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Aviso

O conteúdo presente neste blog, não pretende de forma alguma substituir o tratamento médico. É meramente de consulta e informação. Se lhe surgir algum sintoma que considere relevante, consulte imediatamente o médico.
Caso tenha alguma dúvida, contacte-nos. Responderemos com a maior brevidade possível.

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Necessidade ou tradição?






NECESSIDADE OU TRADIÇÃO?
Precisamos realmente de carne?






Culturalmente estamos programados para comer de tudo. Somos omnívoros, dizia a professora aos seus alunos, tal como é o porco. Esta frase está embutida na minha memória como se a tivesse ouvido ontem.  Mas será assim, tal e qual quanto a nossa cultura obriga? Analisando bem, não parece que assim seja. Vejamos porquê...
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Vegetais da família da couve: ajudam a reduzir o risco de cancro do pulmão e outros





 VEGETAIS DA FAMÍLIA DA COUVE
ajudam a reduzir o risco de cancro do pulmão e outros
 









De todos os vegetais, aqueles que mostram ter mais propriedades anticancerígenas são os legumes crucíferos. Os vegetais são de facto um autêntica farmácia natural compostos de milhares de substâncias químicas capazes de interferir positivamente com os mecanismos biológicos do nosso organismo. As crucíferas destacam-se enquanto “alicamentos” por terem
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Brócolos: um fitoquímcio que protege do cancro e diminui o risco de contrair a doença







 BRÓCOLOS
um fitoquímcio que protege do cancro e diminui o risco de contrair a doença












Num tempo e num espaço onde a exposição a agentes tóxicos e potencialmente carcinogénicos é inevitável, convém criarmos formas de nos precavermos e de minimizarmos os seus efeitos. Os últimos 100 anos correspondem a um aumento exponencial de susbstâncias em circulação no ambiente, no ar, na água e nos alimentos aos quais o organismo humano nunca antes esteve exposto em tão grandes concentrações. Os efeitos a longo prazo de tão grande experiência coletiva são ainda desconhecidos, mas podemos já desconfiar que o desfecho não seja o mais favorável para o equilíbrio dos nossos organismos. Cem anos representam muito pouco tempo para ajustarmos os nossos corpos a um ambiente tão tóxico. São já mais de 100
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Inflamação e Telomerase: dois aliados do cancro





INFLAMAÇÃO E TELOMERASE: 

DOIS ALIADOS DO CANCRO




As células de cancro são astutas. Aproveitam-se de todos os mecanismos biológicos disponíveis em seu próprio proveito. Mecanismos que são utilizados para o equilíbrio do organismo são explorados por estas células e orientados para os seus interesses particulares. A inflamação é um exemplo disso mesmo. Enquanto mecanismo de resposta do sistema imunitário perante uma lesão ou infeção, permite reparar os tecidos danificados e controlar uma potencial infeção destruindo os agentes patogénicos que se encontrem no local. Trata-se de um processo sem o qual não sobreviveríamos. No entanto, o cancro aproveita-se
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Artrite Reumatóide - algumas ajudas precisosas






ARTRITE REUMATÓIDE
algumas ajudas preciosas













A artrite reumatóide (AR) caracteriza-se por uma doença debilitante e deformante. Quem já viu doentes com AR sabe o estado em que ficam a mente e o corpo deles. Causadora de inumeras baixas médicas, é uma doença que, medicamente, não existe cura. É necessário medicação contínua até ao fim da vida.

Definição de AR?
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Abóbora - amiga das artérias


 






ABÓBORA
Amiga das artérias 










Têm sido muitos e variados os usos que ao longo da história se têm dado a este vegetal. Jonas, o profeta bíblico, serviu-se de uma aboboreira para lhe fazer sombra na cabeça e deste modo se livrar de uma insolação. Os Romanos serviam-se da abóbora, misturada com mel, para ajudar a digerir as abundantes carnes que engoliam nos seus festins. Nalgumas regiões do Mediterrâneo, ainda se usam como vasilhas certos tipos de abóbora (cabaças) depois de secas, pelo seu feitio de garrafa.

No entanto, as toscas abóboras encerram um tesouro de propriedades medicinais, que poucos até aos nossos dias tinham sabido apreciar. A peculiar composição da sua polpa torna-a um dos melhores alimentos que se podem comer para cuidar da saúde das nossas artérias.
A abóbora é um dos alimentos mais pobres em lípidos (gordura) e em sódio (sal), dois inimigos declarados das artérias e do coração. O seu conteúdo em nutrientes é muito reduzido: 6% de hidratos de carbono, 1% de proteínas e praticamente nenhuma gordura. Em compensação, é notável pela sua riqueza em beta-caroteno (provitamina A) e em minerais como o potássio e o cálcio. Também é de notar o seu conteúdo em fibra solúvel, a que se deve o seu efeito saciante sobre o apetite.


Todas as variedades de abóbora apresentam as mesmas propriedades e as suas indicações são as seguintes:
- Hipertensão arterial: A abóbora é recomendável na alimentação dos hipertensos, não só pelo seu muito escasso teor de sódio, mas também pela grande porção de potássio que oferece.
- Afecções coronárias e arteriosclerose: Pelos seus níveis tão baixos de gordura e sódio, assim como pela sua abundância em beta-caroteno que protege a parede das artérias, a abóbora está indicada na dieta de todos aqueles que desejem cuidar das suas artérias. Os que sofram de angina de peito, ou os que tenham sofrido um enfarte, nunca deveriam deixar de comer abóbora pelo menos três vezes por semana.
- Afecções renais: Actua sobre os rins como um diurético suave, aumentando a produção de urina e favorecendo a eliminação de líquidos do organismo. O seu uso é conveniente em caso de afecções inflamatórias dos rins (nefrites e glomerulonefrites), edemas e, em geral, sempre que exista algum grau de insuficiência renal.
- Afecções do estômago: A polpa de abóbora é capaz de neutralizar o excesso de acidez no estômago e, além disso, exerce uma acção emoliente e protectora sobre a mucosa do estômago. O puré de abóbora com leite ou com bebida de soja é particularmente indicada nos casos de má digestão, gastrite e úlcera duodenal.
- Prisão de ventre: Pela sua suave acção laxante, acompanhada de um efeito emoliente sobre o tubo digestivo, a abóbora é recomendada sempre que haja prisão de ventre, assim como mau funcionamento do intestino manifestado por um excesso de fermentação ou putrefacção.
- Afecções oculares: A riqueza da abóbora em beta-caroteno faz dela um alimento muito recomendável em casos de diminuição da acuidade visual ou de transtornos de visão, de origem retiniana. Esta substância, aliada ao potássio, evita a formação de cataratas no cristalino.
- Prevenção do cancro: A abóbora contém três das substâncias vegetais de maior acção anticancerígena comprovada: beta-caroteno, vitamina C e fibra vegetal. Não é fácil encontrar num mesmo alimento estes três factores de grande eficácia preventiva contra o cancro.



 
Jorge Pamplona Roger


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6 passos para evitar doenças causadas por alimentos


 6 PASSOS
para evitar doenças causadas pelos alimentos
 
Se é vegetariano, é provável que a ideia de ter uma doença causada por alimentos nunca lhe tenha passado pela cabeça. Afinal, todos sabem que o E. coli faz o seu ninho na carne crua, e que a Salmonella se desenvolve rapidamente em carne de frango ou de porco, mal cozida.

Bem, é altura de reformular as suas crenças sobre doenças causadas por alimentos, pois fruta, vegetais, ovos, lentilhas e produtos lácteos frescos também podem fazer o papel de hospedeiro para uma variedade de bactérias prejudiciais, incluindo a E. coli e a Salmonella. Na realidade, alguns dos mais comuns portadores de germes alimentares incluem o manjericão, o cantalupo (variedade de melão), a alface, as batatas, as framboesas, as amoras silvestres, o alho francês, os morangos e o tomate.

De acordo com o Centers for Disease Control and Prevention (Centro para a Prevenção e o Controlo de Doenças) (CDC), as doenças causadas por alimentos são responsáveis por cerca de 76 milhões de casos de doença nos EUA, 325 000 internamentos hospitalares e 5200 mortes por ano, nos Estados Unidos. Não só os sintomas são desconfortáveis, como as doenças causadas por alimentos podem levar a doenças secundárias de longo termo. Por exemplo, há estirpes de E. coli que podem causar problemas renais em crianças pequenas, enquanto a Salmonella pode levar a artrites reactivas e a infecções graves. Para as mulheres grávidas, a bactéria Listeria (encontrada vulgarmente em queijos de pasta mole podem causar meningite ou nados-mortos.
Qual é a causa?
Encontram-se milhares de tipos de bactéria no ambiente à nossa volta; a maioria não lhe faz nenhum mal. Por exemplo, a bactéria do iogurte é uma bactéria “boa” e é benéfica para o organismo. Mas quando as bactérias prejudiciais (também chamadas patogénicas) tais como a Listeria, a Salmonella e a E. coli 0157:67 utilizam os nossos alimentos ou a água como vectores transmissores, podem causar problemas que vão desde sintomas parecidos com os da gripe a doenças incuráveis e à morte (ver na caixa da página 34 a lista de sintomas). Por vezes até os venenos bacterianos ou toxinas produzidos por germes tais como o staphylococcus aureus ou o Clostridium botulinum podem ter como resultado doenças transportadas pelos alimentos. Três das bactérias mais comuns ligadas à alimentação de vegetarianos:
v Campylobacter, a causa mais comum de diarreias e dores abdominais com origem nos alimentos. Embora a carne crua, de aves, tenha Campylobacter, os vegetarianos devem preocupar-se se os alimentos foram contaminados com fluídos que pingam de frango cru, tal como uma salada ou prato vegetariano cozinhado ao mesmo tempo em que alguém está a preparar um frango. O leite sem ser pasteurizado ou a água contaminada também podem causar esta infecção.
v Escherichia coli 0157:H7, causa 73 000 casos de infecções e 61 mortes por ano nos Estados Unidos. Enquanto certas estirpes de E. coli vivam nos intestinos de seres humanos saudáveis, a estirpe 0157:H7 pode ser mortal, levando à diarreia de sangue e até à falha renal.
v Salmonella enteritidis, é uma bactéria que pode levar à doença quem come ovos crus ou mal cozidos, e ovos deixados por cozinhar logo depois de terem sido partidos. A infecção por Salmonella causa febre, dores abdominais, e diarreia dentro de 12 horas a três dias depois de se ingerirem os alimentos contaminados. Nalgumas pessoas de alto risco (pessoas idosas, grávidas, crianças pequenas e aquelas com o sistema imunitário comprometido), a bactéria da Salmonella pode exigir hospitalização ou até levar à morte.
Se suspeita de uma infecção alimentar, precisa de procurar cuidados médicos. O seu médico mandará fazer uma análise às fezes, com cultura, para identificar a bactéria; depois prescreverá o tratamento adequado, dependendo do agente patogénico e dos sintomas. Os especialistas crêem que muitas pessoas que têm diarreia ou vómitos assumem que é um “vírus” e deixam o assunto seguir o seu curso em vez de procurar um diagnóstico certo. Por esta razão a CDC estima que, na realidade, existem 38 casos de salmonelose por cada caso que é diagnosticado e relatado às autoridades de saúde pública.
Quem está em risco?
Quem está em alto risco são as crianças pequenas, as mulheres grávidas, as pessoas idosas, aqueles que têm doenças crónicas e sistema imunitário deficiente. Embora existam 250 tipos diferentes de doenças causadas pelos alimentos com sintomas como diarreia, vómitos e dores no corpo, esta é uma doença vulgar que pode evitar – se compreender as regras. Pense nos seis passos seguintes enquanto tenta proteger-se e à sua família, de doenças desnecessárias.
Passo 1: Cuidado com o que compra.
Certifique-se de que o que compra no supermercado é o mais fresco possível. Procure nas embalagens as datas de validade ou de “usar até”, e veja se poderá usá-la antes do alimento ter de ser deitado fora. Após a data indicada, deite fora os alimentos.
Quando comprar ovos, abra a embalagem e veja se os ovos estão limpos. Certifique--se, também, de que não estão rachados ou com zonas de casca mais fina. Escolha o queijo que for fresco e não tenha qualquer ponto de bolor ou descolorido. Os lacticínios devem estar datados e pasteurizados.
Evite comprar frutas ou vegetais que estejam escorregadios, bolorentos ou tenham um odor estranho. E nunca coma frutas ou vegetais na loja, pois nunca sabe que tipo de germes ou pesticidas possam ter.
Passo 2: Lave sempre as frutas e os vegetais (mesmo que venham em embalagens com indicação de ‘pré-lavados’).
As frutas e os vegetais podem ser portadores dos agentes patogénicos mortais, particularmente se tiverem sido lavados ou regados com águas contaminadas com fezes animais ou humanas. Estes germes podem introduzir-se nas frutas e vegetais na apanha ou durante a embalagem. E se os trabalhadores que estiverem a embalar as frutas e os vegetais estiverem doentes, os seus germes contaminarão os alimentos que eles tocarem.
Nunca saberá se as folhas de cor verde escura de uma couve fresca também albergarão uma bactéria mortal. É por isso que é imprescindível uma boa lavagem das frutas e vegetais frescos para retirar os germes e evitar a doença. Isso significa lavar com uma escova os melões, melancias e meloas antes de os abrir, e voltar a lavar as maçãs, pêras ou laranjas mesmo se já os tiver lavado antes de os colocar na fruteira. Também significa que deverá voltar a lavar as saladas vendidas em embalagens pré-lavadas, para remover bactérias e pesticidas que possam ter ficado nas folhas. Também deve retirar as folhas exteriores das couves ou alfaces para se ver livre de terra e pesticidas. Tenha um cuidado especial quando lavar as frutas e os vegetais como salsa, alfaces ou qualquer verdura (como coentros, couves, nabos, rabanetes), que são mais difíceis de lavar profundamente do que as frutas e os vegetais de pele lisa.
Se alguém da sua casa estiver em alto risco, sirva legumes e frutas cozidas, especialmente se forem criados debaixo ou ao nível do solo. As frutas que se descascam, como a banana e a laranja, oferecem menos risco do que as frutas e vegetais que não são descascados antes de comer.
Passo 3: Cuidado com os alimentos específicos de “risco”.
Terá de dar uma atenção especial a alguns alimentos de risco tais como rebentos de feijão crus.
Os ovos crus são outro dos alimentos de risco e devem ser evitados a todo o custo. Mesmo aquela deliciosa massa dos bolos feitos em casa com ovos pode colocá-lo em risco de adoecer se a lamber antes de ser cozinhada e a bactéria da Salmonella estiver escondida nos ovos – e nunca se sabe quando isso acontece até se ficar doente. (As massas de pacote não oferecem esse perigo porque os fabricantes usam ovos pasteurizados, um processo no qual a bactéria é destruída pelo calor.)
Guarde sempre os ovos comprados no frigorífico e deite fora qualquer ovo que esteja rachado; lave as mãos e qualquer taça ou utensílios, com água morna e detergente, depois do contacto com ovos crus.
Outros alimentos “de risco” são os sumos não pasteurizados. Durante o processo de pasteurização, qualquer bactéria que a comida possa ter é morta. Contudo, os sumos frescos não pasteurizados poderão abrigar E. coli e Salmonella. Se quiser beber um sumo fresco, acabado de espremer, ferva-o primeiro para matar os germes.
Passo 4: Cozinhe bem a comida.
A comida tem de ser bem cozinhada para matar as bactérias perigosas. Para serem seguros, os ovos devem ser cozidos até que a gema fique firme. Se fizer um prato com ovos no microondas, veja se existem “locais frios” depois de cozer – áreas em que a comida não aqueceu à temperatura ideal adequada. Se não tiver um sistema giratório, gire o prato à mão várias vezes durante o processo de cozedura. Mexa, também, os alimentos para se certificar de que tudo fica bem cozido.
Se estiver a re-aquecer alimentos congelados, leve-os a alta temperatura para matar bactérias. Os molhos e as sopas devem ser fervidos quando são reaproveitados.
Passo 5: Mantenha quente a comida quente, e fria a comida fria.
A regra de segurança dos alimentos é manter quente a comida quente e fria a comida fria. Embora a comida possa ser segura imediatamente após ser cozinhada, se permitir que fique sobre o balcão durante mais de duas horas, bactérias nocivas podem começar a reproduzir-se. Por exemplo, em condições tépidas e húmidas e com os nutrientes apropriados, uma bactéria que se reproduz dividindo-se cada meia-hora, dentro de 12 horas terá uma ‘prole’ de 16 milhões.
Jogue pelo seguro embrulhando cuidadosamente e guardando a comida cozinhada no frigorífico uma a duas horas depois de ter sido cozinhada. Se estiver a conservar uma caçarola grande, divida-a em pequenas quantidades para arrefecer mais rapidamente. Quando pratos grandes são conservados, a bactéria tem mais oportunidade de crescer porque o processo de arrefecimento leva mais tempo.
Passo 6: Use uma higiene saudável.
O último passo simples para evitar doenças provocadas por alimentos é talvez o mais básico: higiene. Isto significa lavar as suas mãos e fazê-lo com frequência. A maior parte das pessoas não têm ideia de quantas bactérias têm nas mãos e como as espalham para outras pessoas durante o processo de preparação de alimentos. Pense na mãe que muda a fralda ao bebé e rapidamente dá uma maçã ao seu filhito de 4 anos antes de lavar as mãos. Ou no adolescente que acaba de mudar a “caixinha” do gato e mete um bago de uva na boca a caminho da casa de banho. Embora os cenários nos pareçam desagradáveis, o certo é que acontecem muitas vezes a muitos de nós.
Uma boa regra é lavar as mãos durante 20 segundos com água morna e sabão. Esfregue-as uma na outra, pois a fricção da pele contra pele ajuda a remover os germes. Lave as mãos depois de ir à casa de banho, antes e depois da preparação da comida, antes de dar de comer ao bebé, depois de lhe mudar a fralda, antes de dar uma peça de fruta ao seu filho, e depois de fazer uma festa ao cão da família – entre outras alturas. Se espirrar nas suas mãos, lave-as! Da mesma forma, se utilizar o telefone depois de uma pessoa que esteja constipada, lave outra vez as mãos. Manter as suas mãos limpas ajudará a reduzir o número de bactérias e evitará que as espalhe quando estiver a preparar as refeições.
Também é importante manter limpos e desinfectados o seu lava-louças e o sítio onde prepara os alimentos antes de começar a tratar das refeições. A maioria dos desinfectantes vendidos no mercado são suficientes para matar os germes. Não use uma tábua de cozinha e outros utensílios de cozinha nos quais os cortes das facas não permitem uma boa lavagem. Lave os outros com água quente e sabão e, se a tiver, uma vez por outra lavá-los na máquina de lavar louça. Ponha, também, a sua esponja de lavar a louça na máquina de lavar todas as noites para manter as bactérias à distância, e mude diariamente as toalhas da louça.
Com algumas mudanças simples na forma como trata os seus alimentos, poderá evitar que os agentes 
 patogénicos perigosos o infectem a si e à sua família.



 
Debra Fulghum Bruce





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Vegetais na luta contra o cancro




 VEGETAIS 
Na luta contra o cancro






Apesar dos avanços cada vez mais significativos na luta contra o mesmo, o cancro, em geral, continua a ser um desafio muito importante para a Medicina. Por isso, todas as contribuições nessa batalha são bem-vindas. Já se sabia da importância do consumo dos vegetais crucíferos (em especial, os brócolos) como produtores de sulforafano, uma substância natural capaz de reduzir significativamente os radicais livres que estão na génese do cancro e de outras doenças. Já se sabia, também, que o sulforafano inibe as enzimas, chamadas histonas desacetilases, que interferem com o funcionamento normal dos genes supressores dos tumores. Agora, num trabalho recente realizado na Universidade de Oregon, nos EUA, concluiu-se que o sulforafano intervém, também, na metilação do ADN, o qual desempenha um papel semelhante. Segundo a principal investigadora do estudo, Dr.ª Emily Ho, “é cada vez mais evidente que o sulforafano consegue atuar de vários modos. Quanto mais investigamos este composto, mais benefícios encontramos”.
É assim cada vez mais evidente que estes alimentos podem ser um contributo muito importante para a conservação da saúde e a prevenção da doença.

Clinical Epigenetics/S&L - revista saúde & lar


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