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Aviso

O conteúdo presente neste blog, não pretende de forma alguma substituir o tratamento médico. É meramente de consulta e informação. Se lhe surgir algum sintoma que considere relevante, consulte imediatamente o médico.
Caso tenha alguma dúvida, contacte-nos. Responderemos com a maior brevidade possível.

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Gota - tratamento natural







    ARTRITE ÚRICA OU GOTA
Causas e Tratamentos












Doença caracterizada por desequilíbrio entre a formação e a eliminação de ácido úrico. Se esse ácido ultrapassar o valor de 6mg por 100ml de sangue, ocorre precipitação nos tecidos e especialmente nas articulações.
Esta doença surge por ataques, uma ou duas vezes no ano  (Inverno e Outono), que geralmente aparecem depois da meia noite. Aparece com mais frequência nos homens adultos de constituição pícnica. Em geral, a primeira articulação a ser atacada é a do dedo grande do pé, e a seguir as outras articulações, os tendões e os rins.

Causas
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Os 8 remédios naturais








                       8 REMÉDIOS NATURAIS















O AR

Deus, que nos criou, conhece cada órgão, músculo, nervo... cada minúscula partícula do nosso corpo. Como conhecedor de tudo o que diz respeito à nossa saúde e felicidade, Ele nos dá oportunidade de conhecer Seus princípios e regras para um viver saudável. Colocou à nossa disposição inúmeros recursos para que desfrutemos de perfeita saúde! O interessante é que estes recursos se encontram ao nosso alcance, ao nosso redor, através da Natureza que nos cerca. Sem nenhum custo!
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Alzheimer





ALZHEIMER
os químicos do esquecimento









Há muitas razões para alguém ser diagnosticado com o que é frequentemente chamada de “doença de Alzheimer” ou demência. Algumas das causas melhor conhecidas são:
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Xarope de Aloe Vera - contra tumores






 XAROPE DE ALOÉ VERA
contra o cancro

São várias as pessoas que me têm questionado sobre o que é o xarope de Aloe Vera, qual a verdadeira receita, se se pode tomar em qualquer altura e se realmente cura o cancro.

De facto, esta receita não se conhece a sua origem. Ela ficou mais conhecida através do Frei Romano Zago, que a decidiu publicar em livro, quer a receita, quer os seus conhecimentos e resultados. Ele próprio refere que conheceu várias formulas e formas de tomar, mas que, apesar de existirem várias opiniões, uma era comum a todas, para o fabrico do xarope era necessário três ingredientes: Aloé Vera, mel e bebida álcoolica.

É uma receita muito simples de se fazer
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Garganta - como cuidar dela





 Garganta 
Como cuidar dela











A garganta é a cavidade corporal por onde entram todos os tipos de substância, como alimentos, bebidas, ar, fumos, poeiras, etc. Não é por nada que exista logo no seu início duas sentinelas bem eficazes que constituem a primeira barreira de defesa do nosso organismo, as amigdalas. Cuidar da gargante deve ser uma atenção da nossa parte, uma vez que afeções nesta area pode constituir perigos e situações irreversíveis.

Como cuidar da garganta?
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Artrite Reumatóide - algumas ajudas precisosas






ARTRITE REUMATÓIDE
algumas ajudas preciosas













A artrite reumatóide (AR) caracteriza-se por uma doença debilitante e deformante. Quem já viu doentes com AR sabe o estado em que ficam a mente e o corpo deles. Causadora de inumeras baixas médicas, é uma doença que, medicamente, não existe cura. É necessário medicação contínua até ao fim da vida.

Definição de AR?
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Aloe Vera - no tratamento das queimaduras



 ALOE VERA
No tratamento das queimaduras







As lesões deixadas na pele após uma queimadura são permanentes e inestéticas. Mas o processo de restauração da pele numa lesão por calor é dolorosa e é necessário extrema cautela para evitar infecções. Contudo, em casos de queimaduras pouco profundas, existem remédios caseiros que podem fazer verdadeiros milagres. 
Antes de indicar qual a solução, lembro que a colocação de substâncias como pasta de dentes, alcool, oleo, manteiga, etc devem ser completamente evitadas pois podem agravar o estado da queimadura e evitar o processo de cicatrização.
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Cocktail anti cancro




COCKTAIL ANTI CANCRO
O poder das frutas e dos vegetais






Existem cada vez mais provas de que os alimentos de origem vegetal possuem substâncias capazes de destruir tumores, de ativar o sistema imunitário, de debelar microorganismos, etc, como os anti oxidantes, por exemplo.
Essas evidências são provadas através de rigorosos testes cientificos que de facto comprovam que a Natureza possui armas extraordináriamente fantásticas no que toca na luta contra ao cancro. 
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Argila Verde - eficácia no uso interno







ARGILA VERDE
para uso interno
                      
                     







Porque razão a argila verde é vastamente utilizada por milhões de pessoas para o tratamento de várias afeções?

Este efeito deve-se às características químicas e radioactivas que a argila contém. Deste modo a argila:
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Suplementos alimentares que não emagrecem











SUPLEMENTOS ALIMENTARES
que não emagrecem



 






É comum ouvir-se, sobretudo na aproximação do Verão, pessoas que dizem que os suplementos alimentares usados nos processos de emagrecimento não funcionam, porque uma vez deixados de tomar volta-se a engordar. Outras até dizem que eles engordam em vez de removerem as gorduras.

Será verdade ou são apenas justificações para o insucesso dos tratamentos?

Existem muitos factores que ditam se determinado tratamento será ou não eficaz. Um deles e muitas das vezes o maior é o cumprimento rigoroso do tratamento.

Sabemos que os portugueses são muito conhecidos por irem ao médico nas últimas e que para cumprirem as regras no que respeita à toma de medicação, são um desastre, ficando tomas por fazer, horários não certos, etc. Sobre os suplementos o caso mantém-se, ou até piora de figura.
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Controle a sinusite com tratamentos naturais

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SINUSITE

Controle-a com métodos naturais












O crânio é uma estrutura óssea de grande resistência, formado por múltiplos ossos. Os da região maxilar frontal apresentam cavidades cheias de ar que mantêm a fisionomia da face e não alteram a resistência do crânio em relação a impactos. Essas cavidades cheias de ar recebem o nome de seios perinasais.
Elas são recobertas por uma mucosa constituída por células que segregam um tipo de muco que pode ser expelido através dos orifícios que põem em comunicação essas cavidades com as fossas nasais e a região nasofaríngea.
Não existem ou, pelo menos, não deveriam existir microrganismos dentro dessas cavidades. Quando isso acontece, é grande a possibilidade de se instalar uma doença.
Sinusite é a inflamação de um ou mais seios perinasais (veja o quadro “Onde a doença se instala”). Geralmente está associada a um processo infecioso. Pode ser causada por bactérias, vírus, fungos e reações alérgicas. A infeção dos seios perinasais também pode acontecer quando bactérias procedentes de estruturas próximas os invadem. Como exemplo, citamos os abcessos dentários. Qualquer infeção de uma peça dentária deve ser vigiada de perto devido à possibilidade de essa infeção se estender a outras áreas próximas.
A inflamação provocada pela sinusite conduz à obstrução dos condutos que drenam os seios perinasais, acumulando muco no seu interior, e favorecendo o desenvolvimento de microrganismos. Pode ser aguda ou crónica. O processo agudo geralmente ocorre após a infeção das vias aéreas superiores e dura não mais de uma a três semanas. A sinusite crónica tem duração maior. Deve-se levar em conta o facto de que outros problemas associados podem influir na persistência da doença.
Sintomas e tratamento
A sinusite geralmente manifesta-se com uma dor incómoda e constante onde se localiza a cavidade afetada. Se o seio maxilar é o afetado, a dor localiza-se debaixo do olho ou ao lado do nariz. Se o seio afetado é o frontal, a dor pode localizar-se na fronte. Essa dor pode variar de intensidade de acordo com a postura adotada pela pessoa. Também pode haver aumento das secreções nasais que se apresentam com característica espessa e presença de sangue.
Geralmente, a sinusite não está associada à febre, mas como se trata de um processo infecioso, a febre pode estar presente. Veja outros sintomas no quadro “Pode ser sinusite”. Essa é uma enfermidade de curso benigno, mas deve sempre consultar-se um médico e tratar-se adequadamente para, dessa forma, evitar que o processo se torne crónico.
Em geral, o tratamento da sinusite implica o uso de antibióticos específicos durante 7 a 14 dias, para curar esse tipo de infeção. O tratamento médico deve ser seguido corretamente, mesmo que em poucos dias seja observada melhoria do quadro. Isso evita que o processo infecioso se torne crónico. Sempre sob orientação médica, também se podem utilizar outros fármacos para diminuir a inflamação da mucosa e permitir a eliminação das secreções. Dessa forma, consegue-se melhor ventilação dos seios perinasais e, em consequência, a melhoria dos sintomas.
O tratamento da sinusite crónica tem como objetivo corrigir o problema que a mantém. Ele pode tentar controlar um processo alérgico ou ainda corrigir uma possível deformação do septo nasal entre outros. Veja “Tratamentos simples para sinusite”, algumas dicas de tratamentos naturais que podem ser muito úteis nessa hora.
sinusite_24516268.jpgSe você já apresentou esse quadro, evite lugares muito poluídos e também o fumo do tabaco. Procure estar bem agasalhado no inverno e beba bastante água. Alimente-se bem. Assim, ajudará o seu corpo a estar forte para se defender.
Tratamentos simples para sinusite
1. Compressas quentes
Mergulhe uma toalha pequena em água quente, dobre e aplique sobre a região afetada. Repita o procedimento. Cuide para que a temperatura da compressa não seja muito alta. Isso ajuda a aliviar a dor.
2. Lavagem nasal
Esse procedimento pode ser aplicado a todas as sinusites, especialmente às que voltam com frequência e às de quadro crónico.
A água salgada remove a sujeira do nariz e atrai as secreções dos tecidos inflamados, promovendo a diminuição da congestão nasal.
Como fazer: Numa panela pequena, ferva um litro de água mineral. Quando a água estiver a ferver, adicione quatro colheres (chá) de sal grosso marinho. Deixe arrefecer. Depois, coloque dentro do recipiente que será utilizado para aplicar as gotas. Agite sempre antes de usar. Aplique algumas gotas no nariz. Se por acaso engolir um pouco da solução, não se preocupe: lembre-se de que é apenas água com sal. Depois de uma semana, as sobras da solução devem ser descartadas e uma nova preparação deve ser providenciada.
desenho1.psd3. Banho de vapor parcial
Numa panela, ferva um litro de água. Depois que a água estiver a ferver, reduza o lume e adicione uma cebola cortada em pedaços ou folhas de eucalipto medicinal, ou gotas de óleo essencial de eucalipto. A pessoa que vai fazer o tratamento deve estar sentada numa cadeira. Cubra a cabeça do paciente com uma toalha grande e deixe-o respirar o vapor durante 10 a 15 minutos. Esse procedimento ajuda a diminuir a congestão nasal.
desenho2.psd4. Banho de vapor total
Numa panela, ferva um litro de água. Depois que a água estiver a ferver, apague o lume e adicione folhas de eucalipto medicinal, ou cebola cortada em pedaços, ou gotas de óleo essencial de eucalipto. A pessoa que vai fazer o tratamento deve estar sentada numa cadeira, e deve ser coberta da cabeça aos pés, com um lençol.
Retire a panela do lume e coloque-a no chão sob o lençol. A pessoa deve respirar o vapor durante 10 a 15 minutos.
Para manter o vapor, use uma resistência elétrica dentro da panela.
*Atenção à segurança, pois trata-se de água a ferver. O paciente deve proteger os olhos, mantendo-os fechados durante o tratamento.





Duane Lemos
Colaborador da nossa congénere brasileira Vida e Saúde




extraído da revista de Abril 2013
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Azeite - meta óleo no seu motor


 







 

 AZEITE

"Meta óleo no seu  motor"








“Come-se demasiada gordura.” Esta frase aparece como uma repetição frequente na boca dos nutricionistas. Os lípidos, com efeito, representam entre 36 a 38% da quantidade calórica geral, apesar de esta proporção dever estar idealmente entre os 30 e 35% em regimes alimentares baseados em muita gordura, como é o caso francês. É por isso necessário diminuir o consumo de matérias gordas. Mas não quer dizer que não interesse quais, nem como. É inútil comer uma salada sem molho ou sem tempero ao almoço, se já comeu dois croissants ao pequeno almoço. São estas matérias gordas escondidas – que representam dois terços do nosso depósito de lípidos – que é necessário combater e não os óleos/azeites de tempero e de cozinha. Porquê? Em primeiro lugar, porque mais do que qualquer outro alimento, os óleos vegetais contêm ácidos gordos indispensáveis (ácidos linoleicos e ácidos alfalinolénicos) e vitamina E. Mas também, e sobretudo, porque eles são uma fonte importante de ácidos gordos mono e polinsaturados, nos quais a nossa alimentação é demasiado pobre. 

“Trabalhos já com alguns anos mostraram que os ácidos gordos saturados eram especialmente cancerígenos e os ácidos gordos insaturados muito mais protectores.” Eis uma boa razão para consumir óleos vegetais.

Óleos = Ácidos Gordos Polinsaturados

Mais do que a quantidade de matérias gordas, é, na realidade, a sua natureza que causa problemas. É frequente não se ingerir a quantidade necessária de ácidos gordos mono e polinsaturados. Estes representam respectivamente 38 e 16% dos lípidos consumidos, apesar das recomendações nutricionais serem de 50 e 25%. Em contrapartida os ácidos gordos saturados representam 46% dos depósitos lipídicos, apesar de idealmente não deverem exceder os 25%. Um desequilíbrio que não deixa de ter importância na prevenção de doenças. “Ainda mais que o colesterol, a natureza dos ácidos gordos dos lípidos alimentares tem um papel fundamental na patologia cardiovascular,” sublinha Christian Rémésy, director de pesquisa no Inra. “Trabalhos já com alguns anos mostraram que os ácidos gordos saturados eram especialmente cancerígenos e os ácidos gordos insaturados muito mais protectores.” Eis uma boa razão para consumir óleos vegetais.
Esses são, verdadeiramente, ricos em ácidos gordos mono e polinsaturados, enquanto os ácidos gordos saturados estão presentes, sobretudo, nos produtos de origem animal (à excepção do peixe). Segundo os primeiros resultados do estudo Suvimax os produtos lácteos representam, aliás, 25% dos depósitos de ácidos gordos saturados; os doces, sobremesas e pastelaria fina, 14% nos homens e 17% nas mulheres; as matérias gordas animais (manteiga, natas...) 16,5%; as carnes 8%; os enchidos 7% nos homens, 5% nas mulheres; e, finalmente, as matérias gordas vegetais 7%. Conclusão de Beatrix Sidobre, Monique Ferry e Robert Hugonot, autores do Guia Prático da Alimentação: “O emprego de óleos vegetais nos cozinhados e nos temperos, permitiriam um melhor equilíbrio entre os diversos ácidos gordos para uma prevenção mais eficaz.” 

Óleos = Ácidos Gordos Indispensáveis

O segundo trunfo dos óleos vegetais: eles contêm, mais do que qualquer outro alimento, o ácido linoleico e o ácido alfalinolénico, dois ácidos gordos ditos “indispensáveis”.
Indispensáveis uma vez que são os dois únicos ácidos que o organismo humano não pode produzir. “Noutros termos, se a nossa alimentação não provê as nossas necessidades de ácidos gordos indispensáveis, o assunto terminará para nós numa patologia mais ou menos grave (mais catastrófica na criança em pleno desenvolvimento físico e intelectual)”, lembra Lionelle Nugon-Baudon, toxicóloga encarregada de pesquisa no Inra. Estes ácidos gordos são essenciais para a renovação das membranas celulares e especialmente as do sistema nervoso. Mas têm também um papel preventivo nas doenças cardiovasculares e um efeito redutor do colesterol em certos indivíduos. Hoje em dia, os óleos vegetais permitem-nos preencher 50 a 60% do nosso depósito de matérias gordas indispensáveis. Mas estes depósitos são insuficientes e desequilibrados. “A família linoleica está agora presente em excesso na alimentação ocidental, enquanto que a família alfalinolénica está em deficiência em dois aspectos: não só não há o suficiente quantitativamente, mas por outro lado, o equilíbrio entre as duas famílias rompeu-se por excesso de ácido linoleico,” explica Jean-Marie Bourre, director de pesquisa no Iserm. 

Outra contribuição da vitamina E ao manter em bom estado os tecidos, é que a vitamina E tem também, graças ao seu poder como antioxidante, um papel maior na protecção das doenças cardiovasculares e na protecção do sistema nervoso.

Óleos = Vitamina E

Por último, os óleos contêm também vitamina E, que é o termo genérico habitualmente utilizado para designar os diferentes tocoferóis. Estes são os alimentos que contêm mais vitamina E; 154mg no óleo de gérmen de trigo, contra 1,5mg em 100g de manteiga. “A diferença está no corte.” Nada de extraordinário, portanto, que os óleos vegetais para tempero cubram em metade, eles próprios, os dois terços das nossas necessidades diárias, estimadas em 12mg. Um princípio ideal que é, por outro lado, raramente cumprido. Um inquérito nutricional realizado no Val-de-Marne mostrou que, segundo as várias faixas etárias, 40% das pessoas interrogadas tinham depósitos de vitamina E inferiores a dois terços da quantidade aconselhada. “Este défice em vitamina E é real se os depósitos alimentares são limitados a matérias gordas para tempero, especificamente óleos vegetais dos quais o interesse nutricional não é ainda bem conhecido do grande público”, especificam os autores do Guia Prático da Alimentação.
É pena. Pois a vitamina E é um poderoso antioxidante capaz de neutralizar os radicais livres. Estes radicais livres são as moléculas que podem atacar qualquer outra molécula (ácidos gordos das membranas, proteínas...).

Saiba Ler a Etiqueta
Óleo virgem de ... Um óleo virgem é um óleo comercializado directamente após pressão a frio (extraído a frio) sem sofrer refinação. A “primeira pressão a frio” é um método de extracção que dá um óleo colorido, espesso e perfumado, contrariamente ao óleo refinado que é inodoro, incolor e sem sabor. Esta técnica é utilizada sobretudo para o óleo de noz e para o azeite.
Óleo virgem extra de ...
Este nome está reservado aos óleos virgens nos quais a acidez é inferior a 1º por 100gr.
Óleo de ...
Este nome aplica-se aos óleos de uma única variedade ou de um único fruto tendo sofrido o processo de refinação. “Sem refinação, os óleos de sementes são geralmente escuros, turvos, desagradáveis ao paladar e mais sensíveis ao calor,” é-nos explicado em Lesieur. “Eles contêm também compostos indesejáveis que se encontram no interior da semente: ceras, pigmentos, pesticidas... é necessário, por isso, refinar o óleo para lhe tirar essas impurezas, para lhe dar um aspecto límpido assim como um sabor e um odor agradável e para poder conservar-se mais tempo.” Mas como lembram Thierry Souccar e Jean-Paul Curtay*, a vitamina E “perde uma parte das suas propriedades de acção no decorrer das operações de refinação e de embalagem”. No final, a refinação produz um óleo inodoro, incolor e sem sabor.
Óleo vegetal
– é o óleo que é constituído por uma mistura de óleos alimentares (como o óleo combinado).
*in Le Nouveau Guide des Vitamines,
Thierry Souccar e Jean-Paul Curtay, edições de Seuil, 1996

Esta última torna-se, por sua vez, um radical livre e ataca outra molécula. É a reacção em cadeia. A vitamina E, ao agir como antioxidante, permite proteger os ácidos gordos das membranas, cuja oxidação será uma causa de envelhecimento. Outra contribuição da vitamina E ao manter em bom estado os tecidos, é que a vitamina E tem também, graças ao seu poder como antioxidante, um papel maior na protecção das doenças cardiovasculares e na protecção do sistema nervoso. 

Óleos = A Dificuldade da Escolha

Estes elementos apontam para os benefícios dos óleos/azeites. Resta saber agora qual deve ser utilizado. Não é fácil, uma vez que a escolha é vasta. Azeite, ou óleo de colza, óleo de girassol ou de noz, óleo de amendoim ou de soja...: todos são compostos de 100% de lípidos e têm o mesmo valor energético (9 kcal por g). Em contrapartida, não têm nem a mesma composição nutricional, nem as mesmas utilizações. Os óleos podem ser classificados, entre outras, em duas categorias:
Segundo o seu teor de ácidos gordos dominantes – Ricos em ácidos gordos saturados: copra** e palma. Ricos em ácidos gordos monoinsaturados: azeite (72%), óleo de colza (61%), amendoim (58%). Ricos em ácidos gordos polinsaturados: noz (72%), girassol (66%), gérmen de trigo (65%), soja (63%), milho (60%). Uma vez que a nossa alimentação é demasiadamente rica em ácidos gordos saturados, é melhor evitar os óleos de copra e de palma e preferir os outros.
Segundo o seu teor em ácidos gordos indispensáveis – Ricos em ácido alfalinolénico: noz (12%), colza (9%), soja (7%), gérmen de trigo (7%). Ricos em ácido linoleico: girassol (66%), noz (60%), milho (58%) e soja (56%).
“Actualmente, o consumo de óleos engloba uma forte proporção de ácido linoleico (milho e girassol) muito elevada em relação aos que contêm ácido alfalinolénico (colza, soja, noz), especifica Christian Rémésy. Do ponto de vista da nutrição preventiva, a escolha dos óleos vegetais deve ser em variedade suficiente para evitar um excesso de ácido linoleico em relação ao ácido linolénico.” Assim, uma vez que não consumimos a quantidade suficiente de ácido alfalinolénico, é melhor privilegiar aqueles que são ricos nessa substância: o óleo de noz, de colza, de soja – o mais utilizado no mundo – e de gérmen de trigo. Apenas um senão, estes óleos não são apropriados para cozinhar uma vez que os ácidos gordos polinsaturados que eles contêm em grande quantidade, são pouco resistentes ao calor. Eles libertam um odor bastante desagradável quando aquecidos.
“Na verdade, o melhor é utilizar óleo de noz, de colza, de soja ou de gérmen de trigo – sozinhos ou misturados (metade de óleo de colza metade de azeite, por exemplo, para realçar o sabor) – para temperar; azeite para os cozinhados suaves e o óleo de amendoim para os cozinhados fortes”, aconselha Jean--Marie Bourre. E, nestes casos, é aconselhável variar os óleos. “Cada óleo tem propriedades nutricionais específicas: nenhum óleo as possui todas, daí o interesse em variar a sua utilização,” preconizam Beatrix Sidobre, Monique Ferry e Robert Hugonot. “Em todas as idades, mas principalmente após os 60, o consumo exclusivo de um óleo não está adaptado às necessidades do organismo, cada vez mais exigente quanto à natureza dos ácidos gordos.” 

A utilização do azeite é recomendada para a cozedura suave (breve); o óleo de amendoim é para a cozedura forte, a altas temperaturas, e o óleo de colza, de noz e de soja para o tempero.

Óleo Combinado = a Facilidade
Se esta ginástica vos parece complicada, podem sempre optar por uma solução mais fácil: comprar óleo combinado. Esta é uma mistura de vários óleos: girassol, colza, sementes de uva, .... O objectivo do fabricante é proporcionar um produto que ofereça as vantagens da variedade sem os seus inconvenientes. O consumidor não precisa de armazenar várias garrafas e de as usar alternadamente. Ainda mais, os industriais trataram de conceber uma mistura que possa servir para cozinhar e para temperar. Este pode, aliás, ser o ponto fraco deste óleo: para poder ser considerado apto para suportar a cozedura, não contém mais do que 2% de ácido alfalinolénico, uma percentagem pouco alta comparada com os óleos de colza, de soja, ou de noz.
Não restam dúvidas de que o óleo combinado é um produto interessante para todos aqueles que têm medo de se esquecerem de variar os óleos na sua alimentação. E o que é certo é que é melhor utilizar um óleo combinado do que contentar-se apenas com o seu único e eterno óleo de girassol ou azeite. Mesmo se, como fazem notar os autores do Guia Prático da Alimentação, “ a compra de óleo combinado deve também fazer parte de um sistema de rotação com vista à variedade: uma vez uma marca, uma vez outra.” Varie tanto quanto possível… S&L
Pequenos Conselhos PráticosQue tipo de garrafa escolher? a exposição à luz e ao calor não é favorável à estabilidade das vitaminas e dos ácidos gordos insaturados pois a sua estrutura química é frágil.
Privilegie, por isso, os óleos embalados em garrafas de cor, opacas ou de metal. E compre, de preferência, pequenas quantidades (0,5 l) para limitar os riscos de oxidação pelo contacto com o ar. Principalmente porque a vitamina E é destruída pelo oxigénio.
Quanto tempo se pode conservar o óleo?
uma vez aberta a garrafa, pode ser conservada vários meses. Mas não se pode esquecer de a fechar bem após cada utilização para evitar a oxidação pelo contacto com o ar. A data inscrita na embalagem não é a data limite de consumo, mas uma data limite de utilização óptima. Poderá consumir o seu óleo mesmo que a data que está na etiqueta ou na tampa da garrafa esteja ultrapassada. Isso não lhe provocará nenhuma doença, mas pode, talvez, tornar o óleo um pouco rançoso.
Como conservar o óleo? –
o óleo deve ficar ao abrigo da luz directa e de fontes de calor. Deve ser conservado num local frio de preferência. Mas não no frigorífico, porque ficará coalhado.
Porque é que o óleo coalha? –
a partir de uma certa temperatura, os óleos coalham. A sua consistência muda e o líquido transforma-se em cristais, em flocos, em filamentos, ou em grãos. O óleo de amendoim coalha a 17º, o azeite a 14º e os óleos de girassol ou milho a menos de 0º.
Não se preocupe: o coalhado desaparece lentamente à medida que a temperatura normaliza. Este fenómeno natural não altera a qualidade do óleo.
A cada óleo o seu uso
Tempero: óleo de noz, de soja ou de colza – ricos em ácido alfalinolénico, eles não suportam muito bem a cozedura. Pelo contrário, são muito recomendados para o tempero, sozinhos ou misturados com azeite. Atenção: eles criam ranço mais depressa do que os outros óleos (sobretudo o óleo de noz). É melhor comprá-los em pequenas quantidades e conservá-los numa garrafa bem fechada.
Cozedura suave: azeite – o azeite pode ser utilizado cru ou para cozinhar alimentos. O seu teor em vitamina E e o seu sabor forte tornam-no um ingrediente privilegiado dos molhos, misturado com um dos três óleos anteriores. A sua riqueza em óleos gordos monoinsaturados permite-lhe suportar a cozedura a todas a temperaturas.
Cozedura a altas temperaturas: óleo de amendoim: rico em ácidos gordos monoinsaturados, ele resiste especialmente bem a altas temperaturas. É o óleo ideal para as cozeduras fortes e para as frituras. Para os molhos, prefira óleos mais ricos em vitamina E e em ácidos indispensáveis.

*colza – uma espécie de couve de cujas sementes oleosas se extrai óleo alimentar ou para iluminação.
**copra – amêndoa do coco, da qual se extrai óleo alimentar.


extraído da revista Saúde & Lar n.º 663








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Ulmeira












ULMEIRA










NOME EM LATIM: Filipendula ulmaria (L.) Maxim.
FAMÍLIA: Rosáceas
OUTROS NOMES: Erva-ulmeira, erva-das-abelhas, rainha--dos-prados
HABITAT: Prados húmidos de toda a Europa, excepto a região mediterrânea. Cria-se nalgumas regiões frias do Norte e do Sul do continente americano.
DESCRIÇÃO: Planta vivaz, que atinge até 1,5 m de altura. Os caules são erectos e as folhas são prateadas pela face inferior. Dá flores pequenas, perfumadas, de um branco-amarelado, dispostas em ramalhetes terminais.
REFERÊNCIAS HISTÓRICAS: As folhas desta planta lembram as do ulmeiro, de onde lhe vem o nome. Usa-se desde o século XVI contra as dores reumáticas. Actualmente conhecem-se-lhe muitas outras virtudes.
PROPRIEDADES E INDICAÇÕES: As flores, e em menor proporção as folhas, contêm o glicósido monotropitina, que por hidrólise, na planta fresca, se transforma em salicilato de metilo e aldeído salicílico, e, depois de seca, em ácido salicílico livre e salicilatos alcalinos. Todos estes derivados salicílicos proporcionam, à semelhança do ácido acetilsalicílico (aspirina), acção anti-inflamatória, analgésica e febrífuga. Possui ainda flavonóides de acção diurética.
Tem as seguintes aplicações:
- Dores reumáticas, causadas pela artrose, o reumatismo poliarticular agudo, ou pela artrite úrica (gota) (1).
- Dores diversas: Também alivia as dores osteoarticulares (lumbago, torcicolo, dores nas costas) e as dores nevrálgicas (ciática, nevralgias). A sua eficácia contra as dores fica reforçada se, além de se ingerir a infusão (1), se aplicar localmente em compressas sobre a zona afectada (2).
- Diurética: Por ser potente, mas não irritante, torna-se sumamente útil no caso de celulite, edemas (retenção de líquidos) por insuficiência cardíaca, que costumam manifestar-se sobretudo nos tornozelos e pés; assim como para diminuir a ascite (retenção de líquidos no abdómen) dos doentes de cirrose (1).
- Depurativa: A ulmeira é uma grande eliminadora de ácido úrico, uratos e outras toxinas, pois aumenta a sua excreção pelo rim (acção uricosúrica). Depura o sangue destas substâncias ácidas, que causam a gota, o artritismo e muitas dores reumáticas (1). Por isso, e pela sua acção anti-inflamatória e analgésica, é uma planta ideal para aqueles que sofrem de gota.
- Dissolvente de cálculos: Própria para os que sofram de cálculos renais e areias, especialmente se forem de urato, pois favorece a sua dissolução e eliminação (1).
- Tonificante geral: Aumenta o apetite, tem efeitos tónicos cardíacos e proporciona sensação de bem-estar. O seu uso é recomendado nos estados gripais e catarrais, assim como na convalescença de afecções debilitantes (1).

PARTES UTILIZADAS:
As sumidades floridas.

USO INTERNO
1 Infusão com 30-40 g de sumidades floridas por litro de água, de que se tomam até 5 chávenas diárias.
USO EXTERNO

2 Compressas de uma infusão mais concentrada do que aquela que se usa internamente (até 80 g): Aplicam-se sobre a zona dorida ou afectada pela celulite, durante 10 minutos, duas ou três vezes por dia.




Roger, Pamplona, A Saúde pelas Plantas Medicinais, Publicadora Atlântico, S.A., 1996
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Diário do cancro





                 DIÁRIO DO CANCRO
Tratamentos naturais VS tratamentos científicos










Se se perguntasse a qualquer  pessoa do mundo se Deus é muito mais inteligente que qualquer cientista, todos diriam: “Claro que sim. Ninguém é mais inteligente que Deus”. Mas na hora da doença, em que o medo e sofrimento está instalado, se lhes dissesse que Deus sabe como curar a doença muito, mas muito melhor que os cientistas, as pessoas achariam que estaria completamente louco.
Mas então porque as pessoas que acham que Deus é muito mais inteligente que os cientistas, pensam que a cirurgia, a quimioterapia e a radioterapia são muito melhores contra o cancro do que a Natureza que Ele nos deu?
A resposta é simples. Para entendermos, vamos fazer um exercício mental, mas antes é necessário perceber uma situação. Desde 2003, que no nosso país, saiu uma lei, a lei 45/2003, que visa regulamentar a prática das medicinas integrativas, vulgarmente conhecida por medicinas alternativas e são elas a acupuntura, a osteopatia, a fitoterapia, a homepatia e a naturopatia. Após 9 anos, apesar da sua aprovação, continua sem funcionar porque carece de regulamentação. E isto porque, certos e determinados poderes atrasam este processo. Por interesse? É evidente que sim. Agora vamos fazer o “exercício mental”. Imagine que você é o presidente de uma grande organização ligada à área da saúde (ex: industria farmacêutica) e que a sua empresa tem que gerar lucros, senão os accionistas caem-lhe em cima. O que você fazia? O que qualquer um faria para gerar lucros. Não olhar a meios para atingir os fins. Isto é, deixava de olhar para os doentes como pessoas e passava a olhar como números. Precisa que os seus produtos sejam vendidos cada vez mais, mas para isso precisa que cada vez mais haja doentes, porque são eles a sua fonte de rendimento. Mas precisa também de um excelente marketing que consiga provar que os seus produtos são únicos e que mais nada pode salvar. Sendo assim consegue duas proezas: uma é a “criação” de novos doentes e a outra é a lavagem cerebral que se faz para incutir o medo na mente das pessoas. Digam lá se a ideia de contrair cancro não mete muito medo? E digam lá se pensam em não usar cirurgias, quimioterapias e radioterapias? E passou pela vossa cabeça usar tratamentos naturais?
Mas os tratamentos naturais realmente funcionam? Vou contar uma história para explicar a funcionalidade dos tratamentos naturais. Você tem uma árvore de frutos que produz frutos deliciosos e uma boa quantidade anualmente. Normalmente não precisa de fazer qualquer tratamento à planta para que ela produza, apenas a trata bem, com água limpa e terra boa. A dada altura, surge na planta sinais de doença. As folhas ficam amarelas e a murchar, alguns ramos quebram e os frutos tornam-se pequenos, sem sabor e com aspecto muito feio, alguns até nem chegam a amadurecer. Tudo isto é causado por um insecto que infecta a planta. Dirige-se a uma loja especializada em produtos hortofrutícolas e aconselham três soluções que uma grande marca criou como sendo eficaz e única para essa doença: uma, consiste em comprar uma tesoura para cortar as partes doentes da planta, arriscando-se a que a doença se espalhe para outros locais; a segunda é um produto químico forte que mata o insecto, mas faz cair as flores o que resultará na ausência de frutos; a outra é a colocações de um aparelho que imite radiação que afugenta os bichos, mas faz com que a planta se fragilize. Você nem pensa duas vezes. Como quer salvar a planta que criou e cuidou com tanto carinho, vai optar se possível pelas três soluções. Entretanto, conhece um agricultor tradicional e conta o seu problema, e informa-o que adquiriu uns produtos de última geração que prometem o tratamento da planta, que apesar de terem alguns efeitos secundários, era preferível do que ver a planta morrer. Então ele diz-lhe que existem umas plantas que colocadas junto ao tronco, fazem com que o insecto fuja e ao mesmo tempo dá nutrientes à planta para ela se restaurar. Isto era o utilizado antigamente neste tipo de doenças. Você sabe que a doença da planta é muito grave, que se não for feita alguma coisa, a planta irá morrer. Sabe também que o tratamento da famosa marca, vai custar, tanto dinheiro como alguma saúde da planta, mas sabe que actuará em pouco tempo, enquanto que o tratamento tradicional é muito demorado.
Se se deparasse com uma história destas, qual seria a sua escolha? Pense…
Percebendo a história, entende-se que a linda árvore que gera frutos, é o seu corpo, que gerou uma doença. A loja, é o médico que lhe vai prescrever a cirurgia (tesoura), a quimioterapia (produto químico) e a radioterapia (o aparelho de radiações). Enquanto isso, alguém (agricultor tradicional) lhe chama a atenção para outros tratamentos nada invasivos e sem causar estragos ( várias plantas colocados junto à raiz). Mas o marketing feito (a excelente marca com produtos de ultima geração e única capaz de salvar) e o medo (saber que a planta pode morrer) dão-lhe o incentivo final para optar pela tratamento de ultima geração. Mas esqueceram-se de lhe dizer que, mesmo com tanta tecnologia não era garantido que ficasse curada e que iria passar um mau bocado devido aos efeitos que trazem, inclusive lhe poderia lhe causar a morte.
Efectivamente, o tratamento cientifico é extremamente potente, e mostra resultados rápidos, só que estes resultados são provisórios. Passado algum tempo a doença retorna ainda mais virulenta.
Os tratamentos naturais, embora mais lentos, actuam em vários níveis do organismo, dando a possibilidade de ele se restaurar e equilibrar recorrendo aos seus próprios recursos.
Existem centenas de tratamentos naturais. Estes tratamentos normalmente são combinados entre si para potenciar os seus efeitos anti cancerígenos. Não existe um que seja mais eficaz que outros, todos são válidos. Então porque funciona um tratamento para o cancro, do ponto de vista natural?
Porque:
- Tanto destroem as células malignas quanto revertem a sua malignidade
- Restauram o sistema imunitário
- protegem e reenergizam as células saudáveis
- actuam na dor e no sofrimentos
- actuam na perda de energia dos pacientes (caquexia)
- Melhoram o sistema digestivo que consegue digerir e absorver melhor os nutrientes
- e por aí a fora…




escrito por: Filipe Gonçalves
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Uva - um excelente medicalimento







UVA
Um excelente medicalimento










A uva é, a seguir à laranja, a fruta mais cultivada em todo o mundo. Mas, infelizmente, só uma pequena parte da uva produzida é comida como fruta; a maior parte destina-se ao fabrico de bebidas alcoólicas, especialmente vinho.
A uva constitui um componente essencial da dieta mediterrânea, e até da sua cultura. Recentes descobertas científicas atribuem a boa saúde cardíaca dos habitantes do Mediterrâneo precisamente a algumas das substâncias presentes na uva.Há dois tipos de nutrientes que se destacam na composição da uva: os açúcares e as vitaminas do complexo B. Em contrapartida, a uva contém poucas proteínas e gorduras. As proteínas, ainda que em pequena quantidade, contêm todos os aminoácidos essenciais. Os minerais estão presentes numa quantidade moderada. Os componentes da uva que merecem uma menção especial são os seguintes:

Açúcares, numa proporção que oscila entre 15% e 30%. Os dois açúcares mais abundantes na uva são a glicose e a frutose. Do ponto de vista químico, trata-se de monossacáridos ou açúcares simples, que têm a propriedade de passar directamente ao sangue sem necessidade de ser digeridos. Nisto se diferenciam de outros tipos de açúcares, como a sacarose (presente na cana-de-açúcar, na beterraba ou na banana), ou como a lactose do leite, que precisam de ser decompostos no intestino antes de poderem passar ao sangue.
Vitaminas: Com os seus 0,11 mg/100 g de vitamina B6, a uva é uma das frutas frescas mais ricas nesta vitamina, excedida apenas por frutas tropicais como o abacate, a banana, a anona, a goiaba ou a manga. As vitaminas B1, B2 e B3 ou niacina também se encontram presentes em quantidades superiores às da maioria das frutas frescas.
Todas estas vitaminas desempenham, entre outras, a função de metabolizar os açúcares, para que as células possam com mais facilidade "queimá-los" quimicamente e aproveitar a sua energia. A uva contém quantidades bastante significativas de provitamina A e de vitaminas C e E.Minerais: O potássio, o cobre e o ferro são os minerais mais abundantes na uva, se bem que esta contenha também cálcio, fósforo, magnésio e cobre.Fibra: A uva contém cerca de 1% de fibra vegetal de tipo solúvel (pectina), quantidade relativamente importante tratando-se de uma fruta fresca.Substâncias não nutritivas: A uva contém numerosas substâncias químicas, que não pertencem a nenhum dos clássicos grupos de nutrientes, mas que exercem numerosas funções no organismo, muitas delas ainda desconhecidas. Estas substâncias são também designadas como elementos fitoquímicos:
– Ácidos orgânicos (tartárico, málico, cítrico e outros): Estes ácidos produzem a alcalinização do sangue e da urina facilitando a eliminação dos resíduos metabólicos, que na sua maior parte são de tipo ácido, como por exemplo o ácido úrico.
– Flavonóides: Descobriu-se recentemente que actuam como potentes antioxidantes, impedindo a oxidação do colesterol que causa a arteriosclerose, e evitando a formação de trombos ou coágulos nas artérias. A quercitina é o flavonóide mais importante da uva.
– Resveratrol: Trata-se de uma substância fenólica presente na pele da uva, de acção antifúngica (impede o crescimento dos fungos) e, sobretudo, oxidante. Detém a progressão da arteriosclerose. Recentemente provou-se que é também um poderoso anticancerígeno.
– Antocianinas: São pigmentos vegetais que actuam como potentes antioxidantes preventivos das afecções cardiovasculares.Em essência pode-se dizer que a uva é um alimento que fornece energia às nossas células e que favorece o bom estado das artérias, especialmente das coronárias que irrigam o músculo cardíaco. Além do mais é laxante, antitóxica, diurética, antianémica e antitumoral.


Jorge Pamplona Roger
Resumido do livro A Saúde pela Alimentação, a editar brevemente pela Publicadora Atlântico


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