= expr:content='data:blog.title' itemprop='name'/>

Aviso

O conteúdo presente neste blog, não pretende de forma alguma substituir o tratamento médico. É meramente de consulta e informação. Se lhe surgir algum sintoma que considere relevante, consulte imediatamente o médico.
Caso tenha alguma dúvida, contacte-nos. Responderemos com a maior brevidade possível.

Mostrar mensagens com a etiqueta Obesidade. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Obesidade. Mostrar todas as mensagens

Suplementos alimentares que não emagrecem











SUPLEMENTOS ALIMENTARES
que não emagrecem



 






É comum ouvir-se, sobretudo na aproximação do Verão, pessoas que dizem que os suplementos alimentares usados nos processos de emagrecimento não funcionam, porque uma vez deixados de tomar volta-se a engordar. Outras até dizem que eles engordam em vez de removerem as gorduras.

Será verdade ou são apenas justificações para o insucesso dos tratamentos?

Existem muitos factores que ditam se determinado tratamento será ou não eficaz. Um deles e muitas das vezes o maior é o cumprimento rigoroso do tratamento.

Sabemos que os portugueses são muito conhecidos por irem ao médico nas últimas e que para cumprirem as regras no que respeita à toma de medicação, são um desastre, ficando tomas por fazer, horários não certos, etc. Sobre os suplementos o caso mantém-se, ou até piora de figura.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Linhaça










 LINHAÇA




 







NOME EM LATIM: Linum usitatissimum L.

FAMÍLIA: Lináceas

OUTROS NOMES: Linho-da-terra, linho-do-inverno, linho-galego, linho-mourisco

HABITAT: Originário do Próximo Oriente, mas cultivado em numerosos países de clima temperado da Europa e da América.

DESCRIÇÃO: Planta herbácea de 40 a 80 cm de altura. O seu caule é erecto e as folhas são alongadas e estreitas. As flores são de cor azul clara, com 5 pétalas. O fruto é uma cápsula globulosa, com 10 sementes de cor castanha.

REFERÊNCIAS HISTÓRICAS: Há 4000 anos que se cultiva o linho nos países mediterrâneos para obter fibra têxtil, e há mais de 2500 anos que se utiliza como medicamento. Hipócrates já o recomendava como emoliente no século V a.C.
PROPRIEDADES E INDICAÇÕES: As sementes contêm uma grande quantidade de mucilagem e pectina, que lhe conferem propriedades emolientes e laxantes, além de sais minerais e lípidos de elevado valor biológico (ácidos gordos essenciais insaturados). São estas as suas indicações e aplicações:
- Prisão de ventre crónica: Lubrifica o tubo digestivo, tornando as fezes mais moles. Além disso regenera a flora intestinal, regulando os processos de putrefacção e fermentação (1,2,3). O seu efeito torna-se muito evidente, pois no caso de desarranjo intestinal as fezes perdem o seu cheiro pútrido.
- Gastrite, duodenite e úlcera gastroduodenal: Apresenta uma acção anti-inflamatória e emoliente que favorece a regeneração da mucosa digestiva danificada. Recomenda-se tomar as sementes de linho como complemento, associadas ao tratamento específico destes processos patológicos.
- Inflamações das vias respiratórias e das urinárias: Bronquites e cistites, particularmente, pelo seu efeito emoliente e suavizante sobre as mucosas (1,2,3).
As SEMENTES de linho (linhaça) podem usar-se como alimento. São especialmente recomendáveis para os diabéticos, pela sua escassa percentagem de glícidos e o seu elevado conteúdo em proteínas e lípidos (gorduras). Devem ser consumidas pelas pessoas que sofram de desnutrição ou queiram engordar (3).
As cataplasmas de FARINHA de linhaça aplicam-se sempre que se requeira calor constante: catarros e bronquite, dores menstruais, cólicas do abdómen (renais ou biliares), espasmos intestinais, picadas de insectos, abcessos e furúnculos (4). Têm uma acção resolutiva, antiespasmódica, sedativa e anti-inflamatória, além de manterem o calor durante muito tempo.
O ÓLEO de linhaça utiliza-se como suavizante da pele no caso de eczemas, pele ressequida, queimaduras leves e dermatoses em geral (5).
PARTES UTILIZADAS: A linhaça (sementes do linho).


USO INTERNO
1 Decocção durante 5 minutos de 30 g de sementes por litro de água. Tomar 2 ou 3 chávenas por dia, adoçadas com mel caso se deseje.
2 Maceração: Deixa-se em repouso durante 12 horas uma colherada de sementes por cada copo de água. Tomar 2 ou 3 copos diários do líquido resultante.
3 Sementes: Também se podem ingerir as sementes inteiras, mastigando-as (uma colherada de 12 em 12 horas).
USO EXTERNO
4 Cataplasmas: As sementes de linho trituradas (farinha de linhaça) acrescentam-se à água a ferver até se obter uma papa espessa. Normalmente são precisos de 30 a 40 g por litro de água. Quando se aplica a cataplasma convém proteger a pele com um pano fino para evitar que se produzam queimaduras.
5 Loções com óleo de linhaça: Aplicam-se directamente sobre a zona da pele afectada.


* Extraído do livro A Saúde pelas Plantas Medicinais, editado pela Publicadora Atlântico, S.A.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Espargo

missing image file 





 ESPARGO
Diurético e depurativo














NOME EM LATIM: Asparagus officinalis L.
FAMÍLIA: Liláceas
Outros Nomes: Espargo-hortense.
DESCRIÇÃO: Planta herbácea que pode atingir um metro e meio de altura. Do caule nascem umas agulhas suaves, que na realidade são ramos modificados. As folhas são muito pequenas, assim como as flores, cuja cor é branca ou acinzentada. O fruto é uma baga vermelha.
Os espargos são na realidade a parte terminal dos caules da planta (brotos tenros), que quando crescem ao abrigo da luz ficam brancos por não conterem clorofila. Os espargos brancos constituem um delicado manjar, mas quando se comem com fins medicinais são preferíveis os verdes, já que estes apresentam uma maior concentração de princípios activos.
Habitat: Planta difundida por terrenos arenosos e leitos de rios da Europa Central e Meridional, assim como de grande parte do continente americano. Cultiva-se em muitos países da Europa e da América.
PROPRIEDADES E INDICAÇÕES: Os espargos contêm aspargina (substância que comunica um cheiro particular à urina), glicósidos (coniferina e vanilina), metilmercaptan, um óleo essencial, rutina e tanino. Possuem as seguintes propriedades:
• Diuréticas: Os componentes citados actuam sobre o rim, estimulando a sua função eliminadora, o que provoca um notável aumento na produção de urina. O consumo de espargos é útil sempre que se queira estimular a função renal, e especialmente nos casos de edemas (retenção de líquidos) e obesidade (contém pouquíssimas calorias) (1).
• Depurativa: As curas de espargos têm dado bons resultados em casos de eczemas crónicos, devido à sua acção estimulante sobre as funções eliminadoras da pele (1).
• Laxante: A sua fibra faz aumentar o bolo fecal, o que é útil no caso de prisão de ventre crónica (1).
A raiz contém ainda saponina e certos açúcares. Tem o mesmo efeito diurético que os espargos (2).
missing image filePARTES UTILIZADAS:
Os caules tenros (espargos) e a raiz.
Preparação e EMPREGO:
uso interno
1 Os espargos silvestres ou cultivados utilizam-se em diferentes preparações culinárias.
2 A raiz seca usa-se em infusão, à razão de 50 g por litro de água. Tomam-se 3 chávenas por dia.
                                                                                                                                Contra-indicações                                                                                                                                                                                                                        
Em grandes doses, os espargos irritam o tecido renal, pelo que são contra-indicados em caso de nefrite, glomerulonefrite e outros estados inflamatórios do rim.

Dr. Jorge Pamplona Roger
*Extraído do livro A Saúde pelas Plantas Medicinais, editado pela Publicadora SerVir, S.A.


Revista Saúde & Lar
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...