem recorre ao uso destes produtos por acharem que essas pessoas ainda vivem num mundo remoto ou inclusive porque são pessoas "zen" que não vivem neste planeta. Infelizmente assiste-se ainda a estas críticas.
O que é fato é que os produtos naturais, seja em comprimidos, em xaropes, em pó ou em chá têm efeito terapêutico tão eficaz quanto um produto sintético produzido artificialmente pela farmácia. A procura dos químicos deve-se principalmente à rapidez de actuação do mesmo, já que os naturais têm um tempo de acção mais demorado. 
A desvalorização e ridicularização das substâncias naturais é infundada e desprovida de inteligência, uma vez que os sintéticos são cópias defeituosas das substâncias contidas na Natureza.
Muitas vezes me perguntam se determinado suplemento é perigoso para a saúde. Para esclarecer esta questão convém primeiro entender como é constituída uma planta quimicamente. As plantas, enquanto seres que não se podem deslocar para se protegerem das agressões externas, criam substâncias que façam isso por elas. Na sua constituição encontram imensos quimicos, uns mais fortes outros menos fortes. Quando falamos do principio activo da planta, não falamos de um elemento isolado tal como é um comprimido da farmácia. Falamos de um principio activo que está rodeado de outras substâncias que evitam ou diminuem os efeitos secundários que a substância principal possa provocar. Como exemplo falo de uma planta muito humilde, que não passa pela cabeça de muitas pessoas, que é usada pela industria farmacêutica para o fabrico da tão famosa aspirina. É o Salgueiro Branco. Uma planta que cresce perto dos rios, encontra-se na sua casca o ácido acetilsalicilico, o principio activo da aspirina. Pois é, esta plantinha, antes de a indústria química a ter sintetizado, já ela a tinha para dar ao homem para lhe aliviar as dores.
Apesar de poder provocar a mesma alergia que provoca a aspirina, entenda-se que a substância está lá contida, a casca de Salgueiro Branco pode ser tomado por vários períodos de tempo sem correr o risco de grandes complicações, ou até nenhumas. Isto porque as restantes substâncias contidas na casca, travam o exagerado efeito provocado pelo ácido. Outras substâncias protegem os órgãos das agressões que possam ser causadas e outras, como vitaminas e minerais nutrem as células.
Assim se a urgência do caso não for muita, creio que o chá, ou comprimidos de Salgueiro Branco é muito mais útil, porque para além de dar o efeito que pretendemos, ainda nos nutre com outros elementos. Note que um comprimido de uma planta, não passou a ser perigoso só porque está em comprimido, cápsula ou outra forma qualquer. Simplesmente estas formas de apresentação contêm uma concentração maior de substâncias o que lhes dá uma maior rapidez nos seus efeitos. Numa comparação exagerada, um comprimido equivale a um litro de chá. Penso que não estava com disposição para tomar três litros de chá por dia, ou até mais!
Relativamente à segurança dos produtos que se vendem nas ervanárias, são normalmente produtos de alta qualidade e que podem ser consumidos sem grandes preocupações. As marcas que comercializam estes produtos, fazem por norma análises para validar e certificar a qualidade dos mesmos.
Deve-se sempre seguir as recomendações descritas na embalagem, porque cada produto, como não existe standarização, tem a sua forma de tomar, a sua posologia, momento da toma. 
É preciso dizer e sublinhar que, por imposição das grandes potencias, organizações e governos, os produtos naturais foram proibidos de conter a bula (boletim informativo). Como não são considerados medicamentos, mas sim alimentos, a informação da sua acção no organismo não está mencionada. Nem permitem sequer a informação de interacções com medicamentos e possíveis efeitos adversos. 
Tal como os medicamentos prescritos pelos médicos, todas as pessoas que pretendam tomar suplementos deviam antes consultar um profissional da área. Mais uma nota importante, os profissionais dos produtos naturais são os terapeutas em medicina natural e não os médicos ou farmacêuticos. Um médico não tem formação alguma em plantas medicinais e outros suplementos. Os profissionais da área, como naturopatas, acupunctores, homeopatas, entre outros é que sabem como funcionam as plantas medicinais e sabem quais as mais adequadas para o seu caso. Os produtos naturais para além do conhecimento empírico, são largamente estudados pela ciência em laboratorios. Pode e deve sempre comunicar ao seu médico que está também a realizar um tratamento com plantas.
Apesar de as  plantas serem mais inócuas que os medicamentos, não deixam de poder provocar reacções indesejadas. Lembre-se sempre que as plantas contêm químicos e estes podem causar interferências com medicamentos que esteja a tomar por ordem do médico. É muito importante que não seja você a decidir o que tomar. É preferível que procure um profissional especializado. Isto evita duas coisas: uma que, como se "medicou" mal, diga que afinal as plantas nada fazem. A segunda é que, se tomar o errado, não verá melhoras e gastará muito mais dinheiro.
Concluindo, os suplementos alimentares, sejam plantas, vitaminas e minerais, ou outras substâncias, são seguras para a saúde e devolvem a saúde ao ser humano. São usados desde tempos remotos e o seu uso/efeitos hoje em dia continuam provados pelos casos tratados. Tal como qualquer questão em saúde devemos sempre procurar ajuda de profissionais qualificados que conhecem o funcionamento das plantas e do corpo humano e que sabem o que é melhor para nós. Comunique sempre ao seu médico que faz uso de substâncias naturais. Afinal ao médico e ao padre nunca se deve mentir.
Desfrute do que a Natureza tem para lhe oferecer e nunca duvide do amor que ela tem por nós.


Autor: Filipe Gonçalves








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Erros de medicação causam 7000 mortos anualmente


Aida Batista considera que só quando os hospitais estiverem ligados a um sistema centralizado e igual para todas as instituições é que o erro poderá diminuir

 

Erros de medicação causam 7000 mortos anualmente 

 

 


Aida Batista, presidente da APAH, reconheceu que o erro de medicação nos hospitais "existe e vai sempre existir". "Não se trata de um erro humano, mas sim do sistema [que falha]", esclareceu, lamentando que muitos destes erros sejam escondidos, por receio dos profissionais serem acusados.

É ao próprio sistema que o erro é atribuído, pois "apesar de os profissionais trabalharem com o maior cuidado, pode existir uma falha", disse.

O ex-vice-presidente da autoridade que regula o sector do medicamento, Faria Vaz (que ocupava a vice-presidência do Infarmed quando, em 2005, realizou uma apresentação em que divulgava números sobre os mortos atribuídos a erros na medicação), esclareceu ao princípio da tarde de hoje que os 7.000 mortos anuais atribuídos a erros na medicação são dados internacionais e não reflectem a situação em Portugal, onde não há um sistema que registe estes casos. Esses dados foram, porém, desde 2005, interpretados pela APFH como nacionais, conforme notícia avançada hoje pela Lusa.

De qualquer maneira, Aida Batista frisou que o erro pode acontecer pelas mais variadas situações, desde que o médico prescreve o medicamento (por letra ilegível ou por confusão na dose), à farmácia que o distribui (confundindo as embalagens, por exemplo), ou o enfermeiro que o dá ao doente (que pode ser o doente errado).

"Os erros podem acontecer em qualquer destas fases do processo", disse a presidente da APFH, que há anos se preocupa com esta questão.

Aida Batista considera que só quando os hospitais estiverem ligados a um sistema centralizado e igual para todas as instituições é que o erro poderá diminuir.

A presidente da APFH lamenta que não haja em Portugal uma cultura de segurança, razão que, na sua opinião, leva a que os programas de segurança se limitem muito à farmácia do hospital.

"Todos os profissionais de saúde estão envolvidos no fornecimento de medicamentos: o médico, porque prescreve, a farmácia, porque dispensa e o enfermeiro, porque administra o fármaco", pormenorizou. "Todos são humanos e, por isso, todos podem errar, mas neste caso é o sistema que falha", concluiu.

Ordem dos Médicos diz que Portugal não tem "registo fiável das causas de morte"

Por seu lado, o bastonário da Ordem dos Médicos alertou hoje para a inexistência de "um registo fiável das causas de morte" em Portugal, a propósito das mortes provocadas por erros de medicação nos hospitais portugueses, matizando igualmente a informação avançada hoje cedo pela presidente da APFH.

Pedro Nunes desvalorizou os números avançados por Aida Batista afirmando que os mesmos são impossíveis de contabilizar, pois "em Portugal não existe um registo fiável das causas de morte".

Para o bastonário da Ordem dos Médicos, o erro na medicação existe, pois "não há gente infalível".
"São feitos milhões de actos médicos por dia nos hospitais portugueses, é natural que se cometam alguns erros", adiantou. Pedro Nunes ressalvou que, nesta matéria, "basta um erro para já ser demais e que o ideal é não existir nenhum".

O bastonário considerou que "grave, grave" é a inexistência de "um registo fiável das causas de morte em Portugal", o que, segundo disse, deverá melhorar em breve, pois esta é uma área em que a Direcção-Geral da Saúde está a trabalhar.


Fonte: jornal O Publico
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Quando "eles" matam e afirmam que o medicamento é bom


 






 "MEDICAMENTOS" QUE MATAM

 






O número de reações sérias e mortes causadas por medicamentos nos Estados Unidos aumentou muito nos primeiros três meses deste ano e bateu recordes, de acordo com uma ONG que monitora a indústria farmacêutica. Dados do FDA (agência que regula fármacos e alimentos nos EUA) indicam 21 mil relatos de reações sérias a drogas, incluindo mais de 4.800 mortes, afirma o Instituto de Práticas Seguras de Medicação (ISMP, na sigla inglesa).

Dois remédios são responsáveis por grande parte dos relatos recentes: versões importadas da China da heparina, medicamento para afinar o sangue, e o Chantix, uma nova droga da Pfizer usada para combater o vício de fumar. O Chantix age diretamente sobre o cérebro do fumante para suavizar os efeitos da abstinência de cigarro. Além disso, também bloqueia os efeitos prazerosos da nicotina caso o paciente tenha vontade de fumar outra vez. 

No começo do ano, a FDA avisou que o Chantix poderia ter ligação com problemas psiquiátricos, como comportamento suicida e sonhos muito vívidos. A Pfizer diz que continua confiando no medicamento e que o volume de relatos negativos pode estar ligado à publicidade sobre efeitos colaterais.   

"O FDA está ciente do número crescente de relatos de reações adversas, e nós os levamos a sério", diz Christopher DiFrancesco, porta-voz do órgão. No entanto, funcionários do FDA dizem não saber se os relatos cresceram porque a situação está piorando ou simplesmente porque hoje há mais consciência sobre problemas envolvendo a segurança de drogas. 
Definições
O FDA define as reações sérias a drogas como as que causam hospitalização, exigem uma intervenção médica ou colocam uma vida em risco. O sistema de monitoramente da agência depende de relatos voluntários de médicos e, por isso, só capturaria uma fração dos problemas gerais.

Os quase 21 mil casos relatados de janeiro a março equivalem a um crescimento de 38% perto dos quatro trimestres anteriores, e o maior número registrado até hoje. O número de mortes, 4.824, corresponde a um aumento de quase três vezes se comparado ao último trimestre de 2007.

O estudo do ISMP aponta que a heparina causou 779 problemas sérios, dos quais 102 mortes. O FDA, usando dados que cobrem mais tempo, relatou 238 mortes possivelmente ligadas à heparina. De acordo com o ISMP, a heparina "ilustra um problema significativo de segurança de drogas que foi rápida e eficazmente resolvido pelos fabricantes e pelo FDA assim que a questão foi detectada e entendida". O mesmo não vale para o Chantix, diz o relatório. Seria obrigação do FDA avisar os pacientes que tomam o medicamento de que eles podem desmaiar e causar acidentes, diz o ISMP.

O relatório mostra 15 casos de usuários do Chantix que parecem ter se envolvido em acidentes de trânsito e 52 outros casos de perda de consciência. O FDA recebeu 1.001 relatos de problemas sérios ligados ao Chantix, mais do que os relatos para os dez remédios não-genéricos mais vendidos juntos. No Brasil, onde o remédio também é vendido, não há relatos de reações adversas.

Em comunicado oficial, a Pfizer declara: "Defendemos a eficácia e segurança do Chantix. Poucas coisas trazem mais benefício à saúde do que parar de fumar. A Pfizer está comprometida com a redução da prevalência do cigarro no mundo. Como parte dessa missão, queremos aumentar o entendimento das pessoas sobre os perigos de fumar e os benefícios de parar de fumar".



Fonte: globo.com
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Como reduzir os agrotóxicos dos alimentos


 



 

 

 COMO REDUZIR OS AGROTÓXICOS DOS ALIMENTOS 

 

 

 

 

 


Esta é uma dica para reduzir os agrotóxicos dos alimentos. O melhor é consumir somente produtos orgânicos, mas nem sempre eles são encontrados facilmente.

No caso das frutas e legumes, o mais seguro é comer sem casca – é melhor perder alguns nutrientes que ingerir agrotóxico!
Quanto às verduras, a grande arma contra os agrotóxicos é o bicarbonato de sódio.

Primeiro, lave bem as verduras com água corrente. Em seguida, use vinagre para combater as bactérias: duas colheres para um litro de água. Água sanitária também serve: uma colher de chá para um litro de água. Deixe de molho por três minutos.

Lave novamente e ponha as verduras em uma solução de água com bicarbonato de sódio. Uma colher de bicarbonato para um litro de água. Deixe de molho de 20 a 30 minutos. Esse é o tempo suficiente para retirar os agrotóxicos. A seguir, essas verduras podem ser lavadas e consumidas.

Segundo técnicos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, o bicarbonato elimina de 80% a 90% do agrotóxico das verduras.




Extraído do blog Cura pela Natureza Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Talidomida - de 1€ a 2800€?


 


 




 TALIDOMIDA
de 1€ a 2800€?








  
Conheçam a história desta mãe, um bebé talidomida, que gerou um filho perfeito
     http://www.fundaciongedisos.org/index.php?id=3267


Leiam primeiro a história deste "fabuloso" químico que fez com que nascessem bebés defeituosos e que hoje é usado para tratar doenças oncológicas. No final leiam o meu comentário para perceberem que a Talidomida é um boletim de lotaria premiado para quem a comercializa.


A história da Talidomida

A talidomida chegou ao mercado pela primeira vez na Alemanha em 1 de outubro de 1957. Foi comercializada como um sedativo e hipnótico com poucos efeitos colaterais. A indústria farmacêutica que a desenvolveu acreditou que o medicamento era tão seguro que era propício para prescrever a mulheres grávidas, para combater enjôos matinais.
Foi rapidamente prescrita a milhares de mulheres e espalhada para todas as partes do mundo (46 países), sem circular no mercado norte-americano.
Os procedimentos de testes de drogas naquela época eram muito menos rígidos e, por isso, os testes feitos na talidomida não revelaram seus efeitos teratogénicos. Os testes em roedores, que metabolizavam a droga de forma diferente de humanos, não acusaram problemas. Mais tarde, foram feitos os mesmos testes em coelhos e primatas, que produziram os mesmos efeitos horríveis que a droga causa em fetos humanos.
No final dos anos 1950, foram descritos na Alemanha, Reino Unido e Austrália os primeiros casos de malformações congênitas onde crianças passaram a nascer com focomielia, mas não foi imediatamente óbvio o motivo para tal doença. Os bebês nascidos desta tragédia são chamados de "bebês da talidomida", ou "geração talidomida". Em 1962, quando já havia mais de 10.000 casos de defeitos congênitos a ela associados em todo o mundo, a Talidomida foi removida da lista de remédios indicados[2].
Cientistas japoneses identificaram em 2010 como a talidomida interfere na formação fetal. Eles descobriram que o medicamento inativa a enzima cereblon, importante nos primeiros meses de vida para a formação dos membros.[3][4]
Por um longo tempo, a Talidomida foi associada a um dos mais horríveis acidentes médicos da história. Por outro lado, estão em estudo novos tratamentos com a talidomida para doenças como o cancro, câncer de medula[5] e, já há algum tempo, para a hanseníase[6].
O uso da talidomina é indicada em cerca de 60 tratamentos, para doenças como lúpus, alívio dos sintomas de portadores do HIV, diminuição do risco de rejeição em transplantes de medula e artrite reumatoide[3].

extraído de wikipédia


Gostava que este comentário fosse mais uma prova da injustiça existente no nosso planeta. Na minha experiência com o cancro, deparei-me com este suposto "novo" fármaco, capaz de inibir a angiogénese de tumores da medula (a angiogénese é um mecanismo que os tumores desenvolvem para garantirem fornecimento de nutrientes através da formação de novos vasos sanguineos). De facto é um "medicamento" que promete alguma longevidade aos doentes que sofrem de tumores oncohematológicos. Se realmente o valor terapêutico valesse o valor monetário, era o primeiro a dizer que deveria ser usado por todos os doentes à qual ele fosse util. A minha indignação e revolta é que, este medicamento, na altura em que é descoberto, era vendido a preço saldo. Era tão barato que saiu caro. Imensos bebes, apelidados de bébes talidomida, nasceram carregados de mal formações. Alguns dos bebes não passavam de um pedaço de carne com cabelo e dentes. Hoje, este mesmo medicamento, fornecido aos doentes oncológicos, custa cerca de 3000€. Viram bem, 3000€. É dado nos hospitais especializados em cancro do nosso país. Quem paga? Todos nós. Pagamos por um medicamento que não passa de uma farsa. Disfarçado de que prolonga um pouco mais a vida de doentes com mieloma multiplo, nada faz a não ser enriquecer a carteira de quem os vende. 
Uma vez mais apelo à capacidade de discernimento de cada um. Existe na Natureza elementos que fazem o mesmo efeito da talidomida, muito mais baratos e desprovidos de efeitos secundários. A única diferença é que a patente não pode ser registada e com isto não gera lucros. Graças a Deus !!!
Caros leitores, observem o mundo que vos rodeia. Procurem na internet mais informação sobre este veneno, procurem fotos de bebes que nasceram mal formados por causa deles. Vejam com os vossos olhos...


Cumprimentos

Filipe Gonçalves
(mentor do projecto)
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A minha opinião sobre o leite de vaca e seus derivados


 




 A MINHA OPINIÃO SOBRE O LEITE E SEUS DERIVADOS








O artigo retirado do site Saúde Integral, revela o que realmente é o consumo de leite de vaca pela população humana.
Para começar, faço a seguinte afirmação: o ser humano é o único ser mamífero no mundo que consume leite a vida inteira. E agora deixo uma questão: já pensaram porque qualquer mamífero bebe leite só e apenas só enquanto a sua progenitora tem leite para lhe dar?
Pois é. De facto qualquer mamífero apenas devia consumir leite enquanto é pequeno, aliás enquanto a sua mãe tem para dar. Após isso devia nunca mais beber. Mas a "gula" do ser humano levou-o a consumir a bebida branca que os outros animais rejeitam. 
Vejo forte publicidade apelando ao consumo de leite de vaca. Compreendo que quem o produz queria vender. Mas neste sentido não deixam de ser como a indústria química, não olhando a meios para atingir fins.
Vamos perceber porque não devíamos beber leite, começando pelo "início".
Em primeiro lugar, como já disse, o leite materno é consumido apenas numa pequena fase da nossa vida. Depois disso as mães deixam de produzir, logo cessa aí a nossa alimentação láctea. 
Em segundo lugar, de onde e como vem o leite de vaca que chega até nós?
O leite de vaca não é produzido como era nos tempos dos nossos avós, em que as vacas eram criadas ao ar livre, comendo erva fresca, livres para passearem nos prados. Hoje as vacas (falo por conhecer esse meio) são criadas tal como são os frangos dos aviários. Depressa e mal. Uma vaca mal tem idade para produzir leite, é iniciada numa actividade toxicodependente. Quero dizer com isto o seguinte, é injectado no animal, drogas como, hormonas de crescimento, antibióticos (muitas vezes o animal nem está doente, mas usam-no como forma de evitar infecções), anti inflamatórios e corticosteroides. Este cocktail de químicos são justificados como sendo uma mais valia na prevenção de doenças do animal ( e produção acrescida de leite)
A alimentação do animal também não é a melhor. Em vez de erva fresca, dá-se comida fermentada (silagem), ração ( a ração dos animais é feita de farinha de animais mortos, muitos deles devido a doenças).
O gado actualmente é confinado a locais fechados, onde não existe espaço para os animais exercitarem o corpo. O gado passou a ser sedentário.
Muitos produtores de leite, deixam as luzes ligadas durante a noite para que as vacas estejam constantemente a comer para que a produção de leite aumente significativamente.
Após tudo isto, penso que dará para entender, em parte, porque não devemos beber leite.
Em visita a um laboratório de controlo do leite, constatei que são verificados determinados parâmetros como o nível de antibióticos entre outros químicos. Para meu espanto, são aceites por lei, determinados níveis de antibiótico no leite que chega ao consumidor final. Lanço outra questão, se todos os dias bebermos um a dois copos de leite, não estamos a ingerir diariamente uma quantidade de antibiótico? Os entendidos dizem que é uma quantidade "inofensiva" que o corpo facilmente rejeita. Mas há aqui outra questão que se esquecem de colocar, e a resistência que as bactérias adquirem? E a destruição da nossa flora intestinal? E a redução da actividade do sistema imunitário? Pensou alguma vez nisto?
Por imensas razões, tantos as que lê nesta publicação como na publicação do site Saúde Integral, o leite não deve ser consumido por ninguém, inclusive os seus derivados, pois não deixam de ser leite.
Caro leitor, deixo assim este alerta para que possa reflectir sobre o assunto. Devemos ter em mente que nem tudo o que determinadas organizações com aparência inofensiva dizem, deve ser levado como verdade verdadinha. 
Lembro-me que a associação de cardiologistas recomenda o uso de margarina rica em fitosterois e omegas 3 (penso que não estou errado) como forma de baixar o colesterol e reduzir assim os riscos de doenças cardiovasculares. Esquecem-se de dizer que a margarina é uma gordura perigosamente maléfica para o organismo. Para terem um ideia (muito bruta) do que é margarina, basta fritarem na vossa fritadeira várias vezes, não trocar o óleo e verificarem que o óleo criou uma espécie de goma branca. Juntem um pouco de sal e um pouco de corante amarelo e aí têm margarina (em breve colocarei uma publicação sobre margarina)
Uma vez mais apelo à vossa inteligência. Observem ao vosso redor com atenção e neutralidade e decidam por vós. O meu contributo é alertar.

Cumprimentos

Filipe Gonçalves
(mentor do projecto)
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Leite: bom ou mau?


Leite 



    
LEITE: BOM OU MAU?



 


Frank Oski nasceu em 1923 e graduou-se na Faculdade de Medicina da Universidade de Swuartmore, EE.UU. Em 1958 obteve o seu Mestrado na Universidade de Pensilvania.
Levou a cabo seus estudos de pediatria no Hospital da Universidade de Pensilvania e mais tarde estudou Hematologia no Hospital Infantil de Harvard, Boston.
Em 1963 foi eleito sócio do Departamento de Pediatria da Escola de Medicina na Universidade de Pensilvania. Mais tarde assumiu o cargo de Professor e Reitor do departamento de Pediatria no Centro médico da Universidade do Estado de Nova Iorque.
Em 1985 se encarregou do departamento de Pediatria na Escola de Medicina da Universidade de Johns Hopkins.
O hábito de consumir leite de vaca, está relacionado com a falta de ferro em crianças; Uma boa parte da população mundial, é vítima de Cãibras Diarreias e também de múltiplas formas de alergias; E há forte possibilidade de que seja um factor determinante na origem de arteriosclerose e ataques de coração.
Em muitos lugares do mundo e especialmente no este da Azia, África, América do Sul e Europa pessoas há que consideram o leite de vaca inadequado para o consumo de adultos: (Pag.4).
Em 1965 a Escola de Medicina de Johns Hopkins levou a cabo um estudo e descobriram que 15% dos pacientes de raça branca e uns 75% de raça negra não toleram o consumo de leite devido á lactose. A partir de então, se iniciaram estudos a nível Mundial e actualmente sabemos que essas percentagens, são muito maiores. Normalmente o ser humano perde a actividade da lactose no intestino delgado entre a idade de um ano e meio e quatro anos. Este é um acontecimento totalmente normal no processo de maturidade tanto de homens como de outros mamíferos. (Pag. 9)
A natureza, não nos oferece alimentos que contenham lactose, como o leite, depois do período do desmame. (Pag.11)
Quando convertemos o leite em Iogurte, muita da lactose é convertida em glucose ou galactose. De uma forma parecida, quando o queijo curado, muita da lactose se converte em simples açúcar. É por isto que estes produtos são tolerados por pessoas que não toleram o leite. (Pág. 13)
Os problemas Gastrointestinais, podem ser sintomas da intolerância á lactose. (Pag. 16)
Um destes sintomas é o que se origina nas paredes dos intestinos. Dada á intolerância do Leite, os intestinos sangram e vertem entre 1 e 5 milímetros de sangue. O problema é que a quantidade de sangue é pequena para poder ser detectada nas paredes. e só se pode detectar a alteração, mediante análises químicas. Se estima que a metade dos casos de crianças com défices de ferro nos Estados Unidos se devem a este problema gastrointestinal derivado do consumo de leite de vaca. (Pag. 17).
Outra séria complicação que resulta do consumo do leite de vaca, é a nefrose. Um grupo de investigadores da Universidade de Colorado e outro da Escola de Medicina da Universidade de Miami identificaram esta enfermidade em crianças com idades compreendidas entre os dez e os catorze anos. A nefrose é uma alteração dos rins. Esta alteração provoca uma perda permanente de proteínas que desembocam na urina. O resultado desta enfermidade, é um nível baixo de proteínas no sangue; e eventualmente resulta numa acumulação de líquidos, inchaço de mãos e pés. Algumas crianças, podem inclusive, desenvolver nefrose crónicas o que lhe pode levar á morte. Normalmente estas crianças, são tratadas com um tipo de cortisona, mas uma percentagem destas crianças não melhoram com o tratamento da cortisona. Foi com este grupo de crianças, que se fizeram estudos nas duas Universidades Americanas. No princípio, suspeitaram que o problema vinha de algum tipo de alergia. Para sua surpresa descobriram que quando o leite de vaca era eliminado da sua dieta. a perda de proteínas cessava e as crianças recuperavam rapidamente. Depois da dita recuperação, se administrou novamente leite de vaca ás crianças, e num período de um a três dias, as crianças, começavam a perder outra vez os níveis de proteína no sangue. (Pags. 21 y 22)
Certo Cardiologista estudou em certa ocasião os corações de mais de 1.500 crianças que haviam morrido por causas acidentais, melhor dizendo, não morreram de enfermidades. Não obstante, em muitas dessas crianças, se encontraram danos nas artérias coronárias. Quando se tratou de descobrir os factores que determinaram a razão porque umas crianças tiveram danos nas artérias e outros não, foi comprovado que o único factor que diferenciava um grupo do outro, era a alimentação durante a infância. Descobriu-se que a maioria das crianças que haviam sido amamentadas com leite materno, tinham as artérias em condições normais; por outro lado a maioria das crianças que tinham problemas arteriais, haviam sido alimentados com leite de vaca durante a sua infância. É portanto razoável concluir que o leite materno e o leite de vaca, foram determinantes nas mudanças das artérias das crianças. (Pag. 34)
Existem evidências que apoiam a convicção de que as crianças que se alimentam de leite materno durante a lactação, são menos propensas a enfermar do que aquelas que não o utilizam. Na década dos anos trinta se fez um estudo com 20.000 crianças na cidade de Chicago que corrobora com esta idéia. O estudo aconteceu quando os antibióticos para eliminar as infecções bacterianas não existiam. No estudo, um grupo de crianças foi alimentado com leite materno durante os primeiros nove meses de vida; um segundo grupo foi alimentado parcialmente com leite materno; e um terceiro grupo foi alimentado com leite de vaca pasteurizado e açucarado. A todas as crianças, se lhe deu suco de laranja a partir do primeiro mês, e óleo de fígado de bacalhau a partir das seis semanas. Se acrescentou também á dieta cereais a partir do quinto mês e vegetais a partir do sexto mês.
Que aconteceu? A mortalidade das crianças alimentadas à base de leite materno foi de um 1.5/1.000, entretanto a mortalidade das crianças alimentadas à base de leite de vaca se situou em 84.7/1.000 durante os nove primeiros meses de vida. A mortalidade por infecções gastrointestinais foi de 40 vezes superior nas crianças que não foram alimentadas com leite materno, enquanto que a mortalidade por infecções respiratórias foi 120 vezes superior

Estudos anteriores a estes levados a cabo em diferentes cidades americanas mostraram resultados similares. As crianças alimentadas à base de leite de vaca tinham 20 vezes mais possibilidades de morrer durante os primeiros anos de vida do que os não consumiam. (Pags. 38 e 39)
Apesar de um litro de leite de vaca conter 1.200 miligramas de cálcio e um litro de leite materno conter 300 miligramas, uma criança que consuma leite materno assimila mais cálcio que se bebesse leite de vaca. O problema, é que o leite de vaca contem muito fósforo e este elemento interfere na absorção do cálcio. (Pags. 48 e 49)
O leite de uma vaca, por muito sadia que seja, sempre está infectado com bactérias fecais que se depositam no úbere e nas mamas. (Pags. 54)
Se o facto de que o leite contenha bactérias nocivas, não for suficiente para demover os bebedores de leite, a União de Consumidores de EE.UU. encontrou num estudo, que 25 amostras analisadas, só 4, não estavam contaminadas com pesticidas. As outras 21 tinham residuos de hidrocarbonatos clorados. Existem evidências de que estes hidrocarbonatos, á medida que se acumulam no corpo, podem provocar mutações que resultam em deficiências no nascimento duma criança. Estes mesmos hidrocarbonatos, podem produzir câncer. (Pags. 55)
A penicilina é um antibiótico muito utilizado para combater as mastites das vacas. Supostamente não se deve ordenhar as vacas sem que tenham transcorrido 48 horas desde o tratamento da penicilina. Não obstante, ameudo esta norma não se cumpre e a penicilina aparece em pequenas quantidades no leite. Outra substância que se encontra no leite de vaca é a hormona progesterona que se converte em androgénios, que foi implicada como um factor que provoca o acne, pelos no corpo etc. (Pag. 56)
Diarreia, Cãibras, sangue gastrointestinal, anemia, erupções cutâneas, arteriosclerose, e acne, são enfermidades, que segundo se sabe, estão relacionadas com o consumo do leite de vaca. Alem destas enfermidades, crê-se que o consumo de leite de vaca pode estar relacionado com a leucemia, a Esclerose múltipla, a Artrite reumática e as cáries dentárias. (Pag59)
Uma revista médica inglesa, de reputação mundial, “The Lancet”, publicou um editorial intitulado “Atenção á Vaca” Nela se citava uma experiência na qual se alimentou vários chimpanzés recém nascidos com leite de vaca não pasteurizado. Dois dos seis chimpanzés desenvolveram leucemia e morreram. É importante saber que o leite com que foram alimentados estava infectado com um tipo de vírus chamado de tipo C, que é uma infecção comum nas vacas e provoca um tipo de leucemia nas vacas. (Pag. 59 e 60)
É irónico saber que muitas mães dão a seus filhos leite pensando que fortalecem os dentes quando o que provoca é uma destruição dos mesmos. Este dado que foi corroborado por um estudo do odontologista francês Castanho, da Universidade de Pensilvania numa de suas investigações. (Pag. 64)

Traduzido por Dr. Fernando M. Gonçalves (PH-DN) Naturologo.
(Prof. De Oligoterapia e Enzimologia. Pesquisador em matéria de nutrição)}


Extraído do site:  http://www.saudeintegral.com
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Mais informação sobre o aspartame





MAIS INFORMAÇÃO SOBRE O ASPARTAME






Antes de falarmos nos adoçantes artificiais e naturais, vamos ver o que de mais comum utilizamos para adoçar aquele cafezinho ou fazer o bolo da tarde.
O açúcar branco é um grande vilão da saúde! É totalmente refinado e obtido principalmente da cana-de-açúcar. No processo de refinamento há remoção completa de todos os nutrientes contidos na cana, sendo assim, ele é rapidamente digerido, absorvido provocando um rápido aumento dos níveis de glicose e alta deposição de gordura nas células.
Sonolência após refeição pode ser hipoglicemia
A primeira sensação com o consumo de açúcar é aumento da energia e bem-estar, mas da mesma forma que o aumento da glicose é rápido a queda se dá da mesma maneira. Os sintomas de hipoglicemia podem ocorrer de 1,5 horas até 2 horas depois do consumo de açúcar e envolve: queda dos níveis de energia, fraqueza, falta de concentração, depressão, ansiedade, irritabilidade, sudorese, dores de cabeça e tremor nas mãos. Isso é muito frequente acontecer e ser a causa daquela sonolência que dá depois das refeições, especialmente se consumiu muito carboidrato ou açúcar na mesma. A hipoglicemia também estimula novamente a fome, característica comum daqueles que consomem muito açúcar e carboidratos, a fome precoce logo depois de terem comido.
Alem da carência de nutriente, para o açúcar ser metabolizado, ele rouba do organismo cromo, selênio, magnésio e zinco envolvidos em múltiplas reações orgânicas como o controle sobre a própria vontade de carboidratos, favorece cãimbras, osteoporose, cólicas menstruais e redução da imunidade. Aliás, o açúcar hoje é um grande depressor do sistema imunológico e não deve ser consumido por aqueles que já tem redução da imunidade: indivíduos com herpes de repetição, problemas de cândida, HIV, infecções recorrentes de garganta, ouvido, etc.
Açúcar mascavo e mel favorecem ganho de peso
Açúcar mascavo e mel: são mais saudáveis do ponto de vista nutricional por conterem mais nutrientes, mas também provocam as oscilações desagradáveis na glicose que o açúcar barnco provoca e como já foi dito, favorecem o ganho de peso.
Os adoçantes dietéticos, também chamados de edulcorantes, são substâncias que apresentam um poder adoçante muito superior ao da sacarose (açúcar refinado) e, por isso, eles são utilizados em quantidades bem menores se comparado ao açúcar de mesa. Os edulcorantes possuem duas classificações:
Temos os adoçantes naturais que são: frutose, sorbitol, manitol e esteovídeo e os artificiais aspartame, ciclamato, sacarina, acessulfame-K, sucralose.
Adoçantes naturais
Frutose

Extraída das frutas e mel. É mais doce do que a sacarose (açúcar refinado) 173 vezes. Apresenta 4 Kcal/g e provoca cáries. As pessoas diabéticas devem utilizá-los com moderação.
Sorbitol

Encontrado na natureza em frutas e alga marinhas. Apresenta poder adoçante 50% menor do que a sacarose. Possui 4 Kcal/g. As pessoas com diabetes não podem utilizá-lo. É estável ao calor. Em combinação com outros adoçantes (sorbitol, acessulfame-K, aspartame, ciclamato sacarina ou esteovídeo) é empregado na fabricação de biscoitos, chocolates, goma de mascar e refrigerantes.
Polióis ou açúcar alcoólico(maltitol, sorbitol, manitol, eritritol, xilitol

São 60% tão doces quanto a sacarose (açúcar). São pouco absorvidos e nao causam aumentos súbitos nas taxas de açúcar do sangue, por isso podem ser usados com moderação por diabéticos. Os açúcares alcoólicos são encontrados em muitos alimentos industrializados sem açúcar, como doces, biscoitos, gomas de mascar, refrigerantes, pastilhas para a garganta, pastas de dente e antissépticos bucais. Confira os rótulos dos produtos. Atenção, pois uma única ingestão de 10 a 30g ou uma ingestão diária de mais de 40 a 80g de algum desses açucares podem provocar efeito laxativo. Isso ocorre porque os altos níveis de açúcar alcoólico que não são absorvidos pelo intestino podem causar inchaço, gases e diarreia.
Esteviosídeo - stévia

O seu poder adoçante pode ser 300 vezes superior à sacarose. Não contêm calorias. Extraído da planta stevia rebaudiana, planta nativa da América do Sul. Uma vez que a stevia é uma planta ela contém outras propriedades que complementam o seu poder adoçante. Estudos apontam o seu poder em suprimir o crescimento bacteriano nos dentes, regula a pressão arterial, tem poder diurético e de regular os níveis de açúcar no sangue. Não houveram ainda efeitos colaterais associados, por isso deve sempre que possível ser o edulcorante de escolha. O seu sabor doce não é afetado pelo aquecimento então pode ser utilizada em chás e outras bebidas, além do preparo de sobremesas em substituição ao açúcar. Existem diferentes marcas de estevia no mercado, cada uma com um sabor diferente. Alguns produtos oferecem a stevia associado a outros adoçantes (ex: ciclamato e sacarina) enquanto outros oferecem a stevia pura.
Artificiais ou sintéticos

Aspartame, ciclamato, sacarina, acessulfame-K, sucralose
Aspartame

É o pior deles e o que está mais relacionado a efeitos colaterais indesejáveis.
O aspartame é composto de ácido aspártico, fenilalanina, dois aminoácidos naturalmente encontrado nos alimentos. É de longe o edulcorante mais polêmico, e já se tem conhecimento de 92 efeitos colaterais associados ao consumo do aspartame, que podem iniciar gradualmente, podem ser imediatos, ou podem ocorrer a partir de uma reação aguda. Embora não se conheça todos os efeitos que o aspartame pode provocar a longo prazo, algumas pessoas são sensíveis ao aspartame e tem reações. Dor de cabeça é o principal efeito adverso atribuido ao consume de aspartame. Também vem sendo associado a ataques de pânico, alterações de humor, episódios de mania e alucinações visuais. Apresenta poder adoçante 220 vezes maior do que a sacarose e não deixa sabor residual. Seu valor calórico é de 4 Kcal/g Mas, graças ao seu alto poder adoçante, usa-se pequenas quantidades para se chegar à doçura desejada. Não é estável em altas temperaturas.
Sabidamente, devido aos efeitos estudados dos seus componentes o aspartame pode provocar:
· Reações alérgicas alimentares
· Dores de cabeça, enxaquecas
· Náusea
· Diabetes (o aspartame em indivíduos diabéticos pode favorecer as complicaces como neuropatia, retinopatia, catarata e pode provocar mal controle glicêmico em quem faz tratamento)
· Espasmos musculares
· Depressão
· Ganho de peso
· Perda de audição
· Irritabilidade
· Taquicardia
· Convulsão e epilepsia
· Alterações endócrinas como aumento de cortisol e prolactina.
· Dores articulares
· Doenças autoimunes
· Degeneração cerebral – envelhecimento (perda de memória).
· Algumas desordens também podem ser disparadas ou pioradas com seu uso crônico como doenças degenerativas: (Parkinson, Alzheimer, retardo mental), fibromialgia, diabetes, tumores cerebrais, esclerose múltipla e lúpus.
Além disso, é totalmente contraindicado na gestação (recomendação para todos os adoçantes artificiais, pode ser utilizado à base de stévia ou sucralose). O aspartame é principalmente tóxico se pensarmos na sua exposição durante a gestação, pois o cérebro da criança em formação consegue captar 5x mais esse adoçante do que nos adultos e podem ter lesões no sistema nervoso.
Embora muito disponíveis em produtos industrializados os edulcorantes artificiais devem ser desencorajados. Isso não se refere à quantidade propriamente consumida estar ultrapassando os limites estabelecidos, pelo contrário, todos os adoçantes artificiais como o aspartame, ciclamato e sacarina tem seus limites diários regulamentados pela ANVISA e dificilmente a gente atinge esses níveis através do consumo diário. Não se trata disso, estamos falando de substâncias sintéticas que não se conhece, ou em muitos casos, já se conhece efeitos deletérios relacionados inclusive ao ganho de peso. Não significa que se eu não atingir a quantidade máxima regulamentada para um adoçante, que seu uso seja seguro para mim. Cada pessoa tem um nível de tolerância a uma determinada substância e pode sofrer as consequências dela mais precocemente.

Não é à toa que desde 2008 a ANVISA publicou uma resolução para limitar a quantidade de ciclamato e sacarina nos produtos industrializados (praticamente caiu à metade a quantidade que pode ser adicionada aos produtos). Ambas as substâncias já foram banidas do Canadá e EUA desde a década de 70, mas o seu uso ainda era considerado isento de efeitos colaterais aqui no brasil. Tudo partiu de estudos em animais (camundongos) mostrando maior risco de desenvolvimento de tumor de bexiga. As empresas agora tem 3 anos para se adequarem às novas regras. O ciclamato e sacarina também por conterem altos níveis de sódio são contraiindicados pela OMS para indivíduos hipertensos e com problemas renais. E as pesquisas apontam que os brasileiros são os maiores consumidores mundiais de adoçantes.
Dentre os adoçantes artificiais, temos ainda
Ciclamato

Seu poder adoçante é 50 vezes superior ao da sacarose. Entre as suas características estão a presença de sabor residual e a sua estabilidade em altas temperaturas. Não apresenta calorias.
Sacarina

Apresenta poder adoçante 200 vezes superior ao da sacarose podendo deixar sabor residual. Possui alta estabilidade em temperaturas elevadas. Devido à sua estabilidade, a sacarina é utilizada em vários alimentos, na indústria de cosméticos e de medicamentos. Não apresenta calorias. Na década de 80 foi associada a um maior risco de câncer de bexiga, a partir de estudos com ratos e o seu uso foi limitado.
Atenção: Indivíduos com alergia a sulfa também devem evitar consumir alimentos contendo sacarina, pois a molécula de sacarina é um derivado da sulfa.
Acessulfame-K (acessulfame potássio)

Feito do vinagre, não é digerido pelo organismo humano. É estável em altas temperaturas. Seu poder adoçante varia de 180 a 200 vezes superior ao da sacarose. Seu uso pode ser muito variado e é utilizado nas indústrias de panificação, confeitos, bebidas e produtos lácteos. Não apresenta calorias.
Sucralose

Ela é 600 vezes mais doce do que a sacarose. É feita da sacarose, com a adição de moléculas de cloro. É altamente estável em temperaturas elevadas podendo ser usada em produtos esterelizados, UHT, pasteurizados e assados. Além disso, pode ser utilizada em gelatinas e pudim em pó, sucos, compotas de frutas e adoçantes de mesa. Não apresenta calorias. Não é digerida pelo organismo
Tagatose

É extraida do soro do leite. A tagatose é um novo adoçante artificil produzido através da lactose, o açúcar do leite. A lactose é quebrada em glicose e galactose, a partir daí há uma modificação na molécula de galactose e ela adquire uma nova conformação se transformando em D-tagatose. Ela é 92% tão doce quanto o açúcar, mas não oferece impacto na glicose ou nos níveis de insulina, visto que não é digerida, passando intacta pelo organismo sem ser absorvida.

Alguns estudos apontam que ela inclusive consegue impedir a absorção de outros açúcares como a glicose, o que é interessante, sobretudo para indivíduos diabéticos. É o adoçante mais parecido com o açúcar em volume e sabor e pode ser misturada a outros adoçantes para melhorar a sua textura e sabor. O *FDA americano já considera o produto seguro para uso humano, permitindo a sua adição em alimentos, bebidas, cosméticos, pasta de dentes, assim como em medicamentos. Não deve ser consumida em excesso, para evitar distúrbios gastrintestinais como diarreia, náuseas e excesso de produção de gases.
Então qual é a recomendação quando falamos de adoçante?
Minha recomendação é procurar usar a stevia (o edulcorante mais natural), inclusive os diabéticos ou rodiziar os tipos de adoçante, para não haver o excesso de consumo de nenhum deles. O consumo de muitos alimentos contendo adoçantes artificiais deve ser desencorajado, pois não contem valor nutricional, “engana”o organismo que pensa que está comendo algo doce e possuem moléculas com efeito tóxico, sobretudo se forem adoçantes artificiais.
E com relação à quantidade de consumo, deve-se sempre procurar usar o mínimo possível. O ideal é até 1 a 2x ao dia, no máximo e procurar não fazer todos os dias. A questão não é o malefício de 2 a 3 gotas num café estou contraindicando o consumo de adoçantes várias vezes ao dia: aquela pessoa que consome o suco e café com adoçante, faz gelatina dietética, toma mate diet, refrigerante diet, faz sobremesas com adoçantes, enfim... daquela pessoa que se entorpece o dia todo.
Este texto continua...

* Órgão governamental americano que lida com o controle das indústrias alimentícias e de medicamentos naquele país. 


Retirado integralmente de:  www2.uol.com.br/vyaestelar
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De que são feitas as vacinas - ?????




 DE QUE SÃO FEITAS AS VACINAS?
??????
 











Vários excipientes são usados na produção de vacinas. Eis alguns:


Thimerosal - um derivado de mercúrio utilizado como conservante, é uma causa comum de reações sensíveis ou alérgicas. Estudos em animais também mostraram que o mercúrio pode inibir a imunidade. Desde o meado dos anos 90, os fabricantes sofrem pressão para remover essa substância química de suas vacinas, mas o progresso tem sido frustrantemente vagaroso. Uma revisão recente mostrou que alguns bebês que recebem vacinas contendo thimerosal são expostos a níveis cumulativos de mercúrio superiores àqueles considerados seguros.


Formalina - é uma solução diluída de formol utilizada para inativar vírus e desintoxicar toxinas. Quase 50 estudos mostraram uma relação entre o contato com formol e a leucemia e câncer de cérebro, colo e tecidos linfáticos.



Sulfato de alumínio - um adjuvante utilizado para melhorar a eficácia da vacina. Estudos mostram que vacinas que contêm alumínio causam mais reações que outras.

Também comuns são fenol, um desinfetante e corante; glicol etilênio, o ingrediente principal anticongelante; clorato de benzetônio, um antisséptico; e metilparabeno, um conservante e antifúngico conhecido por romper hormônios.

Foi revelado que as vacinas ainda podem conter outro perigo. Em muitas vacinas produzidas no final dos anos 80 e início dos anos 90 foram utilizados produtos bovinos obtidos em países onde a encefalite bovina espongiforme (doença da vaca louca) era um risco substancial. Nos EUA, a FDA repetidamente pediu que as indústrias farmacêuticas não utilizassem produtos de gado criado em países onde a vaca louca seja um problema. Entretanto, de acordo com uma reportagem no New York Times, cinco indústrias, inclusive a GlaxoSmithKline, a Aventis e a American Home Products, ainda estavam usando esses ingredientes no ano 2000 para fabricar nove vacinas amplamente utilizadas, incluindo as vacinas para paralisia infantil, difteria e tétano.

"As substâncias químicas são muito mais tóxicas em vacinas combinadas em uma única aplicação do que quando aplicadas separadamente." (Dr. Harold Buttram)

"Thimerosal é um dos componentes mais tóxicos que eu conheço,eu não me lembro de nada que seja mais letal." (Dr. Boyd Haley, perito em química da Universidade de Kentucky)


Fonte de pesquisa:

http://canil-impactbull.nireblog.com/post/2007/09/19/do-que-sao-feitas-as-vacinas



Extraido de:  http://curapelanatureza.blogspot.pt Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Aspartame - O "inofensivo" adoçante






ASPARTAME
O "inofensivo" adoçante




O aspartame foi aprovado em 1981 apenas para uso em alimentos secos. Por mais de oito anos a Food and Drug Administration (FDA), órgão do governo americano que regulamenta e aprova o uso e a comercialização de alimentos e medicamentos, recusou-se a aprová-lo por causa das convulsões e tumores cerebrais que essa droga provocou em animais de laboratório. A FDA continuou a recusar a aprovação até que o presidente Reagan (um amigo da Searle, empresa que criou o aspartame) assumiu o governo e demitiu o comissário da FDA que não queria aprovar o produto. O dr. Arthur Hull Hayes foi nomeado comissário. A aprovação foi alvo de tanta oposição que se criou uma comissão de inquérito, que chegou à seguinte conclusão: "Não aprovem o aspartame". O dr. Hayes, porém, PASSOU POR CIMA de sua própria comissão de inquérito e aprovou. Pouco depois de aprovar o uso de aspartame em bebidas carbonatadas, Hayes largou o cargo em troca de um excelente emprego na empresa de relações públicas da G.D. Searle.


Danos a longo prazo

O aspartame pode causar danos de forma lenta e silenciosa naqueles que não apresentam reações imediatas que os impeçam de usá-lo. Pode levar um, cinco, dez ou quarenta anos, mas a substância provoca, a longo prazo, mudanças da saúde - geralmente reversíveis, mas às vezes não.

METANOL (também conhecido como álcool de madeira e veneno) - representa 10% do aspartame. É um veneno que já causou a morte e a cegueira de muita gente. O metanol é liberado aos poucos no intestino delgado quando o grupo metil do aspartame encontra a enzima quimotripsina.

A absorção do metanol pelo corpo é bastante apressada com a ingestão de metanol livre. O aspartame se decompõe em metanol livre quando aquecido acima de 30°C. Isso acontece quando o produto que contém aspartame é armazenado de forma imprópria ou quando é aquecido (por exemplo, quando faz parte de um "alimento" como gelatina diet ou quando é usado para adoçar o cafezinho).


No corpo, o metanol decompõe-se em ácido fórmico e formaldeído – uma neurotoxina mortal.

Os males mais conhecidos causados pelo envenenamento por metanol são os problemas de visão. O formaldeído é uma substância carcinogênica, causa danos à retina, interfere com a duplicação do DNA e causa defeitos congênitos no feto. Por causa da falta de duas enzimas fundamentais, os seres humanos são muitas vezes mais sensíveis aos efeitos tóxicos do metanol do que os outros animais.

Já se divulgou que sucos de fruta e bebidas alcoólicas contêm pequenas quantidades de metanol. Mas é importante lembrar que o metanol em produtos naturais nunca ocorre isolado. Na natureza, há também a presença de etanol, geralmente em quantidade muito maior. O etanol é um antídoto para a toxidade do metanol em seres humanos. As tropas da Operação Tempestade no Deserto (Guerra do Golfo) foram "presenteadas" com grande quantidade de bebidas adoçadas com aspartame, aquecidas acima de 30°C sob o sol da Arábia Saudita. Muitos soldados voltaram para casa com numerosos problemas de saúde semelhantes aos encontrados em pessoas quimicamente envenenadas com formaldeído. O metanol livre nos refrigerantes pode ter sido um fator importante dessas doenças. Outros produtos da decomposição do aspartame, tais dicetopiperazina da aspartilfenilalanina (DKP), podem ter contribuído também.

Mesmo assim, numa resolução de 1993 a FDA aprovou o aspartame como ingrediente de numerosos alimentos que devem ser sempre aquecidos acima de 30°C. Como se não bastasse, em 27 de junho de 1996, sem nada divulgar, a FDA removeu todas as restrições ao aspartame, permitindo seu uso em tudo, inclusive em produtos quentes e assados.

Várias reações ao aspartame são muito graves, como convulsões e morte. Essas reações incluem (em ordem alfabética):
  • Artrite
  • Ardor nos olhos ou na garganta
  • Ardor ao urinar
  • Asma
  • Ataques de ansiedade
  • Ataques de pânico
  • Câncer no cérebro (estudos pré-aprovados em animais)
  • Coceiras
  • Confusão
  • Convulsões
  • Depressão
  • Diarréia
  • Dificuldades para pensar e raciocinar
  • Dificuldades para respirar
  • Dor abdominal
  • Dores nas articulações
  • Dores de cabeça e enxaquecas
  • Dores no peito
  • Dormência ou comichão nas extremidades
  • Enxaquecas ou dores de cabeça muito fortes (provocadas pelo uso crônico)
  • Espasmos musculares
  • Exantema (placas vermelhas pelo corpo)
  • Excesso de fome ou sede
  • Fadiga
  • Fadiga crônica
  • Fala arrastada
  • Fobias
  • Ganho de peso
  • Hipertensão (pressão alta)
  • Impotência e problemas sexuais
  • Incapacidade de concentração
  • Inchaço, edema (retenção de fluidos)
  • Insônia
  • Irritabilidade
  • Laringite
  • Morte
  • Mudanças marcantes de personalidade
  • Náusea e vômitos
  • Palpitações cardíacas
  • Pensamento enevoado
  • Perda de audição
  • Perda (calvície) ou queda de cabelo
  • Perda de memória
  • Perda de visão
  • Problemas ou alterações menstruais
  • Problemas de controle do açúcar no sangue (hipoglicemia ou hiperglicemia)
  • Reações alérgicas
  • Reações asmáticas
  • Rubor da face
  • Sentimento de irrealidade
  • Suscetibilidade a infecções
  • Taquicardia
  • Tinido nos ouvidos
  • Tosse crônica
  • Tontura
  • Tremores
  • Urticária
  • Vertigens
A doença do aspartame apresenta os mesmos sintomas e agrava as seguintes doenças:
  • Fibromialgia
  • Artrite
  • Esclerose múltipla
  • Mal de Parkinson
  • Lúpus
  • Sensibilidade química múltipla (MCS)
  • Diabete e complicações relativas à diabete
  • Epilepsia
  • Mal de Alzheimer
  • Defeitos congênitos
  • Síndrome da fadiga crônica
  • Linfoma
  • Doença de Lyme (doença bacteriana causada pelo micro-organismo Borrelia burgdorferi, depois da picada de um carrapato infectado. Os sintomas incluem exantema (mancha vermelha) grande e circular no local da picada (em 50%-60% dos casos), mal-estar, febre, dor de cabeça, dores musculares e inchaço dos nódulos linfáticos. Se não for tratada, pode provocar artrite e comprometer a função cardíaca)
  • Transtorno do déficit de atenção (ADD, hiperatividade)
  • Síndrome do pânico
  • Depressão e outros problemas psicológicos
Como acontece
O aspartame se transforma em subprodutos perigosos para os quais não temos defesas naturais. O estômago vazio de quem faz regime acelera essa transformação e amplifica os danos. Os componentes do aspartame vão direto para o cérebro, causando dores de cabeça, confusão mental, convulsões e equilíbrio deficiente. Ratos de laboratório e outros animais usados nos testes morreram de tumores cerebrais.

Em geral são necessários sessenta dias, pelo menos, de abstinência do aspartame para que sejam visíveis melhoras significativas. Verifique cuidadosamente todos os rótulos (inclusive os de vitaminas e medicamentos). Procure a palavra "aspartame" no rótulo e evite-o. É também boa idéia evitar "acesulfame-k", "neotame" e "sunette" (produtos compostos basicamente das mesmas substâncias do aspartame). Finalmente, evite procurar informações nutricionais na indústria alimentícia ou em empresas de divulgação, que recebem grandes somas de dinheiro da indústria alimentícia ou química.

Se você usa qualquer produto com aspartame e tem problemas físicos, visuais ou mentais, experimente passar 60 dias sem aspartame. Se depois de dois meses sem ingerir nenhum aspartame seus sintomas se aliviarem ou desaparecerem, divulgue para ajudar outras pessoas a se livrar dele.



Fonte de pesquisa (leia o texto completo):
http://www.geocities.com/HotSprings/Falls/8669/page4.html

Mais informações sobre o assunto em:http://imirante.globo.com/oestadoma/semanal/familia3006102/area-familia.html

http://www.vegetarianismo.com.br/sitio/index.php?option=com_content&task=view&id=337&Itemid=32


http://www.vivernatural.com.br/terapias/nutri_aspar.htm



Retirado de:  http://curapelanatureza.blogspot.pt/2009/02/os-perigos-do-aspartame.html Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...