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Aviso

O conteúdo presente neste blog, não pretende de forma alguma substituir o tratamento médico. É meramente de consulta e informação. Se lhe surgir algum sintoma que considere relevante, consulte imediatamente o médico.
Caso tenha alguma dúvida, contacte-nos. Responderemos com a maior brevidade possível.

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Quando o cérebro não tem juízo





QUANDO O CÉREBRO NÃO TEM JUÍZO
o intestino é que paga, ou vice versa








O corpo, perante uma situação de tensão, cria reacções nos níveis hormonais que causam alterações fisiológicas, tais como aumento do ritmo cardíaco e pressão arterial, inibição do sistema digestivo e a desregulação do sistema imunitário. Esta é uma descrição feita de uma forma muito geral, é claro.

Sabendo, então, que todos os sentimentos criam alterações emocionais, principalmente
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Gota - tratamento natural







    ARTRITE ÚRICA OU GOTA
Causas e Tratamentos












Doença caracterizada por desequilíbrio entre a formação e a eliminação de ácido úrico. Se esse ácido ultrapassar o valor de 6mg por 100ml de sangue, ocorre precipitação nos tecidos e especialmente nas articulações.
Esta doença surge por ataques, uma ou duas vezes no ano  (Inverno e Outono), que geralmente aparecem depois da meia noite. Aparece com mais frequência nos homens adultos de constituição pícnica. Em geral, a primeira articulação a ser atacada é a do dedo grande do pé, e a seguir as outras articulações, os tendões e os rins.

Causas
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Os 8 remédios naturais








                       8 REMÉDIOS NATURAIS















O AR

Deus, que nos criou, conhece cada órgão, músculo, nervo... cada minúscula partícula do nosso corpo. Como conhecedor de tudo o que diz respeito à nossa saúde e felicidade, Ele nos dá oportunidade de conhecer Seus princípios e regras para um viver saudável. Colocou à nossa disposição inúmeros recursos para que desfrutemos de perfeita saúde! O interessante é que estes recursos se encontram ao nosso alcance, ao nosso redor, através da Natureza que nos cerca. Sem nenhum custo!
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Azeite - meta óleo no seu motor


 







 

 AZEITE

"Meta óleo no seu  motor"








“Come-se demasiada gordura.” Esta frase aparece como uma repetição frequente na boca dos nutricionistas. Os lípidos, com efeito, representam entre 36 a 38% da quantidade calórica geral, apesar de esta proporção dever estar idealmente entre os 30 e 35% em regimes alimentares baseados em muita gordura, como é o caso francês. É por isso necessário diminuir o consumo de matérias gordas. Mas não quer dizer que não interesse quais, nem como. É inútil comer uma salada sem molho ou sem tempero ao almoço, se já comeu dois croissants ao pequeno almoço. São estas matérias gordas escondidas – que representam dois terços do nosso depósito de lípidos – que é necessário combater e não os óleos/azeites de tempero e de cozinha. Porquê? Em primeiro lugar, porque mais do que qualquer outro alimento, os óleos vegetais contêm ácidos gordos indispensáveis (ácidos linoleicos e ácidos alfalinolénicos) e vitamina E. Mas também, e sobretudo, porque eles são uma fonte importante de ácidos gordos mono e polinsaturados, nos quais a nossa alimentação é demasiado pobre. 

“Trabalhos já com alguns anos mostraram que os ácidos gordos saturados eram especialmente cancerígenos e os ácidos gordos insaturados muito mais protectores.” Eis uma boa razão para consumir óleos vegetais.

Óleos = Ácidos Gordos Polinsaturados

Mais do que a quantidade de matérias gordas, é, na realidade, a sua natureza que causa problemas. É frequente não se ingerir a quantidade necessária de ácidos gordos mono e polinsaturados. Estes representam respectivamente 38 e 16% dos lípidos consumidos, apesar das recomendações nutricionais serem de 50 e 25%. Em contrapartida os ácidos gordos saturados representam 46% dos depósitos lipídicos, apesar de idealmente não deverem exceder os 25%. Um desequilíbrio que não deixa de ter importância na prevenção de doenças. “Ainda mais que o colesterol, a natureza dos ácidos gordos dos lípidos alimentares tem um papel fundamental na patologia cardiovascular,” sublinha Christian Rémésy, director de pesquisa no Inra. “Trabalhos já com alguns anos mostraram que os ácidos gordos saturados eram especialmente cancerígenos e os ácidos gordos insaturados muito mais protectores.” Eis uma boa razão para consumir óleos vegetais.
Esses são, verdadeiramente, ricos em ácidos gordos mono e polinsaturados, enquanto os ácidos gordos saturados estão presentes, sobretudo, nos produtos de origem animal (à excepção do peixe). Segundo os primeiros resultados do estudo Suvimax os produtos lácteos representam, aliás, 25% dos depósitos de ácidos gordos saturados; os doces, sobremesas e pastelaria fina, 14% nos homens e 17% nas mulheres; as matérias gordas animais (manteiga, natas...) 16,5%; as carnes 8%; os enchidos 7% nos homens, 5% nas mulheres; e, finalmente, as matérias gordas vegetais 7%. Conclusão de Beatrix Sidobre, Monique Ferry e Robert Hugonot, autores do Guia Prático da Alimentação: “O emprego de óleos vegetais nos cozinhados e nos temperos, permitiriam um melhor equilíbrio entre os diversos ácidos gordos para uma prevenção mais eficaz.” 

Óleos = Ácidos Gordos Indispensáveis

O segundo trunfo dos óleos vegetais: eles contêm, mais do que qualquer outro alimento, o ácido linoleico e o ácido alfalinolénico, dois ácidos gordos ditos “indispensáveis”.
Indispensáveis uma vez que são os dois únicos ácidos que o organismo humano não pode produzir. “Noutros termos, se a nossa alimentação não provê as nossas necessidades de ácidos gordos indispensáveis, o assunto terminará para nós numa patologia mais ou menos grave (mais catastrófica na criança em pleno desenvolvimento físico e intelectual)”, lembra Lionelle Nugon-Baudon, toxicóloga encarregada de pesquisa no Inra. Estes ácidos gordos são essenciais para a renovação das membranas celulares e especialmente as do sistema nervoso. Mas têm também um papel preventivo nas doenças cardiovasculares e um efeito redutor do colesterol em certos indivíduos. Hoje em dia, os óleos vegetais permitem-nos preencher 50 a 60% do nosso depósito de matérias gordas indispensáveis. Mas estes depósitos são insuficientes e desequilibrados. “A família linoleica está agora presente em excesso na alimentação ocidental, enquanto que a família alfalinolénica está em deficiência em dois aspectos: não só não há o suficiente quantitativamente, mas por outro lado, o equilíbrio entre as duas famílias rompeu-se por excesso de ácido linoleico,” explica Jean-Marie Bourre, director de pesquisa no Iserm. 

Outra contribuição da vitamina E ao manter em bom estado os tecidos, é que a vitamina E tem também, graças ao seu poder como antioxidante, um papel maior na protecção das doenças cardiovasculares e na protecção do sistema nervoso.

Óleos = Vitamina E

Por último, os óleos contêm também vitamina E, que é o termo genérico habitualmente utilizado para designar os diferentes tocoferóis. Estes são os alimentos que contêm mais vitamina E; 154mg no óleo de gérmen de trigo, contra 1,5mg em 100g de manteiga. “A diferença está no corte.” Nada de extraordinário, portanto, que os óleos vegetais para tempero cubram em metade, eles próprios, os dois terços das nossas necessidades diárias, estimadas em 12mg. Um princípio ideal que é, por outro lado, raramente cumprido. Um inquérito nutricional realizado no Val-de-Marne mostrou que, segundo as várias faixas etárias, 40% das pessoas interrogadas tinham depósitos de vitamina E inferiores a dois terços da quantidade aconselhada. “Este défice em vitamina E é real se os depósitos alimentares são limitados a matérias gordas para tempero, especificamente óleos vegetais dos quais o interesse nutricional não é ainda bem conhecido do grande público”, especificam os autores do Guia Prático da Alimentação.
É pena. Pois a vitamina E é um poderoso antioxidante capaz de neutralizar os radicais livres. Estes radicais livres são as moléculas que podem atacar qualquer outra molécula (ácidos gordos das membranas, proteínas...).

Saiba Ler a Etiqueta
Óleo virgem de ... Um óleo virgem é um óleo comercializado directamente após pressão a frio (extraído a frio) sem sofrer refinação. A “primeira pressão a frio” é um método de extracção que dá um óleo colorido, espesso e perfumado, contrariamente ao óleo refinado que é inodoro, incolor e sem sabor. Esta técnica é utilizada sobretudo para o óleo de noz e para o azeite.
Óleo virgem extra de ...
Este nome está reservado aos óleos virgens nos quais a acidez é inferior a 1º por 100gr.
Óleo de ...
Este nome aplica-se aos óleos de uma única variedade ou de um único fruto tendo sofrido o processo de refinação. “Sem refinação, os óleos de sementes são geralmente escuros, turvos, desagradáveis ao paladar e mais sensíveis ao calor,” é-nos explicado em Lesieur. “Eles contêm também compostos indesejáveis que se encontram no interior da semente: ceras, pigmentos, pesticidas... é necessário, por isso, refinar o óleo para lhe tirar essas impurezas, para lhe dar um aspecto límpido assim como um sabor e um odor agradável e para poder conservar-se mais tempo.” Mas como lembram Thierry Souccar e Jean-Paul Curtay*, a vitamina E “perde uma parte das suas propriedades de acção no decorrer das operações de refinação e de embalagem”. No final, a refinação produz um óleo inodoro, incolor e sem sabor.
Óleo vegetal
– é o óleo que é constituído por uma mistura de óleos alimentares (como o óleo combinado).
*in Le Nouveau Guide des Vitamines,
Thierry Souccar e Jean-Paul Curtay, edições de Seuil, 1996

Esta última torna-se, por sua vez, um radical livre e ataca outra molécula. É a reacção em cadeia. A vitamina E, ao agir como antioxidante, permite proteger os ácidos gordos das membranas, cuja oxidação será uma causa de envelhecimento. Outra contribuição da vitamina E ao manter em bom estado os tecidos, é que a vitamina E tem também, graças ao seu poder como antioxidante, um papel maior na protecção das doenças cardiovasculares e na protecção do sistema nervoso. 

Óleos = A Dificuldade da Escolha

Estes elementos apontam para os benefícios dos óleos/azeites. Resta saber agora qual deve ser utilizado. Não é fácil, uma vez que a escolha é vasta. Azeite, ou óleo de colza, óleo de girassol ou de noz, óleo de amendoim ou de soja...: todos são compostos de 100% de lípidos e têm o mesmo valor energético (9 kcal por g). Em contrapartida, não têm nem a mesma composição nutricional, nem as mesmas utilizações. Os óleos podem ser classificados, entre outras, em duas categorias:
Segundo o seu teor de ácidos gordos dominantes – Ricos em ácidos gordos saturados: copra** e palma. Ricos em ácidos gordos monoinsaturados: azeite (72%), óleo de colza (61%), amendoim (58%). Ricos em ácidos gordos polinsaturados: noz (72%), girassol (66%), gérmen de trigo (65%), soja (63%), milho (60%). Uma vez que a nossa alimentação é demasiadamente rica em ácidos gordos saturados, é melhor evitar os óleos de copra e de palma e preferir os outros.
Segundo o seu teor em ácidos gordos indispensáveis – Ricos em ácido alfalinolénico: noz (12%), colza (9%), soja (7%), gérmen de trigo (7%). Ricos em ácido linoleico: girassol (66%), noz (60%), milho (58%) e soja (56%).
“Actualmente, o consumo de óleos engloba uma forte proporção de ácido linoleico (milho e girassol) muito elevada em relação aos que contêm ácido alfalinolénico (colza, soja, noz), especifica Christian Rémésy. Do ponto de vista da nutrição preventiva, a escolha dos óleos vegetais deve ser em variedade suficiente para evitar um excesso de ácido linoleico em relação ao ácido linolénico.” Assim, uma vez que não consumimos a quantidade suficiente de ácido alfalinolénico, é melhor privilegiar aqueles que são ricos nessa substância: o óleo de noz, de colza, de soja – o mais utilizado no mundo – e de gérmen de trigo. Apenas um senão, estes óleos não são apropriados para cozinhar uma vez que os ácidos gordos polinsaturados que eles contêm em grande quantidade, são pouco resistentes ao calor. Eles libertam um odor bastante desagradável quando aquecidos.
“Na verdade, o melhor é utilizar óleo de noz, de colza, de soja ou de gérmen de trigo – sozinhos ou misturados (metade de óleo de colza metade de azeite, por exemplo, para realçar o sabor) – para temperar; azeite para os cozinhados suaves e o óleo de amendoim para os cozinhados fortes”, aconselha Jean--Marie Bourre. E, nestes casos, é aconselhável variar os óleos. “Cada óleo tem propriedades nutricionais específicas: nenhum óleo as possui todas, daí o interesse em variar a sua utilização,” preconizam Beatrix Sidobre, Monique Ferry e Robert Hugonot. “Em todas as idades, mas principalmente após os 60, o consumo exclusivo de um óleo não está adaptado às necessidades do organismo, cada vez mais exigente quanto à natureza dos ácidos gordos.” 

A utilização do azeite é recomendada para a cozedura suave (breve); o óleo de amendoim é para a cozedura forte, a altas temperaturas, e o óleo de colza, de noz e de soja para o tempero.

Óleo Combinado = a Facilidade
Se esta ginástica vos parece complicada, podem sempre optar por uma solução mais fácil: comprar óleo combinado. Esta é uma mistura de vários óleos: girassol, colza, sementes de uva, .... O objectivo do fabricante é proporcionar um produto que ofereça as vantagens da variedade sem os seus inconvenientes. O consumidor não precisa de armazenar várias garrafas e de as usar alternadamente. Ainda mais, os industriais trataram de conceber uma mistura que possa servir para cozinhar e para temperar. Este pode, aliás, ser o ponto fraco deste óleo: para poder ser considerado apto para suportar a cozedura, não contém mais do que 2% de ácido alfalinolénico, uma percentagem pouco alta comparada com os óleos de colza, de soja, ou de noz.
Não restam dúvidas de que o óleo combinado é um produto interessante para todos aqueles que têm medo de se esquecerem de variar os óleos na sua alimentação. E o que é certo é que é melhor utilizar um óleo combinado do que contentar-se apenas com o seu único e eterno óleo de girassol ou azeite. Mesmo se, como fazem notar os autores do Guia Prático da Alimentação, “ a compra de óleo combinado deve também fazer parte de um sistema de rotação com vista à variedade: uma vez uma marca, uma vez outra.” Varie tanto quanto possível… S&L
Pequenos Conselhos PráticosQue tipo de garrafa escolher? a exposição à luz e ao calor não é favorável à estabilidade das vitaminas e dos ácidos gordos insaturados pois a sua estrutura química é frágil.
Privilegie, por isso, os óleos embalados em garrafas de cor, opacas ou de metal. E compre, de preferência, pequenas quantidades (0,5 l) para limitar os riscos de oxidação pelo contacto com o ar. Principalmente porque a vitamina E é destruída pelo oxigénio.
Quanto tempo se pode conservar o óleo?
uma vez aberta a garrafa, pode ser conservada vários meses. Mas não se pode esquecer de a fechar bem após cada utilização para evitar a oxidação pelo contacto com o ar. A data inscrita na embalagem não é a data limite de consumo, mas uma data limite de utilização óptima. Poderá consumir o seu óleo mesmo que a data que está na etiqueta ou na tampa da garrafa esteja ultrapassada. Isso não lhe provocará nenhuma doença, mas pode, talvez, tornar o óleo um pouco rançoso.
Como conservar o óleo? –
o óleo deve ficar ao abrigo da luz directa e de fontes de calor. Deve ser conservado num local frio de preferência. Mas não no frigorífico, porque ficará coalhado.
Porque é que o óleo coalha? –
a partir de uma certa temperatura, os óleos coalham. A sua consistência muda e o líquido transforma-se em cristais, em flocos, em filamentos, ou em grãos. O óleo de amendoim coalha a 17º, o azeite a 14º e os óleos de girassol ou milho a menos de 0º.
Não se preocupe: o coalhado desaparece lentamente à medida que a temperatura normaliza. Este fenómeno natural não altera a qualidade do óleo.
A cada óleo o seu uso
Tempero: óleo de noz, de soja ou de colza – ricos em ácido alfalinolénico, eles não suportam muito bem a cozedura. Pelo contrário, são muito recomendados para o tempero, sozinhos ou misturados com azeite. Atenção: eles criam ranço mais depressa do que os outros óleos (sobretudo o óleo de noz). É melhor comprá-los em pequenas quantidades e conservá-los numa garrafa bem fechada.
Cozedura suave: azeite – o azeite pode ser utilizado cru ou para cozinhar alimentos. O seu teor em vitamina E e o seu sabor forte tornam-no um ingrediente privilegiado dos molhos, misturado com um dos três óleos anteriores. A sua riqueza em óleos gordos monoinsaturados permite-lhe suportar a cozedura a todas a temperaturas.
Cozedura a altas temperaturas: óleo de amendoim: rico em ácidos gordos monoinsaturados, ele resiste especialmente bem a altas temperaturas. É o óleo ideal para as cozeduras fortes e para as frituras. Para os molhos, prefira óleos mais ricos em vitamina E e em ácidos indispensáveis.

*colza – uma espécie de couve de cujas sementes oleosas se extrai óleo alimentar ou para iluminação.
**copra – amêndoa do coco, da qual se extrai óleo alimentar.


extraído da revista Saúde & Lar n.º 663








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Goji e a longevidade

 



 GOJI
A longevidade numa simples baga









As bagas Goji ou goji berries são umas bagas vermelhas provenientes do Noroeste da China e do Tibete. Goji é o nome dos frutos da planta Lycium barbarum. São vendidas no seu estado seco, ainda cruas, porque são desidratadas ao sol ou a temperaturas inferiores a 40ºC. São saborosíssimas e podem ser comidas directamente do pacote ou adicionadas a cereais de pequeno-almoço, saladas de frutas, batidos, como se tratasse de qualquer outra fruta seca.
Embora sejam uma novidade na cozinha Ocidental, os chineses têm conhecimento dos poderes especiais desta baga desde há milhares de anos. Das cerca de 8000 ervas e alimentos que fazem parte da Medicina Tradicional Chinesa, as bagas Goji são consideradas a erva-alimento nº1. Estão no topo da tabela.

As bagas Goji contribuem para uma vida alegre, energética e saudável. Saborosas, fáceis de incorporar no dia-a-dia e tão concentradas em nutrientes, não admira que estas pequenas bagas sejam um fenómeno extraordinário de sucesso por todo o mundo.
As bagas Goji são provavelmente a fruta mais rica em nutrientes que existe no planeta. São uma fonte de proteína completa. Contêm 18 aminoácidos diferentes, entre os quais estão os 8 essenciais ao corpo humano. Contêm até 21 minerais, entre os quais: zinco, ferro, cobre, cálcio, selénio e fósforo.
As Goji berries contêm também vitaminas B1, B2, B6 e vitamina E. E também polissacarídeos, que fortificam o sistema imunitário, sendo que este é um dos elementos responsáveis pelo seu extraordinário efeito anti-envelhecimento.
Contém 19 aminoácidos, que ajudam a formar as proteínas, incluindo os oito que são essenciais para a vida.
Contém 21 minerais vestigiais, incluindo germânio – considerado em estudos como tendo atividade anti-cancerígena, que é raro como fito-nutriente.
Contém o espectro completo de carotenóides antioxidantes, incluindo beta-caroteno (maior concentração que a cenoura) e zeaxantina (protetor dos olhos). O goji é a maior fonte de carotenóides conhecida.
Contém 2500 mg de vitamina C por 100 gramas da fruta.
Contém beta-sisterol, fito-nutriente com função anti-inflamatória, que ajuda também equilibrar os níveis de colesterol e pode ser usado no tratamento de impotência sexual e equilíbrio da próstata.
Contém ácidos graxos essenciais, que são necessários para síntese de hormonas e regula o funcionamento do cérebro e sistema nervoso.
Contém cyperone, um fito-nutriente que traz benefícios ao coração e à pressão sanguínea.
Contém fisalina, fito-nutriente usado nos transtornos da hepatite B.
Contém betaína, fito-nutriente usado pelo fígado para produzir colina. A betaina promove grupos metil com reações energéticas no corpo, ajuda a reduzir o nível de homocisteína, um fator de risco em problemas cardíacos, protege a célula em nível de ADN.
Na Medicina Tradicional Chinesa, as bagas Goji têm sido consideradas como um alimento da mais alta qualidade para promover a longevidade, dar
força e estimular a potência sexual.

Muitos estudos publicados nos últimos anos, principalmente na China, reportam possíveis efeitos medicinais das bagas Goji, especialmente devido às suas propriedades antioxidantes, incluindo potenciais benefícios contra doenças cardio-vasculares e inflamatórias, problemas de visão, do sistema neurológico e imunitário. Também se lhe atribuem propriedades anti-cancerígenas. É uma fruta anti-envelhecimento por excelência, aumentando os níveis de energia, ajudando no processo digestivo e na perda de peso - por ser tão concentrada, basta comer pouca quantidade para se sentir saciado e bem nutrido.
Os aminoácidos presentes nestas pequenas bagas estimulam o funcionamento de células brancas até 300%, tornando muito difícil que quem as consome fique constipado ou com gripe.
Uma das mais recentes descobertas acerca dos benefícios das bagas Goji é a sua capacidade de melhorar os níveis de insulina nos diabéticos. As bagas Goji têm ainda a propriedade de o fazer rir e sorrir durante o dia todo. Por isso há quem lhes chame de happy berry ou smiling berry.

Como usar
Directamente do pacote, em misturas com outras frutas secas e/ou frescas, em batidos, mueslis, chás (excelente para melhorar o sabor de alguns chás medicinais, mitigando o sabor adstringente ou amargo que muitas plantas têm).
Também podem ser demolhadas e rehidratadas em água. Esta água é excelente para hidratar o corpo e pode ser usada como base para qualquer receita culinária. Dosagem: quantidade razoável – 15 a 45 gramas diárias, ou seja, cerca de uma mão-cheia.

As bagas Goji podem adaptar-se a climas europeus e é uma planta naturalizada na Grã-Bretanha há mais de 200 anos. Porque não lançar uma bagas no solo do seu quintal (ou num vaso, se vive num apartamento) e ter o privilégio de consumi-las frescas sempre que lhe apetecer? É uma planta que se propaga muito facilmente. Só não gosta de demasiada chuva.


Fonte: Centrovegetariano e Wikipedia
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Uva - um excelente medicalimento







UVA
Um excelente medicalimento










A uva é, a seguir à laranja, a fruta mais cultivada em todo o mundo. Mas, infelizmente, só uma pequena parte da uva produzida é comida como fruta; a maior parte destina-se ao fabrico de bebidas alcoólicas, especialmente vinho.
A uva constitui um componente essencial da dieta mediterrânea, e até da sua cultura. Recentes descobertas científicas atribuem a boa saúde cardíaca dos habitantes do Mediterrâneo precisamente a algumas das substâncias presentes na uva.Há dois tipos de nutrientes que se destacam na composição da uva: os açúcares e as vitaminas do complexo B. Em contrapartida, a uva contém poucas proteínas e gorduras. As proteínas, ainda que em pequena quantidade, contêm todos os aminoácidos essenciais. Os minerais estão presentes numa quantidade moderada. Os componentes da uva que merecem uma menção especial são os seguintes:

Açúcares, numa proporção que oscila entre 15% e 30%. Os dois açúcares mais abundantes na uva são a glicose e a frutose. Do ponto de vista químico, trata-se de monossacáridos ou açúcares simples, que têm a propriedade de passar directamente ao sangue sem necessidade de ser digeridos. Nisto se diferenciam de outros tipos de açúcares, como a sacarose (presente na cana-de-açúcar, na beterraba ou na banana), ou como a lactose do leite, que precisam de ser decompostos no intestino antes de poderem passar ao sangue.
Vitaminas: Com os seus 0,11 mg/100 g de vitamina B6, a uva é uma das frutas frescas mais ricas nesta vitamina, excedida apenas por frutas tropicais como o abacate, a banana, a anona, a goiaba ou a manga. As vitaminas B1, B2 e B3 ou niacina também se encontram presentes em quantidades superiores às da maioria das frutas frescas.
Todas estas vitaminas desempenham, entre outras, a função de metabolizar os açúcares, para que as células possam com mais facilidade "queimá-los" quimicamente e aproveitar a sua energia. A uva contém quantidades bastante significativas de provitamina A e de vitaminas C e E.Minerais: O potássio, o cobre e o ferro são os minerais mais abundantes na uva, se bem que esta contenha também cálcio, fósforo, magnésio e cobre.Fibra: A uva contém cerca de 1% de fibra vegetal de tipo solúvel (pectina), quantidade relativamente importante tratando-se de uma fruta fresca.Substâncias não nutritivas: A uva contém numerosas substâncias químicas, que não pertencem a nenhum dos clássicos grupos de nutrientes, mas que exercem numerosas funções no organismo, muitas delas ainda desconhecidas. Estas substâncias são também designadas como elementos fitoquímicos:
– Ácidos orgânicos (tartárico, málico, cítrico e outros): Estes ácidos produzem a alcalinização do sangue e da urina facilitando a eliminação dos resíduos metabólicos, que na sua maior parte são de tipo ácido, como por exemplo o ácido úrico.
– Flavonóides: Descobriu-se recentemente que actuam como potentes antioxidantes, impedindo a oxidação do colesterol que causa a arteriosclerose, e evitando a formação de trombos ou coágulos nas artérias. A quercitina é o flavonóide mais importante da uva.
– Resveratrol: Trata-se de uma substância fenólica presente na pele da uva, de acção antifúngica (impede o crescimento dos fungos) e, sobretudo, oxidante. Detém a progressão da arteriosclerose. Recentemente provou-se que é também um poderoso anticancerígeno.
– Antocianinas: São pigmentos vegetais que actuam como potentes antioxidantes preventivos das afecções cardiovasculares.Em essência pode-se dizer que a uva é um alimento que fornece energia às nossas células e que favorece o bom estado das artérias, especialmente das coronárias que irrigam o músculo cardíaco. Além do mais é laxante, antitóxica, diurética, antianémica e antitumoral.


Jorge Pamplona Roger
Resumido do livro A Saúde pela Alimentação, a editar brevemente pela Publicadora Atlântico


Copyright ã 2000 Saúde & Lar. Todos os direitos reservados
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Linhaça










 LINHAÇA




 







NOME EM LATIM: Linum usitatissimum L.

FAMÍLIA: Lináceas

OUTROS NOMES: Linho-da-terra, linho-do-inverno, linho-galego, linho-mourisco

HABITAT: Originário do Próximo Oriente, mas cultivado em numerosos países de clima temperado da Europa e da América.

DESCRIÇÃO: Planta herbácea de 40 a 80 cm de altura. O seu caule é erecto e as folhas são alongadas e estreitas. As flores são de cor azul clara, com 5 pétalas. O fruto é uma cápsula globulosa, com 10 sementes de cor castanha.

REFERÊNCIAS HISTÓRICAS: Há 4000 anos que se cultiva o linho nos países mediterrâneos para obter fibra têxtil, e há mais de 2500 anos que se utiliza como medicamento. Hipócrates já o recomendava como emoliente no século V a.C.
PROPRIEDADES E INDICAÇÕES: As sementes contêm uma grande quantidade de mucilagem e pectina, que lhe conferem propriedades emolientes e laxantes, além de sais minerais e lípidos de elevado valor biológico (ácidos gordos essenciais insaturados). São estas as suas indicações e aplicações:
- Prisão de ventre crónica: Lubrifica o tubo digestivo, tornando as fezes mais moles. Além disso regenera a flora intestinal, regulando os processos de putrefacção e fermentação (1,2,3). O seu efeito torna-se muito evidente, pois no caso de desarranjo intestinal as fezes perdem o seu cheiro pútrido.
- Gastrite, duodenite e úlcera gastroduodenal: Apresenta uma acção anti-inflamatória e emoliente que favorece a regeneração da mucosa digestiva danificada. Recomenda-se tomar as sementes de linho como complemento, associadas ao tratamento específico destes processos patológicos.
- Inflamações das vias respiratórias e das urinárias: Bronquites e cistites, particularmente, pelo seu efeito emoliente e suavizante sobre as mucosas (1,2,3).
As SEMENTES de linho (linhaça) podem usar-se como alimento. São especialmente recomendáveis para os diabéticos, pela sua escassa percentagem de glícidos e o seu elevado conteúdo em proteínas e lípidos (gorduras). Devem ser consumidas pelas pessoas que sofram de desnutrição ou queiram engordar (3).
As cataplasmas de FARINHA de linhaça aplicam-se sempre que se requeira calor constante: catarros e bronquite, dores menstruais, cólicas do abdómen (renais ou biliares), espasmos intestinais, picadas de insectos, abcessos e furúnculos (4). Têm uma acção resolutiva, antiespasmódica, sedativa e anti-inflamatória, além de manterem o calor durante muito tempo.
O ÓLEO de linhaça utiliza-se como suavizante da pele no caso de eczemas, pele ressequida, queimaduras leves e dermatoses em geral (5).
PARTES UTILIZADAS: A linhaça (sementes do linho).


USO INTERNO
1 Decocção durante 5 minutos de 30 g de sementes por litro de água. Tomar 2 ou 3 chávenas por dia, adoçadas com mel caso se deseje.
2 Maceração: Deixa-se em repouso durante 12 horas uma colherada de sementes por cada copo de água. Tomar 2 ou 3 copos diários do líquido resultante.
3 Sementes: Também se podem ingerir as sementes inteiras, mastigando-as (uma colherada de 12 em 12 horas).
USO EXTERNO
4 Cataplasmas: As sementes de linho trituradas (farinha de linhaça) acrescentam-se à água a ferver até se obter uma papa espessa. Normalmente são precisos de 30 a 40 g por litro de água. Quando se aplica a cataplasma convém proteger a pele com um pano fino para evitar que se produzam queimaduras.
5 Loções com óleo de linhaça: Aplicam-se directamente sobre a zona da pele afectada.


* Extraído do livro A Saúde pelas Plantas Medicinais, editado pela Publicadora Atlântico, S.A.
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Cloreto de Magnésio




CLORETO DE MAGNÉSIO

Uma ajuda preciosas







Suplemento mineral, procedente da água do mar. Catalisa a atividade de enzimas, hormonas e vitaminas necessárias à vida, estimula as sínteses bioquímicas do organismo, age sobre o sistema simpático, reduzindo a actividade nervosa, acelera a respiração celular, influi sobre o equilíbrio neuro-muscular, entra na formação dos dentes e ossos, regula a absorção do cálcio e potássio. Equilibra o ph sanguíneo pela neutralização directa de ácidos no sangue. Como resultado, ele colabora para a formação e fortalecimento dos tecidos ósseos e cartilaginosos, revigorando o organismo e estimulando sua produção de defesas contra doenças. O cloreto de magnésio não é remédio, mas alimento. Não tem contra-indicação, a não ser para quem sofra de insuficiência renal. É compatível com qualquer medicamento em simultâneo. O adulto precisaria obter dos alimentos o equivalente a três doses; se não conseguir, pode aumentar um pouco a dose diária para não adoecer; dificilmente se ultrapassa o limite, pois as doses indicadas para pessoas de 40 a 100 anos são mínimas. O cloreto de magnésio põe em ordem todo o corpo. É substituível pelo hidróxido de magnésio (leite de magnésia), pois este ao entrar no estômago reage com o ácido clorídrico, transfomando-se em cloreto.

Preparação

Dissolver 33 gramas de cloreto de magnésio em 1 litro de água filtrada. Depois de bem misturado, colocar em vasilhames de vidro e guardar no frigorífico. A dose é um cálice de licor (ou uma chávena de café) segundo a idade: dos 20 anos aos 55 anos 1/2 dose, ou seja, meio cálice; dos 55 anos, aos 70 anos, uma dose (um cálice), dos 70 anos aos 100, uma dose pela manhã e 1 dose à noite. Em casos crónicos de doenças 2 X ao dia. Ref.: J. Shorr - Padre, Professor de Física, Química e Biologia do Colégio Catarinense / Sta. Catarina.


As pesquisas abaixo confirmam efeito sobre:
1.Tratamento e controlo da arteroesclerose

2. Baixa toxidade

3. Redução e controlo da pressão sanguínea alta

4. Equilíbrio de distúrbios glicémicos devido a interferir no aumento da sensibilidade dos receptores de insulina na superfície das células. Isso portanto pode ser útil no controlo de problemas de hiperglicemia em diabéticos.


Então o magnésio pode ajudar em:


1. Problemas circulatórios, como ateroesclerose, edemas, varizes, inchaços.

2. Risco de infarto, síndrome do prolapso da válvula mitral, arritmias, perda do tónus cardiaco.

3. Stress crónico, depressão moderada, síndrome do pânico, desgaste do sistema nervoso.

4. Inflamações como artrites, reumatismo, osteoartrites e dores como a fibromialgia.

5. Diabetes do tipo I e II.

6. Osteoporose e problemas ósseos.

7. Prisão de ventre.

8. Hipertensão.

9. Cãimbras e dores nas pernas e extremidades.

10. Ataques asmáticos

11. Rachaduras de pele, psoríases, eczema, acne, alergias e outros problemas de pele.

12. Síndrome da fadiga crônica.

13. Equilíbrio do ph sanguíneo.

14. Prevenção do cancro.

15. Equilíbrio das funções do sistema imunológico.

16. Gastrite.

17. Parkinson.

18. Síndrome da fadiga crónica.

19. Gota e ácido úrico.
 
 
NOTA: se já tomou cloreto de magnésio para alguma situação e melhorou, deixe o seu comentário.
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Artroses


ARTROSE

Quando os ossos envelhecem


A artrose, ou osteoartrose, é uma doença degenerativa, isto é, é uma doença em que as cartilagem que recobrem os ossos começam a desaparecer, e que pode afectar uma ou várias articulações. Esta cartilagem, evita que os ossos se toquem entre si, diminuem o atrito e facilitam os movimentos articulares. Devido a causas desconhecidas e outras conhecidas, como idade, peso, as cartilagens vão-se desgastando, colocando assim em contacto as extremidades ósseas. Ao acontecer, surgem as típicas e degradantes dores da artrose. O tratamento médico consiste na prescrição de anti-inflamatórios e analgésicos. Hoje já existem alguns produtos em que se verificou que podem travar a progressão da artrose, como a glucosamina e a condroitina. A fisioterapia é usada para manter as articulações em movimento e para o relaxamento muscular.
A medicina natural, também tem grande importância no tratamento da artrose. Pode ser usada em conjunto com a medicina científica, sem qualquer inconveniente (avise o seu médico se faz, ou pretende fazer um tratamento natural). Dentro das várias áreas da medicina natural, a combinação entre várias técnicas também pode acontecer, aumentando a eficácia da mesma. Em termos de plantas e suplementação sugere-se o seguinte para o tratamento da artrose:

- Cartilagem de tubarão enriquecida com glucosamina e condroitina
- Óleo de salmão
- Cavalinha
- Castanha da Índia
- Ananás
- Cataplasmas de argila na zona afectada (ver artigo sobre argila verde - preparação de cataplasma, neste blog)
- Óleo de fígado de bacalhau
- Magnésio e cálcio
- Unha de gato
- Salgueiro Branco 
- Harpagófito
- Silício (ver artigo)




Posologia: a que indicar nas embalagens
É verdade que parece muito, mas a célebre frase ilustra esta orientação, " para grandes males, grandes remédios".
Se tiver peso a mais, é aconselhável uma redução do mesmo, controlar os alimentos que ingere, beber água e não ficar parado. O movimento ajuda o cálcio a fixar-se aos ossos e trabalha as cartilagens.
O tratamento da artrose não é visivel de imediato, uma vez que se está a falar de uma doença degenerativa. Por isso não desanime se os resultados demorarem a surigir. É perfeitamente normal.
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