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os doces ao lanche








As crianças são facilmente tentadas a tudo quanto é doce. E não somente as crianças. Mas elas, pela sua inocência, e pelo fantástico prazer que dão no paladar, o doce é preferido em detrimento de outros sabores. Mas dentro dos doces há preferências.
Se dermos um chocolate e uma maçã suculenta a uma criança, e dissermos para escolher apenas um, a tendência dela é optar pelo chocolate.
E porquê?
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Alzheimer





ALZHEIMER
os químicos do esquecimento









Há muitas razões para alguém ser diagnosticado com o que é frequentemente chamada de “doença de Alzheimer” ou demência. Algumas das causas melhor conhecidas são:
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Açúcar - prós e contras

 
 AÇÚCAR
Prós e contras
O açúcar oferece-nos precisamente aquilo que em geral nos sobra (calorias, 4 por grama), ao mesmo tempo que não tem o que nos costuma faltar (vitaminas e minerais).


Vantagens do açúcar

Produz sensação de bem-estar: quando o nível de glicose no sangue é baixo (hipoglicémia) devido a exercício físico intenso, jejum, alterações metabólicas ou, mais frequentemente, a um pequeno almoço insuficiente., o consumo de açúcar alivia rapidamente a ansiedade e o mau estar que se sente. Qualquer das formas é preferível evitar as hipoglicemias, recorrendo a uma boa alimentação.
Proporciona energia rápida:  a sacarose do açúcar comum digere-se muito bem, e rapidamente se transforma em glucose e frutose que passam para o sangue.
Não produz alergias: por ser um produto bastante refinado, o açúcar comum não produz nenhum tipo de reacção alérgica. O mel e os xaropes naturais podem produzi-la.

Desvantagens do açúcar
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Mais informação sobre o aspartame





MAIS INFORMAÇÃO SOBRE O ASPARTAME






Antes de falarmos nos adoçantes artificiais e naturais, vamos ver o que de mais comum utilizamos para adoçar aquele cafezinho ou fazer o bolo da tarde.
O açúcar branco é um grande vilão da saúde! É totalmente refinado e obtido principalmente da cana-de-açúcar. No processo de refinamento há remoção completa de todos os nutrientes contidos na cana, sendo assim, ele é rapidamente digerido, absorvido provocando um rápido aumento dos níveis de glicose e alta deposição de gordura nas células.
Sonolência após refeição pode ser hipoglicemia
A primeira sensação com o consumo de açúcar é aumento da energia e bem-estar, mas da mesma forma que o aumento da glicose é rápido a queda se dá da mesma maneira. Os sintomas de hipoglicemia podem ocorrer de 1,5 horas até 2 horas depois do consumo de açúcar e envolve: queda dos níveis de energia, fraqueza, falta de concentração, depressão, ansiedade, irritabilidade, sudorese, dores de cabeça e tremor nas mãos. Isso é muito frequente acontecer e ser a causa daquela sonolência que dá depois das refeições, especialmente se consumiu muito carboidrato ou açúcar na mesma. A hipoglicemia também estimula novamente a fome, característica comum daqueles que consomem muito açúcar e carboidratos, a fome precoce logo depois de terem comido.
Alem da carência de nutriente, para o açúcar ser metabolizado, ele rouba do organismo cromo, selênio, magnésio e zinco envolvidos em múltiplas reações orgânicas como o controle sobre a própria vontade de carboidratos, favorece cãimbras, osteoporose, cólicas menstruais e redução da imunidade. Aliás, o açúcar hoje é um grande depressor do sistema imunológico e não deve ser consumido por aqueles que já tem redução da imunidade: indivíduos com herpes de repetição, problemas de cândida, HIV, infecções recorrentes de garganta, ouvido, etc.
Açúcar mascavo e mel favorecem ganho de peso
Açúcar mascavo e mel: são mais saudáveis do ponto de vista nutricional por conterem mais nutrientes, mas também provocam as oscilações desagradáveis na glicose que o açúcar barnco provoca e como já foi dito, favorecem o ganho de peso.
Os adoçantes dietéticos, também chamados de edulcorantes, são substâncias que apresentam um poder adoçante muito superior ao da sacarose (açúcar refinado) e, por isso, eles são utilizados em quantidades bem menores se comparado ao açúcar de mesa. Os edulcorantes possuem duas classificações:
Temos os adoçantes naturais que são: frutose, sorbitol, manitol e esteovídeo e os artificiais aspartame, ciclamato, sacarina, acessulfame-K, sucralose.
Adoçantes naturais
Frutose

Extraída das frutas e mel. É mais doce do que a sacarose (açúcar refinado) 173 vezes. Apresenta 4 Kcal/g e provoca cáries. As pessoas diabéticas devem utilizá-los com moderação.
Sorbitol

Encontrado na natureza em frutas e alga marinhas. Apresenta poder adoçante 50% menor do que a sacarose. Possui 4 Kcal/g. As pessoas com diabetes não podem utilizá-lo. É estável ao calor. Em combinação com outros adoçantes (sorbitol, acessulfame-K, aspartame, ciclamato sacarina ou esteovídeo) é empregado na fabricação de biscoitos, chocolates, goma de mascar e refrigerantes.
Polióis ou açúcar alcoólico(maltitol, sorbitol, manitol, eritritol, xilitol

São 60% tão doces quanto a sacarose (açúcar). São pouco absorvidos e nao causam aumentos súbitos nas taxas de açúcar do sangue, por isso podem ser usados com moderação por diabéticos. Os açúcares alcoólicos são encontrados em muitos alimentos industrializados sem açúcar, como doces, biscoitos, gomas de mascar, refrigerantes, pastilhas para a garganta, pastas de dente e antissépticos bucais. Confira os rótulos dos produtos. Atenção, pois uma única ingestão de 10 a 30g ou uma ingestão diária de mais de 40 a 80g de algum desses açucares podem provocar efeito laxativo. Isso ocorre porque os altos níveis de açúcar alcoólico que não são absorvidos pelo intestino podem causar inchaço, gases e diarreia.
Esteviosídeo - stévia

O seu poder adoçante pode ser 300 vezes superior à sacarose. Não contêm calorias. Extraído da planta stevia rebaudiana, planta nativa da América do Sul. Uma vez que a stevia é uma planta ela contém outras propriedades que complementam o seu poder adoçante. Estudos apontam o seu poder em suprimir o crescimento bacteriano nos dentes, regula a pressão arterial, tem poder diurético e de regular os níveis de açúcar no sangue. Não houveram ainda efeitos colaterais associados, por isso deve sempre que possível ser o edulcorante de escolha. O seu sabor doce não é afetado pelo aquecimento então pode ser utilizada em chás e outras bebidas, além do preparo de sobremesas em substituição ao açúcar. Existem diferentes marcas de estevia no mercado, cada uma com um sabor diferente. Alguns produtos oferecem a stevia associado a outros adoçantes (ex: ciclamato e sacarina) enquanto outros oferecem a stevia pura.
Artificiais ou sintéticos

Aspartame, ciclamato, sacarina, acessulfame-K, sucralose
Aspartame

É o pior deles e o que está mais relacionado a efeitos colaterais indesejáveis.
O aspartame é composto de ácido aspártico, fenilalanina, dois aminoácidos naturalmente encontrado nos alimentos. É de longe o edulcorante mais polêmico, e já se tem conhecimento de 92 efeitos colaterais associados ao consumo do aspartame, que podem iniciar gradualmente, podem ser imediatos, ou podem ocorrer a partir de uma reação aguda. Embora não se conheça todos os efeitos que o aspartame pode provocar a longo prazo, algumas pessoas são sensíveis ao aspartame e tem reações. Dor de cabeça é o principal efeito adverso atribuido ao consume de aspartame. Também vem sendo associado a ataques de pânico, alterações de humor, episódios de mania e alucinações visuais. Apresenta poder adoçante 220 vezes maior do que a sacarose e não deixa sabor residual. Seu valor calórico é de 4 Kcal/g Mas, graças ao seu alto poder adoçante, usa-se pequenas quantidades para se chegar à doçura desejada. Não é estável em altas temperaturas.
Sabidamente, devido aos efeitos estudados dos seus componentes o aspartame pode provocar:
· Reações alérgicas alimentares
· Dores de cabeça, enxaquecas
· Náusea
· Diabetes (o aspartame em indivíduos diabéticos pode favorecer as complicaces como neuropatia, retinopatia, catarata e pode provocar mal controle glicêmico em quem faz tratamento)
· Espasmos musculares
· Depressão
· Ganho de peso
· Perda de audição
· Irritabilidade
· Taquicardia
· Convulsão e epilepsia
· Alterações endócrinas como aumento de cortisol e prolactina.
· Dores articulares
· Doenças autoimunes
· Degeneração cerebral – envelhecimento (perda de memória).
· Algumas desordens também podem ser disparadas ou pioradas com seu uso crônico como doenças degenerativas: (Parkinson, Alzheimer, retardo mental), fibromialgia, diabetes, tumores cerebrais, esclerose múltipla e lúpus.
Além disso, é totalmente contraindicado na gestação (recomendação para todos os adoçantes artificiais, pode ser utilizado à base de stévia ou sucralose). O aspartame é principalmente tóxico se pensarmos na sua exposição durante a gestação, pois o cérebro da criança em formação consegue captar 5x mais esse adoçante do que nos adultos e podem ter lesões no sistema nervoso.
Embora muito disponíveis em produtos industrializados os edulcorantes artificiais devem ser desencorajados. Isso não se refere à quantidade propriamente consumida estar ultrapassando os limites estabelecidos, pelo contrário, todos os adoçantes artificiais como o aspartame, ciclamato e sacarina tem seus limites diários regulamentados pela ANVISA e dificilmente a gente atinge esses níveis através do consumo diário. Não se trata disso, estamos falando de substâncias sintéticas que não se conhece, ou em muitos casos, já se conhece efeitos deletérios relacionados inclusive ao ganho de peso. Não significa que se eu não atingir a quantidade máxima regulamentada para um adoçante, que seu uso seja seguro para mim. Cada pessoa tem um nível de tolerância a uma determinada substância e pode sofrer as consequências dela mais precocemente.

Não é à toa que desde 2008 a ANVISA publicou uma resolução para limitar a quantidade de ciclamato e sacarina nos produtos industrializados (praticamente caiu à metade a quantidade que pode ser adicionada aos produtos). Ambas as substâncias já foram banidas do Canadá e EUA desde a década de 70, mas o seu uso ainda era considerado isento de efeitos colaterais aqui no brasil. Tudo partiu de estudos em animais (camundongos) mostrando maior risco de desenvolvimento de tumor de bexiga. As empresas agora tem 3 anos para se adequarem às novas regras. O ciclamato e sacarina também por conterem altos níveis de sódio são contraiindicados pela OMS para indivíduos hipertensos e com problemas renais. E as pesquisas apontam que os brasileiros são os maiores consumidores mundiais de adoçantes.
Dentre os adoçantes artificiais, temos ainda
Ciclamato

Seu poder adoçante é 50 vezes superior ao da sacarose. Entre as suas características estão a presença de sabor residual e a sua estabilidade em altas temperaturas. Não apresenta calorias.
Sacarina

Apresenta poder adoçante 200 vezes superior ao da sacarose podendo deixar sabor residual. Possui alta estabilidade em temperaturas elevadas. Devido à sua estabilidade, a sacarina é utilizada em vários alimentos, na indústria de cosméticos e de medicamentos. Não apresenta calorias. Na década de 80 foi associada a um maior risco de câncer de bexiga, a partir de estudos com ratos e o seu uso foi limitado.
Atenção: Indivíduos com alergia a sulfa também devem evitar consumir alimentos contendo sacarina, pois a molécula de sacarina é um derivado da sulfa.
Acessulfame-K (acessulfame potássio)

Feito do vinagre, não é digerido pelo organismo humano. É estável em altas temperaturas. Seu poder adoçante varia de 180 a 200 vezes superior ao da sacarose. Seu uso pode ser muito variado e é utilizado nas indústrias de panificação, confeitos, bebidas e produtos lácteos. Não apresenta calorias.
Sucralose

Ela é 600 vezes mais doce do que a sacarose. É feita da sacarose, com a adição de moléculas de cloro. É altamente estável em temperaturas elevadas podendo ser usada em produtos esterelizados, UHT, pasteurizados e assados. Além disso, pode ser utilizada em gelatinas e pudim em pó, sucos, compotas de frutas e adoçantes de mesa. Não apresenta calorias. Não é digerida pelo organismo
Tagatose

É extraida do soro do leite. A tagatose é um novo adoçante artificil produzido através da lactose, o açúcar do leite. A lactose é quebrada em glicose e galactose, a partir daí há uma modificação na molécula de galactose e ela adquire uma nova conformação se transformando em D-tagatose. Ela é 92% tão doce quanto o açúcar, mas não oferece impacto na glicose ou nos níveis de insulina, visto que não é digerida, passando intacta pelo organismo sem ser absorvida.

Alguns estudos apontam que ela inclusive consegue impedir a absorção de outros açúcares como a glicose, o que é interessante, sobretudo para indivíduos diabéticos. É o adoçante mais parecido com o açúcar em volume e sabor e pode ser misturada a outros adoçantes para melhorar a sua textura e sabor. O *FDA americano já considera o produto seguro para uso humano, permitindo a sua adição em alimentos, bebidas, cosméticos, pasta de dentes, assim como em medicamentos. Não deve ser consumida em excesso, para evitar distúrbios gastrintestinais como diarreia, náuseas e excesso de produção de gases.
Então qual é a recomendação quando falamos de adoçante?
Minha recomendação é procurar usar a stevia (o edulcorante mais natural), inclusive os diabéticos ou rodiziar os tipos de adoçante, para não haver o excesso de consumo de nenhum deles. O consumo de muitos alimentos contendo adoçantes artificiais deve ser desencorajado, pois não contem valor nutricional, “engana”o organismo que pensa que está comendo algo doce e possuem moléculas com efeito tóxico, sobretudo se forem adoçantes artificiais.
E com relação à quantidade de consumo, deve-se sempre procurar usar o mínimo possível. O ideal é até 1 a 2x ao dia, no máximo e procurar não fazer todos os dias. A questão não é o malefício de 2 a 3 gotas num café estou contraindicando o consumo de adoçantes várias vezes ao dia: aquela pessoa que consome o suco e café com adoçante, faz gelatina dietética, toma mate diet, refrigerante diet, faz sobremesas com adoçantes, enfim... daquela pessoa que se entorpece o dia todo.
Este texto continua...

* Órgão governamental americano que lida com o controle das indústrias alimentícias e de medicamentos naquele país. 


Retirado integralmente de:  www2.uol.com.br/vyaestelar
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Aspartame - O "inofensivo" adoçante






ASPARTAME
O "inofensivo" adoçante




O aspartame foi aprovado em 1981 apenas para uso em alimentos secos. Por mais de oito anos a Food and Drug Administration (FDA), órgão do governo americano que regulamenta e aprova o uso e a comercialização de alimentos e medicamentos, recusou-se a aprová-lo por causa das convulsões e tumores cerebrais que essa droga provocou em animais de laboratório. A FDA continuou a recusar a aprovação até que o presidente Reagan (um amigo da Searle, empresa que criou o aspartame) assumiu o governo e demitiu o comissário da FDA que não queria aprovar o produto. O dr. Arthur Hull Hayes foi nomeado comissário. A aprovação foi alvo de tanta oposição que se criou uma comissão de inquérito, que chegou à seguinte conclusão: "Não aprovem o aspartame". O dr. Hayes, porém, PASSOU POR CIMA de sua própria comissão de inquérito e aprovou. Pouco depois de aprovar o uso de aspartame em bebidas carbonatadas, Hayes largou o cargo em troca de um excelente emprego na empresa de relações públicas da G.D. Searle.


Danos a longo prazo

O aspartame pode causar danos de forma lenta e silenciosa naqueles que não apresentam reações imediatas que os impeçam de usá-lo. Pode levar um, cinco, dez ou quarenta anos, mas a substância provoca, a longo prazo, mudanças da saúde - geralmente reversíveis, mas às vezes não.

METANOL (também conhecido como álcool de madeira e veneno) - representa 10% do aspartame. É um veneno que já causou a morte e a cegueira de muita gente. O metanol é liberado aos poucos no intestino delgado quando o grupo metil do aspartame encontra a enzima quimotripsina.

A absorção do metanol pelo corpo é bastante apressada com a ingestão de metanol livre. O aspartame se decompõe em metanol livre quando aquecido acima de 30°C. Isso acontece quando o produto que contém aspartame é armazenado de forma imprópria ou quando é aquecido (por exemplo, quando faz parte de um "alimento" como gelatina diet ou quando é usado para adoçar o cafezinho).


No corpo, o metanol decompõe-se em ácido fórmico e formaldeído – uma neurotoxina mortal.

Os males mais conhecidos causados pelo envenenamento por metanol são os problemas de visão. O formaldeído é uma substância carcinogênica, causa danos à retina, interfere com a duplicação do DNA e causa defeitos congênitos no feto. Por causa da falta de duas enzimas fundamentais, os seres humanos são muitas vezes mais sensíveis aos efeitos tóxicos do metanol do que os outros animais.

Já se divulgou que sucos de fruta e bebidas alcoólicas contêm pequenas quantidades de metanol. Mas é importante lembrar que o metanol em produtos naturais nunca ocorre isolado. Na natureza, há também a presença de etanol, geralmente em quantidade muito maior. O etanol é um antídoto para a toxidade do metanol em seres humanos. As tropas da Operação Tempestade no Deserto (Guerra do Golfo) foram "presenteadas" com grande quantidade de bebidas adoçadas com aspartame, aquecidas acima de 30°C sob o sol da Arábia Saudita. Muitos soldados voltaram para casa com numerosos problemas de saúde semelhantes aos encontrados em pessoas quimicamente envenenadas com formaldeído. O metanol livre nos refrigerantes pode ter sido um fator importante dessas doenças. Outros produtos da decomposição do aspartame, tais dicetopiperazina da aspartilfenilalanina (DKP), podem ter contribuído também.

Mesmo assim, numa resolução de 1993 a FDA aprovou o aspartame como ingrediente de numerosos alimentos que devem ser sempre aquecidos acima de 30°C. Como se não bastasse, em 27 de junho de 1996, sem nada divulgar, a FDA removeu todas as restrições ao aspartame, permitindo seu uso em tudo, inclusive em produtos quentes e assados.

Várias reações ao aspartame são muito graves, como convulsões e morte. Essas reações incluem (em ordem alfabética):
  • Artrite
  • Ardor nos olhos ou na garganta
  • Ardor ao urinar
  • Asma
  • Ataques de ansiedade
  • Ataques de pânico
  • Câncer no cérebro (estudos pré-aprovados em animais)
  • Coceiras
  • Confusão
  • Convulsões
  • Depressão
  • Diarréia
  • Dificuldades para pensar e raciocinar
  • Dificuldades para respirar
  • Dor abdominal
  • Dores nas articulações
  • Dores de cabeça e enxaquecas
  • Dores no peito
  • Dormência ou comichão nas extremidades
  • Enxaquecas ou dores de cabeça muito fortes (provocadas pelo uso crônico)
  • Espasmos musculares
  • Exantema (placas vermelhas pelo corpo)
  • Excesso de fome ou sede
  • Fadiga
  • Fadiga crônica
  • Fala arrastada
  • Fobias
  • Ganho de peso
  • Hipertensão (pressão alta)
  • Impotência e problemas sexuais
  • Incapacidade de concentração
  • Inchaço, edema (retenção de fluidos)
  • Insônia
  • Irritabilidade
  • Laringite
  • Morte
  • Mudanças marcantes de personalidade
  • Náusea e vômitos
  • Palpitações cardíacas
  • Pensamento enevoado
  • Perda de audição
  • Perda (calvície) ou queda de cabelo
  • Perda de memória
  • Perda de visão
  • Problemas ou alterações menstruais
  • Problemas de controle do açúcar no sangue (hipoglicemia ou hiperglicemia)
  • Reações alérgicas
  • Reações asmáticas
  • Rubor da face
  • Sentimento de irrealidade
  • Suscetibilidade a infecções
  • Taquicardia
  • Tinido nos ouvidos
  • Tosse crônica
  • Tontura
  • Tremores
  • Urticária
  • Vertigens
A doença do aspartame apresenta os mesmos sintomas e agrava as seguintes doenças:
  • Fibromialgia
  • Artrite
  • Esclerose múltipla
  • Mal de Parkinson
  • Lúpus
  • Sensibilidade química múltipla (MCS)
  • Diabete e complicações relativas à diabete
  • Epilepsia
  • Mal de Alzheimer
  • Defeitos congênitos
  • Síndrome da fadiga crônica
  • Linfoma
  • Doença de Lyme (doença bacteriana causada pelo micro-organismo Borrelia burgdorferi, depois da picada de um carrapato infectado. Os sintomas incluem exantema (mancha vermelha) grande e circular no local da picada (em 50%-60% dos casos), mal-estar, febre, dor de cabeça, dores musculares e inchaço dos nódulos linfáticos. Se não for tratada, pode provocar artrite e comprometer a função cardíaca)
  • Transtorno do déficit de atenção (ADD, hiperatividade)
  • Síndrome do pânico
  • Depressão e outros problemas psicológicos
Como acontece
O aspartame se transforma em subprodutos perigosos para os quais não temos defesas naturais. O estômago vazio de quem faz regime acelera essa transformação e amplifica os danos. Os componentes do aspartame vão direto para o cérebro, causando dores de cabeça, confusão mental, convulsões e equilíbrio deficiente. Ratos de laboratório e outros animais usados nos testes morreram de tumores cerebrais.

Em geral são necessários sessenta dias, pelo menos, de abstinência do aspartame para que sejam visíveis melhoras significativas. Verifique cuidadosamente todos os rótulos (inclusive os de vitaminas e medicamentos). Procure a palavra "aspartame" no rótulo e evite-o. É também boa idéia evitar "acesulfame-k", "neotame" e "sunette" (produtos compostos basicamente das mesmas substâncias do aspartame). Finalmente, evite procurar informações nutricionais na indústria alimentícia ou em empresas de divulgação, que recebem grandes somas de dinheiro da indústria alimentícia ou química.

Se você usa qualquer produto com aspartame e tem problemas físicos, visuais ou mentais, experimente passar 60 dias sem aspartame. Se depois de dois meses sem ingerir nenhum aspartame seus sintomas se aliviarem ou desaparecerem, divulgue para ajudar outras pessoas a se livrar dele.



Fonte de pesquisa (leia o texto completo):
http://www.geocities.com/HotSprings/Falls/8669/page4.html

Mais informações sobre o assunto em:http://imirante.globo.com/oestadoma/semanal/familia3006102/area-familia.html

http://www.vegetarianismo.com.br/sitio/index.php?option=com_content&task=view&id=337&Itemid=32


http://www.vivernatural.com.br/terapias/nutri_aspar.htm



Retirado de:  http://curapelanatureza.blogspot.pt/2009/02/os-perigos-do-aspartame.html Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...