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Aviso

O conteúdo presente neste blog, não pretende de forma alguma substituir o tratamento médico. É meramente de consulta e informação. Se lhe surgir algum sintoma que considere relevante, consulte imediatamente o médico.
Caso tenha alguma dúvida, contacte-nos. Responderemos com a maior brevidade possível.

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Reflexões sobre o envelhecimento


 




 REFLEXÕES
Sobre o envelhecimento



 por:José Carlos Almeida Nunes





Lembro-me de quando era muito jovem, na adolescência e até depois, de olhar os que então já considerava velhos, e que terão agora a minha “meia-idade” e de pensar para dentro: Eu não vou envelhecer, não me vai acontecer!
Julgo que este sentir será comum nos ainda muito jovens, nos quais de forma mais ou menos consciente, o sentimento de finito ainda não faz parte da ideação... Pelo contrário, à medida que vamos acrescentando anos à vida, isto é, à medida que vamos envelhecendo, vai crescendo em nós, de forma progressiva, esse “pano de fundo” cada vez mais consciente, mais permanente, dessa nossa vulnerabilidade, que resulta de sermos também seres finitos.
É algo que determina uma série de mecanismos adaptativos físicos e psico-sociais, tendentes a repararem o “Self”, agora submetido a grandes erosões resultantes de múltiplas vivências: Os lutos da vida, a reforma, a invalidez, a necessidade de reformar os objectos de prazer, os traumas narcísicos (entendendo aqui as agressões que a nossa auto-estima vai sofrendo ao longo da vida) e, também, o manter tanto quanto possível intactos os nossos projectos de continuidade.
Nesta reforma permanente de SI mesmo surgem, como já anteriormente propus, mecanismos de adaptação, alguns que poderemos considerar saudáveis e outros patológicos, resultantes do exagero, da bizarria, a afastarem-se do “normal”.
Ainda ontem mesmo (este ontem refere-se à véspera do começo destas minhas notas...) um doente de 78 anos, que acompanho de longa data, que é um homem alto, robusto, desenvolto no aspecto motor, com um bom trato, afável, equilibrado, viúvo, que exercera até há pouco um cargo de responsabilidade numa instituição de solidariedade nacional, me dizia, deitado na marquesa do meu gabinete, enquanto eu passava a mão direita pelo seu abdómen procurando alguma anomalia: Sr. Dr., espero chegar aos 80...!
Esta confidência fora-me feita num tom que misturava o orgulho com a esperança e era reveladora do regozijo por mais esses dois anos de vida (apesar de eu acreditar que, no seu íntimo, pairam muitos mais em expectativa...).
Já imaginaram um jovem de 18 anos de idade ter este sentimento em relação aos seus 20??
Julgo que a análise atenta deste expressar tão singelo quanto frequente deste meu doente permite ilustrar de forma simples mas, e até por isso, os considerandos que anteriormente teci sobre a consciência de finito e a sua relatividade ao avanço da idade.
Referi acima o “Self”, que é um termo Inglês cuja tradução para a nossa língua-mãe se pode fazer por “Próprio”, e que aglutina um conceito de entidade única e absolutamente pessoal, o núcleo central da personalidade, que congrega todas as dimensões do indivíduo, sejam cognitivas, afectivas, intelectuais, sociais ou outras.
É este “Próprio” ou “Self”, bastião ou reduto de cada um de nós, que nos posiciona de forma permanente, inconsciente, automática, em relação a tudo e a todos, que defendemos a todo o custo, para conseguirmos manter o sentido da vida, e a possibilidade de continuarmos...
Referi também que esta defesa do “Self” pressupõe mecanismos de adaptação uns saudáveis, outros patológicos.
Um rapaz, que morava no prédio ao lado, mudou-se e foi viver para a província. É esta a forma como, muito frequentemente, assistimos à referência que um idoso faz de outro, que conhece de longa data, e com quem priva desde a sua juventude...
No “meu tempo, as mulheres trabalhavam muito menos fora de casa – diz uma idosa de 80 anos, após um jantar em casa de amigos, e já instalada na sala de convívio, à conversa com outros. Como se o tempo actual não fosse também o seu, como se “o Seu Tempo” fosse apenas aquele em que as mulheres trabalhavam pouco fora de casa, ou seja, o tempo em que ela fora jovem...
Estes idosos aqui “construídos”, o que pretendem de forma inconsciente é manterem o seu elo de ligação a um período das suas vidas em que tinham juventude, força, capacidades intactas, ou de outra maneira, em que era forte e saudável o seu “Self”. É uma forma de projecção no passado, que protege, que de alguma forma, diria saudável, previne a fragmentação do “Próprio”.
Por outro lado, alguns outros, tão incapazes se tornam de manterem o contacto com a realidade, de acompanharem o evoluir da vida e dos acontecimentos em seu redor, que se fecham num mundo fantasioso, que lhes permite perpetuarem, ainda que de forma desadequada e bizarra, um período das suas vidas em que sentiam segurança, em que eram socialmente úteis.
Por estranho que pareça a um leigo, a ansiedade, a depressão, a fobia social, a hipocondria, são artimanhas de índole inconsciente, que evitam a ruptura do indivíduo e que evitam a fragmentação do “Self”.
Quando estes mecanismos de defesa são ultrapassados, perante a incapacidade de aceitarem a transitoriedade dos objectos, do “Self”, a morte voluntária acontece. Sabemos da taxa não negligenciável de suicídios nos idosos...
Outros, sós, pelo desaparecimento de familiares e amigos, recorrem a um animal doméstico, com quem privam, a quem projectam toda a sua afectividade, toda a sua intimidade, por outras palavras, o tal animal é colonizado, é “enchido” pelo idoso, que lhe reconhece alma, fidelidade, ...vida e esperança.
Recordo uma doente de oitenta e alguns anos, só na vida, que tinha num cão o último reduto da sua existência. A morte deste animal lançou-a num luto muito doloroso, de muito difícil resolução, do qual saiu dificilmente, com muita ansiedade e agitação.
Lembrei-me de Shakespeare, que esvaziou alguns dos seus personagens, tirou-lhes o “Self”, transformando-os em figuras de projecção, de identificação dos espectadores, como no seu Ricardo II, rei humano sim, mas sem estrutura pessoal e única, sem o “Próprio”. Eugène Ionesco traduziu esta forma de sentir: “Quando Ricardo II é preso na sua cela, só, não é apenas a ele que vejo, mas sim a todos os reis depostos, e não só a todos os reis, mas também os nossos próprios valores, aquilo em que acreditamos, está ali, só...
Quando Ricardo II morre, olho a morte de tudo o que mais venero, sou eu próprio, que morro com Ricardo II.”
Faz sentido que a morte do cão da minha idosa doente determinasse também quase a sua...




José Carlos Almeida Nunes
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É seguro consumir suplementos alimentares?




 SUPLEMENTOS NATURAIS
O que fazer com eles?









Desde tempos remotos que a Natureza é usada para curar ou aliviar males que afectam o tanto o ser humano como animais. Ainda hoje vemos que o uso de plantas é comum, principalmente nos meios mais rurais.
Desde meados dos anos 50 que esta tendência tem vindo a diminuir uma vez que o recurso a substâncias sintéticas tem ganho lugar nas farmácias caseiras das pessoas. Em apenas 60 anos, os produtos naturais foram postos de parte e visto como algo que não faz efeito e pode ser muito perigoso. Há quem se ria de quem recorre ao uso destes produtos por acharem que essas pessoas ainda vivem num mundo remoto ou inclusive porque são pessoas "zen" que não vivem neste planeta. Infelizmente assiste-se ainda a estas críticas.
O que é fato é que os produtos naturais, seja em comprimidos, em xaropes, em pó ou em chá têm efeito terapêutico tão eficaz quanto um produto sintético produzido artificialmente pela farmácia. A procura dos químicos deve-se principalmente à rapidez de actuação do mesmo, já que os naturais têm um tempo de acção mais demorado. 
A desvalorização e ridicularização das substâncias naturais é infundada e desprovida de inteligência, uma vez que os sintéticos são cópias defeituosas das substâncias contidas na Natureza.
Muitas vezes me perguntam se determinado suplemento é perigoso para a saúde. Para esclarecer esta questão convém primeiro entender como é constituída uma planta quimicamente. As plantas, enquanto seres que não se podem deslocar para se protegerem das agressões externas, criam substâncias que façam isso por elas. Na sua constituição encontram imensos quimicos, uns mais fortes outros menos fortes. Quando falamos do principio activo da planta, não falamos de um elemento isolado tal como é um comprimido da farmácia. Falamos de um principio activo que está rodeado de outras substâncias que evitam ou diminuem os efeitos secundários que a substância principal possa provocar. Como exemplo falo de uma planta muito humilde, que não passa pela cabeça de muitas pessoas, que é usada pela industria farmacêutica para o fabrico da tão famosa aspirina. É o Salgueiro Branco. Uma planta que cresce perto dos rios, encontra-se na sua casca o ácido acetilsalicilico, o principio activo da aspirina. Pois é, esta plantinha, antes de a indústria química a ter sintetizado, já ela a tinha para dar ao homem para lhe aliviar as dores.
Apesar de poder provocar a mesma alergia que provoca a aspirina, entenda-se que a substância está lá contida, a casca de Salgueiro Branco pode ser tomado por vários períodos de tempo sem correr o risco de grandes complicações, ou até nenhumas. Isto porque as restantes substâncias contidas na casca, travam o exagerado efeito provocado pelo ácido. Outras substâncias protegem os órgãos das agressões que possam ser causadas e outras, como vitaminas e minerais nutrem as células.
Assim se a urgência do caso não for muita, creio que o chá, ou comprimidos de Salgueiro Branco é muito mais útil, porque para além de dar o efeito que pretendemos, ainda nos nutre com outros elementos. Note que um comprimido de uma planta, não passou a ser perigoso só porque está em comprimido, cápsula ou outra forma qualquer. Simplesmente estas formas de apresentação contêm uma concentração maior de substâncias o que lhes dá uma maior rapidez nos seus efeitos. Numa comparação exagerada, um comprimido equivale a um litro de chá. Penso que não estava com disposição para tomar três litros de chá por dia, ou até mais!
Relativamente à segurança dos produtos que se vendem nas ervanárias, são normalmente produtos de alta qualidade e que podem ser consumidos sem grandes preocupações. As marcas que comercializam estes produtos, fazem por norma análises para validar e certificar a qualidade dos mesmos.
Deve-se sempre seguir as recomendações descritas na embalagem, porque cada produto, como não existe standarização, tem a sua forma de tomar, a sua posologia, momento da toma. 
É preciso dizer e sublinhar que, por imposição das grandes potencias, organizações e governos, os produtos naturais foram proibidos de conter a bula (boletim informativo). Como não são considerados medicamentos, mas sim alimentos, a informação da sua acção no organismo não está mencionada. Nem permitem sequer a informação de interacções com medicamentos e possíveis efeitos adversos. 
Tal como os medicamentos prescritos pelos médicos, todas as pessoas que pretendam tomar suplementos deviam antes consultar um profissional da área. Mais uma nota importante, os profissionais dos produtos naturais são os terapeutas em medicina natural e não os médicos ou farmacêuticos. Um médico não tem formação alguma em plantas medicinais e outros suplementos. Os profissionais da área, como naturopatas, acupunctores, homeopatas, entre outros é que sabem como funcionam as plantas medicinais e sabem quais as mais adequadas para o seu caso. Os produtos naturais para além do conhecimento empírico, são largamente estudados pela ciência em laboratorios. Pode e deve sempre comunicar ao seu médico que está também a realizar um tratamento com plantas.
Apesar de as  plantas serem mais inócuas que os medicamentos, não deixam de poder provocar reacções indesejadas. Lembre-se sempre que as plantas contêm químicos e estes podem causar interferências com medicamentos que esteja a tomar por ordem do médico. É muito importante que não seja você a decidir o que tomar. É preferível que procure um profissional especializado. Isto evita duas coisas: uma que, como se "medicou" mal, diga que afinal as plantas nada fazem. A segunda é que, se tomar o errado, não verá melhoras e gastará muito mais dinheiro.
Concluindo, os suplementos alimentares, sejam plantas, vitaminas e minerais, ou outras substâncias, são seguras para a saúde e devolvem a saúde ao ser humano. São usados desde tempos remotos e o seu uso/efeitos hoje em dia continuam provados pelos casos tratados. Tal como qualquer questão em saúde devemos sempre procurar ajuda de profissionais qualificados que conhecem o funcionamento das plantas e do corpo humano e que sabem o que é melhor para nós. Comunique sempre ao seu médico que faz uso de substâncias naturais. Afinal ao médico e ao padre nunca se deve mentir.
Desfrute do que a Natureza tem para lhe oferecer e nunca duvide do amor que ela tem por nós.


Autor: Filipe Gonçalves








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Filosofia de vida

 




FILOSOFIA DE VIDA







Só por hoje, serei feliz. A felicidade é algo interior.

Só por hoje, tentarei ajustar-me à realidade e não procurarei ajustar as coisas aos meus desejos pessoais. Aceitarei a minha família, os meus negócios e a minha sorte como são e tentarei encaixar-me neles.
 
Só por hoje, cuidarei do meu organismo. Praticarei exercício, alimentá-lo-ei, limpá-lo-ei, não abusarei dele nem o abandonarei.
 
Só por hoje, tratarei de fortalecer o meu espírito. Aprenderei algo útil. Não serei um ocioso mental. Lerei algo que exija esforço.

Só por hoje, farei bem a alguém, sem que a pessoa descubra.
 
Só por hoje, serei agradável. Terei o melhor aspeto que possa, vestir-me-ei com a maior correção ao meu alcance e falarei em voz baixa.
 
Só por hoje, tentarei viver apenas este dia.
 
Só por hoje, terei um programa. Porei por escrito o que penso fazer a cada hora. Talvez não siga exatamente o programa, mas tê-lo-ei. Eliminarei duas pragas: a pressa e a indecisão.
 
Só por hoje, terei meia hora tranquila de solidão e de repouso. Nessa meia hora pensarei, por vezes, no sentido da vida e nos meus valores espirituais.

Só por hoje, não terei temor. Especialmente, não terei medo de ser feliz, de desfrutar do belo, de amar e de crer que aqueles que amo me amam.



Extraído da revista saúde & lar - junho 2012 
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Bondade - aprenda a cultivá-la


 




 BONDADE
Aprenda a cultivá-la










Houve um tempo em que cheguei a pensar que a prática da bondade era coisa para gente rica. E estava parcialmente certa; porque riqueza, nesse caso, nada tem a ver com dinheiro, mas tem tudo a ver com qualidade de vida. Quando se tem um espírito bondoso, cria-se um ambiente saudável à nossa volta. Em troca, é-se recompensado com um viver de qualidade total.
Um dos grandes resultados de praticar a bondade é que a pessoa cresce na semelhança com Deus. “Mas Tu és Deus que perdoa; Tu és bondoso e amoroso e demoras a ficar irado. A Tua misericórdia é grande” (Neemias 9:17, BLH). A bondade de Deus está evidente no modo generoso como Ele nos ama. É especialmente visível em coisas corriqueiras, como o nascer do sol pela manhã, um lugar no estacionamento quando estamos atrasados para um compromisso, ou um inesperado presente que satisfaz uma necessidade ou gratifica um desejo.
Nenhuma dessas coisas é importante por si mesma. São, porém, magníficas expressões de amor enchendo o vazio do nosso coração.
As grandes coisas na vida podem ser obstáculos no nosso caminho, mas são as pequenas que tornam a jornada agradável e suportável. Elas podem imprimir-nos um pensamento positivo diante dos problemas e das situações difíceis. “O coração alegre é bom remédio, mas o espírito abatido faz secar os ossos”, já dizia o sábio Salomão (Provérbios 17:22).
Talvez seja despropositado pensar que pequenos gestos produzam grande efeito na vida. Mas já ouviu a história do leão que tinha um espinho na pata e não o conseguia tirar? Pois foi um minúsculo rato que o removeu.
Veja aqui dez maneiras simples de praticar a bondade:
1. Invista um pouco do seu tempo, das suas capacidades e dos seus recursos em benefício de outras pessoas.
2. Mande um bilhete manuscrito (neste caso não use o computador), para expressar a sua gratidão por um convite ou favor recebido.
3. Quando encontrar algum pequeno objecto de que uma pessoa querida gosta, compre-o e faça-lhe uma surpresa.
4. Cultive amigos bondosos. Isso desenvolverá esse traço em si.
5. Envie flores, ofereça um lugar para alguém se sentar, diga “muito obrigado”, “por favor”, sorria, promova encontros em sua casa, enfim, ressuscite práticas que a modernidade tenta matar.
6. Quando enviar uma carta, coloque uma surpresa dentro do envelope.
7. Dê um presente a alguém fora das datas especiais.
8. Cerque-se de coisas belas e agradáveis. Isso dar-lhe-á inspiração para partilhar com outros o que tem recebido.
9. Elimine a desordem da sua vida. Ela oprime o senso de bondade.
10. Peça a Deus ajuda para ser bom. A bondade é um dom do amor de Deus para que nos valorizemos e a outras pessoas da mesma forma como Ele nos valoriza.


Extraído da revista Saúde & Lar 


 

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Nunca é tarde para ter mais saúde


 



NUNCA É TARDE PARA TER SAÚDE 

19 maneiras de reduzir o stress durante um dia de trabalho





No início dos anos 60 os especialistas predisseram que a semana de trabalho seria reduzida, em breve, para quatro dias, talvez até três. No lar, os aparelhos tornariam o trabalho doméstico uma tarefa simples de fazer. Algumas faculdades e universidades começaram a incluir cursos de "estudos de tempos livres". Essas aulas ajudariam as pessoas a lidar com o aumento de tempo livre que em breve teriam.
Contudo, essas predições foram substituídas pela dura realidade: as mulheres e os homens de hoje estão a trabalhar mais arduamente e durante mais tempo do que antes! No virar do século – antes dos faxes, modems, computadores e telemóveis – a semana de trabalho era, em média, de 60 horas. Ao chegar a 1970 baixara para 37 horas. Nos anos 90, de acordo com um inquérito recente, um empregado médio estava a trabalhar 46 horas semanais no escritório e mais seis em casa, perfazendo um total de 52 horas. Além disso, 40 por cento dos inquiridos disseram que trabalhariam mais 10 horas ou mais por semana para terem mais dinheiro. Isso somaria 62 horas, duras horas mais do que nos dias dos "cavalos e das carroças".
O facto é que a maior parte das pessoas têm menos tempo livre e mais stress diário enquanto tentam lidar com o trabalho e carreira, a família e os amigos. Não obstante as exigências da vida, há alguns passos simples e eficazes que podem aliviar as pressões da vida. Aqui estão 19 maneiras para reduzir o stress durante o dia de trabalho.
1. Comece o dia com uma curta oração e meditação. Em vez de saltar da cama e apressar-se para começar o seu dia, tire alguns minutos – de 5 a 20 – para meditar, ler uma passagem curta e inspiradora, ter pensamentos de paz, apreciar o dom de Deus neste novo dia. Começar desta forma dar-lhe-á uma sensação de paz que se manifestará durante todo o dia.
2. Aplique a sabedoria de S. Paulo à sua vida diária."Tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável ... nisso pensai". Estas palavras são um lembrete para pensar positivamente. Durante o dia, quando enfrentar uma crise, pense num desafio. Quando enfrentar um problema, pense em possibilidade. Quando enfrentar um obstáculo, pense em oportunidade. Lidar com um acontecimento stressante de forma positiva aumentará a sua energia.
3. Lembre-se, pode cometer erros."Muitas pessoas começam a esmorecer até ao desespero ou a recriminarem-se sem piedade depois de cometerem um erro," observa a Dra. Charlotte Davis Kasl, uma psicóloga e autora do livro Finding Joy. "Parece-lhes um crime partir um prato, esquecer uma reunião ou enviar um documento importante para o endereço errado. O que é importante é não esquecer que todos erram... portanto, não seja tão duro consigo mesmo."
4. Reconheça os seus méritos.Tire alguns minutos, todos os dias, para dar a si próprio ‘pancadinhas nas costas’ por todas as coisas que conseguiu fazer. Isso mudará a sua perspectiva, ajudando-o a apreciar a grande actuação de equilíbrio que tem de fazer todos os dias – trabalhando, tratando dos filhos, fazendo trabalho voluntário, participando nas actividades da sua paróquia, mantendo uma vida social, cuidando dos pais, etc.
5. Crie imagens pacíficas na sua mente.Várias vezes ao dia, faça uma curta pausa e crie uma imagem mental pacífica. Por exemplo, imagine-se numa canoa, num lago calmo e sossegado com o sol a brilhar lá em cima. Ou imagine-se sentado calmamente num outeiro, rodeado de lindas flores silvestres. Quanto mais praticar esta técnica, mais facilmente se libertará do stress diário.
6. Leia."Como sou uma mãe sozinha com dois filhos e trabalho durante todo o dia, a minha vida é extremamente agitada," diz Karen, uma assistente de advocacia. "Ler é a minha forma de abrandar o stress. Leio durante a viagem de comboio. Leio enquanto espero o almoço. Leio antes de dormir. Para mim, ler é um escape total que me acalma e me relaxa," diz ela.
7. Seja hospitaleiro.Mantenha aberta a porta do seu coração para todos aqueles com quem contactar durante o dia. Cumpri-mente todos com um sorriso. Isso fará com que os outros gostem de estar consigo. Por seu lado, sorrir dar-lhe-á uma sensação de tranquilidade, calma e paz.
8. Observe a sua respiração.Quando estamos relaxados a nossa respiração é lenta e ritmada. Contudo, quando estamos ansiosos ou aborrecidos temos tendência para respirar irregularmente. Esteja atento à sua respiração. Logo que note que está a ficar stressado diga a si próprio: "Pára!" Depois, enquanto inspira, repita a palavra "paz". Ao expirar, sorria. Ao fazer isso, deixe os ombros descair e relaxe as mãos. Repita essa técnica várias vezes.
9. Dê uma caminhada em passo rápido.Os especialistas dizem que o exercício físico é eficaz em queimar o excesso de adrenalina que alimenta os sentimentos de ansiedade e de stress. O exercício também liberta endorfinas – os químicos naturais do organismo que bloqueiam a ansiedade e a dor. Durante as horas de expediente, até mesmo uma caminhada rápida pelo corredor ou subir um lance de escadas pode ajudar.
10. Mude de ambiente para o almoço.Saia do escritório e desfrute da sua refeição do meio-dia num parque. Use esse tempo para estar em contacto com a natureza. Pelo menos uma ou duas vezes por semana, coma sozinho, em silêncio. Coma devagar. Seja grato pela sua refeição. Divirta-se.
11. ‘Calce os sapatos’ dos outros."Tente ver um conflito ou uma diferença de opinião do ponto de vista da outra pessoa," recomenda o Dr. Redford Williams, uma autoridade em saúde cardíaca e autor da obra The Trusting Heart: Great News About Type A Behavior" (O Coração Confiante: Notícias Fantásticas Sobre o Comportamento Tipo A). "Ao tentar compreender o comportamento dos outros do seu ponto de vista, poderá ganhar o mesmo senso de perspectiva. Na maioria dos casos, sentirá a sua zanga desfazer-se."
12. Tenha cuidado com o que bebe.As bebidas cafeinadas que ingere durante o dia podem ser um pesadelo para a sua saúde mental. Demasiada cafeína pode causar tremor das mãos, inquietação e irritabilidade – tudo isso aumentando os sentimentos de stress. Tente eliminá-la da sua rotina.
13. Concentre-se na tarefa que tem em mãos, não no resultado.Esta é outra maneira de aprender a ser menos que perfeito. Se vir que se está a afligir por causa de um projecto, diga a si próprio, baixinho: "Lá estou eu outra vez a preocupar-me com o futuro. Vou só pegar nisto e fazer o melhor que posso." E faça-o. Lembre-se de deixar o futuro nas mãos de Deus.
14. Diga apenas "Não."Não tem que aceitar todos os projectos, todos os convites para se envolver, todas as oportunidades para ir a uma reunião. Aceite o que necessita e deseja fazer, mas diga "Não, obrigado" a outros pedidos do seu tempo.
15.Faça um acordo de paz consigo mesmo.Logo que se comece a sentir zangado, hostil, cínico, céptico, irritado ou impaciente, repita uma palavra que possa desfazer a energia negativa. Alguns exemplos incluem paz, amor, esperança, fé, alegria, paciência, etc.
16. Reviva uma lembrança feliz.Ligue-se ao poder das suas lembranças. Numa altura de stress, olhe para trás e lembre-se de uma experiência agradável ou de um momento de satisfação. "Poderá escolher o dia do seu casamento, o dia do nascimento de um filho ou quando alguém cuja opinião significava muito para si, apreciou algo que tenha feito," diz a Dra. Anees A. Sheikh, professora de psicologia da Universidade de Marquette, em Milwaukee. "Qualquer cena ou acontecimento em que se tenha sentido seguro, exultante, ou bem sucedido, estará bem. Não se lembre apenas destes acontecimentos – reviva-os."
17. Haja música.A música certa poderá levá-lo de um estado muito tenso para um estado relaxado em muito pouco tempo. A música certa é geralmente instrumental em vez de vocal e é, normalmente, tocada por instrumentos como a flauta, harpa, piano e conjuntos de cordas. Muitas pessoas acham que os sons da natureza combinados com harmonias musicais são muito relaxantes.
18. Contente-se com "chega assim".É espantoso quanto stress pode ser completamente eliminado quando decidimos que não temos de ter a casa mais limpa, o jardim mais arranjado, os filhos mais bem comportados. Olhe para a sua vida e veja em que deverá ser menos exigente consigo mesmo.
19. Não leve para casa os problemas do trabalho.Deixe as suas preocupações no escritório. Sentir-se-á melhor e regressará ao trabalho sentindo-se revigorado, enérgico e mais criativo. O Dr. Saki F. Santorelli, professor assistente de medicina no Centro Médico da Faculdade de Massachusetts, oferece estas sugestões: "No fim de um dia de trabalho ... sente-se tranquilamente e faça, conscienciosamente a transacção do trabalho para casa – tire um momento e seja apenas você – desfrute a sensação durante um momento. Tal como a maioria de nós, estará a entrar no seu outro trabalho a tempo inteiro – o lar. Quando estacionar o seu carro, tome um minuto para se preparar para estar com os membros da sua família ou para entrar em casa. Tente mudar de roupa quando chega a casa. Este simples acto poderá ajudá-lo a fazer uma transição mais suave para o seu ‘papel’ seguinte.
Por fim, lembre-se que estas 19 sugestões são apenas linhas mestras. Permita que o seu próprio sentido de oportunidade e curiosidade evolua enquanto explora e descobre a sua maneira própria e única de reduzir o stress durante o dia de trabalho.


 Victor M. Parachin



extraído da revista saúde e Lar

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Paracetamol intravenoso - uma combinação corrosiva




 PARACETAMOL INTRAVENOSO
Uma combinação corrosiva







Há tempos, numa visita a um hospital, e como é meu costume, verifico tudo o que é dado aos pacientes, como forma de investigar se, a medicação que é dada, é de facto "saudável"Já tinha observado que determinados medicamentos, nos seus excipientes, contêm substâncias um tanto ou quanto esquisitas. Ao verificar um saco de paracetamol intravenoso, vi que na lista dos seus "ingredientes" estava incluído duas substâncias que, pelo menos eu, nunca as injectava, isto é se soubesse que as ia tomar. Elas são, ácido clorídrico e hidróxido de sódio. Para quem não as conhece, o ácido clorídrico é o ácido que o nosso estômago tem para literalmente desfazer os alimentos que ingerimos. É um ácido com uma capacidade corrosiva muito elevada devido ao seu PH baixo. Para comparação,  o ácido clorídrico é como se fosse ácido sulfúrico. Penso que ninguém gostava que uma gota deste liquido caísse na pele.
A outra substância, o hidróxido de sódio, é nada mais nada menos que soda caustica. Sim, a mesma soda caustica que se usa para desentupir as canalizações nas nossas casas. A mesma soda caustica que corroí tudo por onde passa. 
Esta é a verdade, um suposto medicamento, transformado num veneno. Mas a intenção é mesmo esta. 
Pergunto, e se alguém me conseguir responder de forma lógica e sustentada em sólidos factos, o que fazem estas duas substâncias num medicamento usado em todo o mundo para o alivio das dores? A única resposta irónica que posso dar é a de que servem para desentupir as veias para o medicamento passar mais depressa. 
São por estas e por outras que não me admiro do crescente aumento das doenças no mundo. Cada vez mais acredito na frase de que um medicamento para fazer bem a uma coisa tem que fazer mal a outras cinco.  
Mas não é só nos medicamentos que encontramos estas duas substâncias. Desodorizantes também o contêm, acrescentando também um composto com alumínio conhecido como cancerígeno. Reparem o local onde se coloca o desodorizante. Mesmo juntinho aos gânglios linfáticos situados nas axilas. Digam-me se isto não é um homicidio legalmente aceite?

Uma vez mais apelo à vossa inteligência e pensem sobre o que nos andam a fazer. Claro que isto não ia ficar sem uma prova. A imagem que se segue é a bula de paracetamol injectavel, largamente utilizado nos hospitais. A marca, por razoes óbvias não aparece, mas se procurarem na internet, descobrem tal como eu descobri.



Aqui podem ler uma notícia sobre os efeitos adversos do paracetamol no sistema reprodutor ( em inglês)
http://www.guardian.co.uk/society/2010/nov/08/paracetamol-pregnancy-link-reproductive-disorder


Deixem os vossos comentários. São inegavelmente necessários e pertinentes.



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A água que nos dão a beber

 


A ÁGUA QUE NOS DÃO A BEBER






Antes de ler esta publicação é importante que leia o artigo sobre a água para que possa entender o que aqui se vai publicar. Apelo vivamente à inteligência de cada um e reflexão sobre este assunto. Fica aqui o link para o artigo da água: 


Como leu no artigo, a água que corre nas nossas torneiras é de qualidade medíocre, tal como a água imprópria para consumo. É tratada com inúmeros químicos e apenas é lixiviada para adquirir o aspecto incolor e alterar o sabor. Lembre-se que a água deve ser incolor, inodora e insípida. A água de rede não tem cor (às vezes), mas tem cheiro (cloro) e sabor (cloro) Nesta publicação irei apenas focar na água de rede. 

Como pode ver nesta imagem, o anúncio apela ao consumo de água de rede como forma de proteger a saúde.
Após ter lido o artigo, deixo esta pergunta para reflexão. É realmente verdade que ao bebermos água da rede estamos a proteger a saúde ou a estragá-la?

Para que as suas dúvidas diminuam um pouco mais mostro um extracto de um boletim de análises bioquímicas de água de rede de uma cidade portuguesa. A vermelho podem ver a gravidade da situação.

Todas as vezes que bebemos, cozinhamos e tomamos banho com essas águas, estamos a "ingerir" em mais ou menos quantidade esses químicos. Estas substâncias estão mais que comprovadas que são cancerígenas, que alteram o sistema imunitário, que provocam alterações no sistema nervoso, etc. É um pedaço de veneno que consumimos diariamente. Acredito também que esta noticia possa a vir ser desmentida. Mas o que me satisfaz é que esta realidade é uma verdade por muito que a tentem mudar. Os "entendidos" dirão que é um mal necessário para que a água não chegue contaminada, outros dirão que as doses são tão baixas que o organismo as consegue eliminar eficientemente, que inclusivamente o governo ou autoridades máximas autorizam valores mínimos destes compostos na água. Eu digo, mas sou apenas eu, que estudei medicina natural, que exerço esta prática há 10 anos que, se todos os dias colocar uma gota de água num copo, ao fim de um determinado tempo o copo transborda. Existem químicos que simplesmente não saem do organismo. O corpo armazena-os debaixo da gordura para que eles não façam mal. Quando já não conseguem guardá-los de forma segura começam os problemas (o copo transbordou).
Ah, alguns destes químicos foram usados para assassinar seres humanos em tempos que não estão muito longe.
Lembrem-se sempre que onde houver dinheiro há malignidade.

Deixe o seu comentário aqui ou no facebook. Desde já agradeço.

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