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Aviso

O conteúdo presente neste blog, não pretende de forma alguma substituir o tratamento médico. É meramente de consulta e informação. Se lhe surgir algum sintoma que considere relevante, consulte imediatamente o médico.
Caso tenha alguma dúvida, contacte-nos. Responderemos com a maior brevidade possível.

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Quelantes





QUELANTES


removedores de metais pesados













Por definição, quelante é um agente usado para agarrar substâncias, principalmente os metais pesados, que estão acumuladas no organismo, e expulsá-los. Estes metais pesados encontram-se na natureza, mas surgem em maior escala como resultado da intervenção humana. Alguns fazem parte da nossa constituição, mas
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Quando o cérebro não tem juízo





QUANDO O CÉREBRO NÃO TEM JUÍZO
o intestino é que paga, ou vice versa








O corpo, perante uma situação de tensão, cria reacções nos níveis hormonais que causam alterações fisiológicas, tais como aumento do ritmo cardíaco e pressão arterial, inibição do sistema digestivo e a desregulação do sistema imunitário. Esta é uma descrição feita de uma forma muito geral, é claro.

Sabendo, então, que todos os sentimentos criam alterações emocionais, principalmente
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Publicidade Perigosa






PUBLICIDADE PERIGOSA
os doces ao lanche








As crianças são facilmente tentadas a tudo quanto é doce. E não somente as crianças. Mas elas, pela sua inocência, e pelo fantástico prazer que dão no paladar, o doce é preferido em detrimento de outros sabores. Mas dentro dos doces há preferências.
Se dermos um chocolate e uma maçã suculenta a uma criança, e dissermos para escolher apenas um, a tendência dela é optar pelo chocolate.
E porquê?
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Consegue dormir de estômago vazio?

estomago

 

 

 

Consegue dormir de estômago vazio?

 

 

 

 

 

O estômago, quando nos deitamos para dormir, deve ter terminado todo o seu trabalho, para fruir o descanso, assim como as outras partes do corpo. 

O trabalho da digestão não deve prosseguir em tempo algum das horas do sono. 

Depois de sobrecarregado, e após ter efetuado sua tarefa, o estômago fica exausto, o que motiva a sensação de esvaimento. 

Então muitos se enganam, julgando que seja a falta de alimento que produza essa sensação, e sem darem ao estômago tempo para descansar, tomam mais alimento, o qual no momento remove a debilidade. 

E quanto mais se condescender com o apetite, tanto mais clamará ele por satisfação. Esse desfalecimento é geralmente resultado do comer carne, e comê-la frequentemente e em demasia. O estômago torna-se cansado por ser mantido constantemente em atividade, cuidando de alimento nem sempre o mais saudável. 

Sem tempo para repousar, os órgãos digestivos enfraquecem-se, de onde a sensação do esvaimento, e desejo de comer frequentemente. 

O remédio de que precisam esses, é comer menos frequentemente e em menor abundância, satisfazendo-se com alimento simples e natural, comendo duas vezes, ou, no máximo, três vezes ao dia. 

O estômago precisa de períodos regulares de trabalho e repouso; e por isso é uma das mais nocivas violações das leis da saúde o comer irregularmente e entre as refeições. Com hábitos regulares e alimento apropriado, o estômago gradualmente se recuperará.

 

Fonte: Livro/Título Conselhos Sobre o Regime Alimentar – pág. 175
Autor: Ellen White

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Água oxigenada - 35% grau alimentar







ÁGUA OXIGENADA 
35% grau alimentar




Desde há 100 anos que muitas pessoas relatam benefícios no uso interno de peróxido de hidrogénio (vulgarmente conhecida como água oxigenada).

As terapias bio oxidativas (tratamento do corpo com oxigénio extra), têm sido usadas por vários médicos para tratar uma variedade de condições, desde cancro a gangrena. Este oxigénio extra chega-nos de diferentes maneiras, desde incluindo ozono (O3) no sangue, o uso de câmaras hiperbáricas e através de inoculações intravenosas ou de uso oral.

O peróxido de hidrogénio existe naturalmente em vários processos corporais (particularmente no sistema imunitário); em regiões do planeta despoluídas, o peróxido de hidrogénio cai juntamente com a chuva. Se fosse perigoso para os seres vivos, não existiam espécies no planeta.

É muito comum as pessoas tomarem água oxigenada de 10v, vendidas em superfícies comerciais. Esta água, não é aconselhada para consumo interno, uma vez que
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Garganta - como cuidar dela





 Garganta 
Como cuidar dela











A garganta é a cavidade corporal por onde entram todos os tipos de substância, como alimentos, bebidas, ar, fumos, poeiras, etc. Não é por nada que exista logo no seu início duas sentinelas bem eficazes que constituem a primeira barreira de defesa do nosso organismo, as amigdalas. Cuidar da gargante deve ser uma atenção da nossa parte, uma vez que afeções nesta area pode constituir perigos e situações irreversíveis.

Como cuidar da garganta?
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Estõmago - cuide bem dele


 




ESTÔMAGO
Cuide bem dele 











Estômago de avestruz. Às vezes é assim que se faz referência a uma pessoa que come qualquer coisa, a qualquer hora, em quantidades generosas, sem, aparentemente, sentir qualquer incómodo. A avestruz é, na realidade, uma especialista em comer. Além de roedores, répteis, sementes e vegetais, inclui coisas estranhíssimas no seu cardápio. Nada escapa ao seu apetite, comendo tudo o que vê pela frente. Objectos brilhantes são muitas vezes confundidos com insectos. Gosta de engolir pedras e, na falta destas, servem botões, pilhas, tampinhas de garrafas e até cadeados.
É claro que nenhum ser humano normal é capaz de engolir semelhante tralha. Entretanto, a pressa, as ocupações, e certos hábitos da vida moderna, tornaram-se inimigos do estômago saudável. Comer apenas para pôr alguma coisa dentro do estômago e fazê-lo aquietar-se, não é bom. Essa acção deve ser acompanhada de uma satisfação que se traduz em saúde e bem-estar. A seguir, anote 17 conselhos que podem mudar a sua maneira de tratar esse grande amigo. Ele é uma sofisticada fábrica de beneficiamento de alimentos. Alguns dos itens podem ser vistos como um ideal quase impossível de ser alcançado por algumas pessoas devido ao seu modo de vida, outros, nem tanto. Mas a verdade é que precisamos de fazer alguma coisa, pois o estômago é nosso. Do seu bom funcionamento depende, em grande parte, a boa saúde.
1. Hora de comer

Faça três refeições diárias (pequeno-almoço, almoço e jantar) em horários regulares, observando um intervalo de cinco horas entre elas.
2. Entre as refeições

Não coma nada entre uma refeição e outra. Deixe o seu estômago descansar. Beba água se tiver fome.
3. Líquido certo

Evite comer ingerindo líquidos. Além de estimular o comer mais do que o normal, os líquidos prejudicam a mastigação e a digestão torna-se mais demorada.
4. Devagar também é pressa

Procure alimentar-se devagar, mastigando bem os alimentos. O seu estômago não tem dentes.
5. Hora de dormir

À noite, evite jantar como se fosse um almoço. Faça uma refeição leve, à base de frutas, pão integral, torradas. Não vá para a cama de estômago cheio; se acordar a meio da noite não coma.
6. Pequeno-almoço

Pela manhã é quando o seu estômago está melhor preparado para digerir alimentos pesados (ricos em proteínas e hidratos de carbono, incluindo aí os cereais, feijões, ovos, etc.). Esse almoço matinal dá ao organismo a energia necessária para as tarefas do dia. Experimente e vai sentir a diferença.
7. Fibras

Evite alimentos refinados. Inclua, na sua dieta, alimentos ricos em fibras. Elas ajudam a evitar o cancro do estômago, normalizam o funcionamento do intestino e são benéficas no tratamento de úlceras e gastrites.
8. Fumar

Risque esse mau hábito da sua vida. O seu estômago vai agradecer, e muito. O alcatrão e outros venenos do fumo engolidos pouco a pouco pelo fumador, dificultam a cicatrização de úlceras e irritam a mucosa estomacal.
9. Anti-inflamatórios

Cuidado com eles, pois geralmente irritam a mucosa do estômago, chegando a provocar gastrites e úlceras.
10. Gorduras e carne

Dobrada, churrasco e feijoada podem trazer muito desconforto. A alimentação vegetariana é uma opção que não deve ser descartada por quem deseja ter mais saúde.
11. Fritos

Fique longe deles. As gorduras saturadas que se originam no processo da fritura libertam compostos altamente cancerígenos. O seu estômago agradece.
12. Condimentos

Assim como os fritos, os condimentos, pickles, vinagre, são de difícil digestão. Use limão, alho, azeite e pouco sal para temperar a salada.
13. Leite

Deve ser bebido com moderação, pois é um estimulante da secreção ácida do estômago e não ajuda no tratamento de doenças estomacais, como se pensava.
14. Refrigerantes

Prefira sumos de fruta. Os ácidos das bebidas gasosas irritam o estômago e causam desconforto devido à expansão dos gases.
15. Bebidas alcoólicas
Não consuma. O álcool não alimenta, irrita a mucosa do estômago, além de afectar os rins e o fígado.

16. Café

Ele também faz parte das bebidas que irritam o estômago. Tanto a cafeína como o açúcar provocam mal-estar e irritações.
17. Quente de mais ou gelado

Ambas as temperaturas agridem o estômago. A temperatura ideal para ele é a ambiente.
 

Francisco Lemos


Editor da revista “Vida & Saúde”


extraído da revista Saúde & Lar n. 758
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Azeitona - uma pérola do mediterrâneo


 






Azeitona 
Uma pérola do mediterrâneo








Se existe uma árvore que simbolize a civilização mediterrânea, essa árvore é a oliveira. O seu fruto, a azeitona (do árabe al-zagtuna) ou oliva (do latim oliva), tem sido utilizada na alimentação humana desde os tempos mais remotos, tanto para o consumo directo como para aproveitamento do seu óleo, o azeite.
Foram os Fenícios que introduziram a oliveira na Europa, concretamente na Grécia. Dali passou a Roma e a todo o seu império. Fenícios, Gregos e Romanos, todos apreciavam as azeitonas, que ocupavam um lugar de destaque na alimentação desses povos. Refere Columela, o filósofo hispano-romano do século I, d.C., que na Bética, a actual Andaluzia, se cultivavam já naquela época mais de dez variedades de azeitonas.
Os Espanhóis levaram a oliveira para as regiões de clima temperado das Américas e os primeiros olivais do Novo Mundo foram plantados na América Central durante o século XVI. Depois a oliveira passou para o Peru, a Argentina e a Califórnia, e foi recentemente introduzida na Austrália. Apesar de tudo, 98% de todas as oliveiras do mundo encontram-se ainda nos países das margens do Mediterrâneo.
As azeitonas contêm quantidades significativas de provitamina A e das vitaminas B e E. Quanto a minerais, o mais abundante é o cálcio, embora também contenha quantidades apreciáveis de potássio, ferro e fósforo. O elevado conteúdo de sódio deve-se ao sal que lhes é acrescentado durante a demolha em salmoura.
As azeitonas pretas são mais nutritivas que as verdes, já que, por terem passado mais tempo na árvore, as substâncias nutritivas se encontram em maior proporção. As azeitonas pretas contêm menos água, e uma maior quantidade de óleo, vitaminas e minerais.
Eis as suas indicações mais importantes:
§ Inapetência:
As azeitonas estimulam os processos digestivos e abrem o apetite. Duas ou três azeitonas, antes de começar a refeição, constituem um aperitivo natural que aumenta a produção de sucos gástricos e facilita a digestão. No entanto, por causa da sua riqueza em fibra vegetal, devem ser bem mastigadas, para que não se tornem indigestas.
§ Afecções da vesícula biliar:
Tal como o azeite, têm efeito colagogo, isto é, facilitam o esvaziamento da vesícula biliar. Tornam-se úteis em caso de disquinesia biliar (vesícula preguiçosa) e de dispepsia biliar (má digestão devida a alterações no esvaziamento da vesícula). Em caso de colelitíase (pedras na vesícula) podem ser usadas, embora com prudência.
§ Prisão de ventre:
Devido ao seu conteúdo em óleo e fibra vegetal, as azeitonas têm um suave mas eficaz efeito laxante. As azeitonas são um dos frutos mais ricos em fibra.


in Saúde pelos Alimentos,
Publicadora Atlântico, S.A., 2002
extraído da revista Saúde & Lar n.º 663
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Tomilho


 






TOMILHO











NOME EM LATIM: Thymus vulgaris L.
FAMÍLIA:
Labiadas
OUTROS NOMES:
Tomilho-ordinário, tomilho-vulgar, arçã, arçanha, cheiros.
HABITAT: Originário dos países mediterrâneos, mais frequente nos da parte ocidental. Prefere os terrenos calcários ou argilosos em regiões montanhosas, expostas ao sol ou áridas. Encontra-se naturalizado em regiões temperadas do continente americano.
DESCRIÇÃO: Pequeno arbusto de até 30 cm de altura, com caules lenhosos e tortuosos e muito ramificados. As folhas são muito pequenas, ovaladas, com os bordos virados para baixo, e de cor mais clara pela face inferior. As flores são pequenas, terminais, de cor rosada ou branca, com o lábio superior dividido em 3 dentes superficiais, e o inferior em 2 profundos.
REFERÊNCIAS HISTÓRICAS: O agradável aroma do tomilho já chamou a atenção dos antigos Egípcios, que o utilizavam na preparação dos unguentos de embalsamar. Sabemos hoje que a sua capacidade para impedir a putrefacção e a proliferação bacteriana se deve ao seu conteúdo em timol e carvacrol, dois poderosos anti-sépticos. Curiosamente, três mil anos depois, como prova do seu poder antimicrobiano, continua a ser empregue por embalsamadores e taxidermistas.
PROPRIEDADES E INDICAÇÕES: Contém 1%-2% de essência rica nos isómeros timol e carvacrol, além de outros monoterpenos como o p-cimeno, borneol e geraniol. A esta essência deve o tomilho a maior parte das suas propriedades. Contém ainda flavonóides e ácidos fenólicos que contribuem para potenciar as propriedades da essência.
O uso do tomilho é apropriado nos seguintes casos:
Anti-séptico (desinfectante): A essência de tomilho tem um poder anti-séptico superior ao do fenol e da água oxigenada. No século XIX e primeira metade do século XX, quando ainda não se conheciam os antibióticos, o tomilho era considerado o “desinfectante dos pobres”. Actualmente está bem comprovada a acção bactericida da essência de tomilho sobre os bacilos tífico, diftérico, tuberculoso (bacilo de Koch), e sobre os meningococos (causadores da meningite), os pneumococos e os estafilococos.
A sua acção anti-séptica localiza-se sobre os aparelhos digestivo, respiratório e o geniturinário, e especialmente sobre as mucosas da boca e garganta, assim como as dos órgãos genitais.
A sua acção antimicrobiana é reforçada pela capacidade que apresenta de estimular o fenómeno da leucocitose (aumento dos glóbulos brancos no sangue), tal como foi possível demonstrar experimentalmente. Ao contrário dos antibióticos, que deprimem o sistema imunitário (defesas), o tomilho estimula-o, favorecendo a actividade dos leucócitos (glóbulos brancos).
O uso do tomilho é, portanto, indicado em todas as doenças infecciosas, em especial as de origem bacteriana que afectam os órgãos digestivos, respiratórios e geniturinários.
Sistema Nervoso: Tonificante geral do organismo; estimula as faculdades intelectuais e a agilidade mental, mas sem os efeitos secundários do café ou do chá, os quais substitui com vantagem. Convém tanto nos casos de esgotamento físico (astenia, debilidade, hipotensão) como psíquico (perda de memória, ansiedade, insónia, depressão, irritabilidade nervosa) (1,2).
Aparelho digestivo: Antiespasmódico, eupéptico (tonificante da digestão) e carminativo (impede as flatulências e a formação de gases). Abre o apetite, favorece a digestão e combate as putrefacções intestinais por desequilíbrio da flora do cólon.
Indicado em gastrenterites e colites provocadas por bactérias do género Salmonella, responsáveis de numerosas infecções por alimentos em mau estado, especialmente durante o Verão (1,2).
Vermífugo (expulsa os vermes intestinais): Particularmente activo sobre as ténias. Também é insecticida de pulgas e piolhos (1,2).
Afecções bucais e faríngeas: Utilizado em bochechos combate as aftas, a piorreia e a estomatite (irritação ou inflamação da mucosa bucal). Em gargarejos torna-se muito eficaz no tratamento das faringites e amigdalites (3).
Aparelho respiratório: Expectorante, antitússico e balsâmico, o que, somado ao seu poder anti-séptico, o torna muito útil em sinusites, laringites, catarros brônquicos e bronquites, asma, tosse espasmódica e tosse convulsa. Nestes casos, recomenda-se tomar a sua infusão (1) ou essência (2), além de fazer banhos de vapor e inalações (4), como se descrevem no quadro junto.
Recomenda-se o seu uso durante as epidemias de gripe, quer em infusão quer na tradicional sopa de tomilho, quer ainda a polvilhar as saladas.
Aparelho geniturinário: Pelas suas propriedades diuréticas e anti-sépticas, torna-se indicado nas infecções urinárias (cistites e glomerulonefrites) (1,2).
Aplicado externamente em lavagens, oferece uma acção favorável em caso de infecções nos órgãos genitais externos devidas a higiene deficiente, diabetes ou outras causas, tanto femininas (vaginite e vulvite com ou sem leucorreia) como masculinas (balanite e postite, infecção da glande e do prepúcio) (5).
Aplicado em cataplasmas quentes, alivia as cólicas renais e as da cistite.
n Anti-reumático: Aplicado externamente em fricções, banhos e cataplasmas, acalma as dores reumáticas provocadas pelo artritismo e pela gota (6,7,8). Ingerido por via oral (1,2), o tomilho é também diurético e sudorífico, pelo que exerce uma acção depurativa, eliminando do sangue o excesso de resíduos ácidos do metabolismo, causadores do artritismo e da gota.
Em aplicação externa, o tomilho alivia igualmente as dores provocadas por: torcicolo, lumbalgias, ciática, artrose, etc. (6,7,8).
n Infecções da pele: Em lavagens e compressas, aplica-se sobre feridas infectadas ou de lenta cicatrização, chagas, úlceras varicosas, frieiras, furúnculos, abcessos, dermatite, etc. (5).
Pela sua acção antiparasitária, é também muito útil em caso de sarna e de infestação por piolhos ou por pulgas.
n Estimulante capilar: Aplicado em loção ou fricção sobre o couro cabeludo, fortalece o cabelo e previne a sua queda. (6).
PARTES UTILIZADAS: As sumidades floridas (folhas e flores).
USO INTERNO:
1 Infusão: 20-30g de sumidades floridas por litro de água. Tomam-se até 5 chávenas diárias. Concentrada (50-60g por litro), adquire um efeito estimulante semelhante ao do café ou do chá, mas sem os seus inconvenientes.

2 Essência: Ver o quadro informativo.
Esta planta nunca deveria faltar em nenhuma farmácia doméstica, nem na despensa, como condimento e para a preparação de deliciosas sopas de tomilho.
USO EXTERNO
3 Bochechos e gargarejos com uma decocção de 100-120g de sumidades por litro de água, que se deixa ferver até que fique reduzida a metade.
4 Banhos de vapor e inalações com a essência.
5 Lavagens e compressas com a decocção indicada.
6 Loções e fricções com a decocção indicada ou com a essência.
7 Banhos: Infusão com 300-500g de tomilho em 2-3 litros de água, que se acrescenta à água do banho.
8 Cataplasmas: Envolver folhas e flores de tomilho desprovidas dos ramos, numa pano de algodão. Aquecer o pano com o tomilho com um ferro de engomar ou sobre um aquecedor, e aplicá-lo sobre a zona dorida.
Essência de Tomilho
- Ingerida por via oral, não exceder a dose de 2 ou 3 gotas, 3 vezes ao dia. Em dose excessiva pode provocar irritabilidade nervosa e descoordenação motora. Estes fenómenos apresentam-se com o uso da essência, e muito raramente com a planta em estado natural.
- Localmente, aplica-se em banhos de vapor e inalações (2 ou 3 gotas em meio litro de água quente), em fricções sobre a parte dorida, ou em lavagens sobre a zona da pele afectada. É um tanto irritante para a pele, pelo que é necessário diluí-la. Tenha-se em conta que o seu poder anti-séptico se manifesta mesmo em diluições superiores a 1:3000 (aproximadamente 6 gotas num litro de água).
- Os banhos de vapor fazem-se deitando 3 a 4 gotas de essência de tomilho em meio litro de água em ponto de ebulição. Respirar os vapores durante 5 minutos, 3 ou 4 vezes por dia.
- As inalações consistem em respirar a essência, após se terem colocado 2 ou 3 gotas sobre as costas da mão ou sobre um lenço.


* Roger, Pamplona, A Saúde pelas Plantas Medicinais, Publicadora Atlântico, S.A., 1996


extraído da revista saúde & Lar n.º 663
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6 passos para evitar doenças causadas por alimentos


 6 PASSOS
para evitar doenças causadas pelos alimentos
 
Se é vegetariano, é provável que a ideia de ter uma doença causada por alimentos nunca lhe tenha passado pela cabeça. Afinal, todos sabem que o E. coli faz o seu ninho na carne crua, e que a Salmonella se desenvolve rapidamente em carne de frango ou de porco, mal cozida.

Bem, é altura de reformular as suas crenças sobre doenças causadas por alimentos, pois fruta, vegetais, ovos, lentilhas e produtos lácteos frescos também podem fazer o papel de hospedeiro para uma variedade de bactérias prejudiciais, incluindo a E. coli e a Salmonella. Na realidade, alguns dos mais comuns portadores de germes alimentares incluem o manjericão, o cantalupo (variedade de melão), a alface, as batatas, as framboesas, as amoras silvestres, o alho francês, os morangos e o tomate.

De acordo com o Centers for Disease Control and Prevention (Centro para a Prevenção e o Controlo de Doenças) (CDC), as doenças causadas por alimentos são responsáveis por cerca de 76 milhões de casos de doença nos EUA, 325 000 internamentos hospitalares e 5200 mortes por ano, nos Estados Unidos. Não só os sintomas são desconfortáveis, como as doenças causadas por alimentos podem levar a doenças secundárias de longo termo. Por exemplo, há estirpes de E. coli que podem causar problemas renais em crianças pequenas, enquanto a Salmonella pode levar a artrites reactivas e a infecções graves. Para as mulheres grávidas, a bactéria Listeria (encontrada vulgarmente em queijos de pasta mole podem causar meningite ou nados-mortos.
Qual é a causa?
Encontram-se milhares de tipos de bactéria no ambiente à nossa volta; a maioria não lhe faz nenhum mal. Por exemplo, a bactéria do iogurte é uma bactéria “boa” e é benéfica para o organismo. Mas quando as bactérias prejudiciais (também chamadas patogénicas) tais como a Listeria, a Salmonella e a E. coli 0157:67 utilizam os nossos alimentos ou a água como vectores transmissores, podem causar problemas que vão desde sintomas parecidos com os da gripe a doenças incuráveis e à morte (ver na caixa da página 34 a lista de sintomas). Por vezes até os venenos bacterianos ou toxinas produzidos por germes tais como o staphylococcus aureus ou o Clostridium botulinum podem ter como resultado doenças transportadas pelos alimentos. Três das bactérias mais comuns ligadas à alimentação de vegetarianos:
v Campylobacter, a causa mais comum de diarreias e dores abdominais com origem nos alimentos. Embora a carne crua, de aves, tenha Campylobacter, os vegetarianos devem preocupar-se se os alimentos foram contaminados com fluídos que pingam de frango cru, tal como uma salada ou prato vegetariano cozinhado ao mesmo tempo em que alguém está a preparar um frango. O leite sem ser pasteurizado ou a água contaminada também podem causar esta infecção.
v Escherichia coli 0157:H7, causa 73 000 casos de infecções e 61 mortes por ano nos Estados Unidos. Enquanto certas estirpes de E. coli vivam nos intestinos de seres humanos saudáveis, a estirpe 0157:H7 pode ser mortal, levando à diarreia de sangue e até à falha renal.
v Salmonella enteritidis, é uma bactéria que pode levar à doença quem come ovos crus ou mal cozidos, e ovos deixados por cozinhar logo depois de terem sido partidos. A infecção por Salmonella causa febre, dores abdominais, e diarreia dentro de 12 horas a três dias depois de se ingerirem os alimentos contaminados. Nalgumas pessoas de alto risco (pessoas idosas, grávidas, crianças pequenas e aquelas com o sistema imunitário comprometido), a bactéria da Salmonella pode exigir hospitalização ou até levar à morte.
Se suspeita de uma infecção alimentar, precisa de procurar cuidados médicos. O seu médico mandará fazer uma análise às fezes, com cultura, para identificar a bactéria; depois prescreverá o tratamento adequado, dependendo do agente patogénico e dos sintomas. Os especialistas crêem que muitas pessoas que têm diarreia ou vómitos assumem que é um “vírus” e deixam o assunto seguir o seu curso em vez de procurar um diagnóstico certo. Por esta razão a CDC estima que, na realidade, existem 38 casos de salmonelose por cada caso que é diagnosticado e relatado às autoridades de saúde pública.
Quem está em risco?
Quem está em alto risco são as crianças pequenas, as mulheres grávidas, as pessoas idosas, aqueles que têm doenças crónicas e sistema imunitário deficiente. Embora existam 250 tipos diferentes de doenças causadas pelos alimentos com sintomas como diarreia, vómitos e dores no corpo, esta é uma doença vulgar que pode evitar – se compreender as regras. Pense nos seis passos seguintes enquanto tenta proteger-se e à sua família, de doenças desnecessárias.
Passo 1: Cuidado com o que compra.
Certifique-se de que o que compra no supermercado é o mais fresco possível. Procure nas embalagens as datas de validade ou de “usar até”, e veja se poderá usá-la antes do alimento ter de ser deitado fora. Após a data indicada, deite fora os alimentos.
Quando comprar ovos, abra a embalagem e veja se os ovos estão limpos. Certifique--se, também, de que não estão rachados ou com zonas de casca mais fina. Escolha o queijo que for fresco e não tenha qualquer ponto de bolor ou descolorido. Os lacticínios devem estar datados e pasteurizados.
Evite comprar frutas ou vegetais que estejam escorregadios, bolorentos ou tenham um odor estranho. E nunca coma frutas ou vegetais na loja, pois nunca sabe que tipo de germes ou pesticidas possam ter.
Passo 2: Lave sempre as frutas e os vegetais (mesmo que venham em embalagens com indicação de ‘pré-lavados’).
As frutas e os vegetais podem ser portadores dos agentes patogénicos mortais, particularmente se tiverem sido lavados ou regados com águas contaminadas com fezes animais ou humanas. Estes germes podem introduzir-se nas frutas e vegetais na apanha ou durante a embalagem. E se os trabalhadores que estiverem a embalar as frutas e os vegetais estiverem doentes, os seus germes contaminarão os alimentos que eles tocarem.
Nunca saberá se as folhas de cor verde escura de uma couve fresca também albergarão uma bactéria mortal. É por isso que é imprescindível uma boa lavagem das frutas e vegetais frescos para retirar os germes e evitar a doença. Isso significa lavar com uma escova os melões, melancias e meloas antes de os abrir, e voltar a lavar as maçãs, pêras ou laranjas mesmo se já os tiver lavado antes de os colocar na fruteira. Também significa que deverá voltar a lavar as saladas vendidas em embalagens pré-lavadas, para remover bactérias e pesticidas que possam ter ficado nas folhas. Também deve retirar as folhas exteriores das couves ou alfaces para se ver livre de terra e pesticidas. Tenha um cuidado especial quando lavar as frutas e os vegetais como salsa, alfaces ou qualquer verdura (como coentros, couves, nabos, rabanetes), que são mais difíceis de lavar profundamente do que as frutas e os vegetais de pele lisa.
Se alguém da sua casa estiver em alto risco, sirva legumes e frutas cozidas, especialmente se forem criados debaixo ou ao nível do solo. As frutas que se descascam, como a banana e a laranja, oferecem menos risco do que as frutas e vegetais que não são descascados antes de comer.
Passo 3: Cuidado com os alimentos específicos de “risco”.
Terá de dar uma atenção especial a alguns alimentos de risco tais como rebentos de feijão crus.
Os ovos crus são outro dos alimentos de risco e devem ser evitados a todo o custo. Mesmo aquela deliciosa massa dos bolos feitos em casa com ovos pode colocá-lo em risco de adoecer se a lamber antes de ser cozinhada e a bactéria da Salmonella estiver escondida nos ovos – e nunca se sabe quando isso acontece até se ficar doente. (As massas de pacote não oferecem esse perigo porque os fabricantes usam ovos pasteurizados, um processo no qual a bactéria é destruída pelo calor.)
Guarde sempre os ovos comprados no frigorífico e deite fora qualquer ovo que esteja rachado; lave as mãos e qualquer taça ou utensílios, com água morna e detergente, depois do contacto com ovos crus.
Outros alimentos “de risco” são os sumos não pasteurizados. Durante o processo de pasteurização, qualquer bactéria que a comida possa ter é morta. Contudo, os sumos frescos não pasteurizados poderão abrigar E. coli e Salmonella. Se quiser beber um sumo fresco, acabado de espremer, ferva-o primeiro para matar os germes.
Passo 4: Cozinhe bem a comida.
A comida tem de ser bem cozinhada para matar as bactérias perigosas. Para serem seguros, os ovos devem ser cozidos até que a gema fique firme. Se fizer um prato com ovos no microondas, veja se existem “locais frios” depois de cozer – áreas em que a comida não aqueceu à temperatura ideal adequada. Se não tiver um sistema giratório, gire o prato à mão várias vezes durante o processo de cozedura. Mexa, também, os alimentos para se certificar de que tudo fica bem cozido.
Se estiver a re-aquecer alimentos congelados, leve-os a alta temperatura para matar bactérias. Os molhos e as sopas devem ser fervidos quando são reaproveitados.
Passo 5: Mantenha quente a comida quente, e fria a comida fria.
A regra de segurança dos alimentos é manter quente a comida quente e fria a comida fria. Embora a comida possa ser segura imediatamente após ser cozinhada, se permitir que fique sobre o balcão durante mais de duas horas, bactérias nocivas podem começar a reproduzir-se. Por exemplo, em condições tépidas e húmidas e com os nutrientes apropriados, uma bactéria que se reproduz dividindo-se cada meia-hora, dentro de 12 horas terá uma ‘prole’ de 16 milhões.
Jogue pelo seguro embrulhando cuidadosamente e guardando a comida cozinhada no frigorífico uma a duas horas depois de ter sido cozinhada. Se estiver a conservar uma caçarola grande, divida-a em pequenas quantidades para arrefecer mais rapidamente. Quando pratos grandes são conservados, a bactéria tem mais oportunidade de crescer porque o processo de arrefecimento leva mais tempo.
Passo 6: Use uma higiene saudável.
O último passo simples para evitar doenças provocadas por alimentos é talvez o mais básico: higiene. Isto significa lavar as suas mãos e fazê-lo com frequência. A maior parte das pessoas não têm ideia de quantas bactérias têm nas mãos e como as espalham para outras pessoas durante o processo de preparação de alimentos. Pense na mãe que muda a fralda ao bebé e rapidamente dá uma maçã ao seu filhito de 4 anos antes de lavar as mãos. Ou no adolescente que acaba de mudar a “caixinha” do gato e mete um bago de uva na boca a caminho da casa de banho. Embora os cenários nos pareçam desagradáveis, o certo é que acontecem muitas vezes a muitos de nós.
Uma boa regra é lavar as mãos durante 20 segundos com água morna e sabão. Esfregue-as uma na outra, pois a fricção da pele contra pele ajuda a remover os germes. Lave as mãos depois de ir à casa de banho, antes e depois da preparação da comida, antes de dar de comer ao bebé, depois de lhe mudar a fralda, antes de dar uma peça de fruta ao seu filho, e depois de fazer uma festa ao cão da família – entre outras alturas. Se espirrar nas suas mãos, lave-as! Da mesma forma, se utilizar o telefone depois de uma pessoa que esteja constipada, lave outra vez as mãos. Manter as suas mãos limpas ajudará a reduzir o número de bactérias e evitará que as espalhe quando estiver a preparar as refeições.
Também é importante manter limpos e desinfectados o seu lava-louças e o sítio onde prepara os alimentos antes de começar a tratar das refeições. A maioria dos desinfectantes vendidos no mercado são suficientes para matar os germes. Não use uma tábua de cozinha e outros utensílios de cozinha nos quais os cortes das facas não permitem uma boa lavagem. Lave os outros com água quente e sabão e, se a tiver, uma vez por outra lavá-los na máquina de lavar louça. Ponha, também, a sua esponja de lavar a louça na máquina de lavar todas as noites para manter as bactérias à distância, e mude diariamente as toalhas da louça.
Com algumas mudanças simples na forma como trata os seus alimentos, poderá evitar que os agentes 
 patogénicos perigosos o infectem a si e à sua família.



 
Debra Fulghum Bruce





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Goji e a longevidade

 



 GOJI
A longevidade numa simples baga









As bagas Goji ou goji berries são umas bagas vermelhas provenientes do Noroeste da China e do Tibete. Goji é o nome dos frutos da planta Lycium barbarum. São vendidas no seu estado seco, ainda cruas, porque são desidratadas ao sol ou a temperaturas inferiores a 40ºC. São saborosíssimas e podem ser comidas directamente do pacote ou adicionadas a cereais de pequeno-almoço, saladas de frutas, batidos, como se tratasse de qualquer outra fruta seca.
Embora sejam uma novidade na cozinha Ocidental, os chineses têm conhecimento dos poderes especiais desta baga desde há milhares de anos. Das cerca de 8000 ervas e alimentos que fazem parte da Medicina Tradicional Chinesa, as bagas Goji são consideradas a erva-alimento nº1. Estão no topo da tabela.

As bagas Goji contribuem para uma vida alegre, energética e saudável. Saborosas, fáceis de incorporar no dia-a-dia e tão concentradas em nutrientes, não admira que estas pequenas bagas sejam um fenómeno extraordinário de sucesso por todo o mundo.
As bagas Goji são provavelmente a fruta mais rica em nutrientes que existe no planeta. São uma fonte de proteína completa. Contêm 18 aminoácidos diferentes, entre os quais estão os 8 essenciais ao corpo humano. Contêm até 21 minerais, entre os quais: zinco, ferro, cobre, cálcio, selénio e fósforo.
As Goji berries contêm também vitaminas B1, B2, B6 e vitamina E. E também polissacarídeos, que fortificam o sistema imunitário, sendo que este é um dos elementos responsáveis pelo seu extraordinário efeito anti-envelhecimento.
Contém 19 aminoácidos, que ajudam a formar as proteínas, incluindo os oito que são essenciais para a vida.
Contém 21 minerais vestigiais, incluindo germânio – considerado em estudos como tendo atividade anti-cancerígena, que é raro como fito-nutriente.
Contém o espectro completo de carotenóides antioxidantes, incluindo beta-caroteno (maior concentração que a cenoura) e zeaxantina (protetor dos olhos). O goji é a maior fonte de carotenóides conhecida.
Contém 2500 mg de vitamina C por 100 gramas da fruta.
Contém beta-sisterol, fito-nutriente com função anti-inflamatória, que ajuda também equilibrar os níveis de colesterol e pode ser usado no tratamento de impotência sexual e equilíbrio da próstata.
Contém ácidos graxos essenciais, que são necessários para síntese de hormonas e regula o funcionamento do cérebro e sistema nervoso.
Contém cyperone, um fito-nutriente que traz benefícios ao coração e à pressão sanguínea.
Contém fisalina, fito-nutriente usado nos transtornos da hepatite B.
Contém betaína, fito-nutriente usado pelo fígado para produzir colina. A betaina promove grupos metil com reações energéticas no corpo, ajuda a reduzir o nível de homocisteína, um fator de risco em problemas cardíacos, protege a célula em nível de ADN.
Na Medicina Tradicional Chinesa, as bagas Goji têm sido consideradas como um alimento da mais alta qualidade para promover a longevidade, dar
força e estimular a potência sexual.

Muitos estudos publicados nos últimos anos, principalmente na China, reportam possíveis efeitos medicinais das bagas Goji, especialmente devido às suas propriedades antioxidantes, incluindo potenciais benefícios contra doenças cardio-vasculares e inflamatórias, problemas de visão, do sistema neurológico e imunitário. Também se lhe atribuem propriedades anti-cancerígenas. É uma fruta anti-envelhecimento por excelência, aumentando os níveis de energia, ajudando no processo digestivo e na perda de peso - por ser tão concentrada, basta comer pouca quantidade para se sentir saciado e bem nutrido.
Os aminoácidos presentes nestas pequenas bagas estimulam o funcionamento de células brancas até 300%, tornando muito difícil que quem as consome fique constipado ou com gripe.
Uma das mais recentes descobertas acerca dos benefícios das bagas Goji é a sua capacidade de melhorar os níveis de insulina nos diabéticos. As bagas Goji têm ainda a propriedade de o fazer rir e sorrir durante o dia todo. Por isso há quem lhes chame de happy berry ou smiling berry.

Como usar
Directamente do pacote, em misturas com outras frutas secas e/ou frescas, em batidos, mueslis, chás (excelente para melhorar o sabor de alguns chás medicinais, mitigando o sabor adstringente ou amargo que muitas plantas têm).
Também podem ser demolhadas e rehidratadas em água. Esta água é excelente para hidratar o corpo e pode ser usada como base para qualquer receita culinária. Dosagem: quantidade razoável – 15 a 45 gramas diárias, ou seja, cerca de uma mão-cheia.

As bagas Goji podem adaptar-se a climas europeus e é uma planta naturalizada na Grã-Bretanha há mais de 200 anos. Porque não lançar uma bagas no solo do seu quintal (ou num vaso, se vive num apartamento) e ter o privilégio de consumi-las frescas sempre que lhe apetecer? É uma planta que se propaga muito facilmente. Só não gosta de demasiada chuva.


Fonte: Centrovegetariano e Wikipedia
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Uva - um excelente medicalimento







UVA
Um excelente medicalimento










A uva é, a seguir à laranja, a fruta mais cultivada em todo o mundo. Mas, infelizmente, só uma pequena parte da uva produzida é comida como fruta; a maior parte destina-se ao fabrico de bebidas alcoólicas, especialmente vinho.
A uva constitui um componente essencial da dieta mediterrânea, e até da sua cultura. Recentes descobertas científicas atribuem a boa saúde cardíaca dos habitantes do Mediterrâneo precisamente a algumas das substâncias presentes na uva.Há dois tipos de nutrientes que se destacam na composição da uva: os açúcares e as vitaminas do complexo B. Em contrapartida, a uva contém poucas proteínas e gorduras. As proteínas, ainda que em pequena quantidade, contêm todos os aminoácidos essenciais. Os minerais estão presentes numa quantidade moderada. Os componentes da uva que merecem uma menção especial são os seguintes:

Açúcares, numa proporção que oscila entre 15% e 30%. Os dois açúcares mais abundantes na uva são a glicose e a frutose. Do ponto de vista químico, trata-se de monossacáridos ou açúcares simples, que têm a propriedade de passar directamente ao sangue sem necessidade de ser digeridos. Nisto se diferenciam de outros tipos de açúcares, como a sacarose (presente na cana-de-açúcar, na beterraba ou na banana), ou como a lactose do leite, que precisam de ser decompostos no intestino antes de poderem passar ao sangue.
Vitaminas: Com os seus 0,11 mg/100 g de vitamina B6, a uva é uma das frutas frescas mais ricas nesta vitamina, excedida apenas por frutas tropicais como o abacate, a banana, a anona, a goiaba ou a manga. As vitaminas B1, B2 e B3 ou niacina também se encontram presentes em quantidades superiores às da maioria das frutas frescas.
Todas estas vitaminas desempenham, entre outras, a função de metabolizar os açúcares, para que as células possam com mais facilidade "queimá-los" quimicamente e aproveitar a sua energia. A uva contém quantidades bastante significativas de provitamina A e de vitaminas C e E.Minerais: O potássio, o cobre e o ferro são os minerais mais abundantes na uva, se bem que esta contenha também cálcio, fósforo, magnésio e cobre.Fibra: A uva contém cerca de 1% de fibra vegetal de tipo solúvel (pectina), quantidade relativamente importante tratando-se de uma fruta fresca.Substâncias não nutritivas: A uva contém numerosas substâncias químicas, que não pertencem a nenhum dos clássicos grupos de nutrientes, mas que exercem numerosas funções no organismo, muitas delas ainda desconhecidas. Estas substâncias são também designadas como elementos fitoquímicos:
– Ácidos orgânicos (tartárico, málico, cítrico e outros): Estes ácidos produzem a alcalinização do sangue e da urina facilitando a eliminação dos resíduos metabólicos, que na sua maior parte são de tipo ácido, como por exemplo o ácido úrico.
– Flavonóides: Descobriu-se recentemente que actuam como potentes antioxidantes, impedindo a oxidação do colesterol que causa a arteriosclerose, e evitando a formação de trombos ou coágulos nas artérias. A quercitina é o flavonóide mais importante da uva.
– Resveratrol: Trata-se de uma substância fenólica presente na pele da uva, de acção antifúngica (impede o crescimento dos fungos) e, sobretudo, oxidante. Detém a progressão da arteriosclerose. Recentemente provou-se que é também um poderoso anticancerígeno.
– Antocianinas: São pigmentos vegetais que actuam como potentes antioxidantes preventivos das afecções cardiovasculares.Em essência pode-se dizer que a uva é um alimento que fornece energia às nossas células e que favorece o bom estado das artérias, especialmente das coronárias que irrigam o músculo cardíaco. Além do mais é laxante, antitóxica, diurética, antianémica e antitumoral.


Jorge Pamplona Roger
Resumido do livro A Saúde pela Alimentação, a editar brevemente pela Publicadora Atlântico


Copyright ã 2000 Saúde & Lar. Todos os direitos reservados
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Melancia - uma fruta das Arábias


 




 MELANCIA
Uma fruta das Arábias







 



Fruta de polpa vermelha e suculenta, a melancia (Citrullus vulgaris) é conhecida desde o antigo Egipto, sendo muito apreciada na Índia e na Arábia Saudita, onde provavelmente foi cultivada pela primeira vez. Prefere climas amenos com temperaturas entre 18ºC e 25ºC. Não suporta calor nem frio intenso. Gosta de sol e não resiste a ventos frios e geadas. A sua melhor adaptação ocorre em solos arenosos, com bastante matéria orgânica e baixa humidade.
O seu peso varia entre cinco a dez quilos, podendo medir até 70 cm. A melhor época de colheita é durante os meses de Julho a Setembro.
Algumas pessoas consideram a fruta indigesta, facto não confirmado pelos especialistas. Suspeita-se que, devido à grande quantidade de água que possui (superior a 90%), ao ser usada como sobremesa, exige do organismo um grande esforço para drenar o líquido, atrasando o processo digestivo. Desse modo, é preferível que não seja usada como sobremesa. Mas é uma fruta refrescante e de bom valor nutritivo.
Uma das suas maiores qualidades é a capacidade de hidratar, sendo por isso muito procurada no Verão. Além disso é laxante e um eficiente diurético, com a vantagem de conter sais minerais, sendo recomendada nas dietas de eliminação e desintoxicação.
O sumo da melancia ajuda no processo de redução do ácido úrico. Pode ser usado na dieta de doentes com tensão alta, reumatismo e gota. A cucurbitina, substância presente nas sementes e na polpa, dilata os vasos sanguíneos e reduz a tensão alta. Também é indicada para reduzir a acidez estomacal.
A melancia contém hidratos de carbono, proteínas, vitaminas A, B2 e C, ferro, fósforo e sódio. Entretanto, os nutrientes mais destacados são o potássio e a vitamina A. O potássio actua na transmissão nervosa, na função renal e na contracção da musculatura cardíaca. A vitamina A protege a pele e as mucosas, ajuda no mecanismo da visão e é antioxidante.
Devido ao seu baixo teor calórico, a melancia pode ser usada nas dietas de emagrecimento. Parte do total de hidratos de carbono são fibras que ajudam a reduzir o colesterol e a absorver gradualmente a glicose. Aliás, é bom lembrar que o açúcar presente na melancia é a frutose, que não depende de insulina para ser absorvido. Isso facilita o seu consumo, que deve ser feito sem excessos, por indivíduos obesos e diabéticos.


Joseni França O. Lima
Nutricionista
Copyright © 2000-2012 Saúde & Lar, Todos os direitos Reservados
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Linhaça










 LINHAÇA




 







NOME EM LATIM: Linum usitatissimum L.

FAMÍLIA: Lináceas

OUTROS NOMES: Linho-da-terra, linho-do-inverno, linho-galego, linho-mourisco

HABITAT: Originário do Próximo Oriente, mas cultivado em numerosos países de clima temperado da Europa e da América.

DESCRIÇÃO: Planta herbácea de 40 a 80 cm de altura. O seu caule é erecto e as folhas são alongadas e estreitas. As flores são de cor azul clara, com 5 pétalas. O fruto é uma cápsula globulosa, com 10 sementes de cor castanha.

REFERÊNCIAS HISTÓRICAS: Há 4000 anos que se cultiva o linho nos países mediterrâneos para obter fibra têxtil, e há mais de 2500 anos que se utiliza como medicamento. Hipócrates já o recomendava como emoliente no século V a.C.
PROPRIEDADES E INDICAÇÕES: As sementes contêm uma grande quantidade de mucilagem e pectina, que lhe conferem propriedades emolientes e laxantes, além de sais minerais e lípidos de elevado valor biológico (ácidos gordos essenciais insaturados). São estas as suas indicações e aplicações:
- Prisão de ventre crónica: Lubrifica o tubo digestivo, tornando as fezes mais moles. Além disso regenera a flora intestinal, regulando os processos de putrefacção e fermentação (1,2,3). O seu efeito torna-se muito evidente, pois no caso de desarranjo intestinal as fezes perdem o seu cheiro pútrido.
- Gastrite, duodenite e úlcera gastroduodenal: Apresenta uma acção anti-inflamatória e emoliente que favorece a regeneração da mucosa digestiva danificada. Recomenda-se tomar as sementes de linho como complemento, associadas ao tratamento específico destes processos patológicos.
- Inflamações das vias respiratórias e das urinárias: Bronquites e cistites, particularmente, pelo seu efeito emoliente e suavizante sobre as mucosas (1,2,3).
As SEMENTES de linho (linhaça) podem usar-se como alimento. São especialmente recomendáveis para os diabéticos, pela sua escassa percentagem de glícidos e o seu elevado conteúdo em proteínas e lípidos (gorduras). Devem ser consumidas pelas pessoas que sofram de desnutrição ou queiram engordar (3).
As cataplasmas de FARINHA de linhaça aplicam-se sempre que se requeira calor constante: catarros e bronquite, dores menstruais, cólicas do abdómen (renais ou biliares), espasmos intestinais, picadas de insectos, abcessos e furúnculos (4). Têm uma acção resolutiva, antiespasmódica, sedativa e anti-inflamatória, além de manterem o calor durante muito tempo.
O ÓLEO de linhaça utiliza-se como suavizante da pele no caso de eczemas, pele ressequida, queimaduras leves e dermatoses em geral (5).
PARTES UTILIZADAS: A linhaça (sementes do linho).


USO INTERNO
1 Decocção durante 5 minutos de 30 g de sementes por litro de água. Tomar 2 ou 3 chávenas por dia, adoçadas com mel caso se deseje.
2 Maceração: Deixa-se em repouso durante 12 horas uma colherada de sementes por cada copo de água. Tomar 2 ou 3 copos diários do líquido resultante.
3 Sementes: Também se podem ingerir as sementes inteiras, mastigando-as (uma colherada de 12 em 12 horas).
USO EXTERNO
4 Cataplasmas: As sementes de linho trituradas (farinha de linhaça) acrescentam-se à água a ferver até se obter uma papa espessa. Normalmente são precisos de 30 a 40 g por litro de água. Quando se aplica a cataplasma convém proteger a pele com um pano fino para evitar que se produzam queimaduras.
5 Loções com óleo de linhaça: Aplicam-se directamente sobre a zona da pele afectada.


* Extraído do livro A Saúde pelas Plantas Medicinais, editado pela Publicadora Atlântico, S.A.
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Angélica






 ANGÉLICA ARCHANGÉLICA








NOME EM LATIM: Angelica archangelica L.
FAMÍLIA: Umbelíferas
OUTROS NOMES: erva-do-espírito-santo.
HABITAT: Originária do norte da Europa e da Ásia, ainda que o seu cultivo e uso se tenham expandido por todo o mundo. Prefere os lugares frios e húmidos, perto de rios e pântanos.
DESCRIÇÃO: Planta herbácea que costuma medir de 1 a 2 m de altura. O seu caule é grosso e canelado, em cujo extremo se encontram as flores distribuídas em forma de umbela.
Existe um certo risco de confundi-la com a cicuta, que também pertence à mesma família, embora apresente diferenças significativas. Além disso, a angélica exala um agradável aroma entre picante e adocicado, enquanto a cicuta tem um cheiro muito desagradável.
REFERÊNCIAS HISTÓRICAS: A angélica é uma típica planta nortenha. Na Gronelândia ocupa grandes extensões, e os habitantes daquele país usam-na abundantemente desde tempos remotos. Não sendo uma planta mediterrânea, não chegou a ser conhecida pelos grandes médicos e botânicos da antiguidade clássica.
Começou a ser usada na Europa na Idade Média, durante as grandes epidemias da peste. Muitos atingidos pela peste procuravam-na desesperadamente como último remédio antes de se entregarem à morte, já que se tinha divulgado a lenda, segundo a qual o arcanjo Gabriel a mostrara a um sábio ermitão, para que este pudesse combater a peste. Daí os monges e frades terem começado a cultivá-la nos seus conventos, com o fim de elaborar com ela diversos tipos de remédios, infelizmente todos em forma de licor alcoólico. Hoje ainda se preparam com a angélica os licores Benedictine e Chartreuse.
PROPRIEDADES E INDICAÇÕES: A angélica era recomendada para uma longa lista de doenças, desde a peste ao reumatismo, como se se tratasse de uma panaceia. Os seus princípios activos são o felandreno, de acção digestiva e espasmolítica, e a angelicina, que exerce uma acção sedativa e equilibradora sobre o sistema nervoso. A estes princípios activos se devem as suas autênticas propriedades medicinais:
Digestiva e carminativa: É um grande tónico e estimulante das funções do aparelho digestivo. Aumenta o apetite, facilita a digestão, aumenta a secreção de sucos gástricos e elimina os gases e fermentações intestinais (Œ). É a planta por excelência para os que têm falta de apetite, os debilitados e os dispépticos. Muito indicada para aqueles que sofram de estômago descaído ou atónico (ptose gástrica). Dá bons resultados no caso de enxaqueca de origem digestiva.
Tonificante e equilibradora do sistema nervoso: Torna-se muito útil nos casos de depressões, neurose e debilidade nervosa (Œ). Recomenda--se também aos estudantes em época de exames, pessoas com stress, convalescentes de doenças debilitantes e, em geral, a todos aqueles que tenham de superar alguma prova difícil.
Os banhos com água de angélica têm um efeito muito saudável sobre o sistema nervoso ().
Tem também efeitos diuréticos e expectorantes, embora de menor intensidade que os anteriores.
PARTES UTILIZADAS: A raiz especialmente, e também as folhas tenras e as sementes.

PREPARAÇÃO E EMPREGO:
USO INTERNO
Infusão ou decocção: Prepara-se com a raiz triturada, que é a parte mais activa da planta, à razão de 20-30 g por litro de água.
Também se podem acrescentar folhas tenras e sementes. Toma-se uma chávena de tisana antes de cada refeição, até três vezes ao dia.
USO EXTERNO
Banhos: Decocção com 100 g de planta num litro de água, que se acrescenta à água do banho.


Precauções
Desaconselhamos formalmente o emprego dos licores preparados com angélica, pois os efeitos nocivos devidos ao seu elevado conteúdo alcoólico ultrapassam em muito as suas possíveis propriedades medicinais.

* Extraído do livro A Saúde pelas Plantas Medicinais,
editado pela Publicadora Atlântico, S.A.
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